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Q4042298 Matemática
A Prefeitura divulgou, em seu informativo mensal, o levantamento do número de atendimentos realizados pela Unidade Básica de Saúde (UBS) do município no primeiro trimestre do ano. A tabela abaixo resume os dados apresentados:
Atendimentos por Mês − UBS Central
Imagem associada para resolução da questão
Com base nas informações da tabela, qual afirmação está correta? 
Alternativas
Q4042297 Raciocínio Lógico
Em determinado período, uma Banca elaboradora contratou 80 elaboradores: 45 elaboram questões de Língua Portuguesa (conjunto P).
38 elaboram questões de Literatura (conjunto L).
22 atuam nas duas áreas simultaneamente.

Quantos elaboradores elaboram exclusivamente Literatura?
Alternativas
Q4042296 Matemática
Prefeitura Municipal está preparando um informativo especial para a população, contendo orientações sobre novos serviços públicos e melhorias recentes. Para garantir a entrega em todos os bairros, será necessário imprimir um grande volume de material. Durante o planejamento, constatou-se que a gráfica contratada consegue produzir 12.000 folhas em 30 minutos de operação contínua. Considerando que, para atender toda a demanda, será preciso imprimir 18.000 folhas, e que a máquina manterá exatamente o mesmo ritmo de produção, o tempo estimado de impressão desse novo lote será de: 
Alternativas
Q4042295 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os agentes ambientais que botam fogo na natureza

Caminhonetes com brigadistas avançam entre labaredas no Jalapão, mas não para conter o fogo: são eles que o provocam de forma controlada. Segundo o brigadista Deusimar Cardoso, trata-se de um fogo bom, manso e brando, que se apaga sozinho com o sereno da noite e permite que, pouco depois, se caminhe sobre as cinzas. A prática é conduzida pelo ICMBio e integra o Manejo Integrado do Fogo, uma política que busca prevenir grandes incêndios por meio de queimadas de baixa intensidade no início da estação seca.

Essas queimas reduzem o acúmulo de capim seco, altamente inflamável, e criam aceiros naturais. A área queimada permanece protegida por cerca de dois anos, enquanto a vegetação se regenera. Pequenos trechos são queimados de forma alternada, formando um mosaico que favorece espécies com diferentes necessidades em relação ao fogo. Desde que essa estratégia passou a ser adotada, em 2014, incêndios que antes alcançavam até cem mil hectares passaram a raramente ultrapassar três mil.

Nem sempre foi assim. Durante anos, os órgãos ambientais adotaram a política de fogo zero, o que gerou conflitos com comunidades quilombolas do Jalapão, como a do Rio Novo. Segundo o morador Manoel Ramos de Jesus, a proibição do fogo e do gado alterou profundamente o modo de vida local e levou ao acúmulo de capim seco. O resultado foi um grande incêndio em 2004, que destruiu áreas extensas e matou animais. Outros incêndios ocorreram nos anos seguintes, afetando comunidades e causando mortes e prejuízos.

A mudança de postura ocorreu após uma expedição de técnicos brasileiros à Austrália, em 2014, onde conheceram práticas semelhantes realizadas por comunidades aborígenes. A partir daí, o ICMBio passou a valorizar os saberes tradicionais e implementou o Manejo Integrado do Fogo no Jalapão. Hoje, as comunidades também são autorizadas, em pequena escala, a usar o fogo para renovar pastagens e abrir roças, e o gado criado solto ajuda a manter o capim baixo.

Com resultados positivos, a estratégia passou a ser adotada em outras regiões do Cerrado, Pantanal, Pampa e áreas campestres da Amazônia. Os órgãos ambientais passaram a diferenciar queimadas prescritas de incêndios acidentais, reconhecendo que nem todo fogo é destrutivo. A prática foi regulamentada em 2024 pela Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que reconhece o fogo como parte dos sistemas ecológicos e valoriza os conhecimentos tradicionais, embora proíba seu uso para substituir vegetação nativa.

Segundo o biólogo Marco Borges, o fogo sempre fez parte da dinâmica do Cerrado, causado por raios e também pela ação humana ao longo de milênios. Muitas espécies se adaptaram a ele: algumas árvores têm cascas resistentes, certas sementes só germinam após o fogo, e animais desenvolveram estratégias de fuga. Além disso, as queimas controladas emitem menos gases do que grandes incêndios, pois são menos intensas e mais espaçadas.

