Questões de Concurso
Para prefeitura de lins - sp
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Ao final da execução desse algoritmo, os valores das variáveis a1, a2, b1, b2 são, correta e respectivamente:
Leia as observações:
• Cada uma dessas pessoas mudará de lugar apenas uma única vez, uma pessoa por vez, começando a movimentação pela pessoa A. A movimentação se dará no sentido horário.
• A pessoa A avançará para a primeira cadeira que encontrar e ocupará o lugar de quem até então estava lá, no caso, a pessoa B.
• A pessoa que acabou de ceder o lugar é a seguinte a se movimentar e avançará sempre uma cadeira a mais do que a pessoa anterior avançou.
• Se, ao terminar a respectiva contagem de cadeiras, encontrar uma cadeira ocupada por uma pessoa que já trocou de lugar, ou a cadeira vazia, avança e continua contando as cadeiras até encontrar uma cadeira com alguém que ainda não tenha se movimentado.
• A última pessoa a se movimentar ocupará a cadeira que estiver vazia.
A nova disposição, a partir da pessoa A, e no sentido horário, é:
Sabe-se que, em um jornal, rascun h o
• Algum autor é editor.
• Algum repórter é revisor
• Não há autor que seja repórter.
• Todo ilustrador é autor.
• Algum revisor é autor.
A partir dessas informações, é necessariamente verdade que
Considere as proposições:
P: O dia está ensolarado.
Q: Jogo uma partida de futebol.
R: Fico em casa lendo um livro.
Seja S uma afirmação composta condicional na qual o termo antecedente é a negação lógica de P e o termo consequente é uma afirmação composta por conjunção de R com a negação lógica de Q. Uma afirmação logicamente equivalente a S é:
Considere as proposições compostas a seguir e suas respectivas valorações.
I. Se Paulo é cozinheiro, então Carlos não é gerente. VERDADE.
II. Se Carlos não é gerente, então Edna é gerente. VERDADE.
III. Se Edna é gerente, então Fernanda é dona. VERDADE.
IV. Se Gabriela é cozinheira, então Marcelo não é dono. FALSIDADE.
V. Fernanda é dona e Gabriela é cozinheira. FALSIDADE.
A partir dessas informações, é logicamente verdadeiro afirmar que
Leia o texto para responder à questão.
Sou inimigo de fraudes e falsificações, mesmo pensando como as fraudes e falsificações podem ser mais encantadoras e melhores do que as ditas coisas autênticas. Quer dizer que sou inimigo, em parte. Mas sou. E para ilustrar esta aversão, ainda que de um certo modo prosaico e sem arte, poderia invocar os meus não muito velhos tempos de Farmácia Rosário, quando uma de minhas inveteradas manias era andar investigando a pureza e a qualidade dos produtos químicos e dos medicamentos, perturbando consequentemente os bons negócios de pobres-diabos que com eles traficavam. Era enorme essa minha trabalheira de detetive de laboratório, policiando, farejando com testes e reações, às vezes durante dias a fio, o que estava errado com uma ou outra droga. “O que é que você ganha com isso?” – me perguntavam. Pois as despesas também não eram poucas. E logo se seguia um argumento, com ares de campeão do bom senso, aposentado: “Nenhuma farmácia faz assim”. Eu sabia. Nenhuma farmácia fazia assim. E acredito que ainda não faça. Pouco me importa, entretanto, que não fizesse. Era o meu hábito de não concordar com descuidos e velhacarias; o meu gosto de pôr em prática as teorias aprendidas nos livros, de não esquecer sobre os meus balcões a dignidade intelectual; era a responsabilidade de quem cuida de medicamentos, prepara medicamentos e os entrega depois a seres confiantes, inteiramente impossibilitados de aí discernir entre o bom e o mau, o nocivo e o benéfico.
(Jurandir Ferreira. Da quieta substância dos dias. Instituto Moreira Sales, 1991. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
No começo de novembro de 1985, um estudante brasileiro de pós-graduação na prestigiosa Universidade de Yale e um escritor português de fama crescente, mas ainda muito longe do ícone literário que acabaria por se tornar, passaram algumas horas agradáveis em uma conversa-entrevista na ilha de Manhattan. Havia apenas nove anos que o escritor lusitano tinha começado sua carreira temporã e, naquele dia frio do outono nova-iorquino, já com 63 anos, ele começava a enveredar por um caminho de reconhecimento internacional e ficou encantado com o interesse do jovem pesquisador brasileiro, de apenas 30 anos, em sua obra emergente. Trinta e sete anos depois, aquele encontro entre José Saramago, que 13 anos mais tarde ganharia o Nobel de Literatura, e o poeta, tradutor e professor da Universidade de São Paulo (USP) Horácio Costa finalmente virou livro.
