Questões de Concurso Para prefeitura de são leopoldo - rs

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Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1190338 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Para responder às questões de números 11 a 17, considere a Lei Ordinária de São Leopoldo-RS no 6055, de 14.09.2006, que instituiu o Regime Jurídico Estatutário dos Servidores Públicos do Município de São Leopoldo e suas alterações posteriores.
QUESTÃO 16
– Dentre as proibições ao servidor, segundo o Artigo 151 do referido Estatuto, estão:
I. Recusar propina, comissão, presente ou vantagem de qualquer espécie, em razão de suas atribuições.
II. Retirar, sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da repartição.
III. Utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares.
IV. Exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho.
Quais estão corretas?
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1187065 Português
                                                       Impasses de um ateu

01 Leio num ônibus em Nova York propaganda de um grupo de ateístas: Você não precisa acreditar 02 em Deus para ser uma pessoa ética. Segue a linha daquele outro anúncio estampado em ônibus ingleses: 03 Deus provavelmente não existe. Agora pare de se preocupar com isso e aproveite a sua vida. Estou 04 aproveitando a minha, sentado ___ mesa de um bar numa calçada perto do Union Square, em Manhattan, 05 saboreando uma cerveja mexicana. 06 As palavras no ônibus me fazem refletir sobre meu ateísmo. Minha primeira reação é de alegria e 07 cumplicidade. Júbilo, até. Ateus são por natureza seres que pensam por si, respeitam a diversidade de 08 pensamento e por isso preferem caminhar ___ margem do rebanho – para usar um termo muito ao gosto 09 dos religiosos – e evitar pensamentos pré-fabricados. A ideia da individualidade, e a valorização dessa 10 condição, fazem com que ateus raramente se reúnam em grupos, sociedades, partidos ou facções para 11 defender a causa. 12 De uns tempos para cá, com o recrudescimento das posturas e ações de grupos religiosos, 13 principalmente daqueles ligados ao terrorismo, muitos ateus começaram a se unir numa tentativa de fazer 14 suas vozes ganharem peso político. Ateus, em geral, têm consciência de que o que os diferencia dos 15 crentes é o simples fato de não acreditarem na existência de Deus. De resto, são idênticos aos crentes, 16 acometidos dos mesmos medos, incertezas, dúvidas e inseguranças, bem como capazes dos mesmos 17 sentimentos altruístas (compaixão, misericórdia) ou não (ira, inveja, etc.). 18 Eu, antes discreto, passei a afirmar ultimamente meu ateísmo com mais convicção. Dizeres como 19 Deus seja louvado nas notas de real, campanhas ferrenhas contra a descriminalização do aborto, tentativas 20 histéricas de proibir as pesquisas com células-tronco embrionárias, oposição obstinada aos direitos de 21 homossexuais e ___ crescente infiltração do criacionismo – doutrinação religiosa disfarçada de 22 pseudociência – em nossas escolas são só alguns dos pontos que me incomodam muito na atuação política 23 de grupos ligados às religiões, e motivam minhas tentativas de – ao meu modo – questionar o que entendo 24 como obstáculos ___ liberdade de expressão e direitos individuais, dois dos pilares de qualquer democracia 25 que se preze. 26 Não me incomodo com as crenças religiosas e defendo o direito das pessoas exercerem seus 27 rituais e cultos, contanto que não firam a liberdade alheia e não interfiram na educação, ciência e política, 28 que devem – no meu entender – permanecer acima, ou ao largo, dos credos. 29 Volto à Nova York e ao ônibus com os dizeres ateístas (e à minha cerveja mexicana): unindo-se em 30 grupos e iniciando uma jihad contra as religiões os ateus não estarão caindo numa armadilha? Será mesmo 31 uma boa estratégia agir da mesma forma que os religiosos radicais e assumir idêntica beligerância? Não 32 estaríamos – desajeitadamente – usando as mesmas armas do inimigo? Precisamos mesmo considerar 33 religiosos como inimigos? Não faríamos melhor permanecendo fora do rebanho tentando iluminá-lo (e aqui 34 não dou o sentido religioso ___ palavra iluminação) somente com o exemplo de nossos pensamentos, 35 independência e liberdade? 36 O ateu, num impasse, imerso em dúvidas, frágil, impotente e solitário como qualquer outro ser 37 humano, acaba de beber sua cerveja e sai flanando por Nova York sem encontrar respostas para as suas 38 perguntas. Mas feliz por duvidar e não ter certezas.
QUESTÃO 02 – Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das linhas 04, 08, 21, 24 e 34.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1182483 Enfermagem
Paciente, 35 anos, G4P3, sem acompanhamento pré-natal, vem à emergência por sintomas intensos de vulvovaginite. Não referia outras queixas. Idade gestacional de 31 semanas, calculada por DUM, com altura uterina de 27cm. Na admissão, apresentava TA 145/90, tendo permanecido hipertensa. Exames solicitados mostraram ácido úrico de 3,8mg/dL, proteinúria de 24 horas com 438mg e calciúria de 24 horas com 199mg/dL. Doppler das artérias uterinas não mostrou alterações.
