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I. Fissuras inclinadas a aproximadamente 45 graus, que se iniciam nos apoios e se desenvolvem em direção ao centro do vão da viga, são sintomáticas de uma deficiência da estrutura ao esforço cortante, indicando uma possível insuficiência de estribos.
II. Fissuras verticais localizadas predominantemente na região central do vão de uma viga biapoiada, com maior abertura na face inferior, são sintomáticas de uma deficiência da estrutura ao esforço cortante, indicando um problema na armadura longitudinal.
III. Fissuras horizontais localizadas ao longo da armadura longitudinal na face inferior da viga são sintomáticas de um esmagamento do concreto por compressão excessiva, indicando uma falha na resistência característica do concreto (fck).
IV. Fissuras aleatórias e superficiais, com padrão semelhante a um mapa, são sintomáticas de uma sobrecarga excessiva na viga, indicando a necessidade de reforço imediato da armadura transversal (estribos).
Está correto o que se afirma em:
I.A composição do custo unitário do concreto deve incluir os custos diretos dos materiais constituintes (cimento, areia, brita, água e aditivos), os custos da mão de obra (pedreiros, serventes, operador de betoneira) e os custos horários dos equipamentos (betoneira, vibrador de imersão).
II.A composição do custo unitário do concreto deve considerar apenas os custos diretos dos materiais (cimento, areia e brita), sendo os custos de mão de obra e equipamentos englobados em uma taxa de Bonificações e Despesas Indiretas (BDI) aplicada posteriormente.
III.A composição do custo unitário do concreto deve incluir os custos diretos da mão de obra e dos equipamentos, mas os custos dos materiais (cimento, agregados e aditivos) são considerados despesas indiretas, pois variam conforme o fornecedor.
IV.A composição do custo unitário do concreto deve considerar exclusivamente o custo dos materiais e dos equipamentos, uma vez que o custo da mão de obra é um encargo social que compõe o custo global da administração da obra.
Está correto o que se afirma em:
I. O profissional deve recusar a alteração proposta, informando por escrito ao cliente os riscos técnicos e legais envolvidos, e condicionar qualquer modificação à elaboração de um novo projeto de fundações baseado em investigações geotécnicas adequadas.
II. O profissional pode aceitar a alteração para atender aos interesses do cliente, desde que documente a solicitação por escrito, transferindo assim a responsabilidade civil e criminal por eventuais sinistros futuros integralmente para o contratante.
III. O profissional deve acatar a decisão do cliente, pois a responsabilidade final pela obra é do proprietário, cabendo ao engenheiro apenas a execução, e registrar a alteração no Diário de Obras para se isentar de futuras responsabilidades técnicas.
IV. O profissional deve solicitar uma autorização verbal do cliente e, em seguida, realizar a alteração sem a necessidade de novos projetos ou sondagens, assumindo que a experiência prática do construtor é suficiente para garantir a segurança da fundação.
Está correto o que se afirma em:
I. O servidor tem direito a salário ou vencimento mínimo capaz de atender às necessidades vitais básicas do servidor e de sua família, incluindo moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene e transporte.
II. O piso de vencimento dos servidores municipais pode ser inferior ao salário mínimo nacional, desde que haja acordo coletivo.
III. O servidor tem direito ao décimo terceiro salário ou vencimento, calculado com base na remuneração integral ou na aposentadoria para os inativos. IV.A remuneração do trabalho noturno deve ser superior à do diurno, inclusive em horas extras.
Estão corretas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que odores corporais revelam sobre a saúde — e como podem ajudar a diagnosticar doenças
A enfermeira aposentada Joy Milne revelou possuir um olfato extraordinariamente sensível ao notar, anos antes do diagnóstico médico, que seu marido apresentava um odor almiscarado diferente, que mais tarde se confirmou como indício do mal de Parkinson.
Posteriormente, Milne percebeu o mesmo cheiro em outros pacientes e foi convidada a participar de experimentos científicos. Em um teste, identificou corretamente camisetas usadas por pessoas com Parkinson, incluindo um caso ainda não diagnosticado na época, demonstrando a precisão de sua percepção. Esse episódio ganhou repercussão internacional e despertou o interesse da comunidade científica, que passou a investigar sistematicamente a relação entre odores corporais e doenças.
