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Q3519121 Pedagogia
O ensino da leitura e escrita na escola vai além da decodificação de palavras. Qual é o principal objetivo dessa prática pedagógica no contexto da formação cidadã? 
Alternativas
Q3519120 Pedagogia
A inclusão escolar é um princípio fundamental da educação contemporânea. Qual é o principal objetivo do ensino adaptado para alunos com necessidades especiais? 
Alternativas
Q3519119 Pedagogia
A didática desempenha um papel crucial na democratização do ensino, especialmente em contextos de desigualdade social. Qual é sua principal contribuição para garantir que todos os alunos tenham acesso ao conhecimento? 
Alternativas
Q3519118 Pedagogia
O desenvolvimento de competências profissionais é essencial para o sucesso do professor em sala de aula. Quais competências devem ser priorizadas para atender às demandas do ensino e promover a aprendizagem dos alunos? 
Alternativas
Q3519117 Pedagogia
O bullying é um problema recorrente nas escolas e pode causar impactos significativos no desenvolvimento emocional e social das vítimas. Qual característica define esse comportamento no ambiente escolar? 
Alternativas
Q3519116 Pedagogia
A avaliação formativa é uma prática essencial no processo de ensino-aprendizagem. Qual é sua principal função no contexto escolar e como ela contribui para o desenvolvimento dos alunos?
Alternativas
Q3519115 Pedagogia
No planejamento pedagógico, as sequências didáticas são ferramentas fundamentais para organizar o ensino. Qual é o principal objetivo dessas sequências no contexto escolar? 
Alternativas
Q3519114 Pedagogia
Howard Gardner revolucionou a compreensão sobre inteligência ao propor que ela não é única, mas múltipla. Qual das alternativas reflete corretamente o conceito de inteligências múltiplas e sua relação com o processo de aprendizagem? 
Alternativas
Q3519113 Pedagogia
Segundo Vygotsky, o desenvolvimento cognitivo humano é profundamente influenciado por fatores externos. Qual elemento, segundo sua teoria, desempenha papel central na formação social da mente e na internalização de conhecimentos? 
Alternativas
Q3519112 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Em relação ao Atendimento Educacional Especializado (AEE) previsto no ECA (arts. 53 a 59), marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3519111 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O Estatuto da Criança e do Adolescente prevê, em seus arts. 1º a 6º, que crianças e adolescentes:
Alternativas
Q3519110 Pedagogia
Sobre o Decreto 12.391/2025, que institui o Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens, é correto afirmar:
Alternativas
Q3519109 Pedagogia
Com base no Decreto 10.656/2021, que regulamenta a Emenda Constitucional 108/2020 e a Lei 14.113/2020 (FUNDEB), assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3519108 Pedagogia
O Art. 205 da Constituição Federal estabelece que “a educação é direito de todos e dever do Estado e da família...”. Já o Art. 214 exige a elaboração do Plano Nacional de Educação (PNE). Sobre esses dispositivos, assinale o correto:
Alternativas
Q3519107 Português
Tantas são as velhas árvores

        Ainda não anoitecera e a notícia tinha sido confirmada. Parecia que uma nuvem de paz voltaria a reinar sobre a nossa casa e nossa família.

        Papai me pegou pela mão e diante de todos me sentou no colo. Balançou devagar a cadeira para que eu não ficasse tonto.

        — Tudo passou, meu filho. Tudo. Você um dia vai ser pai e vai também descobrir como são difíceis certos momentos na vida de um homem. Parece que nada dá certo, provocando um desespero interminável. Mas agora, não. Papai foi nomeado gerente da Fábrica de Santo Aleixo. Nunca mais vai faltar nada nos seus sapatinhos na noite de Natal.

        Fez uma pausa. Ele também nunca mais ia esquecer daquilo para o resto da vida.

        — Vamos viajar muito. Mamãe não precisará mais trabalhar, nem suas irmãs. Você ainda tem a medalha do índio?

        Remexi os bolsos e encontrei a medalha.

        — Pois bem, vou comprar de novo um relógio e colocar a medalha. Um dia será seu...

        “Portuga, você sabe o que é carborundum?”
        E Papai falava e falava sempre.
        Me fazia mal seu rasto barbado roçar no meu rosto. O cheiro que escapava da sua camisa muito usada me fazia arrepios. Fui escorregando pelos seus joelhos e caminhei para a porta da cozinha. Sentei-me nos degraus e contemplei o quintal com o morrer de todas as luzes. Meu coração se revoltara sem raiva. “Que quer esse homem que me pega no colo?” Ele não é meu pai. Meu pai morreu. O Mangaratiba matou ele.

        Papai tinha me seguido e viu que os meus olhos se encontravam de novo molhados.

        Quase se ajoelhou para falar comigo.

