Questões de Concurso Para prefeitura de araçatuba - sp

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Q1133262 Português

Leia o texto para responder à questão.


Problema de base


      Conselhos profissionais como o de Arquitetura e Veterinária vêm se negando a conceder registro a alunos formados na modalidade de ensino a distância (EaD). É um tremendo imbróglio1 jurídico e pedagógico que ainda vai render muitas sentenças e artigos. É também um bom retrato dos dilemas do ensino brasileiro.

      Os conselhos alegam, com uma ponta de razão, que é preciso proteger o público de maus profissionais e que as pessoas graduadas no EaD têm desempenho inferior ao de oriundos do sistema presencial. Já representantes das faculdades afirmam, também com fumaça de bom direito, que não cabe aos conselhos determinar quais cursos prestam e quais não. Essa é uma tarefa do poder público, leia-se MEC, e não das corporações do setor educacional, que têm interesse direto no tamanho do mercado.

      O problema hoje é que o Brasil precisa colocar mais jovens no ensino superior, mas nossa educação básica é bastante ruim. O resultado disso é que acabamos dando diplomas de faculdade a alunos que, numa análise qualitativa rigorosa, não deveriam nem ter concluído o ensino médio.

      Em tese, não há nada no EaD que o torne intrinsecamente pior. Um estudante aplicado pode, sem sair de casa, obter a melhor formação do mundo (mas não a titulação) fazendo os cursos de grandes professores de Harvard, Yale, Oxford, Sorbonne etc. que estão disponíveis gratuitamente na internet.

      Na prática, porém, são os alunos com mais dificuldades econômicas e acadêmicas que acabam optando pelo EaD, contribuindo para a má fama do modal.

      A solução para o problema é melhorar muito a educação básica. Como isso não vai ocorrer tão cedo, o próprio MEC, e não as corporações, deveria proceder a uma avaliação seriada do desempenho de estudantes de certos cursos, evitando que eles desperdicem mais tempo e dinheiro numa carreira que não terão condições de exercer.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 11.03.2019. Adaptado)

1. imbróglio: confusão. 

No segundo parágrafo, os trechos – com uma ponta de razão – e – também com fumaça de bom direito – estão empregados em sentido
Alternativas
Q1133261 Português

Leia o texto para responder à questão.


Problema de base


      Conselhos profissionais como o de Arquitetura e Veterinária vêm se negando a conceder registro a alunos formados na modalidade de ensino a distância (EaD). É um tremendo imbróglio1 jurídico e pedagógico que ainda vai render muitas sentenças e artigos. É também um bom retrato dos dilemas do ensino brasileiro.

      Os conselhos alegam, com uma ponta de razão, que é preciso proteger o público de maus profissionais e que as pessoas graduadas no EaD têm desempenho inferior ao de oriundos do sistema presencial. Já representantes das faculdades afirmam, também com fumaça de bom direito, que não cabe aos conselhos determinar quais cursos prestam e quais não. Essa é uma tarefa do poder público, leia-se MEC, e não das corporações do setor educacional, que têm interesse direto no tamanho do mercado.

      O problema hoje é que o Brasil precisa colocar mais jovens no ensino superior, mas nossa educação básica é bastante ruim. O resultado disso é que acabamos dando diplomas de faculdade a alunos que, numa análise qualitativa rigorosa, não deveriam nem ter concluído o ensino médio.

      Em tese, não há nada no EaD que o torne intrinsecamente pior. Um estudante aplicado pode, sem sair de casa, obter a melhor formação do mundo (mas não a titulação) fazendo os cursos de grandes professores de Harvard, Yale, Oxford, Sorbonne etc. que estão disponíveis gratuitamente na internet.

      Na prática, porém, são os alunos com mais dificuldades econômicas e acadêmicas que acabam optando pelo EaD, contribuindo para a má fama do modal.

