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A proteção internacional dos direitos humanos exige mecanismos institucionais que contribuam para o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Estado brasileiro. Nesse contexto, em junho de 2026, foi instituída uma estrutura vinculada ao Conselho Nacional de Justiça destinada ao acompanhamento de decisões e recomendações provenientes dos sistemas internacionais de proteção dos direitos humanos.
Considerando as competências atribuídas a essa estrutura pela legislação, qual alternativa descreve corretamente sua função institucional?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense
"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.
Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.
Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.
No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.
Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.
"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.
Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.
No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.
Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.
Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".
"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.
Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.
Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.
No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.
Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.
No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.
Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).
Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.
PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense
"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.
Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.
Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.
No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.
Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.
"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.
Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.
No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.
Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.
Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".
"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.
Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.
Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.
No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.
Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.
No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.
Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).
Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.
PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.
Com base nas regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__) As formas 'esta' e 'está' apresentam classificação tônica distinta. Essa diferença justifica o emprego do acento gráfico exclusivamente em uma das formas.
(__) O vocábulo 'saúde' recebe acento pela regra do 'u' tônico que forma hiato com a vogal anterior e está sozinho na sílaba, regra que se estende também às oxítonas e proparoxítonas, uma vez que essa regra não se aplica apenas às paroxítonas.
(__) O vocábulo 'além' recebe acento gráfico por ser uma oxítona terminada em 'em'. Já os monossílabos terminados nessa mesma sequência, em regra, não recebem acento gráfico.
(__) O vocábulo 'proibir' embora apresente o 'i' formando hiato, não recebe acento porque a sílaba tônica recai sobre outra sílaba.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense
"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.
Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.
Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.
No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.
Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.
"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.
Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.
No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.
Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.
Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".
"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.
Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.
Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.
No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.
Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.
No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.
Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).
Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.
PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.
"Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação."
A expressão 'mais regulamentação' exerce a função sintática de:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense
"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.
Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.
Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.
No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.
Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.
"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.
Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.
No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.
Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.
Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".
"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.
Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.
Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.
No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.
Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.
No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.
Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).
Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.
PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.
"Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes."
No trecho, a oração 'de que smartphones e redes sociais ...' classifica-se como:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense
"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.
Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.
Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.
No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.
Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.
"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.
Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.
No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.
Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.
Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".
"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.
Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.
Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.
No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.
Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.
No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.
Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).
Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.
PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.
"Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula."
Considerando as regras de concordância verbal , analise as asserções a seguir.
I. A forma verbal 'são' está corretamente flexionada no plural por concordar com o termo 'adultos' e a forma verbal 'apoiam' também estabelece concordância com esse mesmo termo, implícito na oração.
PORQUE
II. Em construções em que o sujeito é formado por uma expressão percentual seguida de substantivo, a concordância pode ocorrer com o substantivo; quando esse substantivo não está expresso, o verbo deve manter a mesma concordância por meio da recuperação de um termo subentendido no contexto.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense
"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.
Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.
Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.
No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.
Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.
"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.
Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.
No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.
Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.
Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".
"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.
Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.
Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.
No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.
Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.
No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.
Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).
Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.
PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.
Considerando as regras de regência verbal e nominal, julgue as afirmativas a seguir.
I. O verbo 'restringir' apresenta, no contexto, transitividade bitransitiva, estabelecendo simultaneamente relação com um objeto direto e com um objeto indireto explicitamente realizados na oração.
II. Uma das razões que justificam o emprego do acento indicativo de crase em 'às redes' decorre da regência do substantivo 'acesso', que seleciona a preposição 'a' para introduzir o termo que especifica aquilo a que se tem acesso.
III. A expressão 'de jovens' exerce a função de adjunto adnominal do substantivo 'acesso', integrando a estrutura do objeto direto selecionado pelo verbo 'restringir', sem constituir complemento regido diretamente pelo verbo.
IV. O verbo 'restringir' funciona, no contexto, como transitivo direto, tendo 'o acesso de jovens às redes' como objeto direto, enquanto o emprego do acento indicativo de crase em 'às redes' decorre da regência do substantivo 'acesso', que exige a preposição 'a'.
É CORRETO o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense
"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.
Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.
Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.
No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.
Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.
"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.
Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.
No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.
Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.
Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".
"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.
Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.
Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.
No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.
Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.
No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.
Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).
Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.
PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.
"Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
A expressão 'dia a dia' não recebe hífen, pois, segundo Novo Acordo Ortográfico, as locuções, em regra, não são hifenizadas. Entretanto, algumas locuções permanecem hifenizadas por serem consagradas pelo uso. Assinale a alternativa que apresenta um exemplo dessa exceção.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense
"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.
Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.
Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.
No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.
Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.
"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.
Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.
No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.
Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.
Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".
"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.
Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.
Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.
No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.
Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.
No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.
Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).
Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.
PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.
I. Odgers pediu a uma colega de pesquisa que revisasse seu estudo antes da publicação.
II. Odgers avisou à equipe do TED Talk que havia concluído a pesquisa sobre adolescentes.
III. Odgers conversou com sua amiga jornalista entusiasmada.
IV. Odgers disse que ia ao banco retirar dinheiro, enquanto sua amiga esperava sentada no banco da praça.
Assinale a alternativa que apresenta os itens que contêm ambiguidade.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense
"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.
Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.
Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.
No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.
Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.
"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.
Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.
No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.
Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.
Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".
"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.
Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.
Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.
No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.
Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.
No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.
Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).
Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.
PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.
