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Q3721980 Pedagogia
Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o Estado deve garantir educação digital, com a garantia de conectividade de todas as instituições públicas à internet em alta velocidade, adequada para o uso pedagógico, com o desenvolvimento de competências voltadas ao letramento digital de jovens e adultos, criação de conteúdos digitais, comunicação e colaboração, segurança e resolução de problemas. Essa garantia aplica-se às instituições:
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Q3721978 Pedagogia
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, “as instituições de educação infantil devem criar procedimentos para acompanhamento do trabalho pedagógico e para avaliação do desenvolvimento das crianças, sem objetivo de seleção, promoção ou classificação”, garantindo:  
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Q3721977 Pedagogia
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de nove anos, “a educação de qualidade, como um direito fundamental, é, antes de tudo, relevante, pertinente e equitativa”. Entende-se EQUIDADE como: 
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Q3721974 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
Segundo o artigo 230 da Lei Orgânica do Município de Arraial do Cabo, com base na Emenda 09/2021, o Município aplicará, anualmente, uma determinada porcentagem da sua receita, resultante de impostos, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino. Essa porcentagem é de: 
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Q3721971 Português
Leia o texto a seguir, extraído da seção “O que a Folha pensa”:

PJ aquece mercado de trabalho, mas impõe desafios

Folha de São Paulo

    Os números do trabalho no Brasil passaram por mudanças relevantes desde a grande recessão de 2014-16, em parte influenciadas pela reforma da CLT aprovada em 2017.
    Termos como terceirização e pejotização entraram no centro dos debates político e econômico. Depois de uma década, o cenário demanda que se discutam regulação do trabalho, impostos e contribuições previdenciárias.
     Reportagem nesta Folha apresentou dados — oriundos de pesquisa de Nelson Marconi, da Escola de Administração de São Paulo da FGV — que revelam a redução da parcela dos ocupados em contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho.
     Ademais, pessoas empregadas por conta própria, segundo a terminologia do IBGE, e com CNPJ têm rendimentos superiores aos daqueles que trabalham nos mesmos setores como celetistas.
   Uma pista para explicar tal diferença é o fato de que entre os por conta própria formalizados há pessoas de maior qualificação. A redução do custo tributário e a flexibilidade levaram pessoas a optar por esse regime ou a serem para ele levadas por empresas que as empregavam.
    A parcela dos empregados em contratos da CLT era de 39,2% em 2012; chegou ao pico de 41% do total dos ocupados em 2014. A taxa dos que trabalhavam por conta própria flutuou pouco em torno de 22,5% de 2012 a 2014, indo a 24,1% no final de 2016. Atualmente, os celetistas são 38,1%, e os por conta própria, 25,2%.
    Note-se que, desde 2019, quase todo o crescimento dos primeiros se deu naquela categoria dos que têm registro de CNPJ, com rendimentos mais altos.
  Ainda que possa favorecer trabalhadores, a transformação não deixa de trazer questões problemáticas. Os regimes de tributação do Simples e do Microempreendedor Individual (MEI), que facilitam ou incentivam a pejotização — tornarse pessoa jurídica, ou PJ — com isenções fiscais, também provocam a redução da receita de impostos e contribuições previdenciárias.
    Por exemplo, em 2012, o gasto tributário com o Simples equivalia a 0,66% do Produto Interno Bruto; em 2025, a 0,98%.
    Tais impactos se somam ao envelhecimento da população como motivos de subfinanciamento da Previdência Social. No caso federal, a receita do INSS passou do patamar de 4,7% do PIB na virada do século para uma média de 5,6% entre 2009 e 2024, ora em 5,5%. Já a despesa cresceu de 5,7% do PIB para 8% do PIB hoje.
    A correta reforma de 2017 tornou a CLT menos rígida e obsoleta, facilitando a criação de vagas formais. A legislação trabalhista precisa continuar se adaptando às mudanças no mercado, que incluem ainda o emprego por aplicativos. Igualmente, as normas previdenciárias, alteradas em 2019, precisarão de aperfeiçoamento contínuo nos anos por vir.
    Recalibrar a tributação de salários e lucros e delimitar o alcance do Simples e do MEI são temas a serem tratados desde já.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/pjaquece-mercado-de-trabalho-mas-impoedesafios.shtml. Acesso em 12/08/2025 
Ainda que possa favorecer trabalhadores, a transformação não deixa de trazer questões problemáticas” (8º parágrafo). O conectivo em destaque poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por: 
Alternativas
Q3721967 Português
Leia o texto a seguir, extraído da seção “O que a Folha pensa”:

PJ aquece mercado de trabalho, mas impõe desafios

Folha de São Paulo

    Os números do trabalho no Brasil passaram por mudanças relevantes desde a grande recessão de 2014-16, em parte influenciadas pela reforma da CLT aprovada em 2017.
    Termos como terceirização e pejotização entraram no centro dos debates político e econômico. Depois de uma década, o cenário demanda que se discutam regulação do trabalho, impostos e contribuições previdenciárias.
     Reportagem nesta Folha apresentou dados — oriundos de pesquisa de Nelson Marconi, da Escola de Administração de São Paulo da FGV — que revelam a redução da parcela dos ocupados em contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho.
     Ademais, pessoas empregadas por conta própria, segundo a terminologia do IBGE, e com CNPJ têm rendimentos superiores aos daqueles que trabalham nos mesmos setores como celetistas.
   Uma pista para explicar tal diferença é o fato de que entre os por conta própria formalizados há pessoas de maior qualificação. A redução do custo tributário e a flexibilidade levaram pessoas a optar por esse regime ou a serem para ele levadas por empresas que as empregavam.
    A parcela dos empregados em contratos da CLT era de 39,2% em 2012; chegou ao pico de 41% do total dos ocupados em 2014. A taxa dos que trabalhavam por conta própria flutuou pouco em torno de 22,5% de 2012 a 2014, indo a 24,1% no final de 2016. Atualmente, os celetistas são 38,1%, e os por conta própria, 25,2%.
    Note-se que, desde 2019, quase todo o crescimento dos primeiros se deu naquela categoria dos que têm registro de CNPJ, com rendimentos mais altos.
  Ainda que possa favorecer trabalhadores, a transformação não deixa de trazer questões problemáticas. Os regimes de tributação do Simples e do Microempreendedor Individual (MEI), que facilitam ou incentivam a pejotização — tornarse pessoa jurídica, ou PJ — com isenções fiscais, também provocam a redução da receita de impostos e contribuições previdenciárias.
    Por exemplo, em 2012, o gasto tributário com o Simples equivalia a 0,66% do Produto Interno Bruto; em 2025, a 0,98%.
    Tais impactos se somam ao envelhecimento da população como motivos de subfinanciamento da Previdência Social. No caso federal, a receita do INSS passou do patamar de 4,7% do PIB na virada do século para uma média de 5,6% entre 2009 e 2024, ora em 5,5%. Já a despesa cresceu de 5,7% do PIB para 8% do PIB hoje.
    A correta reforma de 2017 tornou a CLT menos rígida e obsoleta, facilitando a criação de vagas formais. A legislação trabalhista precisa continuar se adaptando às mudanças no mercado, que incluem ainda o emprego por aplicativos. Igualmente, as normas previdenciárias, alteradas em 2019, precisarão de aperfeiçoamento contínuo nos anos por vir.
    Recalibrar a tributação de salários e lucros e delimitar o alcance do Simples e do MEI são temas a serem tratados desde já.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/pjaquece-mercado-de-trabalho-mas-impoedesafios.shtml. Acesso em 12/08/2025 
No título do texto (“PJ aquece mercado de trabalho, mas impõe desafios”), a vírgula foi empregada para:
Alternativas
Q3721965 Português
Leia o texto a seguir, extraído da seção “O que a Folha pensa”:

PJ aquece mercado de trabalho, mas impõe desafios

Folha de São Paulo

    Os números do trabalho no Brasil passaram por mudanças relevantes desde a grande recessão de 2014-16, em parte influenciadas pela reforma da CLT aprovada em 2017.
    Termos como terceirização e pejotização entraram no centro dos debates político e econômico. Depois de uma década, o cenário demanda que se discutam regulação do trabalho, impostos e contribuições previdenciárias.
     Reportagem nesta Folha apresentou dados — oriundos de pesquisa de Nelson Marconi, da Escola de Administração de São Paulo da FGV — que revelam a redução da parcela dos ocupados em contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho.
     Ademais, pessoas empregadas por conta própria, segundo a terminologia do IBGE, e com CNPJ têm rendimentos superiores aos daqueles que trabalham nos mesmos setores como celetistas.
   Uma pista para explicar tal diferença é o fato de que entre os por conta própria formalizados há pessoas de maior qualificação. A redução do custo tributário e a flexibilidade levaram pessoas a optar por esse regime ou a serem para ele levadas por empresas que as empregavam.
    A parcela dos empregados em contratos da CLT era de 39,2% em 2012; chegou ao pico de 41% do total dos ocupados em 2014. A taxa dos que trabalhavam por conta própria flutuou pouco em torno de 22,5% de 2012 a 2014, indo a 24,1% no final de 2016. Atualmente, os celetistas são 38,1%, e os por conta própria, 25,2%.
    Note-se que, desde 2019, quase todo o crescimento dos primeiros se deu naquela categoria dos que têm registro de CNPJ, com rendimentos mais altos.
  Ainda que possa favorecer trabalhadores, a transformação não deixa de trazer questões problemáticas. Os regimes de tributação do Simples e do Microempreendedor Individual (MEI), que facilitam ou incentivam a pejotização — tornarse pessoa jurídica, ou PJ — com isenções fiscais, também provocam a redução da receita de impostos e contribuições previdenciárias.
    Por exemplo, em 2012, o gasto tributário com o Simples equivalia a 0,66% do Produto Interno Bruto; em 2025, a 0,98%.
    Tais impactos se somam ao envelhecimento da população como motivos de subfinanciamento da Previdência Social. No caso federal, a receita do INSS passou do patamar de 4,7% do PIB na virada do século para uma média de 5,6% entre 2009 e 2024, ora em 5,5%. Já a despesa cresceu de 5,7% do PIB para 8% do PIB hoje.
    A correta reforma de 2017 tornou a CLT menos rígida e obsoleta, facilitando a criação de vagas formais. A legislação trabalhista precisa continuar se adaptando às mudanças no mercado, que incluem ainda o emprego por aplicativos. Igualmente, as normas previdenciárias, alteradas em 2019, precisarão de aperfeiçoamento contínuo nos anos por vir.
    Recalibrar a tributação de salários e lucros e delimitar o alcance do Simples e do MEI são temas a serem tratados desde já.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/pjaquece-mercado-de-trabalho-mas-impoedesafios.shtml. Acesso em 12/08/2025 
O dado sobre o crescimento do gasto tributário com o Simples (de 0,66% do PIB em 2012 para 0,98% em 2025), no 10º parágrafo, é utilizado no texto para:
Alternativas
Q3721962 Biologia
“O RJ1 denunciou a quantidade de lixo e plástico que cobre parte de um manguezal na área de proteção ambiental de Guapimirim. São milhares de garrafas e outros objetos, como bancos de ônibus e televisões em uma área que deveria ser filtro ambiental. São camadas de lixo em cima de um solo que é berçário de vida. Mudas de vegetação e animais tentam se reproduzir ainda nessas áreas, mas a poluição tem dificultado cada vez mais.”

Fonte: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2025/08/15/catadores-de-caranguejos-na-baia-de-guanabararecolhem-lixo-para-sobreviver.ghtml Acesso em: 18/08/2025

Sobre o processo de eutrofização de um ecossistema aquático, a alternativa que apresenta uma informação incorreta é a seguinte:  
Alternativas
Q3721961 Medicina
“O HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) é um vírus que ataca o sistema imunológico, responsável por proteger o corpo contra doenças. Quando o vírus não é tratado, ele pode evoluir para a AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), que representa o estágio mais avançado da infecção pelo HIV.
Neste estágio, o sistema imunológico fica extremamente enfraquecido, deixando o organismo mais suscetível a infecções oportunistas e determinados tipos de câncer. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. O vírus é capaz de alterar o DNA dessa célula e fazer cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.”

Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aids-hiv Acesso em: 15/08/2025

Das alternativas abaixo, aquela que apresenta doenças consideradas infecções sexualmente transmissíveis causadas por vírus é a seguinte:
Alternativas
Q3721960 Biologia
“Outro aspecto do Projeto Costão Rochoso é a capacitação, em que os pesquisadores trabalham buscando informar a comunidade de Arraial do Cabo sobre a pesquisa e as formas de preservar o ambiente marinho da região. ‘Trabalhamos muito com a prefeitura da cidade em termos de capacitação e educação. Fazemos a capacitação de professores, pescadores, guardas-ambientais e, agora, estamos com uma tentativa de realizar a capacitação dos turistas com a cartilha que produzimos’, comenta Juliana. Com os professores da cidade, houve um curso de capacitação para mostrar o material produzido pelo projeto e como usá-lo; já com os pescadores, a capacitação foi em primeiros socorros das tartarugas marinhas, principalmente quando acabam presas nas redes de pesca. ‘Também fazemos a capacitação de jovens líderes contra as mudanças climáticas, principalmente meninas; de mergulhadores, para atuarem como monitores de espécies exóticas, como o peixe-leão, e para o turismo de base comunitária’, continua.”

Fonte: https://www.uff.br/26-07-2023/arraial-do-cabo-um-ecossistema-sensivel-que-precisa-ser-preservado/ Acesso em: 15/08/2025

Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), o peixe-leão é descrito como uma das espécies que causa maior dano à fauna marinha local durante seu processo de invasão. Com base no texto e nos seus conhecimentos sobre os ecossistemas marinhos, é incorreto afirmar que a introdução de espécies exóticas nesses ambientes pode resultar em: 
Alternativas
Q3721959 Química
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A respeito dos íons acima, podemos afirmar que:  
Alternativas
Q3721958 Química
O que causa a chuva ácida?

“Segundo a agência americana, a chuva ácida ocorre quando dióxido de enxofre (SO2) e óxidos de nitrogênio (NOX) são emitidos para a atmosfera e transportados por correntes de vento e ar.
‘O SO2 e o NOX reagem com água, oxigênio e outros produtos químicos para formar ácidos sulfúrico e nítrico. Estes, então, se misturam com água e outros materiais antes de cair no chão’, explica a organização. Enquanto uma pequena porção desses componentes que causam a chuva ácida vem de fontes naturais, como dos vulcões, por exemplo, a EPA adverte que a maior parte nasce da queima de combustíveis fósseis, como carvão e petróleo.”

Fonte: O que é chuva ácida e o que ela faz? | National Geographic Acesso em: 15/08/2025

As fórmulas dos oxiácidos citados no texto – ácido sulfúrico e ácido nítrico – são, respectivamente:  
Alternativas
Q3721957 Biologia
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Fonte: https://pixnio.com/pt/animais/inseto/borboletas-tracas/metamorfos/e-invertebrado-borboleta-inseto-macroanimais-natureza-vida-selvagem Acesso em: 18/08/2025

Assim como as borboletas, também apresentam metamorfose completa: 
Alternativas
Q3721956 Química
“Na atmosfera e nos seres vivos, a quantidade de carbono 14 é constante, mas a partir de quando um ser vivo morre, o ¹⁴C passa a decair por processos radioativos, se tornando gradativamente menor. Utilizando equipamentos que são capazes de analisar os isótopos de carbono no objeto, é possível estimar a data de morte deste, visto que a quantidade de 14C no tecido orgânico passará para a metade em 5730 anos. É uma técnica muito utilizada na arqueologia para determinação da idade de fósseis ou objetos encontrados em escavações. Apesar disso, ela é confiável somente para objetos que tenham no máximo 50 mil anos, já que, a partir de 10 meias-vidas dos elementos, a datação passa a ter muito ruído e não é mais confiável.”

