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Q3457806 Engenharia Hidráulica
Para os projetos dos sistemas prediais de esgoto sanitário, no dimensionamento do coletor predial e dos subcoletores de esgoto em prédios residenciais, deve ser considerado apenas o aparelho de maior descarga de cada banheiro para a somatória do número de unidades de Hunter de contribuição (UHC). Nos demais casos, devem ser considerados todos os aparelhos contribuintes para o cálculo do número de UHC. Entretanto, o coletor predial dever ter diâmetro nominal mínimo de
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Q3457805 Engenharia Civil

Considere as informações a seguir sobre as quantidades das peças hidráulico-sanitárias de um projeto hidráulico hipotético de água fria predial e seus respectivos pesos relativos: 



Imagem associada para resolução da questão




Tendo em vista os pesos atribuídos às peças de utilização hidráulico-sanitárias, a vazão estimada de água fria para o projeto é de 

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Q3457804 Engenharia Civil
Nas instalações de águas pluviais de um novo edifício residencial, um condutor horizontal de seção circular com diâmetro interno igual a 300 mm deve realizar o escoamento de lâmina d’água com altura de
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Q3457803 Engenharia Civil

Considere as coordenadas parciais (X, Y), em metros, para o levantamento planimétrico da poligonal fechada a seguir:



Imagem associada para resolução da questão



É correto afirmar que a área da poligonal é:

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Q3457802 Engenharia Hidráulica
Para o projeto de execução das instalações prediais de esgoto sanitário de um apartamento, o número de unidades de Hunter de contribuição e o diâmetro nominal mínimo (DN) do ramal de descarga da pia da cozinha são, correta e respectivamente,
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Q3457801 Engenharia Hidráulica
Na realização de um projeto de sistemas prediais de esgoto sanitário, foram empregados dispositivos providos de fecho hídrico, destinados a vedar a passagem de gases no sentido oposto ao deslocamento do esgoto. Tais dispositivos são denominados
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Q3457800 Engenharia Civil

Para o projeto das instalações de esgoto sanitário de um novo prédio residencial, fez-se uso das seguintes simbologias:



Imagem associada para resolução da questão



(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)



Os símbolos apresentados em (I) e (II), e utilizados no projeto representam, correta e respectivamente,


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Q3457799 Engenharia Civil
Considerando as condições de segurança e saúde no trabalho na indústria da construção, nos canteiros de obras, para impedir que os montantes fiquem soltos e prejudiquem a estabilidade, as escadas extensíveis devem possuir sistema de travamento (tirante ou vareta de segurança) quando possuírem comprimento superior a
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Q3457798 Geografia
As atividades agrárias têm-se mostrado crescentemente como fortes depredadoras dos recursos naturais. É incontestável a necessidade crescente de produção de alimentos que possam atender ao crescimento do consumo pela população que cada dia mais vive em cidades. Para suprir tais necessidades, a tendência tem sido a de recorrer a tecnologias cada dia mais sofisticadas. Nesse processo de aperfeiçoamento técnico e na procura de aumento da produtividade por hectare e por trabalhador visando aumentar a lucratividade, o ambiente natural está cada dia mais sendo alterado, chegando em algumas áreas do Brasil e do mundo a verdadeira degradação ambiental.

(Jurandyr Luciano Sanches ROSS. A sociedade industrial e o ambiente. In______. Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995.Adaptado)

Uma das variáveis mais importantes de ambientes terrestres que favorecem ou dificultam a expansão de áreas de cultivo e o aumento da capacidade produtiva dos lugares é
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Q3457797 Geografia
“Os mapas temáticos podem ser construídos levando em conta vários métodos, cada um mais apropriado às características e forma de manifestação (em pontos, em linhas, em áreas) dos fenômenos considerados em cada tema [...]”.

(Marcelo Martinelli. Cartografia temática: caderno de mapas. São Paulo: EDUSP, 2003)

Quanto à natureza dos dados, os métodos de representação de mapas temáticos podem ser agrupados em quatro categorias: 
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Q3457796 Pedagogia
Cavalcanti (1998) propôs sete ações didáticas para a construção de conceitos no ensino de Geografia, que resulte no confronto de representações sociais e conceitos científicos, a saber: (1) propiciar a atividade mental e física dos alunos; (2) considerar a vivência dos alunos como dimensão do conhecimento; (3) estabelecer situações de interação e cooperação entre os alunos; (4) contar com a intervenção do professor no processo de aprendizagem dos alunos; (5) manter relação dialógica com os alunos e entre os alunos; (6) promover autorreflexão e sociorreflexão dos alunos; (7) acompanhar e controlar resultados da construção de conhecimentos pelos alunos. Em virtude de estarem associadas a uma determinada atitude de ensino, essas ações não podem ser vistas isoladamente. Pelo contrário, todas elas devem ser realizadas de modo inter-relacionado e interdependente entre si.

