Questões de Concurso Para prefeitura de lucélia - sp

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Q1326057 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo

De acordo com o Estatuto do Servidor Público de Lucélia- SP. Artigo 33 – O funcionário nomeado para o cargo de provimento efetivo em virtude de habilitação em concurso público, adquirirá estabilidade após 3 (três) anos de efetivo exercício. § 1º - O servidor público estável só perderá o cargo: Analise as afirmativas abaixo:

I) em virtude de sentença judicial transitada em julgado. II) mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa. III) mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma da lei assegurada ampla defesa. IV) inabilitação em estágio probatório a outro cargo.

Estão CORRETAS as afirmativas:

Alternativas
Q1326056 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente: Art. 56. Os dirigentes de estabelecimentos de ensino fundamental comunicarão ao Conselho Tutelar os casos de: EXCETO:
Alternativas
Q1326055 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Lucélia-SP: Complete o Art. 199 - O Município, em consonância com o Estado e União,-----------------
Alternativas
Q1326054 Legislação Municipal

Conforme a Lei Orgânica do Município de LucéliaSP Art. 198 - O Município aplicará anualmente, na educação, nunca menos do que 25% (vinte e cinco por cento), da receita, resultante de impostos, incluindo recursos provenientes de transferências. § 1º - Os recursos serão destinados à educação pública, prioritariamente, podendo ser alocados às escolas comunitárias, confessionais e filantrópicas, definidas em lei, desde que: Analise as afirmativas abaixo:

I- comprovem finalidades não-lucrativas e apliquem seus excedentes financeiros na educação. II- ofereçam ensino obrigatório e gratuito pelo Município, ou sua oferta irregular, importa em responsabilidade de autoridade competente. III- assegurem a destinação de seu patrimônio a escola congênere sediada no Município ou escola pública municipal, no caso de encerramento de suas atividades. IV- visem ao pleno desenvolvimento da pessoa e seu preparo para exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

Estão CORRETAS as afirmativas:

Alternativas
Q1326053 Português
Leia as palavras e assinale a alternativa em que apresenta uma antonímia.
Alternativas
Q1326052 Português
Analise as afirmações que seguem sobre a linguagem denotativa e assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1326051 Português
Leia o texto “Lembrança Rural”, de Cecília Meireles e responda a pergunta seguinte:
Chão verde e mole. Cheiros de selva. Babas de lodo.  A encosta barrenta aceita o frio, toda nua.  Carros de bois, falas ao vento, braços, foice.  Os passarinhos bebem do céu pingos de chuva.  Casebres caindo, na erma tarde; nem existem na história
do mundo. Sentam-se à porta as mães descalças. É tão profundo, o campo, que ninguém chega a ver que é
triste.  A roupa da noite esconde tudo, quando passa...  Flores molhadas. Última abelha. Nuvens gordas.  Vestidos vermelhos, muito longe, dançam nas cercas.  Cigarra escondida, ensaiando na sombra rumores de
bronze.  Debaixo da ponte, a água suspira, presa...  Vontade de ficar neste sossego toda a vida:  Bom para ver de frente os olhos turvos das palavras,  para andar à toa, falando sozinha, enquanto as formigas
caminham nas árvores...

Podemos notar que no poema, o eu-lírico descreve uma paisagem, usando recursos diferentes para isso, um deles são chamados de figuras de linguagem. Observe os trechos grifados no texto e identifique a figura de linguagem utilizada nessas marcações. 
Alternativas
Q1326050 Português
Assinale a alternativa CORRETA sobre a análise da seguinte frase.
A moça voltou para casa preocupada.
Alternativas
Q1326049 Português
Assinale a alternativa que apresenta ambiguidade.
Alternativas
Q1326048 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma hiponímia.
Alternativas
Q1326047 Português

Leia a tira a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


O que podemos inferir com essa leitura?

