Questões de Concurso Para prefeitura de araçariguama - sp

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Q3486238 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
De acordo com o Plano Municipal de Educação de Araçariguama - Lei Municipal N.º 710, de 28 de maio de 2015. São Programas de Transferência de Renda do Governo Estadual, Exceto:
Alternativas
Q3486184 Geografia
Considerando a transição da velha para a nova ordem mundial, qual das seguintes opções reflete corretamente o que significou a ascensão de potências regionais, como Brasil e Índia, no cenário internacional?
Alternativas
Q3486183 Geografia

A evolução tecnológica e a automação industrial são elementos intrínsecos ao atual estágio da industrialização global, impactando não apenas os processos produtivos, mas também as estruturas sociais e as geografias econômicas.


Com base nessa afirmativa, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3486182 Geografia

A diversidade dos aspectos físicos do Brasil é evidente em sua vasta extensão territorial. No entanto, a região Nordeste apresenta particularidades notáveis em termos de relevo, clima, vegetação e hidrografia. Nesse contexto, analise as afirmativas abaixo.


I. O relevo da região Nordeste é marcado pela presença da Chapada Diamantina, uma extensa formação montanhosa que se estende por vários estados nordestinos.


II. O clima predominante na região Nordeste é o Equatorial, caracterizado por temperaturas elevadas e chuvas abundantes ao longo do ano.


III. A vegetação predominante na região Nordeste é a Caatinga, um bioma exclusivamente brasileiro adaptado às condições de semiaridez.


IV. O Rio São Francisco, conhecido como “Velho Chico”, è o principal curso d'água da região Nordeste, desempenhando um papel crucial na irrigação e abastecimento de água.


Assinale a alternativa que apresenta corretamente as afirmativas sobre os aspectos físicos da região Nordeste:

Alternativas
Q3486181 Geografia
Dentro do contexto do quadro geomorfológico da Terra, um dos elementos fundamentais é a diferenciação entre as principais formas de relevo. Nesse sentido, assinale a alternativa que corretamente associa um tipo de relevo com sua característica distintiva:
Alternativas
Q3486180 Geografia
Na cartografia, o uso de linhas e cores desempenha um papel fundamental na representação de características geográficas. Qual das seguintes afirmações sobre códigos cartográficos é incorreta?
Alternativas
Q3486179 Geografia
Qual das seguintes afirmações melhor descreve a macrotendência pragmática de Educação Ambiental no contexto neoliberal?
Alternativas
Q3486178 Geografia

Leia o texto abaixo e responda.


Diante da costa, contempla-se a intrincada relação entre a natureza e as atividades humanas. Estendem-se as areias douradas, suavemente acariciadas pelo oceano Atlântico, enquanto a linha do horizonte se desvanece na sensação de infinitude. A dinâmica do ambiente se revela nas aves marinhas que pairam sobre a região. Ao longo da costa, comunidades de pescadores erguem suas casas coloridas, criando um vibrante contraste com o mar, ao mesmo tempo em que testemunham a atividade econômica representada pelos barcos de pesca.


Sob qual perspectiva ou categoria geográfica o texto se enquadra melhor:

Alternativas
Q3486177 Geografia
Levando em consideração a Lei n.º 10.639/03, que estabelece a obrigatoriedade do ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Africana nas escolas, bem como a importância de abordar a cultura afro-brasileira em sala de aula, sobretudo nas aulas de Geografia, quais recursos iconográficos os professores podem empregar para aprimorar o ensino e fomentar a compreensão da história e cultura afrobrasileira e africana?
Alternativas
Q3486176 Pedagogia

Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) de Geografia para o Ensino Fundamental destacam a importância de promover uma educação geográfica que desenvolva a compreensão crítica do espaço e sua relação com a sociedade.Dentro desse contexto, buscam integrar conteúdos como cartografia, diversidade cultural, meio ambiente e processos socioeconômicos.