O corpo humano libera milhares de compostos químicos que variam de acordo com o metabolismo. Alterações nessas substâncias sinalizam desequilíbrios orgânicos e revelam enfermidades diversas, como diabetes, doenças hepáticas e renais, tuberculose, malária e até alguns tipos de câncer. Certos odores são percebidos por qualquer pessoa — como o hálito adocicado de diabéticos em hipoglicemia —, enquanto outros exigem olfato extremamente apurado ou tecnologias especializadas. Animais, sobretudo cães, já foram treinados para identificar doenças com alto índice de acerto, reforçando o potencial diagnóstico associado ao olfato.
Atualmente, pesquisadores dedicam-se ao desenvolvimento de aparelhos capazes de reproduzir essa habilidade. Eles utilizam técnicas como cromatografia e espectrometria de massa para isolar e analisar compostos voláteis, aliados a sistemas de inteligência artificial que reconhecem padrões de moléculas relacionados a doenças. Esses avanços visam à criação de testes rápidos, não invasivos e de baixo custo, aplicáveis à pele, ao hálito ou à urina dos pacientes. Dessa forma, espera-se facilitar diagnósticos precoces, acelerar tratamentos e reduzir a necessidade de procedimentos invasivos.
O estudo dos odores corporais mostra-se, portanto, uma área promissora para transformar a medicina diagnóstica. Além de permitir a detecção ágil e acessível de condições graves, valoriza a atenção a sinais sutis do corpo que, muitas vezes, passam despercebidos. Tal perspectiva fortalece a ideia de que a observação cotidiana, aliada à ciência, torna-se uma ferramenta essencial no cuidado da saúde, ampliando as chances de intervenção precoce, dignidade no tratamento e melhor qualidade de vida para os pacientes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cev2mjjp748o.ADAPTADO.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que odores corporais revelam sobre a saúde — e como podem ajudar a diagnosticar doenças
A enfermeira aposentada Joy Milne revelou possuir um olfato extraordinariamente sensível ao notar, anos antes do diagnóstico médico, que seu marido apresentava um odor almiscarado diferente, que mais tarde se confirmou como indício do mal de Parkinson.
Posteriormente, Milne percebeu o mesmo cheiro em outros pacientes e foi convidada a participar de experimentos científicos. Em um teste, identificou corretamente camisetas usadas por pessoas com Parkinson, incluindo um caso ainda não diagnosticado na época, demonstrando a precisão de sua percepção. Esse episódio ganhou repercussão internacional e despertou o interesse da comunidade científica, que passou a investigar sistematicamente a relação entre odores corporais e doenças.
O corpo humano libera milhares de compostos químicos que variam de acordo com o metabolismo. Alterações nessas substâncias sinalizam desequilíbrios orgânicos e revelam enfermidades diversas, como diabetes, doenças hepáticas e renais, tuberculose, malária e até alguns tipos de câncer. Certos odores são percebidos por qualquer pessoa — como o hálito adocicado de diabéticos em hipoglicemia —, enquanto outros exigem olfato extremamente apurado ou tecnologias especializadas. Animais, sobretudo cães, já foram treinados para identificar doenças com alto índice de acerto, reforçando o potencial diagnóstico associado ao olfato.
Atualmente, pesquisadores dedicam-se ao desenvolvimento de aparelhos capazes de reproduzir essa habilidade. Eles utilizam técnicas como cromatografia e espectrometria de massa para isolar e analisar compostos voláteis, aliados a sistemas de inteligência artificial que reconhecem padrões de moléculas relacionados a doenças. Esses avanços visam à criação de testes rápidos, não invasivos e de baixo custo, aplicáveis à pele, ao hálito ou à urina dos pacientes. Dessa forma, espera-se facilitar diagnósticos precoces, acelerar tratamentos e reduzir a necessidade de procedimentos invasivos.
O estudo dos odores corporais mostra-se, portanto, uma área promissora para transformar a medicina diagnóstica. Além de permitir a detecção ágil e acessível de condições graves, valoriza a atenção a sinais sutis do corpo que, muitas vezes, passam despercebidos. Tal perspectiva fortalece a ideia de que a observação cotidiana, aliada à ciência, torna-se uma ferramenta essencial no cuidado da saúde, ampliando as chances de intervenção precoce, dignidade no tratamento e melhor qualidade de vida para os pacientes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cev2mjjp748o.ADAPTADO.
