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Q967080 Direito Constitucional
Com base no Art. 5º da Constituição Federal de 1988, responda á questão.
São gratuitos para os reconhecidamente pobres, na forma da lei:
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Q967079 Direito Constitucional
Com base no Art. 5º da Constituição Federal de 1988, responda á questão.
De acordo com o Art. 5º- XLVI, da Constituição Federal, haverá pena de, EXCETO:
Alternativas
Q967078 Direito Constitucional
Com base no Art. 5º da Constituição Federal de 1988, responda á questão.
A prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de:
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Q967077 Direito Constitucional
Com base no Art. 5º da Constituição Federal de 1988, responda á questão.
A casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de, EXCETO:
Alternativas
Q967076 Direito Constitucional
Com base no Art. 5º da Constituição Federal de 1988, responda á questão.
Marque a alternativa INCORRETA:
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Q967075 Português
ERRO no uso da pontuação, segundo os padrões da língua culta, em:
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Q967074 Português
A oração sublinhada está corretamente classificada, EXCETO, em:
Alternativas
Q967073 Português
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à ortografia das palavras em destaque, tendo em vista o contexto das sentenças apresentadas:
Alternativas
Q967072 Português
O verbo entre parênteses deverá flexionar-se no plural para preencher corretamente a lacuna da frase:
Alternativas
Q967071 Português
Em que construção o acento indicativo da crase está INCORRETO?
Alternativas
Q967070 Português

                                      Balada sem fim


      Há quatro anos, as raves (pronuncia-se reives) eram uma diversão noturna para lá de suspeita. Os freqüentadores vestiam roupas esquisitas, pintavam os cabelos de verde, curtiam uma música que lembrava uma sinfonia de bate-estacas e dançavam 12 horas sem parar. Neste mês, quem torcia o nariz para essa tribo deve reconsiderar. A moda, que nasceu na Inglaterra no final da década de 80, globalizou-se. A prova? Uma megarrave em Zurique, na Suíça (uma das cidades mais caretas da Europa), e outra em plena floresta amazônica, reuniram mais de 1 milhão de jovens de várias partes do mundo.

      O Brasil entrou no circuito das raves realizadas em locais inusitados com o Ecosystem 1.0, em Manaus. No local, cercado pela mata amazônica, passaram 45 mil pessoas em 4 dias de festa, com apoio do Greenpeace. Até o apresentador de TV Gugu Liberato esteve lá para conferir a diversão. Pena que a versão amazonense ameaça virar escândalo, com a acusação de que o governo estadual gastou R$3,6 milhões com a festa, sem licitação.

      A proposta de dançar até o sol nascer espalhou-se como gripe. A voracidade com que os jovens correm atrás dessas maratonas musicais criou um calendário de festas pelo mundo. A Street Parade, a rave de Zurique, reuniu 2 mil pessoas na primeira edição, no início dos anos 90. A última balada teve patrocínio da Coca-Cola e da Siemens, e deu um lucro de 90 milhões de dólares.

                                                                  Revista Tudo – (texto adaptado)

O texto diz que as “raves” globalizaram-se, o que só NÃO é comprovado por:
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Q967069 Português

                                      Balada sem fim


      Há quatro anos, as raves (pronuncia-se reives) eram uma diversão noturna para lá de suspeita. Os freqüentadores vestiam roupas esquisitas, pintavam os cabelos de verde, curtiam uma música que lembrava uma sinfonia de bate-estacas e dançavam 12 horas sem parar. Neste mês, quem torcia o nariz para essa tribo deve reconsiderar. A moda, que nasceu na Inglaterra no final da década de 80, globalizou-se. A prova? Uma megarrave em Zurique, na Suíça (uma das cidades mais caretas da Europa), e outra em plena floresta amazônica, reuniram mais de 1 milhão de jovens de várias partes do mundo.

      O Brasil entrou no circuito das raves realizadas em locais inusitados com o Ecosystem 1.0, em Manaus. No local, cercado pela mata amazônica, passaram 45 mil pessoas em 4 dias de festa, com apoio do Greenpeace. Até o apresentador de TV Gugu Liberato esteve lá para conferir a diversão. Pena que a versão amazonense ameaça virar escândalo, com a acusação de que o governo estadual gastou R$3,6 milhões com a festa, sem licitação.

      A proposta de dançar até o sol nascer espalhou-se como gripe. A voracidade com que os jovens correm atrás dessas maratonas musicais criou um calendário de festas pelo mundo. A Street Parade, a rave de Zurique, reuniu 2 mil pessoas na primeira edição, no início dos anos 90. A última balada teve patrocínio da Coca-Cola e da Siemens, e deu um lucro de 90 milhões de dólares.

                                                                  Revista Tudo – (texto adaptado)

No 3º parágrafo, o texto chama a “rave” de “maratona musical”, por sua:
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Q967068 Português

                                      Balada sem fim


      Há quatro anos, as raves (pronuncia-se reives) eram uma diversão noturna para lá de suspeita. Os freqüentadores vestiam roupas esquisitas, pintavam os cabelos de verde, curtiam uma música que lembrava uma sinfonia de bate-estacas e dançavam 12 horas sem parar. Neste mês, quem torcia o nariz para essa tribo deve reconsiderar. A moda, que nasceu na Inglaterra no final da década de 80, globalizou-se. A prova? Uma megarrave em Zurique, na Suíça (uma das cidades mais caretas da Europa), e outra em plena floresta amazônica, reuniram mais de 1 milhão de jovens de várias partes do mundo.

      O Brasil entrou no circuito das raves realizadas em locais inusitados com o Ecosystem 1.0, em Manaus. No local, cercado pela mata amazônica, passaram 45 mil pessoas em 4 dias de festa, com apoio do Greenpeace. Até o apresentador de TV Gugu Liberato esteve lá para conferir a diversão. Pena que a versão amazonense ameaça virar escândalo, com a acusação de que o governo estadual gastou R$3,6 milhões com a festa, sem licitação.