(Lana de Souza Cavalcanti. Geografia, escola e construção de conhecimentos. 11. ed. Campinas (SP). Papirus, 1998. Adaptado) 


Essas ações didáticas sustentam-se em uma abordagem 
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Q3457795 Geografia
Considere o texto e a figura a seguir para responder à questão:

   “Quem viaja pela serra da Mantiqueira (sul de Minas Gerais) e vale do Paraíba, ou observa as colinas do oeste de São Paulo e norte do Paraná, nota a presença de fendas e cortes disseminados nas vertentes cada vez mais frequentes: são as boçorocas (ou voçorocas), temidas pelos moradores locais porque constituem feições erosivas, altamente destrutivas, que rapidamente se ampliam, ameaçando campos, solos cultivados e zonas povoadas [...]”.

(Ivo Karmann. Ciclo da água, água subterrânea e sua ação geológica. In: Wilson Teixeira et. al. (Org.) Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000).

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(Ivo Karmann. Ciclo da água, água subterrânea e sua ação geológica. In: Wilson Teixeira et. al. (Org.) Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000)

A ocorrência de boçorocas (ou voçorocas) sobre vertentes desprotegidas se dá
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Q3457794 Geografia

Considere os textos a seguir:


Texto I


   Os mapas mentais são representações construídas inicialmente a partir da percepção individual e subjetiva dos lugares vividos, experienciados, portanto partem de uma dada realidade. Esses mapas representam muito mais do que pontos de referência para facilitar a localização e a orientação espacial. Eles contêm saberes sobre os lugares que só quem vive neles ponde ter e revelar. Logo, os mapas mentais configuram-se como um recurso didático de extrema importância para os geógrafos e professores de Geografia, uma vez que os dados neles representados, independentemente da exatidão, revelam o lugar tal qual ele é.


(Amélia Regina Batista Nogueira. Mapa mental: recurso didático para estudar o lugar. In:, Nídia Pontuschka; Ariovaldo Umbelino de Oliveira (Org.) Geografia em perspectiva. São Paulo: Contexto, 2002. Adaptado)


Texto II


Q46.png (350×264)


(Alyne Rodrigues Cândido Lopes. In: Revista Brasileira de Educação em Geografia, Campinas, v. 8, n. 16, p. 391-410, jul./dez., 2018. Disponível em: https://www.revistaedugeo.com.br/revistaedugeo/article/view/572. Acesso em: 18.04.25)



O Texto I remete ao entendimento de que os mapas mentais possibilitam trabalhar o lugar de vivência do aluno (sendo este produto e processo da relação local-global) com os conteúdos da Geografia. Nesse sentido, o mapa mental do Texto II, tendo como referência a legenda, possibilita ao professor trabalhar 

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Q3457793 Pedagogia
Considere os textos a seguir:

Texto I

   “Cabe ao professor de qualquer disciplina motivar o aluno a encarar os estudos como uma tarefa significativa e interessante. Se o aluno apresenta dificuldades de ler, analisar e redigir textos, é importante a orientação docente. O argumento comumente utilizado de que “não somos professores de Língua Portuguesa” não se justifica. Em qualquer disciplina, também em Geografia, é possível orientar os alunos para a melhor maneira de estudar um texto, desenvolvendo a capacidade de lidar com essa forma de comunicação e ampliando a possibilidade de compreender a realidade social com maior profundidade. [...] Saber ler e analisar um texto ou documento é requisito indispensável para o estudante em todas as disciplinas escolares [...]”.

(Nídia Pontuschka; Tomoko Iyda Paganelli; Núria Hanglei Cacete. Para ensinar e aprender Geografia. São Paulo: Cortez, 2007)

Texto II

  “Um texto constitui, portanto, uma mensagem codificada, e sua leitura implica a decodificação da mensagem pela compreensão e acompanhamento do raciocínio do autor. A finalidade da análise textual é aprender a ler, a familiarizar-se com os termos técnicos, os conceitos, as ideias e saber como elas se relacionam, assim como buscar hierarquizar o conteúdo do texto, identificar e acompanhar o raciocínio do autor, suas conclusões e as bases que as sustentam”.

(Nídia Pontuschka; Tomoko Iyda Paganelli; Núria Hanglei Cacete. Para ensinar e aprender Geografia. São Paulo: Cortez, 2007).

A crítica presente no Texto I remete ao entendimento de que a leitura deve ser trabalhada no espaço escolar por todas as disciplinas, com o intuito de ajudar o aluno a desenvolver a capacidade de análise e compreensão do texto. Considerando-se a finalidade da análise textual abordada no Texto II, as autoras propõem a integração entre literatura e Geografia, pois entendem que é pela leitura que se conhecem e aprendem os conteúdos de ensino. Nesse sentido, sugerem um roteiro para que seja realizada a análise temática de um texto literário, estruturado em: 
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Q3457792 Pedagogia
Mais importante do que dar conta de um rol de conteúdos extremamente longo, sem relação com a vivência do aluno e com aquilo que ele já detém como conhecimento primeiro, é saber como esses conteúdos são produzidos. Nesse contexto, o processo de descoberta diante de um espaço determinado, extremamente dinâmico e em constante transformação, pode aguçar a reflexão do aluno para produzir conhecimentos que não estão nos livros didáticos. Ver a paisagem, seja ela qual for, no lugar em que o aluno mora ou outra fora de seu espaço de vivência, pode suscitar interrogações que, com o suporte do professor, ajudarão a revelar e mostrar o que existe por trás do que se vê ou do que se ouve. Um projeto de ensino fundamentado numa metodologia que oportunize ao aluno a apreensão do espaço social, físico e biológico, torna-se, portanto, fundamental no ensino básico.