De acordo com o texto base, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que odores corporais revelam sobre a saúde — e como podem ajudar a diagnosticar doenças
A enfermeira aposentada Joy Milne revelou possuir um olfato extraordinariamente sensível ao notar, anos antes do diagnóstico médico, que seu marido apresentava um odor almiscarado diferente, que mais tarde se confirmou como indício do mal de Parkinson.
Posteriormente, Milne percebeu o mesmo cheiro em outros pacientes e foi convidada a participar de experimentos científicos. Em um teste, identificou corretamente camisetas usadas por pessoas com Parkinson, incluindo um caso ainda não diagnosticado na época, demonstrando a precisão de sua percepção. Esse episódio ganhou repercussão internacional e despertou o interesse da comunidade científica, que passou a investigar sistematicamente a relação entre odores corporais e doenças.
O corpo humano libera milhares de compostos químicos que variam de acordo com o metabolismo. Alterações nessas substâncias sinalizam desequilíbrios orgânicos e revelam enfermidades diversas, como diabetes, doenças hepáticas e renais, tuberculose, malária e até alguns tipos de câncer. Certos odores são percebidos por qualquer pessoa — como o hálito adocicado de diabéticos em hipoglicemia —, enquanto outros exigem olfato extremamente apurado ou tecnologias especializadas. Animais, sobretudo cães, já foram treinados para identificar doenças com alto índice de acerto, reforçando o potencial diagnóstico associado ao olfato.
Atualmente, pesquisadores dedicam-se ao desenvolvimento de aparelhos capazes de reproduzir essa habilidade. Eles utilizam técnicas como cromatografia e espectrometria de massa para isolar e analisar compostos voláteis, aliados a sistemas de inteligência artificial que reconhecem padrões de moléculas relacionados a doenças. Esses avanços visam à criação de testes rápidos, não invasivos e de baixo custo, aplicáveis à pele, ao hálito ou à urina dos pacientes. Dessa forma, espera-se facilitar diagnósticos precoces, acelerar tratamentos e reduzir a necessidade de procedimentos invasivos.
O estudo dos odores corporais mostra-se, portanto, uma área promissora para transformar a medicina diagnóstica. Além de permitir a detecção ágil e acessível de condições graves, valoriza a atenção a sinais sutis do corpo que, muitas vezes, passam despercebidos. Tal perspectiva fortalece a ideia de que a observação cotidiana, aliada à ciência, torna-se uma ferramenta essencial no cuidado da saúde, ampliando as chances de intervenção precoce, dignidade no tratamento e melhor qualidade de vida para os pacientes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cev2mjjp748o.ADAPTADO.
De acordo com o texto base, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que odores corporais revelam sobre a saúde — e como podem ajudar a diagnosticar doenças
A enfermeira aposentada Joy Milne revelou possuir um olfato extraordinariamente sensível ao notar, anos antes do diagnóstico médico, que seu marido apresentava um odor almiscarado diferente, que mais tarde se confirmou como indício do mal de Parkinson.
Posteriormente, Milne percebeu o mesmo cheiro em outros pacientes e foi convidada a participar de experimentos científicos. Em um teste, identificou corretamente camisetas usadas por pessoas com Parkinson, incluindo um caso ainda não diagnosticado na época, demonstrando a precisão de sua percepção. Esse episódio ganhou repercussão internacional e despertou o interesse da comunidade científica, que passou a investigar sistematicamente a relação entre odores corporais e doenças.
O corpo humano libera milhares de compostos químicos que variam de acordo com o metabolismo. Alterações nessas substâncias sinalizam desequilíbrios orgânicos e revelam enfermidades diversas, como diabetes, doenças hepáticas e renais, tuberculose, malária e até alguns tipos de câncer. Certos odores são percebidos por qualquer pessoa — como o hálito adocicado de diabéticos em hipoglicemia —, enquanto outros exigem olfato extremamente apurado ou tecnologias especializadas. Animais, sobretudo cães, já foram treinados para identificar doenças com alto índice de acerto, reforçando o potencial diagnóstico associado ao olfato.