Alternativas
Q1326046 Português

Leia o texto a seguir:


O Meu Guri – Chico Buarque (1981)


Quando, seu moço, nasceu meu rebento 
Não era o momento dele rebentar 
Já foi nascendo com cara de fome 
E eu não tinha nem nome pra lhe dar 
Como fui levando não sei lhe explicar 
Fui assim levando, ele a me levar 
E na sua meninice, ele um dia me disse 
Que chegava lá 
Olha aí! Olha aí!

Olha aí! 
Ai, o meu guri, olha aí! 
Olha aí! 
É o meu guri e ele chega

Chega suado e veloz do batente 
Traz sempre um presente pra me encabular 
Tanta corrente de ouro, seu moço 
Que haja pescoço pra enfiar 
Me trouxe uma bolsa já com tudo dentro 
Chave, caderneta, terço e patuá 
Um lenço e uma penca de documentos 
Pra finalmente eu me identificar 
Olha aí!

Olha aí! 
Ai, o meu guri, olha aí! 
Olha aí! 
É o meu guri e ele chega

Chega no morro com carregamento 
Pulseira, cimento, relógio, pneu, gravador 
Rezo até ele chegar cá no alto 
Essa onda de assaltos está um horror 
Eu consolo ele, ele me consola 
Boto ele no colo pra ele me ninar 
De repente acordo, olho pro lado 
E o danado já foi trabalhar 
Olha aí!

Olha aí! 
Ai, o meu guri, olha aí! 
Olha aí! 
É o meu guri e ele chega

Chega estampado, manchete, retrato 
Com venda nos olhos, legenda e as iniciais 
Eu não entendo essa gente, seu moço 
Fazendo alvoroço demais 
O guri no mato, acho que tá rindo 
Acho que tá lindo de papo pro ar 
Desde o começo eu não disse, seu moço! 
Ele disse que chegava lá 
Olha aí! Olha aí!

Olha aí! 
Ai, o meu guri, olha aí! 
Olha aí! 
É o meu guri

Olha aí! 
Ai, o meu guri, olha aí!

Leia um trecho da obra “Capitães da Areia” (1937), de Jorge Amado e responda a questão 4.


“Já por várias vezes o nosso jornal, que é sem dúvida o órgão das mais legítimas aspirações da população baiana, tem trazido notícias sobre a atividade criminosa dos “Capitães da Areia”, nome pelo qual é conhecido o grupo de meninos assaltantes e ladrões que infestam a nossa urbe. Essas crianças que tão cedo se dedicaram à tenebrosa carreira do crime não têm moradia certa ou pelo menos a sua moradia ainda não foi localizada. Como também ainda não foi localizado o local onde escondem o produto dos seus assaltos, que se tornam diários, fazendo Jus a unia Imediata providência do Juiz de Menores e do dr. Chefe de Polícia. Esse bando que vive da rapina se compõe, pelo que se sabe, de um número superior a 100 crianças das mais diversas idades, indo desde os 8 aos 16 anos. Crianças que, naturalmente devido ao desprezo dado à sua educação por pais pouco servidos de sentimentos cristãos, se entregaram no verdor dos anos a uma vida criminosa. São chamados de “Capitães da Areia” porque o cais é o seu quartel-general. E têm por comandante um mascote dos seus 14 anos, que é o mais terrível de todos, não só ladrão, como já autor de um crime de ferimentos graves, praticado na tarde de ontem. Infelizmente a Identidade deste chefe é desconhecida.”

Podemos identificar na obra “O meu Guri” - (1981), e na obra “Capitães da Areia” – (1937), a mesma temática: o abandono de crianças a própria sorte, que seguem o caminho do crime fazendo furtos, desde muito novos a delinquência está bem próxima, o futuro deles é de incertezas. Quando há influência de um texto sobre outro criado anteriormente, a esse recurso damos o nome de:
Alternativas
Q1326045 Português

Leia o texto a seguir:


O Meu Guri – Chico Buarque (1981)


Quando, seu moço, nasceu meu rebento 
Não era o momento dele rebentar 
Já foi nascendo com cara de fome 
E eu não tinha nem nome pra lhe dar 
Como fui levando não sei lhe explicar 
Fui assim levando, ele a me levar 
E na sua meninice, ele um dia me disse 
Que chegava lá 
Olha aí! Olha aí!