Para Borges, a nova política ajuda a construir uma cultura de convivência com o fogo. Ele próprio realiza queimas prescritas e afirma que, além de proteger o ambiente e as comunidades, observar o fogo controlado pode ser até terapêutico.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1wle9w09evo.adaptado.
A mudança de postura ocorreu após uma expedição de técnicos brasileiros "à" Austrália, em 2014, onde conheceram práticas semelhantes realizadas por comunidades aborígenes.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, nesta frase, 
Alternativas
Q4042294 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os agentes ambientais que botam fogo na natureza

Caminhonetes com brigadistas avançam entre labaredas no Jalapão, mas não para conter o fogo: são eles que o provocam de forma controlada. Segundo o brigadista Deusimar Cardoso, trata-se de um fogo bom, manso e brando, que se apaga sozinho com o sereno da noite e permite que, pouco depois, se caminhe sobre as cinzas. A prática é conduzida pelo ICMBio e integra o Manejo Integrado do Fogo, uma política que busca prevenir grandes incêndios por meio de queimadas de baixa intensidade no início da estação seca.

Essas queimas reduzem o acúmulo de capim seco, altamente inflamável, e criam aceiros naturais. A área queimada permanece protegida por cerca de dois anos, enquanto a vegetação se regenera. Pequenos trechos são queimados de forma alternada, formando um mosaico que favorece espécies com diferentes necessidades em relação ao fogo. Desde que essa estratégia passou a ser adotada, em 2014, incêndios que antes alcançavam até cem mil hectares passaram a raramente ultrapassar três mil.

Nem sempre foi assim. Durante anos, os órgãos ambientais adotaram a política de fogo zero, o que gerou conflitos com comunidades quilombolas do Jalapão, como a do Rio Novo. Segundo o morador Manoel Ramos de Jesus, a proibição do fogo e do gado alterou profundamente o modo de vida local e levou ao acúmulo de capim seco. O resultado foi um grande incêndio em 2004, que destruiu áreas extensas e matou animais. Outros incêndios ocorreram nos anos seguintes, afetando comunidades e causando mortes e prejuízos.

A mudança de postura ocorreu após uma expedição de técnicos brasileiros à Austrália, em 2014, onde conheceram práticas semelhantes realizadas por comunidades aborígenes. A partir daí, o ICMBio passou a valorizar os saberes tradicionais e implementou o Manejo Integrado do Fogo no Jalapão. Hoje, as comunidades também são autorizadas, em pequena escala, a usar o fogo para renovar pastagens e abrir roças, e o gado criado solto ajuda a manter o capim baixo.

Com resultados positivos, a estratégia passou a ser adotada em outras regiões do Cerrado, Pantanal, Pampa e áreas campestres da Amazônia. Os órgãos ambientais passaram a diferenciar queimadas prescritas de incêndios acidentais, reconhecendo que nem todo fogo é destrutivo. A prática foi regulamentada em 2024 pela Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que reconhece o fogo como parte dos sistemas ecológicos e valoriza os conhecimentos tradicionais, embora proíba seu uso para substituir vegetação nativa.

Segundo o biólogo Marco Borges, o fogo sempre fez parte da dinâmica do Cerrado, causado por raios e também pela ação humana ao longo de milênios. Muitas espécies se adaptaram a ele: algumas árvores têm cascas resistentes, certas sementes só germinam após o fogo, e animais desenvolveram estratégias de fuga. Além disso, as queimas controladas emitem menos gases do que grandes incêndios, pois são menos intensas e mais espaçadas.

Para Borges, a nova política ajuda a construir uma cultura de convivência com o fogo. Ele próprio realiza queimas prescritas e afirma que, além de proteger o ambiente e as comunidades, observar o fogo controlado pode ser até terapêutico.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1wle9w09evo.adaptado.
A compreensão do texto permite identificar a forma como o uso do fogo passa de prática condenada a estratégia ambientalmente controlada.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4042293 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os agentes ambientais que botam fogo na natureza

Caminhonetes com brigadistas avançam entre labaredas no Jalapão, mas não para conter o fogo: são eles que o provocam de forma controlada. Segundo o brigadista Deusimar Cardoso, trata-se de um fogo bom, manso e brando, que se apaga sozinho com o sereno da noite e permite que, pouco depois, se caminhe sobre as cinzas. A prática é conduzida pelo ICMBio e integra o Manejo Integrado do Fogo, uma política que busca prevenir grandes incêndios por meio de queimadas de baixa intensidade no início da estação seca.