Atualmente, pesquisadores dedicam-se ao desenvolvimento de aparelhos capazes de reproduzir essa habilidade. Eles utilizam técnicas como cromatografia e espectrometria de massa para isolar e analisar compostos voláteis, aliados a sistemas de inteligência artificial que reconhecem padrões de moléculas relacionados a doenças. Esses avanços visam à criação de testes rápidos, não invasivos e de baixo custo, aplicáveis à pele, ao hálito ou à urina dos pacientes. Dessa forma, espera-se facilitar diagnósticos precoces, acelerar tratamentos e reduzir a necessidade de procedimentos invasivos.
O estudo dos odores corporais mostra-se, portanto, uma área promissora para transformar a medicina diagnóstica. Além de permitir a detecção ágil e acessível de condições graves, valoriza a atenção a sinais sutis do corpo que, muitas vezes, passam despercebidos. Tal perspectiva fortalece a ideia de que a observação cotidiana, aliada à ciência, torna-se uma ferramenta essencial no cuidado da saúde, ampliando as chances de intervenção precoce, dignidade no tratamento e melhor qualidade de vida para os pacientes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cev2mjjp748o.ADAPTADO.
Em relação à concordância verbal e nominal, é correto afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que odores corporais revelam sobre a saúde — e como podem ajudar a diagnosticar doenças
A enfermeira aposentada Joy Milne revelou possuir um olfato extraordinariamente sensível ao notar, anos antes do diagnóstico médico, que seu marido apresentava um odor almiscarado diferente, que mais tarde se confirmou como indício do mal de Parkinson.
Posteriormente, Milne percebeu o mesmo cheiro em outros pacientes e foi convidada a participar de experimentos científicos. Em um teste, identificou corretamente camisetas usadas por pessoas com Parkinson, incluindo um caso ainda não diagnosticado na época, demonstrando a precisão de sua percepção. Esse episódio ganhou repercussão internacional e despertou o interesse da comunidade científica, que passou a investigar sistematicamente a relação entre odores corporais e doenças.
O corpo humano libera milhares de compostos químicos que variam de acordo com o metabolismo. Alterações nessas substâncias sinalizam desequilíbrios orgânicos e revelam enfermidades diversas, como diabetes, doenças hepáticas e renais, tuberculose, malária e até alguns tipos de câncer. Certos odores são percebidos por qualquer pessoa — como o hálito adocicado de diabéticos em hipoglicemia —, enquanto outros exigem olfato extremamente apurado ou tecnologias especializadas. Animais, sobretudo cães, já foram treinados para identificar doenças com alto índice de acerto, reforçando o potencial diagnóstico associado ao olfato.
Atualmente, pesquisadores dedicam-se ao desenvolvimento de aparelhos capazes de reproduzir essa habilidade. Eles utilizam técnicas como cromatografia e espectrometria de massa para isolar e analisar compostos voláteis, aliados a sistemas de inteligência artificial que reconhecem padrões de moléculas relacionados a doenças. Esses avanços visam à criação de testes rápidos, não invasivos e de baixo custo, aplicáveis à pele, ao hálito ou à urina dos pacientes. Dessa forma, espera-se facilitar diagnósticos precoces, acelerar tratamentos e reduzir a necessidade de procedimentos invasivos.
O estudo dos odores corporais mostra-se, portanto, uma área promissora para transformar a medicina diagnóstica. Além de permitir a detecção ágil e acessível de condições graves, valoriza a atenção a sinais sutis do corpo que, muitas vezes, passam despercebidos. Tal perspectiva fortalece a ideia de que a observação cotidiana, aliada à ciência, torna-se uma ferramenta essencial no cuidado da saúde, ampliando as chances de intervenção precoce, dignidade no tratamento e melhor qualidade de vida para os pacientes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cev2mjjp748o.ADAPTADO.
A expressão destacada trata-se de uma oração subordinada:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que odores corporais revelam sobre a saúde — e como podem ajudar a diagnosticar doenças
A enfermeira aposentada Joy Milne revelou possuir um olfato extraordinariamente sensível ao notar, anos antes do diagnóstico médico, que seu marido apresentava um odor almiscarado diferente, que mais tarde se confirmou como indício do mal de Parkinson.