Indique a alternativa INCORRETA em relação aos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) de Geografia para o Ensino Fundamental: 

Alternativas
Q3486175 Pedagogia
A educação geográfica envolve o ensino de conceitos e habilidades geográficas, sendo o currículo de geografia uma parte essencial desse processo educacional. Qual das afirmações abaixo melhor reflete a concepção sobre o currículo escolar em geografia?
Alternativas
Q3486171 Pedagogia

Analise os itens a seguir de acordo com a Resolução CNE/CEB 07/2010 – Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. Brasília: CNE, 2010.


I - O Ensino Fundamental, com duração de 9 (nove) anos, abrange a população na faixa etária dos 7 (sete) aos 15 (quinze) anos de idade e se estende, também, a todos os que, na idade própria, não tiveram condições de frequentá-lo.


II - A carga horária mínima anual do Ensino Fundamental regular será de 800 (oitocentas) horas relógio, distribuídas em, pelo menos, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar.

Alternativas
Q3486169 História e Geografia de Estados e Municípios

De acordo com o Plano Municipal de Educação de Araçariguama - Lei Municipal N.º 710, de 28 de maio de 2015.

Quem foi o responsável pela edificação da capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição, em 1688, tendo sido construída para atender as atividades religiosas dos administradores e escravos das fazendas da família, local hoje conhecido com Sítio dos Barbosa?

Alternativas
Q3486166 Pedagogia
De acordo com o Plano Municipal de Educação de Araçariguama - Lei Municipal N.º 710, de 28 de maio de 2015. Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna. Todas as escolas que tenham crianças de 0 a 5 anos necessitam ser equipadas com ____________________. 
Alternativas
Q3486157 Português

Texto para responder à questão.


Carnaval


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê.


 Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.


Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.


No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.

O verbo “juntara”, no excerto “Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender.”, está conjugado no: 
Alternativas
Q3486155 Português

Texto para responder à questão.


Carnaval


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê.


 Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.


Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.


No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.

No texto, o efeito de sentido de movimento e de passagem do tempo, que corrobora a construção imagética do cenário de carnaval de rua, é provocado pela:
Alternativas
Q3486114 Sociologia
A escola, tal como a conhecemos hoje, intitulada pelos historiadores da educação como Escola Moderna, começou a se configurar em fins do século XVI e ao longo do século XVII. Antes disso, nas sociedades antigas e medievais, já havia a preocupação com a educação de seus jovens, os quais estudavam ou individualmente, sob a orientação de um mestre, ou em pequenos grupos, independentes de idade ou seriação. Adultos e crianças frequentavam a mesma classe durante o tempo que desejassem ou precisassem, e isso não era considerado um problema. As teorias da psicologia da aprendizagem, que estabelecem etapas para o desenvolvimento humano, virão muitos anos depois. Mas a escola moderna organiza-se inicialmente com características que já se conhece bem:


● A preocupação em separar os alunos em classes seriadas, de acordo com a faixa etária;
● A divisão sistemática dos programas de acordo com cada série;
● Os níveis de estudos passam a ser sequenciados: a escola elementar (ler, escrever e contar), com a escola média ou profissional e os estudos superiores; o tempo para o estudo e para o cumprimento dos programas para uma determinada série também passam a ser preestabelecidos.
● Não será mais o ritmo de aprendizado do aluno que dirá de quanto tempo ele necessita para aprender, mas sim o ritmo imposto pela instituição

Marilda Iwaya


Identifique qual NÃO é uma característica da escola moderna, conforme mencionado no texto.
Alternativas
Q3486113 Sociologia
Para Émile Durkheim, a sociedade é um fato social. Isso significa que:
Alternativas
Q3486112 Sociologia
"A história de toda a sociedade até aqui é a história da luta de classes."

Karl Marx e Friedrich Engels, Manifesto do Partido Comunista

Para Karl Marx, a sociedade capitalista é dividida em duas classes fundamentais: a burguesia e o proletariado. Essas classes são antagônicas porque:
Alternativas
Q3486111 Sociologia
O termo "raça" é utilizado para designar grupos de pessoas que possuem: 
Alternativas
Respostas
301: X
302: E
303: E
304: C
305: B
306: E
307: C
308: D
309: A
310: C
311: C
312: A
313: B
314: D
315: C
316: B
317: B
318: B
319: E
320: A