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Q2057940 Português

Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada
 
Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada O fascínio pelas estrelas encanta a humanidade há milênios. Ao entender o caminho dos astros no céu, começamos a sondar os mistérios da natureza, a nos questionar sobre a imensidão do universo e sobre nós mesmos. A vida moderna tem nos privado da visão monumental das estrelas, mas o astroturismo tem buscado resgatar essa conexão, associando ecoturismo, preservação ambiental, astronomia e outras ciências correlatas.
Mas, afinal, o que é o astroturismo? É uma modalidade relativamente recente que tem como motivação a visitação de destinos adequados à observação e à contemplação dos astros, integrando práticas de ecoturismo, geoturismo, turismo de experiência e turismo científico. As atividades de observação podem ocorrer em locais escuros, longe das luzes das cidades, ou a partir de observatórios astronômicos, planetários, casas e museus de ciência com foco em astronomia, mesmo em centros urbanos.
Esse segmento do turismo envolve práticas sustentáveis e valorização dos aspectos culturais, o que contribui para a difusão do conhecimento, ações de cunho educacional por meio do ensino de ciências e promoção de atividades inovadoras de divulgação científica. O turismo astronômico também busca estimular vínculos mais profundos da interdisciplinaridade entre as ciências.
Pesquisas recentes apontam que o astroturismo proporciona a seus adeptos o hábito de buscar conhecimento, relaxamento e impressões sensoriais significativas, provocadas pelo contato com o ambiente noturno e a noite estrelada. A associação entre o espaço geográfico e o espaço sideral na experiência turística é profundamente impactante e só experienciada no astroturismo.
O fascínio pela noite estrelada tem, no entanto, esbarrado em um problema delicado: a poluição luminosa, que pode ser definida como o excesso de luz artificial. Voltada a atividades humanas, essa iluminação é, muitas vezes, mal direcionada ou aproveitada e se expande para além dos locais onde é utilizada. Seu efeito mais notável é fazer com que o céu adquira tonalidade clara e acinzentada, o que dificulta a observação das estrelas nas grandes cidades. Devido a esse fenômeno, estima-se que 80% da população mundial não consiga mais ver a Via Láctea. A poluição luminosa atua também como relevante fonte de agressão aos ecossistemas, causando alterações nos ciclos biológicos, no equilíbrio ambiental e na saúde humana. Nunca iluminamos tanto o nosso planeta como neste começo de século 21.
O astroturismo é um dos mais importantes aliados na luta contra a poluição luminosa, pois é parte da atividade mapear e preservar locais com condições ideais de observação dos astros para a exploração do turismo astronômico.
Algumas das regiões mais indicadas para a prática do astroturismo são parques, reservas e locais de conservação da natureza por já serem atrativos para o turismo, terem infraestrutura mínima para recepção dos visitantes e pela preservação ambiental estabelecida por lei. Não por acaso a maioria das atividades de turismo astronômico é praticada nesses locais, conhecidos genericamente como Parques de Céu Escuro (do inglês: Dark Sky Parks). As melhores áreas para observação são certificadas pela International Dark Sky Association (IDA) e pela Fundación Starlight (FS), o que proporciona um fluxo de turistas durante todo o ano. Exemplos de conhecidos Dark Sky Parks incluem o Mont-Mégantic (Canadá), o Santuário Gabriela Mistral (Chile) e o famoso Parque Nacional do Grand Canyon (EUA).
Os Parques de Céu Escuro internacionalmente certificados possuem excelentes condições de céu noturno, prezam pela preservação e educação ambiental, executam programas de conscientização e redução da poluição luminosa nas cidades em seus entornos e estimulam o astroturismo como forma de turismo sustentável. Segundo dados mais recentes da IDA, FS e da International Union for Conservation of Nature (IUCN), há quase três centenas de Dark Sky Parks no mundo, e este número vem crescendo nos últimos cinco anos.