Olha aí! 
Ai, o meu guri, olha aí! 
Olha aí! 
É o meu guri e ele chega

Chega suado e veloz do batente 
Traz sempre um presente pra me encabular 
Tanta corrente de ouro, seu moço 
Que haja pescoço pra enfiar 
Me trouxe uma bolsa já com tudo dentro 
Chave, caderneta, terço e patuá 
Um lenço e uma penca de documentos 
Pra finalmente eu me identificar 
Olha aí!

Olha aí! 
Ai, o meu guri, olha aí! 
Olha aí! 
É o meu guri e ele chega

Chega no morro com carregamento 
Pulseira, cimento, relógio, pneu, gravador 
Rezo até ele chegar cá no alto 
Essa onda de assaltos está um horror 
Eu consolo ele, ele me consola 
Boto ele no colo pra ele me ninar 
De repente acordo, olho pro lado 
E o danado já foi trabalhar 
Olha aí!

Olha aí! 
Ai, o meu guri, olha aí! 
Olha aí! 
É o meu guri e ele chega

Chega estampado, manchete, retrato 
Com venda nos olhos, legenda e as iniciais 
Eu não entendo essa gente, seu moço 
Fazendo alvoroço demais 
O guri no mato, acho que tá rindo 
Acho que tá lindo de papo pro ar 
Desde o começo eu não disse, seu moço! 
Ele disse que chegava lá 
Olha aí! Olha aí!

Olha aí! 
Ai, o meu guri, olha aí! 
Olha aí! 
É o meu guri

Olha aí! 
Ai, o meu guri, olha aí!

Leia esse trecho:


Chega suado e veloz do batente Traz sempre um presente pra me encabular Tanta corrente de ouro, seu moço Que haja pescoço pra enfiar Me trouxe uma bolsa já com tudo dentro Chave, caderneta, terço e patuá Um lenço e uma penca de documentos Pra finalmente eu me identificar


Que elemento implícito no texto faz com que o personagem consiga recursos financeiros?

Alternativas
Q1326044 Português

Leia o texto a seguir:


O Meu Guri – Chico Buarque (1981)


Quando, seu moço, nasceu meu rebento 
Não era o momento dele rebentar 
Já foi nascendo com cara de fome 
E eu não tinha nem nome pra lhe dar 
Como fui levando não sei lhe explicar 
Fui assim levando, ele a me levar 
E na sua meninice, ele um dia me disse 
Que chegava lá 
Olha aí! Olha aí!

Olha aí! 
Ai, o meu guri, olha aí! 
Olha aí! 
É o meu guri e ele chega

Chega suado e veloz do batente 
Traz sempre um presente pra me encabular 
Tanta corrente de ouro, seu moço 
Que haja pescoço pra enfiar 
Me trouxe uma bolsa já com tudo dentro 
Chave, caderneta, terço e patuá 
Um lenço e uma penca de documentos 
Pra finalmente eu me identificar 
Olha aí!

Olha aí! 
Ai, o meu guri, olha aí! 
Olha aí! 
É o meu guri e ele chega

Chega no morro com carregamento 
Pulseira, cimento, relógio, pneu, gravador 
Rezo até ele chegar cá no alto 
Essa onda de assaltos está um horror 
Eu consolo ele, ele me consola 
Boto ele no colo pra ele me ninar 
De repente acordo, olho pro lado 
E o danado já foi trabalhar 
Olha aí!

Olha aí! 
Ai, o meu guri, olha aí! 
Olha aí! 
É o meu guri e ele chega

Chega estampado, manchete, retrato 
Com venda nos olhos, legenda e as iniciais 
Eu não entendo essa gente, seu moço 
Fazendo alvoroço demais 
O guri no mato, acho que tá rindo 
Acho que tá lindo de papo pro ar 
Desde o começo eu não disse, seu moço! 
Ele disse que chegava lá 
Olha aí! Olha aí!