      A solução para o problema é melhorar muito a educação básica. Como isso não vai ocorrer tão cedo, o próprio MEC, e não as corporações, deveria proceder a uma avaliação seriada do desempenho de estudantes de certos cursos, evitando que eles desperdicem mais tempo e dinheiro numa carreira que não terão condições de exercer.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 11.03.2019. Adaptado)

1. imbróglio: confusão. 

De acordo com o texto, para que os estudantes tenham condições de exercer uma carreira com competência, é necessário que
Alternativas
Q1133260 Português

Leia o texto para responder à questão.


Problema de base


      Conselhos profissionais como o de Arquitetura e Veterinária vêm se negando a conceder registro a alunos formados na modalidade de ensino a distância (EaD). É um tremendo imbróglio1 jurídico e pedagógico que ainda vai render muitas sentenças e artigos. É também um bom retrato dos dilemas do ensino brasileiro.

      Os conselhos alegam, com uma ponta de razão, que é preciso proteger o público de maus profissionais e que as pessoas graduadas no EaD têm desempenho inferior ao de oriundos do sistema presencial. Já representantes das faculdades afirmam, também com fumaça de bom direito, que não cabe aos conselhos determinar quais cursos prestam e quais não. Essa é uma tarefa do poder público, leia-se MEC, e não das corporações do setor educacional, que têm interesse direto no tamanho do mercado.

      O problema hoje é que o Brasil precisa colocar mais jovens no ensino superior, mas nossa educação básica é bastante ruim. O resultado disso é que acabamos dando diplomas de faculdade a alunos que, numa análise qualitativa rigorosa, não deveriam nem ter concluído o ensino médio.

      Em tese, não há nada no EaD que o torne intrinsecamente pior. Um estudante aplicado pode, sem sair de casa, obter a melhor formação do mundo (mas não a titulação) fazendo os cursos de grandes professores de Harvard, Yale, Oxford, Sorbonne etc. que estão disponíveis gratuitamente na internet.

      Na prática, porém, são os alunos com mais dificuldades econômicas e acadêmicas que acabam optando pelo EaD, contribuindo para a má fama do modal.

      A solução para o problema é melhorar muito a educação básica. Como isso não vai ocorrer tão cedo, o próprio MEC, e não as corporações, deveria proceder a uma avaliação seriada do desempenho de estudantes de certos cursos, evitando que eles desperdicem mais tempo e dinheiro numa carreira que não terão condições de exercer.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 11.03.2019. Adaptado)

1. imbróglio: confusão. 

Segundo o autor do texto, o EaD
Alternativas
Q1133209 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Conforme a Lei Complementar n° 204/2009 do município de Araçatuba, para fins de progressão funcional por tempo de serviço do profissional da educação básica, deverão ser cumpridos interstícios mínimos de 2 (dois) anos, computado sempre o tempo de efetivo exercício. A contagem do tempo dar-se-á a partir do término do período probatório. De acordo com o art. 52 dessa Lei, na contagem do tempo considerado para efeito de progressão, serão descontados os períodos em que, entre outros, o servidor estiver
Alternativas
Q1133208 Pedagogia
Conforme o Parecer CNE/CEB n° 20/2009, as instituições de Educação Infantil devem assegurar a educação em sua integralidade, entendendo
Alternativas
Q1133207 Pedagogia
Conforme a Resolução CNE/CEB n° 05/09, art. 9° , as práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da Educação Infantil devem ter como eixos norteadores
Alternativas
Q1133206 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Em uma escola da rede pública municipal, uma criança teve reiteradas faltas injustificadas ao longo de um período escolar. Esgotados os recursos escolares, conforme a Lei Federal n° 8.069/90, art. 56, o dirigente desse estabelecimento de ensino fundamental deve comunicar o caso
Alternativas
Q1133204 Pedagogia
De acordo com a Constituição Federal, art. 208, o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia, entre outras, de
Alternativas
Q1133203 Pedagogia
Os currículos são o conjunto de saberes culturais que, em dado momento, os responsáveis políticos e os especialistas em educação concordam que seja preciso trabalhá-los na escola para formar pessoas que vivem em um contexto social e cultural. Com relação às crianças de 0 (zero) a 3 (três) anos, Bassedas et alii (1999) afirmam que a existência de um currículo para essa etapa escolar é
Alternativas
Q1133202 Pedagogia