Essas queimas reduzem o acúmulo de capim seco, altamente inflamável, e criam aceiros naturais. A área queimada permanece protegida por cerca de dois anos, enquanto a vegetação se regenera. Pequenos trechos são queimados de forma alternada, formando um mosaico que favorece espécies com diferentes necessidades em relação ao fogo. Desde que essa estratégia passou a ser adotada, em 2014, incêndios que antes alcançavam até cem mil hectares passaram a raramente ultrapassar três mil.

Nem sempre foi assim. Durante anos, os órgãos ambientais adotaram a política de fogo zero, o que gerou conflitos com comunidades quilombolas do Jalapão, como a do Rio Novo. Segundo o morador Manoel Ramos de Jesus, a proibição do fogo e do gado alterou profundamente o modo de vida local e levou ao acúmulo de capim seco. O resultado foi um grande incêndio em 2004, que destruiu áreas extensas e matou animais. Outros incêndios ocorreram nos anos seguintes, afetando comunidades e causando mortes e prejuízos.

A mudança de postura ocorreu após uma expedição de técnicos brasileiros à Austrália, em 2014, onde conheceram práticas semelhantes realizadas por comunidades aborígenes. A partir daí, o ICMBio passou a valorizar os saberes tradicionais e implementou o Manejo Integrado do Fogo no Jalapão. Hoje, as comunidades também são autorizadas, em pequena escala, a usar o fogo para renovar pastagens e abrir roças, e o gado criado solto ajuda a manter o capim baixo.

Com resultados positivos, a estratégia passou a ser adotada em outras regiões do Cerrado, Pantanal, Pampa e áreas campestres da Amazônia. Os órgãos ambientais passaram a diferenciar queimadas prescritas de incêndios acidentais, reconhecendo que nem todo fogo é destrutivo. A prática foi regulamentada em 2024 pela Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que reconhece o fogo como parte dos sistemas ecológicos e valoriza os conhecimentos tradicionais, embora proíba seu uso para substituir vegetação nativa.

Segundo o biólogo Marco Borges, o fogo sempre fez parte da dinâmica do Cerrado, causado por raios e também pela ação humana ao longo de milênios. Muitas espécies se adaptaram a ele: algumas árvores têm cascas resistentes, certas sementes só germinam após o fogo, e animais desenvolveram estratégias de fuga. Além disso, as queimas controladas emitem menos gases do que grandes incêndios, pois são menos intensas e mais espaçadas.

Para Borges, a nova política ajuda a construir uma cultura de convivência com o fogo. Ele próprio realiza queimas prescritas e afirma que, além de proteger o ambiente e as comunidades, observar o fogo controlado pode ser até terapêutico.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1wle9w09evo.adaptado.
Incêndios que antes alcançavam até cem mil hectares passaram a raramente "ultrapassar" três mil hectares.
Sintaticamente, quanto à regência verbal, o verbo destacado é
Alternativas
Q4042292 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os agentes ambientais que botam fogo na natureza

Caminhonetes com brigadistas avançam entre labaredas no Jalapão, mas não para conter o fogo: são eles que o provocam de forma controlada. Segundo o brigadista Deusimar Cardoso, trata-se de um fogo bom, manso e brando, que se apaga sozinho com o sereno da noite e permite que, pouco depois, se caminhe sobre as cinzas. A prática é conduzida pelo ICMBio e integra o Manejo Integrado do Fogo, uma política que busca prevenir grandes incêndios por meio de queimadas de baixa intensidade no início da estação seca.

Essas queimas reduzem o acúmulo de capim seco, altamente inflamável, e criam aceiros naturais. A área queimada permanece protegida por cerca de dois anos, enquanto a vegetação se regenera. Pequenos trechos são queimados de forma alternada, formando um mosaico que favorece espécies com diferentes necessidades em relação ao fogo. Desde que essa estratégia passou a ser adotada, em 2014, incêndios que antes alcançavam até cem mil hectares passaram a raramente ultrapassar três mil.

Nem sempre foi assim. Durante anos, os órgãos ambientais adotaram a política de fogo zero, o que gerou conflitos com comunidades quilombolas do Jalapão, como a do Rio Novo. Segundo o morador Manoel Ramos de Jesus, a proibição do fogo e do gado alterou profundamente o modo de vida local e levou ao acúmulo de capim seco. O resultado foi um grande incêndio em 2004, que destruiu áreas extensas e matou animais. Outros incêndios ocorreram nos anos seguintes, afetando comunidades e causando mortes e prejuízos.