Olha aí! 
Ai, o meu guri, olha aí! 
Olha aí! 
É o meu guri

Olha aí! 
Ai, o meu guri, olha aí!
O que podemos inferir com essa leitura?
Alternativas
Q1227257 Pedagogia
Segundo (GRAVINA, M. A.; SANTAROSA, L. M.), para o estabelecimento de uma “pedagogia construtivista” existe duas principais questões, intimamente relacionadas, a serem enfocadas que são os:
Alternativas
Q1221197 Português
Racismo em tempos modernos 
Democracia racial costuma ser um termo utilizado no Brasil por quem acredita na inexistência de preconceito de cor. Atualmente, as redes sociais são, por excelência, uma amostragem da presença dessa crença muito debatida no século anterior.
Dentro da lenda da democracia racial, seus adeptos, consciente ou inconscientemente, reclamam que a ausência de preconceito é justificada pela atmosfera pacífica da convivência social, sem guerras civis, onde quem diz ter um “amigo negro” é absolvido automaticamente após qualquer piada racista ou comentário degradante. E assim foi argumentada por homens como Florestan Fernandes, décadas atrás, ao responder a muitas das questões postas hoje, mas que aparentemente são ignoradas pelos paladinos da negação do racismo sob os interesses dos mais obscuros.
No habitat virtual emerge um antigo modelo de discurso que, se antes estava reservado a lugares próprios e passíveis de camuflagens, agora está despido para quem quiser ver. Basta uma notícia de constatação de preconceito racial, que uma burricada surge para reafirmar que o racismo é uma ilusão confeccionada por elementos X ou Y. Isso é claro, quando não sentenciam os próprios negros por sofrerem racismo. É como acusar os judeus pelo holocausto ou grupos indígenas pelo seu próprio extermínio. Mas há quem faça. 
Essa parcela da população foi adestrada, em partes, por subprodutos do pop virtual que flertam com posições racistas e fascistas. São guiados por jovens eleitos por vídeos do YouTube e seu arsenal de chavões e senso comum que deságua na opinião de um coletivo defensor da autoridade desse discurso. Sem muita afinidade com bibliografias e o mundo acadêmico, tornamse inteligíveis para aqueles que necessitam de textos prontos para ruminar em suas páginas pessoais na pura ânsia de mascarar seus verdadeiros preconceitos. 
São os mesmos que tentam buscar em Zumbi ou na Diáspora Africana, fruto do emparelhamento da mão de obra escravizada no Brasil durante séculos, a justificativa tacanha de que “negros negociavam escravizados”. Sendo assim, tudo bem, obrigado, voltamos para o zero a zero moral. Desconhecem a história, suas ferramentas de análise e as condições de cada contexto. 
Em suas mastodônticas moralidades, acham que cotas raciais, por exemplo, legitimam o preconceito. Ignoram a estrutura das relações do pós-Abolição, que fortificou uma sociedade desigual não apenas socioeconômica, mas pela cor, como subterfúgio da manutenção das divisões sociais. Divisões que sobrevivem. Como poucos entendem do passado, pensam que as ações no país devem se resumir à sua existência. Além da ignorância dos processos históricos, há também o egoísmo latente. 
Não tão raros, existem indivíduos que atribuem o direito a uma sociedade racial igualitária a partidarismos. No alto do analfabetismo político, conferem a movimentos de esquerda o tema do racismo como pauta da ordem do dia. Como se a igualdade social pertencesse a grupos, e não ao todo. 
Por fim, no submundo da “vergonha alheia” estão os que dizem sofrer “racismo inverso”. Que o peso da seleção natural recaia sobre esses sujeitos. Basta um negro chegar ao “lugar do branco”, que ele se transforma em um bicho exótico no zoológico do preconceito. Pinçam esse indivíduo do anonimato para justificar a inexistência de preconceito e desigualdade. Em uma sociedade em que, segundo o IBGE (2014), mais de 53% se declaram negros ou pardos, as tentativas de destacar as exceções confirmam o grau de disparidade. Enquanto o acesso profissional e universitário não representar o cotidiano, qualquer discurso de meritocracia é vazio. 
Enquanto continuarem a buscar nas exceções o argumento a favor da democracia racial, prova-se que a sociedade é ainda mais desigual do que se imagina. Não tão distante, ainda sobrevive à frase de George Bernard Shaw: “Faz-se o negro passar a vida a engraxar sapatos e depois prova-se a inferioridade moral e biológica do negro pelo fato de ele ser engraxate”. 
