Questões de Concurso Para prefeitura de birigui - sp

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Q1035499 Pedagogia
No Brasil, historicamente, o atendimento das crianças pequenas em instituições educacionais tem-se orientado por concepções divergentes quanto a sua finalidade social. Em grande parte, essas instituições foram criadas para atuar de forma compensatória, visando sanar as supostas faltas e carências da clientela de baixa renda. Diante do exposto, é correto afirmar que a concepção educacional subjacente a essa abordagem tem características
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Q1035498 Pedagogia

Considere o parágrafo que segue para interpretar e responder à questão.


      Nas últimas décadas, no Brasil e no mundo, houve expansão da educação infantil, acompanhando a intensificação da urbanização, a participação da mulher no mercado de trabalho e as mudanças na organização e estrutura das famílias, como exposto no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – RCNEI (1998). Além disso, afirma-se, nesse mesmo documento, que o avanço no conhecimento sobre o desenvolvimento do ser humano, desde seu nascimento, deixou a sociedade mais consciente da importância das experiências na primeira infância, o que acarreta demandas por uma educação institucional para crianças de zero a seis anos.

Os Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil – RCNEI (1998), volumes 1, 2 e 3, apresentam-se como orientações voltadas a dialogar com os sujeitos envolvidos na educação das crianças. Esses Referenciais levam em consideração as práticas sociais, as políticas públicas e a sistematização de conhecimentos pertinentes a essa etapa educacional e, ainda que não obrigatórios, destinam-se a oferecer referências nacionais, diagnosticadas como necessárias, diante da desigualdade de condições institucionais em que a educação infantil é oferecida, para a garantia da qualidade da educação infantil, de modo que essas instituições possam cumprir, em complementaridade com a família, sua finalidade de
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Q1035497 Pedagogia

Considere o parágrafo que segue para interpretar e responder à questão.


      Nas últimas décadas, no Brasil e no mundo, houve expansão da educação infantil, acompanhando a intensificação da urbanização, a participação da mulher no mercado de trabalho e as mudanças na organização e estrutura das famílias, como exposto no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – RCNEI (1998). Além disso, afirma-se, nesse mesmo documento, que o avanço no conhecimento sobre o desenvolvimento do ser humano, desde seu nascimento, deixou a sociedade mais consciente da importância das experiências na primeira infância, o que acarreta demandas por uma educação institucional para crianças de zero a seis anos.

No mesmo RCNEI (1998), ressalta-se que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei n° 9.394/96, elaborada na sequência da C.F./88 e do ECA/1990, refere-se, diversas vezes, de modo específico, à educação infantil. Na parte das disposições transitórias, e no título que trata da organização do ensino, essa Lei dispõe que, num prazo de três anos, depois de sua promulgação, todas as creches e pré-escolas deveriam integrar-se ao sistema de ensino respectivo, entendendo-se a educação infantil como primeira etapa da Educação Básica, e distinguindo-se as creches e as pré-escolas
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Q1035496 Pedagogia

Considere o parágrafo que segue para interpretar e responder à questão.


      Nas últimas décadas, no Brasil e no mundo, houve expansão da educação infantil, acompanhando a intensificação da urbanização, a participação da mulher no mercado de trabalho e as mudanças na organização e estrutura das famílias, como exposto no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – RCNEI (1998). Além disso, afirma-se, nesse mesmo documento, que o avanço no conhecimento sobre o desenvolvimento do ser humano, desde seu nascimento, deixou a sociedade mais consciente da importância das experiências na primeira infância, o que acarreta demandas por uma educação institucional para crianças de zero a seis anos.

Em razão das mudanças em curso no Brasil, desde a segunda metade do século XX, houve movimentos da sociedade civil e de órgãos governamentais, por ocasião da elaboração da Constituição Federal de 1988, e também do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, de 1990, no sentido de incorporar, nesses textos legais, a garantia de
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Q1035495 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Conforme a Lei Complementar n° 32/2010, é correto afirmar que
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Q1035494 Pedagogia
Conforme a Resolução CNE/CEB n° 04/2009, é correto afirmar que
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Q1035493 Pedagogia
De acordo com a Lei n° 9.394/96, é correto afirmar que
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Q1035492 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Conforme a Lei n° 8.069/90, artigo 54, é dever do Estado
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Q1035491 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil, artigo 213, os recursos públicos serão destinados às escolas públicas, podendo ser dirigidos a escolas comunitárias, confessionais ou filantrópicas, definidas em lei, que
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Q1035490 Matemática

Em um terreno retangular ABCD, que tem 130 m de perímetro, será construído um depósito, conforme mostra a figura, cujas dimensões estão em metros.