Retirado e adaptado de: MELLO, Daniel R. C.; CESAR, Ricardo G.; GOMES, Fabíola A.
B.; BORGO, Igor. Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada. Ciência hoje.
Disponível em:https://cienciahoje.org.br/artigo/astroturismo-uma-viagem-pela-noiteestrelada/Acesso em:30 ago.,2022.

Analise a tirinha a seguir, do personagem Armandinho, associando-a ao texto "Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada":


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa correta a respeito da situação retratada na tirinha: 

Alternativas
Q2057939 Português

Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada
 
Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada O fascínio pelas estrelas encanta a humanidade há milênios. Ao entender o caminho dos astros no céu, começamos a sondar os mistérios da natureza, a nos questionar sobre a imensidão do universo e sobre nós mesmos. A vida moderna tem nos privado da visão monumental das estrelas, mas o astroturismo tem buscado resgatar essa conexão, associando ecoturismo, preservação ambiental, astronomia e outras ciências correlatas.
Mas, afinal, o que é o astroturismo? É uma modalidade relativamente recente que tem como motivação a visitação de destinos adequados à observação e à contemplação dos astros, integrando práticas de ecoturismo, geoturismo, turismo de experiência e turismo científico. As atividades de observação podem ocorrer em locais escuros, longe das luzes das cidades, ou a partir de observatórios astronômicos, planetários, casas e museus de ciência com foco em astronomia, mesmo em centros urbanos.
Esse segmento do turismo envolve práticas sustentáveis e valorização dos aspectos culturais, o que contribui para a difusão do conhecimento, ações de cunho educacional por meio do ensino de ciências e promoção de atividades inovadoras de divulgação científica. O turismo astronômico também busca estimular vínculos mais profundos da interdisciplinaridade entre as ciências.
Pesquisas recentes apontam que o astroturismo proporciona a seus adeptos o hábito de buscar conhecimento, relaxamento e impressões sensoriais significativas, provocadas pelo contato com o ambiente noturno e a noite estrelada. A associação entre o espaço geográfico e o espaço sideral na experiência turística é profundamente impactante e só experienciada no astroturismo.
O fascínio pela noite estrelada tem, no entanto, esbarrado em um problema delicado: a poluição luminosa, que pode ser definida como o excesso de luz artificial. Voltada a atividades humanas, essa iluminação é, muitas vezes, mal direcionada ou aproveitada e se expande para além dos locais onde é utilizada. Seu efeito mais notável é fazer com que o céu adquira tonalidade clara e acinzentada, o que dificulta a observação das estrelas nas grandes cidades. Devido a esse fenômeno, estima-se que 80% da população mundial não consiga mais ver a Via Láctea. A poluição luminosa atua também como relevante fonte de agressão aos ecossistemas, causando alterações nos ciclos biológicos, no equilíbrio ambiental e na saúde humana. Nunca iluminamos tanto o nosso planeta como neste começo de século 21.
O astroturismo é um dos mais importantes aliados na luta contra a poluição luminosa, pois é parte da atividade mapear e preservar locais com condições ideais de observação dos astros para a exploração do turismo astronômico.
Algumas das regiões mais indicadas para a prática do astroturismo são parques, reservas e locais de conservação da natureza por já serem atrativos para o turismo, terem infraestrutura mínima para recepção dos visitantes e pela preservação ambiental estabelecida por lei. Não por acaso a maioria das atividades de turismo astronômico é praticada nesses locais, conhecidos genericamente como Parques de Céu Escuro (do inglês: Dark Sky Parks). As melhores áreas para observação são certificadas pela International Dark Sky Association (IDA) e pela Fundación Starlight (FS), o que proporciona um fluxo de turistas durante todo o ano. Exemplos de conhecidos Dark Sky Parks incluem o Mont-Mégantic (Canadá), o Santuário Gabriela Mistral (Chile) e o famoso Parque Nacional do Grand Canyon (EUA).
Os Parques de Céu Escuro internacionalmente certificados possuem excelentes condições de céu noturno, prezam pela preservação e educação ambiental, executam programas de conscientização e redução da poluição luminosa nas cidades em seus entornos e estimulam o astroturismo como forma de turismo sustentável. Segundo dados mais recentes da IDA, FS e da International Union for Conservation of Nature (IUCN), há quase três centenas de Dark Sky Parks no mundo, e este número vem crescendo nos últimos cinco anos.