        — Não chore, meu filho. Nós vamos ter uma casa muito grande. Um rio de verdade passa bem atrás. Grandes árvores e tantas, que serão só suas. Você pode fazer, armar balanços.

        Ele não entendia. Ele não entendia. Nenhuma árvore deveria ser tão linda na vida, como a Rainha Carlota.

        — O primeiro a escolher as árvores, será você.

        Olhei os seus pés, os dedos saindo dos tamancos. Ele era uma velha árvore de raízes escuras. Era um pai-árvore. Mas uma árvore que eu quase não conhecia.

        — Depois tem mais. Tão cedo não vão cortar o seu pé de Laranja Lima. Quando o cortarem você estará longe e nem sentirá.

        Agarrei-me soluçando aos seus joelhos.

        — Não adianta, Papai. Não adianta...

        E olhando o seu rosto, que também se encontrava cheio de lágrimas, murmurei como um morto:

        — Já cortaram, Papai. Faz mais de uma semana que cortaram o meu pé de Laranja Lima.

VASCONCELOS, José Mauro de. Meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 1975, pp.119-120. Com adaptações.

“Parecia que uma nuvem de paz voltaria a reinar sobre a nossa casa e nossa família” (1º§).


O termo destacado deve ser corretamente classificado como:

Alternativas
Q3519106 Português
Tantas são as velhas árvores

        Ainda não anoitecera e a notícia tinha sido confirmada. Parecia que uma nuvem de paz voltaria a reinar sobre a nossa casa e nossa família.

        Papai me pegou pela mão e diante de todos me sentou no colo. Balançou devagar a cadeira para que eu não ficasse tonto.

        — Tudo passou, meu filho. Tudo. Você um dia vai ser pai e vai também descobrir como são difíceis certos momentos na vida de um homem. Parece que nada dá certo, provocando um desespero interminável. Mas agora, não. Papai foi nomeado gerente da Fábrica de Santo Aleixo. Nunca mais vai faltar nada nos seus sapatinhos na noite de Natal.

        Fez uma pausa. Ele também nunca mais ia esquecer daquilo para o resto da vida.

        — Vamos viajar muito. Mamãe não precisará mais trabalhar, nem suas irmãs. Você ainda tem a medalha do índio?

        Remexi os bolsos e encontrei a medalha.

        — Pois bem, vou comprar de novo um relógio e colocar a medalha. Um dia será seu...

        “Portuga, você sabe o que é carborundum?”
        E Papai falava e falava sempre.
        Me fazia mal seu rasto barbado roçar no meu rosto. O cheiro que escapava da sua camisa muito usada me fazia arrepios. Fui escorregando pelos seus joelhos e caminhei para a porta da cozinha. Sentei-me nos degraus e contemplei o quintal com o morrer de todas as luzes. Meu coração se revoltara sem raiva. “Que quer esse homem que me pega no colo?” Ele não é meu pai. Meu pai morreu. O Mangaratiba matou ele.

        Papai tinha me seguido e viu que os meus olhos se encontravam de novo molhados.

        Quase se ajoelhou para falar comigo.

        — Não chore, meu filho. Nós vamos ter uma casa muito grande. Um rio de verdade passa bem atrás. Grandes árvores e tantas, que serão só suas. Você pode fazer, armar balanços.

        Ele não entendia. Ele não entendia. Nenhuma árvore deveria ser tão linda na vida, como a Rainha Carlota.

        — O primeiro a escolher as árvores, será você.

        Olhei os seus pés, os dedos saindo dos tamancos. Ele era uma velha árvore de raízes escuras. Era um pai-árvore. Mas uma árvore que eu quase não conhecia.

        — Depois tem mais. Tão cedo não vão cortar o seu pé de Laranja Lima. Quando o cortarem você estará longe e nem sentirá.

        Agarrei-me soluçando aos seus joelhos.

        — Não adianta, Papai. Não adianta...

        E olhando o seu rosto, que também se encontrava cheio de lágrimas, murmurei como um morto:

        — Já cortaram, Papai. Faz mais de uma semana que cortaram o meu pé de Laranja Lima.

VASCONCELOS, José Mauro de. Meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 1975, pp.119-120. Com adaptações.
Um trecho no qual se pode reconhecer claramente o uso metafórico/simbólico da linguagem é:
Alternativas
Q3519105 Português
Tantas são as velhas árvores

        Ainda não anoitecera e a notícia tinha sido confirmada. Parecia que uma nuvem de paz voltaria a reinar sobre a nossa casa e nossa família.

        Papai me pegou pela mão e diante de todos me sentou no colo. Balançou devagar a cadeira para que eu não ficasse tonto.

        — Tudo passou, meu filho. Tudo. Você um dia vai ser pai e vai também descobrir como são difíceis certos momentos na vida de um homem. Parece que nada dá certo, provocando um desespero interminável. Mas agora, não. Papai foi nomeado gerente da Fábrica de Santo Aleixo. Nunca mais vai faltar nada nos seus sapatinhos na noite de Natal.