Fonte: https://www.todoestudo.com.br/quimica/carbono-14 Acesso em: 15/08/2025

O carbono 6C apresenta diferentes isótopos na natureza, dentre eles, o carbono 12, o carbono 13 e o carbono 14. Com base nessas informações, é correto afirmar que:  
Alternativas
Q3721955 Biologia
Emergência climática

“Com o aumento da temperatura global em 1,09 °C até 2020, em comparação ao período pré-industrial, preconiza-se a neutralidade de emissões de dióxido de carbono e a forte redução em outros gases de efeito estufa (GEEs), com o objetivo de limitar os efeitos da mudança do clima. O esforço para limitar o aquecimento global induzido pelo homem em linha com o Acordo de Paris exige reduzir emissões cumulativas de dióxido de carbono, atingindo pelo menos a neutralidade, juntamente com fortes reduções em outras emissões de gases com efeito de estufa, em particular o metano, até a metade do século.”

Fonte: Trecho do texto do Plano Diretor da Embrapa 2024 230 - PDE - Portal Embrapa Acesso em: 15/08/2025

A respeito do efeito estufa e do aquecimento global, é correta a seguinte afirmativa: 
Alternativas
Q3721954 Biologia
“Os hormônios vegetais controlam o crescimento e o desenvolvimento das plantas. As auxinas atuam no alongamento celular, dominância apical e crescimento radicular. As giberelinas estimulam o desenvolvimento dos frutos e, com citocininas, a germinação. As citocininas promovem a divisão celular e o crescimento de gemas laterais, em oposição às auxinas. O ácido abscísico inibe o crescimento em condições adversas, enquanto o etileno acelera o amadurecimento dos frutos e a queda das folhas.”

Fonte: Folha de S.Paulo - Resumão - Biologia: Diferencie os hormônios vegetais - 20/11/97 Acesso em: 18/08/2025

Dos hormônios vegetais, apenas um ocorre na forma gasosa. O nome desse hormônio e sua forma de transporte estão corretamente apresentados na seguinte alternativa:
Alternativas
Q3721953 Geologia
“As rochas sedimentares biogênicas ou biológicas são formadas pela ação de animais marinhos que utilizam íons de cálcio e dióxido de carbono dissolvidos na água do mar para construir conchas de carbonato de cálcio. Quando esses organismos morrem seus restos se acumulam no fundo dos mares e oceanos, consolidam e formam calcários. A maioria desses calcários se forma pela ação de micro-organismos, como algas e cianobactérias, formando estruturas como os estromatólitos, bioestruturas colunares. Por isso, pode-se dizer que os calcários não se depositam e nem se precipitam, mas sim ‘crescem’. O acúmulo de fragmentos de conchas, carapaças ou corais também pode formar rochas sedimentares carbonáticas, respectivamente, coquina, carapaças de vermetídeo e calcário recifal.”

Fonte: https://didatico.igc.usp.br/rochas/sedimentares/ Acesso em: 10/08/2025

A respeito do carbonato de cálcio, não se pode afirmar que:
Alternativas
Q3721952 Química
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Descrição: copo com água e gelo, copo com água e groselha, e copo com água e óleo.

Com base na imagem e em seus conhecimentos sobre substâncias puras e misturas, é verdadeira a seguinte afirmativa: 
Alternativas
Q3721951 Ciências
Considera-se que o primeiro modelo atômico científico foi proposto por John Dalton. Segundo esse modelo, o átomo era considerado maciço, esférico e indivisível. Além disso, Dalton propôs, entre outras hipóteses, que: 
Alternativas
Q3721950 Biologia
“Deve-se também à sua iniciativa a intensificação da monocultura do pinheiro-bravo (Pinhal de Leiria), em princípio, com a finalidade de criar uma barreira vegetal que protegesse as terras agrícolas do avanço das areias costeiras e, também, como reserva florestal para o fornecimento de madeira destinada à construção naval e à exportação.”

Fonte: Introdução à história marítima brasileira. — Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2006.

Com base nessas informações, é incorreta a seguinte afirmativa:  
Alternativas
Respostas
821: C
822: C
823: C
824: D
825: A
826: D
827: C
828: D
829: A
830: A
831: C
832: B
833: A
834: B
835: A
836: B
837: C
838: C
839: B
840: D