Retirado e adaptado de: MELLO, Daniel R. C.; CESAR, Ricardo G.; GOMES, Fabíola A.
B.; BORGO, Igor. Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada. Ciência hoje.
Disponível em:https://cienciahoje.org.br/artigo/astroturismo-uma-viagem-pela-noiteestrelada/Acesso em:30 ago.,2022.

Analise atentamente o trecho a seguir, retirado do texto "Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada":


Pesquisas recentes apontam que o astroturismo proporciona a seus adeptos o hábito de buscar conhecimento, relaxamento e impressões sensoriais significativas, provocadas pelo contato com o ambiente noturno e a noite estrelada.


Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo possível da palavra "sensoriais", que poderia substituir a palavra em destaque no trecho sem prejuízo de valores: 

Alternativas
Q2057938 Português

Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada
 
Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada O fascínio pelas estrelas encanta a humanidade há milênios. Ao entender o caminho dos astros no céu, começamos a sondar os mistérios da natureza, a nos questionar sobre a imensidão do universo e sobre nós mesmos. A vida moderna tem nos privado da visão monumental das estrelas, mas o astroturismo tem buscado resgatar essa conexão, associando ecoturismo, preservação ambiental, astronomia e outras ciências correlatas.
Mas, afinal, o que é o astroturismo? É uma modalidade relativamente recente que tem como motivação a visitação de destinos adequados à observação e à contemplação dos astros, integrando práticas de ecoturismo, geoturismo, turismo de experiência e turismo científico. As atividades de observação podem ocorrer em locais escuros, longe das luzes das cidades, ou a partir de observatórios astronômicos, planetários, casas e museus de ciência com foco em astronomia, mesmo em centros urbanos.
Esse segmento do turismo envolve práticas sustentáveis e valorização dos aspectos culturais, o que contribui para a difusão do conhecimento, ações de cunho educacional por meio do ensino de ciências e promoção de atividades inovadoras de divulgação científica. O turismo astronômico também busca estimular vínculos mais profundos da interdisciplinaridade entre as ciências.
Pesquisas recentes apontam que o astroturismo proporciona a seus adeptos o hábito de buscar conhecimento, relaxamento e impressões sensoriais significativas, provocadas pelo contato com o ambiente noturno e a noite estrelada. A associação entre o espaço geográfico e o espaço sideral na experiência turística é profundamente impactante e só experienciada no astroturismo.
O fascínio pela noite estrelada tem, no entanto, esbarrado em um problema delicado: a poluição luminosa, que pode ser definida como o excesso de luz artificial. Voltada a atividades humanas, essa iluminação é, muitas vezes, mal direcionada ou aproveitada e se expande para além dos locais onde é utilizada. Seu efeito mais notável é fazer com que o céu adquira tonalidade clara e acinzentada, o que dificulta a observação das estrelas nas grandes cidades. Devido a esse fenômeno, estima-se que 80% da população mundial não consiga mais ver a Via Láctea. A poluição luminosa atua também como relevante fonte de agressão aos ecossistemas, causando alterações nos ciclos biológicos, no equilíbrio ambiental e na saúde humana. Nunca iluminamos tanto o nosso planeta como neste começo de século 21.
O astroturismo é um dos mais importantes aliados na luta contra a poluição luminosa, pois é parte da atividade mapear e preservar locais com condições ideais de observação dos astros para a exploração do turismo astronômico.
Algumas das regiões mais indicadas para a prática do astroturismo são parques, reservas e locais de conservação da natureza por já serem atrativos para o turismo, terem infraestrutura mínima para recepção dos visitantes e pela preservação ambiental estabelecida por lei. Não por acaso a maioria das atividades de turismo astronômico é praticada nesses locais, conhecidos genericamente como Parques de Céu Escuro (do inglês: Dark Sky Parks). As melhores áreas para observação são certificadas pela International Dark Sky Association (IDA) e pela Fundación Starlight (FS), o que proporciona um fluxo de turistas durante todo o ano. Exemplos de conhecidos Dark Sky Parks incluem o Mont-Mégantic (Canadá), o Santuário Gabriela Mistral (Chile) e o famoso Parque Nacional do Grand Canyon (EUA).
Os Parques de Céu Escuro internacionalmente certificados possuem excelentes condições de céu noturno, prezam pela preservação e educação ambiental, executam programas de conscientização e redução da poluição luminosa nas cidades em seus entornos e estimulam o astroturismo como forma de turismo sustentável. Segundo dados mais recentes da IDA, FS e da International Union for Conservation of Nature (IUCN), há quase três centenas de Dark Sky Parks no mundo, e este número vem crescendo nos últimos cinco anos.