A mudança de postura ocorreu após uma expedição de técnicos brasileiros à Austrália, em 2014, onde conheceram práticas semelhantes realizadas por comunidades aborígenes. A partir daí, o ICMBio passou a valorizar os saberes tradicionais e implementou o Manejo Integrado do Fogo no Jalapão. Hoje, as comunidades também são autorizadas, em pequena escala, a usar o fogo para renovar pastagens e abrir roças, e o gado criado solto ajuda a manter o capim baixo.

Com resultados positivos, a estratégia passou a ser adotada em outras regiões do Cerrado, Pantanal, Pampa e áreas campestres da Amazônia. Os órgãos ambientais passaram a diferenciar queimadas prescritas de incêndios acidentais, reconhecendo que nem todo fogo é destrutivo. A prática foi regulamentada em 2024 pela Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que reconhece o fogo como parte dos sistemas ecológicos e valoriza os conhecimentos tradicionais, embora proíba seu uso para substituir vegetação nativa.

Segundo o biólogo Marco Borges, o fogo sempre fez parte da dinâmica do Cerrado, causado por raios e também pela ação humana ao longo de milênios. Muitas espécies se adaptaram a ele: algumas árvores têm cascas resistentes, certas sementes só germinam após o fogo, e animais desenvolveram estratégias de fuga. Além disso, as queimas controladas emitem menos gases do que grandes incêndios, pois são menos intensas e mais espaçadas.

Para Borges, a nova política ajuda a construir uma cultura de convivência com o fogo. Ele próprio realiza queimas prescritas e afirma que, além de proteger o ambiente e as comunidades, observar o fogo controlado pode ser até terapêutico.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1wle9w09evo.adaptado.
Segundo o brigadista Deusimar Cardoso, "trata-se" de um fogo bom, manso e brando, que "se apaga" sozinho com o sereno da noite.
As colocações pronominais destacadas na frase denominam-se, respectivamente,
Alternativas
Q4042291 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os agentes ambientais que botam fogo na natureza

Caminhonetes com brigadistas avançam entre labaredas no Jalapão, mas não para conter o fogo: são eles que o provocam de forma controlada. Segundo o brigadista Deusimar Cardoso, trata-se de um fogo bom, manso e brando, que se apaga sozinho com o sereno da noite e permite que, pouco depois, se caminhe sobre as cinzas. A prática é conduzida pelo ICMBio e integra o Manejo Integrado do Fogo, uma política que busca prevenir grandes incêndios por meio de queimadas de baixa intensidade no início da estação seca.

Essas queimas reduzem o acúmulo de capim seco, altamente inflamável, e criam aceiros naturais. A área queimada permanece protegida por cerca de dois anos, enquanto a vegetação se regenera. Pequenos trechos são queimados de forma alternada, formando um mosaico que favorece espécies com diferentes necessidades em relação ao fogo. Desde que essa estratégia passou a ser adotada, em 2014, incêndios que antes alcançavam até cem mil hectares passaram a raramente ultrapassar três mil.

Nem sempre foi assim. Durante anos, os órgãos ambientais adotaram a política de fogo zero, o que gerou conflitos com comunidades quilombolas do Jalapão, como a do Rio Novo. Segundo o morador Manoel Ramos de Jesus, a proibição do fogo e do gado alterou profundamente o modo de vida local e levou ao acúmulo de capim seco. O resultado foi um grande incêndio em 2004, que destruiu áreas extensas e matou animais. Outros incêndios ocorreram nos anos seguintes, afetando comunidades e causando mortes e prejuízos.

A mudança de postura ocorreu após uma expedição de técnicos brasileiros à Austrália, em 2014, onde conheceram práticas semelhantes realizadas por comunidades aborígenes. A partir daí, o ICMBio passou a valorizar os saberes tradicionais e implementou o Manejo Integrado do Fogo no Jalapão. Hoje, as comunidades também são autorizadas, em pequena escala, a usar o fogo para renovar pastagens e abrir roças, e o gado criado solto ajuda a manter o capim baixo.

Com resultados positivos, a estratégia passou a ser adotada em outras regiões do Cerrado, Pantanal, Pampa e áreas campestres da Amazônia. Os órgãos ambientais passaram a diferenciar queimadas prescritas de incêndios acidentais, reconhecendo que nem todo fogo é destrutivo. A prática foi regulamentada em 2024 pela Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que reconhece o fogo como parte dos sistemas ecológicos e valoriza os conhecimentos tradicionais, embora proíba seu uso para substituir vegetação nativa.