Com base no texto que questiona a ideia de que proibir redes sociais ou smartphones seja uma solução suficiente para os problemas de saúde mental dos jovens, analise as afirmativas a seguir:
I. Infere-se do texto que a posição de Candice Odgers diverge de correntes que atribuem a smartphones e redes sociais um papel central no aumento de quadros de ansiedade e depressão entre crianças e adolescentes, sem que isso implique a desconsideração dos possíveis efeitos negativos dessas tecnologias.
II. Infere-se do texto que o estudo conduzido por um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA corrobora a tese de que restrições legais ao acesso de menores a redes sociais são a medida mais eficaz para reduzir associações entre uso dessas plataformas e problemas de saúde mental.
III. Infere-se do texto que a crítica de Odgers à proibição pura e simples se sustenta, entre outros motivos, na possibilidade de que tal medida desloque os jovens para ambientes digitais com menor grau de regulação e segurança.
IV. Infere-se do texto que, para Odgers, a interpretação dos problemas de saúde mental dos jovens deve considerar a interação entre diferentes fatores, uma vez que a associação identificada nas pesquisas pode desaparecer quando outras variáveis são levadas em conta.
É CORRETO o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense
"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.
Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.
Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.
No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.
Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.
"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.
Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.
No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.
Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.
Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".
"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.
Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.
Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.
No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.
Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.
No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.
Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).
Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.
PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.
I. O conectivo 'No entanto', em 'No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação...', estabelece uma relação de contraste entre a defesa de maior regulamentação e a constatação de que as associações encontradas nas pesquisas são estatisticamente frágeis.
II. O conectivo 'Além disso', no trecho 'Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação', introduz, por adição, um argumento que reforça a tese de que a relação entre redes sociais e saúde mental é mais complexa do que sugere o senso comum.
III. A expressão 'mesmo quando', no trecho citado no item II, possui valor concessivo, admitindo que, ainda que os estudos apontem correlações, a direção da causalidade permanece indefinida.
IV. No trecho 'Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio', o conectivo 'mas' estabelece uma relação de contraste em relação ao período anterior, enquanto o termo 'propostas' retoma, por coesão referencial, as medidas de regulamentação defendidas por Odgers.
É CORRETO o que se afirma em:
Sobre o Sistema Único de Assistência Social (SUAS), analise a afirmativa abaixo:
A organização da assistência social no SUAS observa a diretriz da _______________ político-administrativa entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, com comando único das ações em cada esfera de governo.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna:
I. A territorialização na Proteção Social Básica orienta a organização da oferta de serviços socioassistenciais de acordo com as características, vulnerabilidades e recursos presentes nos diferentes territórios.
PORQUE
II. A matricialidade sociofamiliar estabelece a centralidade da família no âmbito da política de assistência social, considerando suas necessidades e potencialidades na organização e no desenvolvimento das ações socioassistenciais.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Leia o estudo de caso a seguir:
Durante atendimento particularizado em CRAS, uma usuária relata à técnica de referência informações sobre conflitos familiares e condições de saúde de integrantes do grupo familiar. Dias depois, um vereador do município comparece à unidade e solicita à coordenação acesso ao conteúdo do prontuário da família, alegando interesse em acompanhar o caso. Não há requisição de autoridade judicial nem autorização da usuária.
Com base no caso apresentado, assinale a alternativa correta:
Associe as colunas I e II abaixo, relacionando os instrumentos de gestão da informação às suas respectivas finalidades.
Coluna I
1.Cadastro Único para Programas Sociais.
2.Registro Mensal de Atendimentos (RMA).
3.Prontuário SUAS.
Coluna II
(__) Instrumento de registro do volume de atendimentos e do perfil de famílias e indivíduos atendidos nas unidades, com periodicidade mensal e finalidade de uniformizar dados nacionais.
(__) Instrumento de identificação e caracterização socioeconômica das famílias de baixa renda, utilizado para seleção de beneficiários de programas sociais federais.
(__) Instrumento de registro qualificado das informações do acompanhamento familiar, destinado a subsidiar o trabalho social com famílias na unidade.
Assinale a alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo:
Durante ação comunitária realizada por equipe de CRAS, uma adolescente de 14 anos relata à técnica de referência que sofre agressões físicas reiteradas por parte de um responsável no ambiente doméstico. A adolescente reside com a família no território de abrangência da unidade, que já a mantinha em acompanhamento familiar pelo PAIF. O município conta com Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) em funcionamento.
Com base no caso apresentado, assinale a alternativa correta:
I. O Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece que é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com prioridade, a efetivação dos direitos fundamentais da criança e do adolescente.
PORQUE
II. A prioridade prevista pelo Estatuto restringe-se ao atendimento preferencial nos serviços públicos de saúde e educação, não abrangendo a formulação e a execução de políticas sociais públicas.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
(__) O benefício de prestação continuada é a garantia de um salário-mínimo mensal à pessoa com deficiência e ao idoso com 65 (sessenta e cinco) anos ou mais que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção nem de tê-la provida por sua família.
(__) A concessão do benefício depende de prévia contribuição do requerente à Previdência Social, observado o período de carência fixado em regulamento.
(__) Para efeito de concessão do benefício de prestação continuada, considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.
A sequência correta, de cima para baixo,
O Estatuto da Pessoa Idosa estabelece direitos, obrigações e mecanismos de proteção às pessoas com idade igual ou superior a sessenta anos.
Sobre as disposições do Estatuto da Pessoa Idosa, assinale a alternativa correta.
O controle social na política de assistência social é exercido por instâncias deliberativas de composição paritária entre governo e sociedade civil, além de espaços periódicos de avaliação e definição de diretrizes.
Sobre as instâncias de controle social da assistência social, assinale a alternativa correta.