Mas por que a entrevista demorou tanto a ser publicada? A explicação é do próprio Costa, em sua apresentação: “Porque esteve perdida entre muitas caixas de papéis e livros que vieram do México, quando regressei ao Brasil em 1997 e 2001, nas duas mudanças que trouxe de lá por via marítima”, explica ele, que viveu cerca de duas décadas no México. E havia mais duas explicações adicionais. A primeira: Horácio Costa não queria publicar a entrevista antes de finalizar sua tese. A outra, mais prosaica: ele acreditava piamente que as duas fitas cassetes com a entrevista saramaguiana tinham se perdido para sempre em meio a tantas mudanças. Até que em 2020, durante a pandemia, numa velha caixa preta de sapatos, encontrou as tais fitas.
“Esse diálogo assimétrico entre um pós-graduando, obviamente feliz com a perspectiva de estudo que descortinava, e um escritor tardio que se confessava surpreso com a sua recente ascensão ao teatro internacional da literatura é possivelmente, e para lá dos conteúdos nele desenvolvidos, o que de mais característico têm essas páginas”, afirma Costa em sua apresentação.
Ao longo de toda a conversa, José Saramago vai revelando suas influências, a composição de seu estilo, a forma de elaborar seus livros – uma ourivesaria que só se faria sofisticar pelos anos seguintes.
(Marcello Rollemberg. Quando Saramago se preparava para ser Saramago. https://jornal.usp.br, 18.11.2022. Adaptado)
Considere os trechos:
• Havia apenas nove anos que o escritor lusitano tinha começado sua carreira temporã e, naquele dia frio do outono nova-iorquino… (1o parágrafo)
• E havia mais duas explicações adicionais: a primeira, Horácio Costa não queria publicar a entrevista antes de finalizar sua tese. (2o parágrafo)
• … é possivelmente, e para lá dos conteúdos nele desenvolvidos, o que de mais característico têm essas páginas”… (3o parágrafo)
Os vocábulos destacados podem ser substituídos, respectivamente, preservando a norma-padrão de concordância e de correspondência de tempos e modos verbais, por:
Leia o texto para responder à questão.
No começo de novembro de 1985, um estudante brasileiro de pós-graduação na prestigiosa Universidade de Yale e um escritor português de fama crescente, mas ainda muito longe do ícone literário que acabaria por se tornar, passaram algumas horas agradáveis em uma conversa-entrevista na ilha de Manhattan. Havia apenas nove anos que o escritor lusitano tinha começado sua carreira temporã e, naquele dia frio do outono nova-iorquino, já com 63 anos, ele começava a enveredar por um caminho de reconhecimento internacional e ficou encantado com o interesse do jovem pesquisador brasileiro, de apenas 30 anos, em sua obra emergente. Trinta e sete anos depois, aquele encontro entre José Saramago, que 13 anos mais tarde ganharia o Nobel de Literatura, e o poeta, tradutor e professor da Universidade de São Paulo (USP) Horácio Costa finalmente virou livro.
Mas por que a entrevista demorou tanto a ser publicada? A explicação é do próprio Costa, em sua apresentação: “Porque esteve perdida entre muitas caixas de papéis e livros que vieram do México, quando regressei ao Brasil em 1997 e 2001, nas duas mudanças que trouxe de lá por via marítima”, explica ele, que viveu cerca de duas décadas no México. E havia mais duas explicações adicionais. A primeira: Horácio Costa não queria publicar a entrevista antes de finalizar sua tese. A outra, mais prosaica: ele acreditava piamente que as duas fitas cassetes com a entrevista saramaguiana tinham se perdido para sempre em meio a tantas mudanças. Até que em 2020, durante a pandemia, numa velha caixa preta de sapatos, encontrou as tais fitas.
“Esse diálogo assimétrico entre um pós-graduando, obviamente feliz com a perspectiva de estudo que descortinava, e um escritor tardio que se confessava surpreso com a sua recente ascensão ao teatro internacional da literatura é possivelmente, e para lá dos conteúdos nele desenvolvidos, o que de mais característico têm essas páginas”, afirma Costa em sua apresentação.
Ao longo de toda a conversa, José Saramago vai revelando suas influências, a composição de seu estilo, a forma de elaborar seus livros – uma ourivesaria que só se faria sofisticar pelos anos seguintes.
(Marcello Rollemberg. Quando Saramago se preparava para ser Saramago. https://jornal.usp.br, 18.11.2022. Adaptado)
“A educação inclusiva constitui um paradigma educacional fundamentado na concepção de direitos humanos, que conjuga ___________como valores indissociáveis, e que avança em relação à ideia de____________ ao contextualizar as circunstâncias históricas da produção da exclusão dentro e fora da escola.”
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do excerto.