Questões de Concurso Para prefeitura de pitangueiras - sp

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Q1788706 Pedagogia
Com relação às teorias psicogenéticas, analise as afirmativas a seguir.
I. Para __________________, todo conhecimento é construído socialmente, no âmbito das relações sociais. II. Para __________________, é o desenvolvimento mental que torna possível o aprendizado. III. Para __________________, o aprendizado gera o desenvolvimento mental. IV. Para __________________, o organismo é a condição primeira do pensamento, pois toda função psíquica requer um equipamento orgânico.
Assinale a sequência correta dos autores, conforme os pressupostos evidenciados.
Alternativas
Q1788705 Pedagogia
De acordo com a obra de Cosenza & Guerra (2011), a respeito das relações entre a neurociência e a educação, analise.
I. A educação é caracterizada por um processo que envolve aprendizagem, e esta é mediada pelas propriedades estruturais e funcionais do sistema nervoso. II. A educação e a neurociência são áreas interdependentes do conhecimento. III. A neurociência propõe soluções para as dificuldades da aprendizagem através de novas práticas pedagógicas. IV. Na interface entre educação e neurociência, emergem desafios como a divulgação adequada da neurociência para educadores e o público em geral.
Estão corretas apenas as afirmativas
Alternativas
Q1788704 Pedagogia
I. “(...) além da inserção física, é indispensável que todos os estudantes sejam beneficiados com a inclusão na aprendizagem e na inclusão social, exercitando o desenvolvimento e a plena cidadania.” (Carvalho, 2005.)
PORQUE
II. Incluir significa colocar todas as crianças em uma mesma condição.
Acerca dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1788703 Pedagogia
Nos termos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, é finalidade do ensino médio:
Alternativas
Q1788702 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Nos termos da Lei nº 13.146, de 06 de julho de 2015, incubem ao poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar, EXCETO:
Alternativas
Q1788701 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Considerando o que dispõe a Lei Municipal nº 2.001/99 sobre as substituições, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1788700 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
De acordo com o disposto na Lei Municipal nº 2.001/99, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1788699 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
“Nos termos da Lei nº 1.904/97, a ação disciplinar quanto às infrações puníveis com demissão, cassação de aposentadoria ou disponibilidade e destituição de cargo em comissão, prescreverá em ________.” Assinale a afirmativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
Alternativas
Q1788698 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
De acordo com o disposto na Lei Municipal nº 2.001/99, em relação à ordem de preferência para a classificação de docentes do mesmo campo de atuação para fins de atribuição de classes ou aulas quanto à situação funcional, analise.
( ) Titulares de cargo, providos mediante concurso de provas e títulos, correspondentes aos componentes curriculares das aulas ou classes a serem atribuídas. ( ) Titular de cargo afastado do Sistema Estadual de Ensino junto ao Sistema Municipal de Ensino por força de Municipalização. ( ) Ocupantes de função docente correspondente a classes ou aulas dos componentes curriculares a serem atribuídos. ( ) Demais titulares de cargos correspondentes aos componentes curriculares das aulas ou classes a serem atribuídas (adidos).
A sequência está correta em
Alternativas
Q1788697 Pedagogia
A legislação brasileira tem avançado significantemente no que se refere ao reconhecimento e proteção dos direitos das pessoas com deficiência. O professor atuante nas redes públicas e particulares de ensino precisa não apenas conhecer os direitos deste grupo de indivíduos, mas também atuar para assegurar a estes condições de desenvolvimento na sala de aula. Considerando o que dispõe a Lei nº 9.394/96 acerca da educação especial, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1788696 Direitos Humanos
A dignidade da pessoa humana é o valor central que fundamenta tanto o direito nacional quanto o internacional. O reconhecimento desta dignidade inerente a todos os seres humanos e do complexo de direitos que lhe são pertencentes é o cerne da liberdade, da justiça e da paz no mundo. Pautada por esta ótica, a Declaração Universal dos Direitos Humanos foi constituída, em um momento histórico em que o mundo se recuperava de grandes atrocidades contra a humanidade. De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1788695 Direito Constitucional
A Constituição Federal estatui uma série de normas que são amplamente conhecidas como direitos e deveres fundamentais. São um conjunto de normativas que têm por finalidade primordial o respeito à dignidade da pessoa humana, através do estabelecimento de condições mínimas a uma condição humana digna e de proteção contra o arbítrio do Estado. Considerando os direitos e garantias previstos na Constituição Federal de 1988, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1788694 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Considerando o que dispõe o Estatuto da Criança e do Adolescente sobre o Direito à Profissionalização e à Proteção no Trabalho, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1788693 Matemática
Discutindo em função do parâmetro “a” o sistema Imagem associada para resolução da questão tem-se que:
Alternativas
Q1788692 Matemática
Rogério estava em viagem com a família, quando percebeu que o GPS de seu veículo deixou de funcionar. Ele parou no acostamento da rodovia para olhar em que quilômetro se encontrava. Não conseguiu ler a quilometragem marcada na placa à margem da rodovia devido à ferrugem instalada na placa. Sentindo-se perdido, deslocou 17 quilômetros no sentido norte, retornou e deslocou 12 quilômetros no sentido sul, parou o veículo para verificar o funcionamento do GPS. Não estava funcionando. Continuou no mesmo sentido por mais 20 quilômetros. Retornou por mais 47 quilômetros. Parou na esperança de se localizar e não conseguiu. Continuou por mais 8 quilômetros e, mais uma vez, fez um retorno e rodou por mais 34 quilômetros. Parou novamente no acostamento da rodovia e pôde ler a quilometragem marcada na placa à margem da rodovia. Se a inscrição assinalada era de 343 quilômetros, a diferença positiva (o maior valor menos o menor) entre a quilometragem assinalada na placa enferrujada e a placa atual, em quilômetros, é:
Alternativas
Q1788691 Matemática
Pedro perguntou ao seu colega de trabalho João: quantos anos faltam para você se aposentar? João respondeu: o número de anos que faltam para a minha aposentadoria é um número inteiro, tal que o seu quadrado menos o seu triplo mais cinco é igual a nove. O número de anos que faltam para que João possa se aposentar é um número que está no intervalo entre:
Alternativas
Q1788690 Raciocínio Lógico
Considere a proposição “se José estudou com afinco e participou de todos os simulados aplicados pelo cursinho, então ele passará entre os primeiros classificados ou será o primeiro excedente”. Construindo a tabela verdade para a proposição apresentada, ela terá o número de linhas igual a:
Alternativas
Q1788689 Raciocínio Lógico
Dizer que “não é verdade que se João é paulista, então ele é brasileiro”, do ponto de vista lógico equivale a dizer que:
Alternativas
Q1788688 Português
A era da desinformação

    Não podemos negar que a internet tornou-se um dos principais meios para a disseminação de informações. Em 2018, a rede cruzou a marca de 4 bilhões de usuários. Mais da metade da população mundial está conectada a ela. Este ano, o consumo diário de mídia online passará o de TV. A tendência é que a diferença se acentue nos próximos anos.
    Graças às redes sociais e as plataformas de comunicação instantânea, a distância entre as pessoas diminui drasticamente. Já a velocidade de disseminação de informação aumentou de maneira brutal. Quando uma informação – um meme, ou uma notícia – cai na malha, ela é rapidamente replicada e enviada a outros pontos da rede. Quantas vezes não recebemos a mesma mensagem em diferentes grupos de Whastsapp ou vemos aquela notícia repetidas vezes no Twitter e no Facebook?
    Mas não é só a escala e a velocidade da internet que são fatos novos. Ao contrário de seus predecessores – TV e rádio –, a internet está ao alcance de todos. Qualquer pessoa pode usá-la para disseminar suas ideias a milhões. Por outro lado, foi possível dar voz a milhares de pessoas que não eram representadas e que agora têm como lutar por seus direitos. Do outro, colocamos um canhão nas mãos dos que usam a desinformação como ferramenta. 
     Em 2016, na campanha para a eleição presidencial dos EUA, vimos o surgimento do termo “fake news”. Notícias bem elaboradas, com cara de autênticas, mas que não eram verídicas e foram desenhadas para propagar determinada linha de pensamento. Elas sempre existiram, mas nunca alavancadas com uma plataforma como a internet. Com elas, o arsenal de guerra na era da informação ganhou uma arma de alto calibre. 
    Agora, com a popularização da inteligência artificial, as “fake news” estão passando por um processo bem perigoso. Uma das maneiras de combater as notícias falsas era a de trazer ao público evidências claras da manipulação, como imagens, vídeos e áudios que pudessem tirar qualquer dúvida. Porém, ferramentas de síntese computacional estão dando origem ao que chamamos de “deep fakes”, deixando as “fake news” ainda mais robustas. Como os “deep fakes”, é possível, a partir de imagens e vídeos reais, gerar novas imagens e vídeos que colocam as pessoas do material original fazendo coisas que não acorreram – a troca do rosto de uma pessoa por outra, a criação de uma fala completamente fictícia e até a de rostos realistas, mas de pessoas que não existem.
    Esse tipo de manipulação já acontecia. As técnicas, porém, custavam caro, levavam tempo para serem produzidas e a qualidade final não era tão boa. Agora, tudo é feito de maneira cada vez mais automática. Todos sabem que já passou da hora de não acreditar em tudo que se lê e recebe pela internet. Agora é bom deixar de lado o “só acredito vendo”. 
(Por Manuel Lemos – O Estado de São Paulo. Disponível em:
https://link.estadao.com.br/noticias/geral,a-era-da-
desinformacao,70002915133.
Acesso em: 10/06/2019.)
No último período do texto, as aspas foram empregadas para:
Alternativas
Q1788687 Português
A era da desinformação

    Não podemos negar que a internet tornou-se um dos principais meios para a disseminação de informações. Em 2018, a rede cruzou a marca de 4 bilhões de usuários. Mais da metade da população mundial está conectada a ela. Este ano, o consumo diário de mídia online passará o de TV. A tendência é que a diferença se acentue nos próximos anos.
    Graças às redes sociais e as plataformas de comunicação instantânea, a distância entre as pessoas diminui drasticamente. Já a velocidade de disseminação de informação aumentou de maneira brutal. Quando uma informação – um meme, ou uma notícia – cai na malha, ela é rapidamente replicada e enviada a outros pontos da rede. Quantas vezes não recebemos a mesma mensagem em diferentes grupos de Whastsapp ou vemos aquela notícia repetidas vezes no Twitter e no Facebook?
    Mas não é só a escala e a velocidade da internet que são fatos novos. Ao contrário de seus predecessores – TV e rádio –, a internet está ao alcance de todos. Qualquer pessoa pode usá-la para disseminar suas ideias a milhões. Por outro lado, foi possível dar voz a milhares de pessoas que não eram representadas e que agora têm como lutar por seus direitos. Do outro, colocamos um canhão nas mãos dos que usam a desinformação como ferramenta. 
     Em 2016, na campanha para a eleição presidencial dos EUA, vimos o surgimento do termo “fake news”. Notícias bem elaboradas, com cara de autênticas, mas que não eram verídicas e foram desenhadas para propagar determinada linha de pensamento. Elas sempre existiram, mas nunca alavancadas com uma plataforma como a internet. Com elas, o arsenal de guerra na era da informação ganhou uma arma de alto calibre. 
    Agora, com a popularização da inteligência artificial, as “fake news” estão passando por um processo bem perigoso. Uma das maneiras de combater as notícias falsas era a de trazer ao público evidências claras da manipulação, como imagens, vídeos e áudios que pudessem tirar qualquer dúvida. Porém, ferramentas de síntese computacional estão dando origem ao que chamamos de “deep fakes”, deixando as “fake news” ainda mais robustas. Como os “deep fakes”, é possível, a partir de imagens e vídeos reais, gerar novas imagens e vídeos que colocam as pessoas do material original fazendo coisas que não acorreram – a troca do rosto de uma pessoa por outra, a criação de uma fala completamente fictícia e até a de rostos realistas, mas de pessoas que não existem.
    Esse tipo de manipulação já acontecia. As técnicas, porém, custavam caro, levavam tempo para serem produzidas e a qualidade final não era tão boa. Agora, tudo é feito de maneira cada vez mais automática. Todos sabem que já passou da hora de não acreditar em tudo que se lê e recebe pela internet. Agora é bom deixar de lado o “só acredito vendo”. 
(Por Manuel Lemos – O Estado de São Paulo. Disponível em:
https://link.estadao.com.br/noticias/geral,a-era-da-
desinformacao,70002915133.
Acesso em: 10/06/2019.)
No trecho “[...] colocam as pessoas do material original fazendo coisas que não ocorreram [...]” (5º§), a palavra sublinhada pode ser substituída sem prejuízo sintático-semântico por:
Alternativas
Respostas
1761: D
1762: A
1763: B
1764: B
1765: B
1766: C
1767: B
1768: D
1769: B
1770: B
1771: B
1772: A
1773: D
1774: B
1775: A
1776: A
1777: C
1778: B
1779: D
1780: D