(Nídia Pontuschka;,Tomoko Iyda Paganelli; Núria Hanglei CACETE. Para ensinar e aprender Geografia. São Paulo: Cortez, 2007. Adaptado)

O texto faz referência a uma metodologia de ensino denominada
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Q3457791 Geografia
Desde a pré-história, os movimentos migratórios das sociedades humanas têm se mostrado constantes, sendo motivados por fatores naturais, como fenômenos climáticos, esgotamento de recursos de coleta vegetal ou de caça etc., assim como por conflitos políticos, como guerras entre tribos ou nações, cujos perdedores se viam ameaçados ou obrigados a abandonarem seus territórios. Estas últimas são as migrações impelidas ou forçadas. Em contrapartida, os movimentos migratórios voluntários são aqueles motivados pelo desejo de melhoria de condições de vida ou de ascensão social. Nesse caso, os indivíduos têm a liberdade de decidir deixar seu local de origem em busca de outros que lhes ofereçam a possibilidade de realização de expectativas de melhorias no seu padrão de vida.

(Francisco Capuano SCARLATO. In: ROSS, Jurandyr Luciano Sanches (Org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. Adaptado)

Devemos considerar que os movimentos migratórios, o ato de emigrar, são causados por fatores de
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Q3457790 Geografia
Considere o gráfico a seguir:

Q42.png (330×329)

(https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/ noticias/39560-em-2022-numero-de-nascimentos-cai-pelo-quarto-ano-e-chega- -ao-menor-patamar-desde-1977. Aceso em: 17 .04. 24)



Ao analisar o gráfico de registros de nascimentos ocorridos no Brasil – 2000 a 2022, de acordo com a idade das mães, os dados evidenciam que, em 2022, houve
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Q3457789 Geografia
Considere os textos a seguir:

Texto I

  Os desmatamentos na Amazônia eliminarão uma fonte de umidade importante para a atmosfera, considerando que 56% das chuvas locais e regionais dependem da floresta. Através da superfície das folhas das árvores evaporam-se grandes volumes de água.
(José Bueno Conti; Sueli Angelo Furlan. Geoecologia: o clima, os solos e a biota. In: Jurandyr Luciano Sanches Ross, (Org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. Adaptado)

Texto II

   A floresta amazônica exerce um papel fundamental na regulação da umidade atmosférica, através de uma intensa reciclagem da água realizada pelas árvores. Depois da chuva, a floresta tropical promove a evapotranspiração, fenômeno que consiste na combinação de processos de evaporação e transpiração intensas. A água retorna à superfície sob a forma de chuva. A floresta realiza o transporte de umidade dentro e fora da região, afetando o ciclo hidrológico e os níveis dos rios amazônicos. Além disso, a umidade originada na bacia amazônica é transportada pelos ventos para outras partes do continente, desempenhando papel importante na formação de precipitações em regiões distantes da própria Amazônia, como o Sudeste e o Sul do Brasil e a bacia do Prata.
(José A. Marengo; Gilberto Fisch. Clima e Região Amazônica. In: Iracema Fonseca de Albuquerque Cavalcanti. Nelson Jesuz Ferreira (Org.). Clima das regiões brasileiras e variabilidade climática. 1. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2021. Adaptado)

O Texto II completa a ideia do Texto I, fazendo referência a um fenômeno atmosférico denominado de 
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Q3457788 Geografia
Se as chuvas fossem distribuídas de maneira uniforme no globo, a média seria de 900 mm. A distribuição geográfica da chuva depende, basicamente, de quatro fatores que determinam a quantidade e o padrão de precipitação em diferentes regiões do mundo.

(José Bueno Conti; Sueli Angelo Furlan. Geoecologia: o clima, os solos e a biota. In: Jurandyr Luciano Sanches Ross. Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. Adaptado)

São eles:
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Q3457787 Geografia
Segundo Simielli (1999), há três tipos de croquis que mais interessam ao ensino da Geografia, nos quais as informações são representadas de forma simplificada e estilizada.

(Nídia Pontuschka; Tomoko Iyda Paganelli; Núria Hanglei Cacete. Para ensinar e aprender Geografia. São Paulo: Cortez, 2007. Adaptado)

Esses croquis são de
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Respostas
461: E
462: C
463: D
464: B
465: D
466: C
467: A
468: E
469: A
470: C
471: E
472: B
473: B
474: A
475: B
476: B
477: B
478: C
479: A
480: A