(CARVALHO, Leonardo D. O Globo, Opinião, 09/02/2016 Retirado do site: https://oglobo.globo.com/opiniao/racismo-em-tempos-modernos18605034#ixzz4rdRoScGe em 12/09/2017).
“No habitat virtual emerge um antigo modelo de discurso que, se antes estava reservado a lugares próprios e passíveis de camuflagens, agora está despido para quem quiser ver”. 
A respeito do termo sublinhado nesta passagem do texto, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q1211282 Português
“Estratégias de leitura são técnicas ou métodos que os leitores usam para adquirir a informação, ou ainda procedimentos ou atividades escolhidas para facilitar o processo de compreensão em leitura. São planos flexíveis adaptados às diferentes situações que variam de acordo com o texto a ser lido e a abordagem elaborada previamente pelo leitor para facilitar a sua compreensão”. 
Acerca das estratégias de leitura assinale a alternativa CORRETA: 
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Q1208689 Comunicação Social
Qual função da linguagem o meio publicitário usa para elaborar as propagandas?
Alternativas
Q1206349 Geografia
As projeções cartográficas podem ser definidas como funções matemáticas que relacionam pontos de uma superfície de referência (esfera ou elipsóide) a uma superfície de projeção (plana).
Assinale a alternativa CORRETA acerca da subdivisão da projeção geométrica: 
Alternativas
Q1202584 Inglês
We're living faster but are we living better? 
Not Long Ago people believed that in the future we would work less, have more free time, and be more relaxed. But sadly this has not happened. Today we work harder, work longer hours, and are more stressed than ten years ago. We walk faster, talk faster, and sleep less than previous generations. And although we are obsessed with machines which save us time, we have less free time than our parents and grandparents had. But what is this doing to our health? An American journalist James Gleick in a new book, Faster: the Acceleration of just about everything, says that people who live in cities are suffering from 'hurry sickness'- we are always trying to do more things in less time. As a result, our lives are more stressful. He says that if we don't slow down, we won't live as long as our parents. For most people, faster doesn't mean better.
No time for the news 
Newspaper articles today are shorter and the headlines are bigger. Most people don't have enough time to read the articles, they only read the headlines! On TV and the radio, newsreaders speak more quickly than ten years ago. 
No time for stories 
In the USA there is a book called One-Minute Bedtime Stories for children. These are shorter versions of traditional stories, specially written for 'busy parents' who want to save time!
No time to listen 
Some answerphones now have 'quick playback' buttons so that we can re-play people's messages faster - we can't waste time listening to people speaking at normal speed! 
No time to relax 
Even when we relax we do everything more quickly. Ten years ago when people went to art galleries they spent ten seconds looking at each picture. Today they spend just three seconds! 
No time for slow sports
In the USA the national sport, baseball, is not as popular as before because it is a slow game and matches take a long time. Nowadays many people prefer faster and more dynamic sports like basketball. 
…but more time in our cars 
The only thing that is slower than before is the way we drive. Our cars are faster but the traffic is worse so we drive more slowly. We spend more time sitting in our cars, feeling stressed because we are worried that we won't arrive on time. Experts predict that in ten years' time the average speed on the road in cities will be 17 km/h. 
(OXFORD. NEW ENGLISH FILE, Pre-Intermediate, Student’s Book, Page 44) 
According to the text, what’s the main message the author want to pass: 
Alternativas
Respostas
281: C
282: D
283: B
284: A
285: A
286: B
287: C
288: B
289: A
290: C
291: A
292: A
293: C
294: C
295: A
296: A
297: B
298: B
299: A
300: A