Retirado e adaptado de: MELLO, Daniel R. C.; CESAR, Ricardo G.; GOMES, Fabíola A.
B.; BORGO, Igor. Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada. Ciência hoje.
Disponível em:https://cienciahoje.org.br/artigo/astroturismo-uma-viagem-pela-noiteestrelada/Acesso em:30 ago.,2022.
Assinale a alternativa que corretamente apresenta o gênero textual/discursivo do texto "Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada": 
Alternativas
Q2423981 Nutrição

No processamento de leite em queijos tradicionais como o minas meia-cura, a preparação de coalhada utilizando coalho comercial causa a precipitação da proteína por meio:

Alternativas
Q2423978 Nutrição

Durante o processamento de alimentos, o aquecimento pode causar desnaturação de proteínas.


A albumina ou suas frações proteicas podem sofrer desnaturação em temperaturas:

Alternativas
Q2423975 Biomedicina - Análises Clínicas

Para cultivo microbiano, o equipamento conhecido como “shaker” é(são) a(s):

Alternativas
Q2423972 Nutrição

As embalagens de alimentos que apresentam mudanças de características quando submetidas a aquecimento ou resfriamento são denominadas:

Alternativas
Q2423968 Nutrição

Analise as afirmativas abaixo sobre legislação de alimentos.


1. As Instruções Normativas 69/2015, 71 e 72/2016, juntas, definem que após a obtenção do leite, deve-se resfriá-lo até 4°C em até 48 h e apresentar limite máximo de 900 mil UFC/ml antes do beneficiamento.

2. O Decreto n° 9.013, de 29 de março de 2017, dispõe sobre o regulamento da inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal instituídas pela Lei n° 1.283, de 18 de dezembro de 1950, e pela Lei n° 7.889, de 23 de novembro de 1989.

3. A Resolução RDC n° 275, de 21 de outubro de 2002, da ANVISA, dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2423965 Nutrição

Sobre boas práticas de fabricação de alimentos em unidades de processamento de produtos de origem animal, deve-se:


1. Evitar o uso de adornos.

2. Quando utilizar caneta para anotações, mantê-la no bolso externo do jaleco.

3. No uso dos EPIs, priorizar calças com o bolso externo traseiro.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2423963 Nutrição

Analise as afirmativas abaixo sobre o cultivo de microrganismos (bactérias).


1. Na composição dos meios de cultura, um dos principais componentes são as fontes de carbono e energia, como é o caso dos açúcares.

2. Na composição dos meios de cultura, os sais minerais são, junto com os açúcares, as principais fontes de carbono e energia.

3. Ágar-ágar é uma substância mucilaginosa, que é extraída das paredes celulares de diversas espécies de algas marinhas vermelhas, e é usada como meio de cultura para cultivo microbiano.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2423959 Nutrição

No processamento de batata pré-frita temperada, é correto afirmar que:


1. A cúrcuma pode ser utilizada para fornecer características de sabor, auxiliando como antioxidante do óleo de fritura.

2. O óleo de dendê pode ser usado nos processos de pré-fritura.

3. A legislação brasileira que normatiza o consumo, comercialização e/ou importação do produto permite a importação e comercialização da batata pré-frita congelada com adição de cúrcuma.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2423956 Nutrição

Assinale a alternativa que indica corretamente o processo de conservação que utiliza alteração de pressão ambiente como princípio para retirada de umidade dos alimentos.