      A proposta de dançar até o sol nascer espalhou-se como gripe. A voracidade com que os jovens correm atrás dessas maratonas musicais criou um calendário de festas pelo mundo. A Street Parade, a rave de Zurique, reuniu 2 mil pessoas na primeira edição, no início dos anos 90. A última balada teve patrocínio da Coca-Cola e da Siemens, e deu um lucro de 90 milhões de dólares.

                                                                  Revista Tudo – (texto adaptado)

A palavra “inusitados”, no início do 2° parágrafo, significa:
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Q967067 Português

                                      Balada sem fim


      Há quatro anos, as raves (pronuncia-se reives) eram uma diversão noturna para lá de suspeita. Os freqüentadores vestiam roupas esquisitas, pintavam os cabelos de verde, curtiam uma música que lembrava uma sinfonia de bate-estacas e dançavam 12 horas sem parar. Neste mês, quem torcia o nariz para essa tribo deve reconsiderar. A moda, que nasceu na Inglaterra no final da década de 80, globalizou-se. A prova? Uma megarrave em Zurique, na Suíça (uma das cidades mais caretas da Europa), e outra em plena floresta amazônica, reuniram mais de 1 milhão de jovens de várias partes do mundo.

      O Brasil entrou no circuito das raves realizadas em locais inusitados com o Ecosystem 1.0, em Manaus. No local, cercado pela mata amazônica, passaram 45 mil pessoas em 4 dias de festa, com apoio do Greenpeace. Até o apresentador de TV Gugu Liberato esteve lá para conferir a diversão. Pena que a versão amazonense ameaça virar escândalo, com a acusação de que o governo estadual gastou R$3,6 milhões com a festa, sem licitação.

      A proposta de dançar até o sol nascer espalhou-se como gripe. A voracidade com que os jovens correm atrás dessas maratonas musicais criou um calendário de festas pelo mundo. A Street Parade, a rave de Zurique, reuniu 2 mil pessoas na primeira edição, no início dos anos 90. A última balada teve patrocínio da Coca-Cola e da Siemens, e deu um lucro de 90 milhões de dólares.

                                                                  Revista Tudo – (texto adaptado)

Originalmente, uma “rave” era uma diversão:
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Q967066 Português

                                      Balada sem fim


      Há quatro anos, as raves (pronuncia-se reives) eram uma diversão noturna para lá de suspeita. Os freqüentadores vestiam roupas esquisitas, pintavam os cabelos de verde, curtiam uma música que lembrava uma sinfonia de bate-estacas e dançavam 12 horas sem parar. Neste mês, quem torcia o nariz para essa tribo deve reconsiderar. A moda, que nasceu na Inglaterra no final da década de 80, globalizou-se. A prova? Uma megarrave em Zurique, na Suíça (uma das cidades mais caretas da Europa), e outra em plena floresta amazônica, reuniram mais de 1 milhão de jovens de várias partes do mundo.

      O Brasil entrou no circuito das raves realizadas em locais inusitados com o Ecosystem 1.0, em Manaus. No local, cercado pela mata amazônica, passaram 45 mil pessoas em 4 dias de festa, com apoio do Greenpeace. Até o apresentador de TV Gugu Liberato esteve lá para conferir a diversão. Pena que a versão amazonense ameaça virar escândalo, com a acusação de que o governo estadual gastou R$3,6 milhões com a festa, sem licitação.

      A proposta de dançar até o sol nascer espalhou-se como gripe. A voracidade com que os jovens correm atrás dessas maratonas musicais criou um calendário de festas pelo mundo. A Street Parade, a rave de Zurique, reuniu 2 mil pessoas na primeira edição, no início dos anos 90. A última balada teve patrocínio da Coca-Cola e da Siemens, e deu um lucro de 90 milhões de dólares.

                                                                  Revista Tudo – (texto adaptado)

Uma “rave” é uma espécie de evento:
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Q2767825 Enfermagem

Doença do trato respiratório superior caracterizada por dor na garganta, febre e uma membrana aderente na amídala da faringe e/ou nariz, altamente contagiosa, espalhada por contato físico direto ou ao respirar secreções de pessoas infectadas tendo como principais sintomas náusea, vômito, calafrio e febre alta fadiga, garganta dolorida e dificuldade para engolir, estamos falando de:

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Q2767823 Patologia

Doença causada por bactéria:

Alternativas
Q2767812 Enfermagem

O parto normal ou natural é aquele que o médico simplesmente acompanha o parto sem intervenções como anestesias, episiotomia e indução. Sobre esse assunto marque a alternativa correta:

Alternativas
Q2767798 Biologia

A AIDS é a sigla em inglês da síndrome da imunodeficiência adquirida. É causada pelo HIV, vírus que ataca as células de defesa do nosso corpo. Com o sistema imunológico comprometido, o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças, um simples resfriado ou infecções mais graves como tuberculose e câncer. Sobre a AIDS marque a alternativa INCORRETA:

Alternativas
Q2767797 Biologia

Doença causada por infecção pelos protozoários, os quais se espalham através da picada de mosquitos flebotomíneos, também conhecidos como mosquito palha ou birigui. As manifestações mais comuns são a cutânea, que causa feridas na pele, e visceral, que afeta alguns órgãos internos como fígado, medula óssea e baço. Esta patologia é a:

Alternativas
Respostas
321: A
322: A
323: C
324: D
325: C
326: D
327: A
328: D
329: A
330: C
331: X
332: B
333: C
334: B
335: D
336: C
337: A
338: A
339: D
340: D