Wallon (1986) vê o desenvolvimento da pessoa como uma construção progressiva em que se sucedem fases com predominância alternadamente afetiva e cognitiva. Na psicogenética walloniana, no estágio ___________ , em resposta ao seu estado de imperícia, a predominância da afetividade orienta as primeiras reações do bebê às pessoas, as quais intermedeiam sua relação com o mundo físico.


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Q1133201 Pedagogia
Na psicogenética de Henri Wallon, conforme Taille et alii (1992), tanto do ponto de vista da construção da pessoa quanto do conhecimento, ocupa lugar central a dimensão
Alternativas
Q1133200 Pedagogia
Conforme Hoffmann (2010), transformar os registros de avaliação em anotações significativas sobre o acompanhamento dos alunos em seu processo de construção de conhecimento é um dos princípios coerentes a uma ação avaliativa
Alternativas
Q1133199 Pedagogia
Nos últimos anos, assistimos a uma crescente reflexão sobre a avaliação na Educação Infantil, um assunto novo para muitos educadores que trabalham com crianças de 0 a 5 anos. Nessa perspectiva, segundo Oliveira (2015), as instituições de Educação Infantil devem criar procedimentos para acompanhamento do trabalho pedagógico e para avaliação do desempenho das crianças, garantindo, entre outras, a
Alternativas
Q1133198 Pedagogia
A avaliação do desenvolvimento infantil deve atuar como recurso para auxiliar o progresso das crianças. Conforme Oliveira (2002), avaliar na educação infantil implica
Alternativas
Q1133197 Pedagogia
De acordo com Vygotsky (apud Oliveira, 2002), a construção do pensamento e da subjetividade é um processo
Alternativas
Q1133196 Pedagogia
Ao utilizar de modo metafórico a forma lúdica (objeto suporte de brincadeira) para estimular a construção do conhecimento, o brinquedo educativo conquistou espaço definitivo na educação infantil. Conforme Kishimoto et alii (2009), a utilização do jogo potencializa a exploração e a construção do conhecimento, por contar com a motivação interna, típica do lúdico, mas o trabalho pedagógico requer a oferta de estímulos externos e a influência de parceiros, bem como a
Alternativas
Q1133195 Pedagogia
Como a criança pequena não tem a capacidade de esperar, ela cria um mundo ilusório, onde os desejos irrealizáveis podem ser realizados. Esse mundo é que Vygotsky chama de brincadeira. Para Vygotsky (apud Kishimoto et alii, 2009), o brinquedo tem grande importância no desenvolvimento, pois
Alternativas
Q1133194 Pedagogia
O jogo infantil tem sido defendido na educação de crianças como recurso para a aprendizagem e o desenvolvimento. A cada etapa do desenvolvimento, certos jogos existentes em nossa cultura são particularmente interessantes. Segundo Oliveira (2002), muito apropriados para os bebês são os jogos
Alternativas
Q1133193 Pedagogia
Na educação infantil, de acordo com o Referencial curricular nacional para a educação infantil (1998), o espaço da sala deve ser organizado de modo a privilegiar
Alternativas
Q1133192 Pedagogia
No trabalho com crianças de zero a três anos, conforme o Referencial curricular nacional para a educação infantil (1998), a prática educativa deve se organizar de forma a garantir oportunidades para que as crianças desenvolvam, entre outras, a capacidade de
Alternativas
Respostas
301: A
302: E
303: C
304: C
305: C
306: D
307: A
308: A
309: E
310: E
311: C
312: C
313: C
314: A
315: B
316: E
317: B
318: D
319: C
320: C