Frente a este quadro, qual o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1182414 Medicina
São critérios laboratoriais para o diagnóstico de síndrome de HELLP, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1239276 Português
O amor nos tira o sono O amor nos tira o sono, nos tira do sério, tira o tapete debaixo dos nossos pés, faz com que nos defrontemos com medos e fraquezas aparentemente superados, mas também com insuspeitada audácia e generosidade. E como habitualmente tem um fim – que é dor – complica a vida. Por outro lado, é um maravilhoso ladrão da nossa arrogância. Quem nos quiser amar agora terá de vir com calma, terá de vir com jeito. Somos um território mais difícil de invadir, porque levantamos muros, inseguros de nossas forças, disfarçamos a fragilidade com altas torres e ares imponentes. A maturidade me permite olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranquilidade, querer com mais doçura. Às vezes é preciso recolher-se. 
 (Lya Luft)   De acordo com o texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas: 
( ) Habitualmente, a dor é o fim do amor. 
( ) O amor faz com que defrontemos com medos aparentemente superados. 
( ) Às vezes é preciso recolher-se. 
A sequência está correta em:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1237251 Noções de Informática
São menus válidos do navegador de Internet Mozilla Firefox (versão 3.6.10), EXCETO:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1237011 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
No texto, não se provoca erro ou alteração de sentido ao se: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1236935 Psicologia
 O art. 20 do Código de Ética Profissional do Psicólogo determina, entre outras coisas, que o Psicólogo, ao promover publicamente seus serviços, por quaisquer meios, individual ou coletivamente deverá, EXCETO: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1233326 Química
Uma amostra de água natural da Fonte Vida Longa foi analisada quanto ao teor de cálcio. A amostra de 200,0mL foi misturada com excesso do íon oxalato para assegurar a precipitação completa do íon cálcio como CaC₂O₄ . O precipitado obtido foi filtrado, lavado e calcinado em um cadinho com uma massa de 25,000g quando vazio. A massa do cadinho mais óxido de cálcio foi de 25,112g. Acerca disso, pode-se afirmar que a concentração de cálcio (em %(m/v)) na amostra analisada foi de: (Dados: Ca – Coluna 2; 40,00 u; O – Coluna 16; 16,00 u; C – Coluna 14; 12,00 u)
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1225095 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
A expressão destacada está corretamente analisada em: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1225050 Psicologia
“... uma escola ativa não é uma escola de trabalho manual... A atividade de pesquisa mais autêntica pode ocorrer em esferas de reflexão, da mais avançada abstração, e de manipulações não verbais...” (Piaget, 1969, apud. Schliemann, A.D.; Santos, C. M.; e Costa, S. C.1992) 
A partir da citação de Piaget, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1225016 Psicologia
Cada homem vale pelo lugar onde está. O seu valor como produtor, consumidor, cidadão, depende de sua localização no território (...) A possibilidade de ser mais ou menos cidadão depende, em larga proporção, do ponto do território onde se está.”   (Milton Santos, apud: Véras, M.P.B., 2000, pag. 32) 
Esse componente espacial da pobreza indica importante tema a que se tem dedicado a Psicologia Social na contemporaneidade, sustentado pelas condições dos sistemas político e financeiro brasileiros. 
Trata-se do tema da:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1223961 Medicina
Nos casos de emergência hipertensiva NÃO se deve fazer uso de:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1223958 Medicina
Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas: 
( ) O dever do Estado não exclui o das pessoas, da família, das empresas e da sociedade.
( ) Os municípios poderão constituir consórcios para desenvolver em conjunto as ações e os serviços de saúde que lhes correspondam. 
( ) A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. 
A sequência está correta em: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1223422 Enfermagem
Sobre as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s), marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
Geralmente, se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas.
Algumas DST’s podem ser transmitidas da mãe infectada para o bebê durante a gravidez, o parto ou a amamentação.
São transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso consistente da camisinha, seja feminina, seja masculina.
Mulheres, em especial, devem ser bastante atenciosas, já que em diversos casos de DST’s, não é fácil distingui os sintomas das reações orgânicas comuns de seu organismo.
A sequência está correta em:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1223246 Relações Públicas
Toda organização necessita estabelecer certos princípios que são fundamentais para seu posicionamento interno e externo, ou seja, no mercado e perante seus públicos. Portanto, é primordial que toda organização possua missão, visão, políticas e valores previamente definidos. Sobre os temas sublinhados, só NÃO é correto afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1221125 Química
No tratamento de água usa-se adicionar cal (CaO) à água que tem dupla função. Analise: I. Uma reação para corrigir a acidez da água, formando Ca(OH)₂. II. O Ca(OH)₂ produzido irá reagir com o Al₂(SO₄)₃, para formar um precipitado gelatinoso e esbranquiçado, o Al(OH)₃. Prevendo o produto formado no item II, pode-se afirmar que é uma reação: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1214225 Saúde Pública
Analise as afirmativas: I. A ficha A é utilizada para o cadastramento das famílias. II. A ficha B é utilizada no acompanhamento de gestantes. III. A ficha D registra as atividades diárias do Agente Comunitário de Saúde. Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1212937 Legislação de Trânsito
São consideradas infrações gravíssimas, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1212513 Legislação de Trânsito
NÃO se pode estacionar o veículo: 
Alternativas
Respostas
241: D
242: A
243: D
244: B
245: D
246: E
247: A
248: D
249: E
250: E
251: C
252: A
253: B
254: B
255: B
256: E
257: B
258: C
259: D
260: E