Segundo o biólogo Marco Borges, o fogo sempre fez parte da dinâmica do Cerrado, causado por raios e também pela ação humana ao longo de milênios. Muitas espécies se adaptaram a ele: algumas árvores têm cascas resistentes, certas sementes só germinam após o fogo, e animais desenvolveram estratégias de fuga. Além disso, as queimas controladas emitem menos gases do que grandes incêndios, pois são menos intensas e mais espaçadas.

Para Borges, a nova política ajuda a construir uma cultura de convivência com o fogo. Ele próprio realiza queimas prescritas e afirma que, além de proteger o ambiente e as comunidades, observar o fogo controlado pode ser até terapêutico.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1wle9w09evo.adaptado.
Essas queimas reduzem o acúmulo de capim "seco", altamente "inflamável", e criam aceiros "naturais".
Sintaticamente, os termos destacados na frase são, respectivamente,
Alternativas
Q4042070 Pedagogia
As rotinas da Educação Infantil, enquanto construções pedagógicas que articulam práticas reiteradas, condições institucionais e concepções de infância, exigem uma leitura sensível dos modos como tempo e espaço se convertem em dispositivos formativos. Considerando esse entendimento, assinale a alternativa que apresenta uma interpretação correta acerca das implicações pedagógicas da organização dos tempos e dos ambientes para o desenvolvimento das crianças pequenas.
Alternativas
Q4042069 Pedagogia
Considerando a relação entre desenvolvimento e aprendizagem na Educação Infantil, à luz das teorias de Vygotsky, Piaget e da Psicologia Histórico-Cultural, analise as afirmações a seguir e assinale aquela que expressa, de forma conceitualmente correta e completa, os fundamentos que orientam práticas pedagógicas voltadas à promoção do desenvolvimento integral da criança. 
Alternativas
Q4042068 Pedagogia
Educação Infantil (EI), enquanto primeira etapa da Educação Básica, é marcada pela indissociabilidade do educar e cuidar e pelo princípio do desenvolvimento integral. Contudo, a obrigatoriedade da pré-escola (4 e 5 anos) gerou o desafio de fragmentação do trabalho pedagógico, com o risco de a creche (0 a 3 anos) retornar a práticas assistencialistas e a pré-escola antecipar o formalismo do Ensino Fundamental.
Com base nas especificidades do trabalho pedagógico em cada segmento da Educação Infantil, na perspectiva da superação da dicotomia cuidado-educação e da promoção da aprendizagem por meio dos eixos "interações e brincadeiras", é correto afirmar que:
Alternativas
Q4042067 Pedagogia
A busca pela autonomia e o exercício do protagonismo no cotidiano da Instituição de Educação Infantil estão intrinsecamente ligados aos Direitos de Aprendizagem e Desenvolvimento (Conviver, Brincar, Participar, Explorar, Expressar e Conhecer-se).
Considerando esta fundamentação legal e teórica, que exige a superação de modelos assistencialistas e a afirmação de um projeto educativo integral e democrático, assinale a proposição correta que reflete a orientação doutrinária e as implicações conceituais da autonomia e do protagonismo na prática pedagógica da Educação Infantil:
Alternativas
Q4042066 Pedagogia
De zero a seis anos, ocorre um processo de complexidade do ser humano que não se repetirá durante seu desenvolvimento. Nesse contexto, à luz das concepções construtivistas e histórico-culturais sobre desenvolvimento e aprendizagem na Educação Infantil, considere as proposições abaixo. Analise-as e assinale a alternativa que apresenta uma interpretação teoricamente consistente com os autores clássicos e contemporâneos: 
Alternativas
Q4042065 Pedagogia
Com base em perspectivas contemporâneas sobre as brincadeiras, as interações e as múltiplas linguagens na Educação Infantil, analise as afirmativas a seguir:

I. As brincadeiras, ao articularem gesto, imaginação, objetos e relações sociais, constituem experiências que reorganizam continuamente modos de agir e interpretar o mundo, permitindo que a criança elabore conhecimentos que não se limitam ao domínio conceitual explícito.
II. As interações entre crianças e adultos, embora relevantes, configuram-se predominantemente como contexto de circulação de significados já estruturados culturalmente; por isso, sua eficácia pedagógica decorre menos da abertura para interpretações singulares e mais da estabilidade das referências compartilhadas no grupo.
III. As linguagens expressivas da infância — corporais, verbais, visuais, sonoras e dramáticas — não operam apenas como meios de comunicação, mas como modos próprios de pensamento, cuja legitimação pedagógica exige que sejam integradas a práticas planejadas que reconheçam sua potência epistemológica.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4042064 Pedagogia
A busca por essa relação de parceria entre a Instituição de Educação Infantil (IEI) e a família, exige a superação de tensões históricas marcadas pela culpabilização mútua e pela visão de substituição ou delegação de responsabilidades.
Considerando a complexidade da relação família-escola na Educação Infantil e os desafios inerentes à construção de um projeto educativo democrático e integral, é fundamental observar que:
Alternativas
Q4042063 Pedagogia
O binômio educar e cuidar é a base da identidade da Educação Infantil e reflete a visão de integralidade da criança. A garantia do Direito de Participar está intimamente ligada ao conceito de protagonismo infantil , compreendido como a oportunidade de a criança se manifestar, elaborar conhecimentos e decidir sobre o cotidiano da escola.
Analisando a relação entre o desenvolvimento da autonomia e do protagonismo na criança, à luz da perspectiva de que a aprendizagem impulsiona o desenvolvimento e da indissociabilidade do educar-cuidar, assinale a proposição correta que estabelece uma correlação conceitual e pedagógica fidedigna aos documentos: 
Alternativas
Q4042062 Pedagogia
Considerando os marcos regulatórios e os princípios teóricos que definem a relação entre aprendizagem, desenvolvimento, e o papel do educador na Educação Infantil, e exigindo uma análise profunda das sutilezas conceituais entre as diferentes perspectivas citadas nos textos (Psicologia Histórico-Cultural e Epistemologia Genética), é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4042061 Pedagogia
A concepção da criança como sujeito histórico e de direitos, que constrói ativamente sua identidade pessoal e coletiva nas interações e práticas cotidianas, é um marco central na regulamentação da Educação Infantil (EI). Essa visão sustenta a estrutura curricular da BNCC, que adota a criança como centro do planejamento e estabelece os seis Direitos de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Portanto, complementa-se essa perspectiva teórica considerando que:
Alternativas
Q4042060 Pedagogia
Considere as afirmativas a seguir, referentes à articulação entre a Educação Infantil e o Ensino Fundamental, tal como discutida em pesquisas contemporâneas e nas diretrizes nacionais para a infância. Registre V para verdadeiras e F para falsas:

(__) A transição entre as etapas deve ser compreendida como processo que envolve reorganização institucional, considerando tempos, espaços, práticas pedagógicas e modos de interação, de modo que a passagem para o Ensino Fundamental não configure ruptura na experiência da criança.
(__) A busca por coerência entre as etapas exige que o Ensino Fundamental alinhe suas práticas à lógica sequencial de progressão curricular, definindo uma estrutura pedagógica que reduza a variabilidade das experiências vivenciadas na Educação Infantil para garantir maior estabilidade na etapa seguinte.
(__) A continuidade entre as etapas depende da construção coletiva do trabalho pedagógico, envolvendo diálogo entre professores das duas etapas, análise conjunta das práticas e reflexão sobre concepções de infância, e não apenas de ajustes metodológicos isolados.

Assinale a sequência correta de cima para baixo:
Alternativas
Q4042059 Pedagogia
A articulação entre a Educação Infantil e o Ensino Fundamental exige compreender que a transição não se limita ao deslocamento físico da criança, mas envolve um conjunto de decisões pedagógicas, institucionais e formativas.
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I. A continuidade no percurso educativo depende de práticas que reconheçam a criança como sujeito que mantém, no ingresso no Ensino Fundamental, as mesmas formas de expressão, modos de interação e necessidades formativas construídas na Educação Infantil, de modo que a transição não resulte em alteração brusca das experiências que sustentam sua aprendizagem.
PORQUE
II. A adoção, pelo Ensino Fundamental, de uma organização pedagógica que priorize a ampliação gradual das demandas acadêmicas, substituindo progressivamente o brincar por atividades estruturadas, constitui estratégia eficaz para assegurar que a criança integre, de forma coerente, as exigências próprias da nova etapa.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
261: B
262: D
263: B
264: C
265: C
266: D
267: B
268: D
269: C
270: A
271: D
272: D
273: D
274: B
275: A
276: C
277: A
278: C
279: A
280: D