        Fez uma pausa. Ele também nunca mais ia esquecer daquilo para o resto da vida.

        — Vamos viajar muito. Mamãe não precisará mais trabalhar, nem suas irmãs. Você ainda tem a medalha do índio?

        Remexi os bolsos e encontrei a medalha.

        — Pois bem, vou comprar de novo um relógio e colocar a medalha. Um dia será seu...

        “Portuga, você sabe o que é carborundum?”
        E Papai falava e falava sempre.
        Me fazia mal seu rasto barbado roçar no meu rosto. O cheiro que escapava da sua camisa muito usada me fazia arrepios. Fui escorregando pelos seus joelhos e caminhei para a porta da cozinha. Sentei-me nos degraus e contemplei o quintal com o morrer de todas as luzes. Meu coração se revoltara sem raiva. “Que quer esse homem que me pega no colo?” Ele não é meu pai. Meu pai morreu. O Mangaratiba matou ele.

        Papai tinha me seguido e viu que os meus olhos se encontravam de novo molhados.

        Quase se ajoelhou para falar comigo.

        — Não chore, meu filho. Nós vamos ter uma casa muito grande. Um rio de verdade passa bem atrás. Grandes árvores e tantas, que serão só suas. Você pode fazer, armar balanços.

        Ele não entendia. Ele não entendia. Nenhuma árvore deveria ser tão linda na vida, como a Rainha Carlota.

        — O primeiro a escolher as árvores, será você.

        Olhei os seus pés, os dedos saindo dos tamancos. Ele era uma velha árvore de raízes escuras. Era um pai-árvore. Mas uma árvore que eu quase não conhecia.

        — Depois tem mais. Tão cedo não vão cortar o seu pé de Laranja Lima. Quando o cortarem você estará longe e nem sentirá.

        Agarrei-me soluçando aos seus joelhos.

        — Não adianta, Papai. Não adianta...

        E olhando o seu rosto, que também se encontrava cheio de lágrimas, murmurei como um morto:

        — Já cortaram, Papai. Faz mais de uma semana que cortaram o meu pé de Laranja Lima.

VASCONCELOS, José Mauro de. Meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 1975, pp.119-120. Com adaptações.
As três ocorrências da palavra “muito” no texto são exemplos de advérbios. Marque a opção em que o termo destacado NÃO representa um advérbio:
Alternativas
Q3519104 Português
Tantas são as velhas árvores

        Ainda não anoitecera e a notícia tinha sido confirmada. Parecia que uma nuvem de paz voltaria a reinar sobre a nossa casa e nossa família.

        Papai me pegou pela mão e diante de todos me sentou no colo. Balançou devagar a cadeira para que eu não ficasse tonto.

        — Tudo passou, meu filho. Tudo. Você um dia vai ser pai e vai também descobrir como são difíceis certos momentos na vida de um homem. Parece que nada dá certo, provocando um desespero interminável. Mas agora, não. Papai foi nomeado gerente da Fábrica de Santo Aleixo. Nunca mais vai faltar nada nos seus sapatinhos na noite de Natal.

        Fez uma pausa. Ele também nunca mais ia esquecer daquilo para o resto da vida.

        — Vamos viajar muito. Mamãe não precisará mais trabalhar, nem suas irmãs. Você ainda tem a medalha do índio?

        Remexi os bolsos e encontrei a medalha.

        — Pois bem, vou comprar de novo um relógio e colocar a medalha. Um dia será seu...

        “Portuga, você sabe o que é carborundum?”
        E Papai falava e falava sempre.
        Me fazia mal seu rasto barbado roçar no meu rosto. O cheiro que escapava da sua camisa muito usada me fazia arrepios. Fui escorregando pelos seus joelhos e caminhei para a porta da cozinha. Sentei-me nos degraus e contemplei o quintal com o morrer de todas as luzes. Meu coração se revoltara sem raiva. “Que quer esse homem que me pega no colo?” Ele não é meu pai. Meu pai morreu. O Mangaratiba matou ele.

        Papai tinha me seguido e viu que os meus olhos se encontravam de novo molhados.

        Quase se ajoelhou para falar comigo.

        — Não chore, meu filho. Nós vamos ter uma casa muito grande. Um rio de verdade passa bem atrás. Grandes árvores e tantas, que serão só suas. Você pode fazer, armar balanços.

        Ele não entendia. Ele não entendia. Nenhuma árvore deveria ser tão linda na vida, como a Rainha Carlota.

        — O primeiro a escolher as árvores, será você.

        Olhei os seus pés, os dedos saindo dos tamancos. Ele era uma velha árvore de raízes escuras. Era um pai-árvore. Mas uma árvore que eu quase não conhecia.

        — Depois tem mais. Tão cedo não vão cortar o seu pé de Laranja Lima. Quando o cortarem você estará longe e nem sentirá.

        Agarrei-me soluçando aos seus joelhos.

        — Não adianta, Papai. Não adianta...

        E olhando o seu rosto, que também se encontrava cheio de lágrimas, murmurei como um morto:

        — Já cortaram, Papai. Faz mais de uma semana que cortaram o meu pé de Laranja Lima.

VASCONCELOS, José Mauro de. Meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 1975, pp.119-120. Com adaptações.
Quanto ao título “Tantas são as velhas árvores”, o termo destacado desempenha função sintática de: 
Alternativas
Q3519103 Português
Tantas são as velhas árvores

        Ainda não anoitecera e a notícia tinha sido confirmada. Parecia que uma nuvem de paz voltaria a reinar sobre a nossa casa e nossa família.

        Papai me pegou pela mão e diante de todos me sentou no colo. Balançou devagar a cadeira para que eu não ficasse tonto.

        — Tudo passou, meu filho. Tudo. Você um dia vai ser pai e vai também descobrir como são difíceis certos momentos na vida de um homem. Parece que nada dá certo, provocando um desespero interminável. Mas agora, não. Papai foi nomeado gerente da Fábrica de Santo Aleixo. Nunca mais vai faltar nada nos seus sapatinhos na noite de Natal.

        Fez uma pausa. Ele também nunca mais ia esquecer daquilo para o resto da vida.

        — Vamos viajar muito. Mamãe não precisará mais trabalhar, nem suas irmãs. Você ainda tem a medalha do índio?

        Remexi os bolsos e encontrei a medalha.

        — Pois bem, vou comprar de novo um relógio e colocar a medalha. Um dia será seu...

        “Portuga, você sabe o que é carborundum?”
        E Papai falava e falava sempre.
        Me fazia mal seu rasto barbado roçar no meu rosto. O cheiro que escapava da sua camisa muito usada me fazia arrepios. Fui escorregando pelos seus joelhos e caminhei para a porta da cozinha. Sentei-me nos degraus e contemplei o quintal com o morrer de todas as luzes. Meu coração se revoltara sem raiva. “Que quer esse homem que me pega no colo?” Ele não é meu pai. Meu pai morreu. O Mangaratiba matou ele.

        Papai tinha me seguido e viu que os meus olhos se encontravam de novo molhados.

        Quase se ajoelhou para falar comigo.

        — Não chore, meu filho. Nós vamos ter uma casa muito grande. Um rio de verdade passa bem atrás. Grandes árvores e tantas, que serão só suas. Você pode fazer, armar balanços.

        Ele não entendia. Ele não entendia. Nenhuma árvore deveria ser tão linda na vida, como a Rainha Carlota.

        — O primeiro a escolher as árvores, será você.

        Olhei os seus pés, os dedos saindo dos tamancos. Ele era uma velha árvore de raízes escuras. Era um pai-árvore. Mas uma árvore que eu quase não conhecia.

        — Depois tem mais. Tão cedo não vão cortar o seu pé de Laranja Lima. Quando o cortarem você estará longe e nem sentirá.

        Agarrei-me soluçando aos seus joelhos.

        — Não adianta, Papai. Não adianta...

        E olhando o seu rosto, que também se encontrava cheio de lágrimas, murmurei como um morto:

        — Já cortaram, Papai. Faz mais de uma semana que cortaram o meu pé de Laranja Lima.

VASCONCELOS, José Mauro de. Meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 1975, pp.119-120. Com adaptações.
Uma característica do tipo narrativo que NÃO está presente no texto é:
Alternativas
Q3519102 Português
Festival Intermunicipal de Malha em Piraju

    Neste domingo, dia 23/02, a partir das 8 da manhã, no Clube da Malha em Piraju, ocorre o Festival Intermunicipal de Malha 2025, com premiação em troféus e medalhas, coordenação de Octávio Alves e realização do Departamento Municipal de Esportes e Lazer. O clube da malha está ao lado do Centro de Lazer Dr. Luiz Ferreira de Oliveira na Vila Cantizni em Piraju. Entrada franca.

Disponível em <https://www.estanciadepiraju.sp.gov.br/vernoticia/festival-intermunicipal-de-malha-em-piraju>.
Acesso em 09/03/2025. Com adaptações.
“O clube da malha está ao lado do Centro de Lazer Dr. Luiz Ferreira de Oliveira na Vila Cantizni em Piraju”.
O termo em destaque é sintaticamente equivalente a um: 
Alternativas
Respostas
141: B
142: B
143: A
144: D
145: A
146: C
147: B
148: C
149: A
150: C
151: A
152: B
153: B
154: C
155: B
156: D
157: B
158: A
159: C
160: D