Alternativas
Q2423955 Nutrição

Assinale a alternativa que indica corretamente a denominação da atividade utilizada no processamento de conservas com o objetivo de inativação de enzimas que afetam a qualidade dos produtos durante e depois do processamento.

Alternativas
Q2423953 Nutrição

Analise as afirmativas abaixo sobre tecnologia de processamento de alimentos.


1. No processamento de salames, a combinação de culturas de Micrococcus e Lactobacillus pode acelerar a formação da cor, influenciando na consistência do produto pela redução do pH.

2. No processamento de doce de leite, a acidez Dornic deve ser padronizada entre 19 e 20°D no momento da fabricação.

3. No processamento do queijo cottage, pode-se utilizar fermentação ácida ou enzimática, resultando em um produto com teor de umidade acima de 70%.

4. No processamento de queijos tradicionais de massa dura ou semidura, o sal em excesso desidrata com mais intensidade a crosta do queijo, causando defeitos como trincas ou rachaduras.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2423951 Biomedicina - Análises Clínicas

Analise a imagem abaixo:


Imagem associada para resolução da questão

É correto afirmar que o microrganismo Gram-positivo, mostrado na imagem, trata-se de:

Alternativas
Q2423949 Nutrição

Analise as afirmativas abaixo sobre análises físico - químicas em alimentos.


1. Para determinação de lactose e/ou glicose, a metodologia de DNS utilizada para determinação de açúcares redutores pode subquantificar a glicose em função da presença do “sal de Rochelle” (solução de tartarato duplo de sódio e potássio) usado ou presente na solução de DNS.

2. Para a determinação de proteína em produtos como o leite, pode-se utilizar método descrito por Bradford (1976), o qual utiliza a complexação da proteína com corante Comassie Blue G 250.

3. Na determinação de cor de alimentos, podem-se utilizar os parâmetros L, a, b e ∆E, sendo L* para luminosidade, a* eixo vermelho a verde, b* eixo amarelo a azul, e ∆E a variação da cor.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2423946 Nutrição

Analise as afirmativas abaixo sobre processamento de alimentos e/ou tecnologias de fermentação.


1. A levedura Acetobacter sp. pode ser utilizada no processamento de vinagre.

2. Saccharomyces cerevisae é um organismo eucariota unicelular que pode ser utilizado no processamento de pães.

3. No processamento do vinho, Saccharomyces cerevisae pode ser utilizado para síntese de compostos aromáticos, como ésteres voláteis, ácidos orgânicos, alcoóis superiores, compostos carbonílicos e sulfurados, que determinam a constituição e as características organolépticas primordiais dessa bebida.

4. Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus thermophilus são bactérias que podem ser utilizadas no processamento de iogurte.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2423943 Nutrição

Na “Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle” (APPCC), considera-se que:


1. Perigo é definido como contaminação inaceitável de natureza biológica, química ou física que possa causar danos à saúde ou à integridade do consumidor.

2. Ponto crítico de controle é uma etapa, matéria-prima ou ingrediente em que ocorre um perigo, e podem ser aplicadas medidas preventivas para controle, eliminando, prevenindo ou reduzindo o perigo.

3. Limite crítico é um valor máximo e/ou mínimo de parâmetros biológicos, químicos ou físicos que assegure o controle do perigo estabelecido.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2423940 Nutrição

Sobre bioquímica de alimentos, é correto afirmar:

Alternativas
Q2423937 Nutrição

Sobre microrganismos em alimentos, é correto afirmar que:

Alternativas
Respostas
521: C
522: A
523: D
524: C
525: B
526: D
527: E
528: D
529: A
530: D
531: E
532: A
533: B
534: C
535: B
536: E
537: D
538: E
539: A
540: C