Imagem associada para resolução da questão


Sabendo-se que o perímetro do depósito é 73 m, então, em relação à área total do terreno ABCD, a área do depósito corresponde a

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Q1035489 Matemática

A tabela mostra o número de cadernos comprados por uma família em cada um dos quatro bimestres do ano letivo.

Imagem associada para resolução da questão


Considerando-se o número total de cadernos comprados nos quatro bimestres, na média, foram comprados 15 cadernos por bimestre. O número de cadernos comprados no 3° bimestre foi 

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Q1035488 Matemática
Uma livraria comprou um lote de 300 livros iguais, mas precisou devolver 15 deles por apresentarem defeitos. Os demais livros do lote foram postos à venda, e, após uma semana, a razão entre o número de livros não vendidos e o número de livros vendidos era 7/12 . O número de livros não vendidos desse lote, nessa semana, foi
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Q1035487 Matemática
Para imprimir 20% do número total de páginas de um documento, uma impressora leva 2 minutos e 50 segundos. Sabendo-se que essa impressora gasta 5 segundos para imprimir uma página, o número total de páginas desse documento é
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Q1035486 Matemática
Um professor precisava corrigir determinado número de provas. Na segunda-feira, ele corrigiu 3/8 do número total delas; na terça-feira, corrigiu 3/5 das provas restantes, ficando ainda 130 provas para serem corrigidas na quarta-feira. O número total de provas que esse professor tinha inicialmente para corrigir era
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Q1035485 Português
Com a frase do último quadrinho, a intenção da menina é
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Q1035484 Português
De acordo com a norma-padrão, as lacunas da tira devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Q1035483 Português

                               Poucas letras e números


      A ANA (Avaliação Nacional de Alfabetização) aplicada em 2016 aos terceiranistas de ensino fundamental confirma que a rede pública ainda padece de anemia crônica. Não houve avanço em relação à edição anterior, de 2014. O Ministério da Educação usa quatro níveis para categorizar os alunos – elementar, básico, adequado e desejável – e considera os dois primeiros como insuficientes.

      Mais da metade tem desempenho em leitura e matemática classificado como insuficiente. No primeiro caso, 55% dos alunos carecem da capacidade de identificar, por exemplo, informação explícita no texto de uma lenda ou de uma cantiga folclórica.

      Na ANA anterior, eram 56%. A diferença de apenas um ponto percentual indica que há estagnação, em patamar inadmissível. A situação só se mostra ligeiramente melhor no campo da escrita, com 58% no nível adequado. Na matemática, contudo, a taxa de insuficiência de 55% se repete. Nossos estudantes são fracos nas letras e também nos números.

      Os números gerais ocultam uma disparidade regional duplamente acabrunhante. Primeiro, porque há Estados com 75% de insuficiência ou mais, como Sergipe, Amapá, Maranhão, Pará e Alagoas. Depois, porque os relativamente desenvolvidos Sul e Sudeste exibem níveis baixíssimos de desempenho desejável – 12% em escrita, basta mencionar.

      A educação pública, pois, continua péssima nos Estados mais pobres e muito ruim nos mais ricos. Não há aí surpresa, pois em dois anos não se pode fazer uma revolução do ensino; desaponta, porém, nem sequer notar melhora incremental.

                                                          (Editorial. Folha de S.Paulo, 30.10.2017. Adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à regência e ao emprego de pronomes, de acordo com a norma-padrão.
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Q1035482 Português

                               Poucas letras e números


      A ANA (Avaliação Nacional de Alfabetização) aplicada em 2016 aos terceiranistas de ensino fundamental confirma que a rede pública ainda padece de anemia crônica. Não houve avanço em relação à edição anterior, de 2014. O Ministério da Educação usa quatro níveis para categorizar os alunos – elementar, básico, adequado e desejável – e considera os dois primeiros como insuficientes.

      Mais da metade tem desempenho em leitura e matemática classificado como insuficiente. No primeiro caso, 55% dos alunos carecem da capacidade de identificar, por exemplo, informação explícita no texto de uma lenda ou de uma cantiga folclórica.

      Na ANA anterior, eram 56%. A diferença de apenas um ponto percentual indica que há estagnação, em patamar inadmissível. A situação só se mostra ligeiramente melhor no campo da escrita, com 58% no nível adequado. Na matemática, contudo, a taxa de insuficiência de 55% se repete. Nossos estudantes são fracos nas letras e também nos números.

      Os números gerais ocultam uma disparidade regional duplamente acabrunhante. Primeiro, porque há Estados com 75% de insuficiência ou mais, como Sergipe, Amapá, Maranhão, Pará e Alagoas. Depois, porque os relativamente desenvolvidos Sul e Sudeste exibem níveis baixíssimos de desempenho desejável – 12% em escrita, basta mencionar.