Posteriormente, Milne percebeu o mesmo cheiro em outros pacientes e foi convidada a participar de experimentos científicos. Em um teste, identificou corretamente camisetas usadas por pessoas com Parkinson, incluindo um caso ainda não diagnosticado na época, demonstrando a precisão de sua percepção. Esse episódio ganhou repercussão internacional e despertou o interesse da comunidade científica, que passou a investigar sistematicamente a relação entre odores corporais e doenças.
O corpo humano libera milhares de compostos químicos que variam de acordo com o metabolismo. Alterações nessas substâncias sinalizam desequilíbrios orgânicos e revelam enfermidades diversas, como diabetes, doenças hepáticas e renais, tuberculose, malária e até alguns tipos de câncer. Certos odores são percebidos por qualquer pessoa — como o hálito adocicado de diabéticos em hipoglicemia —, enquanto outros exigem olfato extremamente apurado ou tecnologias especializadas. Animais, sobretudo cães, já foram treinados para identificar doenças com alto índice de acerto, reforçando o potencial diagnóstico associado ao olfato.
Atualmente, pesquisadores dedicam-se ao desenvolvimento de aparelhos capazes de reproduzir essa habilidade. Eles utilizam técnicas como cromatografia e espectrometria de massa para isolar e analisar compostos voláteis, aliados a sistemas de inteligência artificial que reconhecem padrões de moléculas relacionados a doenças. Esses avanços visam à criação de testes rápidos, não invasivos e de baixo custo, aplicáveis à pele, ao hálito ou à urina dos pacientes. Dessa forma, espera-se facilitar diagnósticos precoces, acelerar tratamentos e reduzir a necessidade de procedimentos invasivos.
O estudo dos odores corporais mostra-se, portanto, uma área promissora para transformar a medicina diagnóstica. Além de permitir a detecção ágil e acessível de condições graves, valoriza a atenção a sinais sutis do corpo que, muitas vezes, passam despercebidos. Tal perspectiva fortalece a ideia de que a observação cotidiana, aliada à ciência, torna-se uma ferramenta essencial no cuidado da saúde, ampliando as chances de intervenção precoce, dignidade no tratamento e melhor qualidade de vida para os pacientes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cev2mjjp748o.ADAPTADO.
Fonte: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_ organizacao_vigilancia_alimentar_nutricional.pdf
I. Conhecer agravos alimentares e nutricionais de forma precoce.
II. Avaliar a aceitação de dietas padronizadas sem relação com o estado nutricional da população.
III. Conhecer a evolução e o prognóstico dos agravos nutricionais, estimando a gravidade, a periodicidade de reincidências e os melhores caminhos para superação destes.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_ organizacao_vigilancia_alimentar_nutricional.pdf
I. Conhecer agravos alimentares e nutricionais de forma precoce.
II. Avaliar a aceitação de dietas padronizadas sem relação com o estado nutricional da população.
III. Conhecer a evolução e o prognóstico dos agravos nutricionais, estimando a gravidade, a periodicidade de reincidências e os melhores caminhos para superação destes.
É CORRETO o que se afirma em:
No que se refere as funções da Vitamina C, registre V, para verdadeiro, e F, para falso, nas afirmativas abaixo:
(__) A Vitamina C está envolvido na hidroxilação de prolina e lisina para a biossíntese de colágeno.
(__) A Vitamina C está envolvido na rota biossintética da carnitina, a qual é utilizada pela mitocôndria para transferência de elétrons na transmembrana na síntese de ATP.
(__) O papel do ácido ascórbico como agente redutor biológico pode ser ligado também à redução do risco de doenças crônicas não transmissíveis.
Fonte: Biodisponibilidade de nutrientes / Silvia M. Franciscato Cozzolino [organizadora]. 5. ed. rev. e atual. -- Barueri, SP Manole, 2016.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Fonte: KRAUSE. Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 14. ed. L. Kathleen Mahan, Sylvia Escott-Stump; [tradução Natalia Rodrigues Pereira...et al.]. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
No que se refere à suplementação de vitaminas durante a gestação, assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o § 2º do Art. 4º da Lei nº 8.080/1990, a iniciativa privada pode atuar no SUS: