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Este movimento cinematográfico surgiu no Brasil na segunda metade dos anos 50 e inaugurou uma perspectiva crítica em relação ao cinema então produzido por estúdios como os da Vera Cruz. Seus diretores, críticos e teóricos procuravam contrapor novas ideias aos valores estéticos de uma cultura cinematográfica dominada por interesses industriais. Eles eram influenciados pelo Neorrealismo italiano e pela Nouvelle Vague francesa e buscavam produzir um "cinema de autor", mas com baixos custos e tratando da realidade nacional. Os jovens cineastas deste movimento eram movidos pelo lema “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”.
O fragmento acima se refere ao movimento conhecido como
“O grande mal do barroco é ter o mesmo defeito do estilo dos romanos: ao passo que por uma nobre unidade estética, no estilo grego ou no gótico, o elemento decorativo reside na parte intrínseca da construção, o romano costumava de elevar os seus monumentos para depois recobrir-lhes por completo a estrutura como os brocatéis de abundante decoração. (...) O barroco também procede assim, com a circunstância pejorativa de ser nele a própria decoração que determina o estilo. Ora, na arquitetura religiosa de Minas a orientação barroca - que é o amor da linha curva, dos elementos contorcidos e inesperados - passa da decoração para o próprio plano do edifício. Aí os elementos decorativos não residem só na decoração posterior, mas também no risco e na projeção das fachadas, no perfil das colunas, na forma das naves. Com esse caráter assume a proporção de um verdadeiro estilo, equiparando-se, sob o ponto de vista histórico, ao egípcio, ao grego, ao gótico. E é para nós um motivo de orgulho bem fundado que isso se tenha dado no Brasil.”
(Mario de Andrade. A Arte religiosa no Brasil: crônicas publicadas na Revista do Brasil em 1920. São Paulo, Experimento/Giordano, 1993, p. 79.)
A partir de 1920, com o modernismo, refletir sobre o barroco passou a ser uma oportunidade para pensar a identidade cultural e estética do Brasil, a “brasilidade”.
Com base no fragmento acima, assinale a opção que interpreta corretamente a visão de Mario de Andrade sobre o barroco de Minas.

(Vítor Meireles. Primeira Missa no Brasil, 1860 - óleo sobre tela.)
A primeira missa foi celebrada em 26 de abril de 1500, no litoral sul da Bahia, e foi descrita por Pero Vaz de Caminha na carta para D. Manuel I, ao relatar a chegada dos portugueses no Brasil. Este episódio foi retratado por Vítor Meirelles a partir de uma específica perspectiva histórica e artística. A respeito da interpretação deste artista sobre a primeira missa, analise as afirmativas a seguir.
I. Esta pintura se insere no contexto do romantismo e valoriza o elemento indígena, considerado o primeiro e mais autêntico habitante do Brasil. II. Esta obra representa o episódio da Primeira Missa como símbolo do nascimento harmônico de uma nova civilização, integrando os índios com a Igreja e os colonizadores portugueses. III. Vítor Meirelles pinta o altar no meio da floresta tropical para indicar o sincretismo religioso, marca essencial da história e da cultura brasileira desde o início da colonização.
Está correto o que se afirma em
I. A avaliação do conhecimento é um momento pontual e estático. II. A avaliação da aprendizagem deve abranger o desempenho do aluno, a atuação do professor e a metodologia utilizada. III. O professor é o responsável exclusivo do processo de avaliação.
Está correto o que se afirma em
I. O Sistema de Escrita Alfabética é complexo e exige um ensino sistemático e problematizador. II. A ludicidade é condição básica nos processos de ensino e de aprendizagem. III. As práticas para o desenvolvimento da leitura e da produção de textos ocorre somente nos primeiros anos do Ensino Fundamental.
Está correto o que se afirma em
I. Pertence ao gênero Lyssavirus, da família Rhabdoviridae, possui a forma de projétil e seu genoma é constituído por ácido ribonucleico – RNA envolvido por duas capas de natureza lipídica. II. A transmissão ocorre quando o vírus contido na saliva e secreções do animal infectado penetra no tecido, principalmente por meio de mordedura. Em seguida, multiplica-se no ponto de inoculação, atinge a circulação sanguínea e alcança o Sistema Nervoso Central, após replicação, dissemina-se para vários órgãos e glândulas salivares, onde também se replica e é eliminado na saliva das pessoas ou animais infectados. (Não faz viremia) III. O vírus da raiva é altamente resistente aos agentes químicos (éter, clorofórmio, sais minerais, ácidos e álcalis fortes), aos agentes físicos (calor, luz ultravioleta) e às condições ambientais, como dessecação, luminosidade e temperatura excessiva. (Pouco resistente).
Está correto o que se afirma em
Sobre a Leishmaniose Visceral, assinale a afirmativa correta.