      A educação pública, pois, continua péssima nos Estados mais pobres e muito ruim nos mais ricos. Não há aí surpresa, pois em dois anos não se pode fazer uma revolução do ensino; desaponta, porém, nem sequer notar melhora incremental.

                                                          (Editorial. Folha de S.Paulo, 30.10.2017. Adaptado)

Nas passagens “... a rede pública ainda padece de anemia crônica.” (1° parágrafo) e “A educação pública, pois, continua péssima nos Estados mais pobres e muito ruim nos mais ricos.” (5° parágrafo), os advérbios em destaque expressam, correta e respectivamente, circunstâncias de
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Q1035481 Português

                               Poucas letras e números


      A ANA (Avaliação Nacional de Alfabetização) aplicada em 2016 aos terceiranistas de ensino fundamental confirma que a rede pública ainda padece de anemia crônica. Não houve avanço em relação à edição anterior, de 2014. O Ministério da Educação usa quatro níveis para categorizar os alunos – elementar, básico, adequado e desejável – e considera os dois primeiros como insuficientes.

      Mais da metade tem desempenho em leitura e matemática classificado como insuficiente. No primeiro caso, 55% dos alunos carecem da capacidade de identificar, por exemplo, informação explícita no texto de uma lenda ou de uma cantiga folclórica.

      Na ANA anterior, eram 56%. A diferença de apenas um ponto percentual indica que há estagnação, em patamar inadmissível. A situação só se mostra ligeiramente melhor no campo da escrita, com 58% no nível adequado. Na matemática, contudo, a taxa de insuficiência de 55% se repete. Nossos estudantes são fracos nas letras e também nos números.

      Os números gerais ocultam uma disparidade regional duplamente acabrunhante. Primeiro, porque há Estados com 75% de insuficiência ou mais, como Sergipe, Amapá, Maranhão, Pará e Alagoas. Depois, porque os relativamente desenvolvidos Sul e Sudeste exibem níveis baixíssimos de desempenho desejável – 12% em escrita, basta mencionar.

      A educação pública, pois, continua péssima nos Estados mais pobres e muito ruim nos mais ricos. Não há aí surpresa, pois em dois anos não se pode fazer uma revolução do ensino; desaponta, porém, nem sequer notar melhora incremental.

                                                          (Editorial. Folha de S.Paulo, 30.10.2017. Adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à concordância, de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q1035480 Português

                               Poucas letras e números


      A ANA (Avaliação Nacional de Alfabetização) aplicada em 2016 aos terceiranistas de ensino fundamental confirma que a rede pública ainda padece de anemia crônica. Não houve avanço em relação à edição anterior, de 2014. O Ministério da Educação usa quatro níveis para categorizar os alunos – elementar, básico, adequado e desejável – e considera os dois primeiros como insuficientes.

      Mais da metade tem desempenho em leitura e matemática classificado como insuficiente. No primeiro caso, 55% dos alunos carecem da capacidade de identificar, por exemplo, informação explícita no texto de uma lenda ou de uma cantiga folclórica.

      Na ANA anterior, eram 56%. A diferença de apenas um ponto percentual indica que há estagnação, em patamar inadmissível. A situação só se mostra ligeiramente melhor no campo da escrita, com 58% no nível adequado. Na matemática, contudo, a taxa de insuficiência de 55% se repete. Nossos estudantes são fracos nas letras e também nos números.

      Os números gerais ocultam uma disparidade regional duplamente acabrunhante. Primeiro, porque há Estados com 75% de insuficiência ou mais, como Sergipe, Amapá, Maranhão, Pará e Alagoas. Depois, porque os relativamente desenvolvidos Sul e Sudeste exibem níveis baixíssimos de desempenho desejável – 12% em escrita, basta mencionar.

      A educação pública, pois, continua péssima nos Estados mais pobres e muito ruim nos mais ricos. Não há aí surpresa, pois em dois anos não se pode fazer uma revolução do ensino; desaponta, porém, nem sequer notar melhora incremental.

                                                          (Editorial. Folha de S.Paulo, 30.10.2017. Adaptado)

O motivo por que se usa a vírgula em “Na matemática, contudo, a taxa de insuficiência de 55% se repete.” também se aplica ao trecho:
Alternativas
Respostas
761: C
762: D
763: E
764: A
765: A
766: B
767: E
768: B
769: B
770: C
771: D
772: A
773: B
774: E
775: D
776: B
777: E
778: C
779: A
780: E