Foram encontradas 607 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
I - Histórico de Enfermagem.
II - Diagnósticos de Enfermagem.
III - Diagnósticos diferenciais de Enfermagem.
IV - Planejamento de Enfermagem.
V - Avaliação de Enfermagem.
VI - Tempo assistencial versus carga horária do profissional de Enfermagem.
I - O agente mais frequente identificado nestas afecções é o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que apresenta distribuição mundial e circula, principalmente, nos meses de inverno.
II - Em adultos, o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) se manifesta como uma gripe comum, mas nas crianças o vírus atinge as vias aéreas inferiores causando bronquiolite (sua mais clássica apresentação), pneumonia e broncopneumonia.
III - O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) penetra no corpo humano através das membranas dos olhos, do nariz e da boca, atingindo a mucosa respiratória.
IV - Após o período de incubação, de 3 a 5 dias, surgem os sintomas.
V - O vírus sobrevive bem nos fômites; os profissionais da saúde possuem numerosas oportunidades de se contaminar durante sua rotina diária, e se eles não higienizarem suas mãos, o vírus pode ser transmitido pelo contato indireto a outras crianças.
VI - A infecção do trato respiratório inferior é caraterizada por dispneia, tiragem intercostal e subdiafragmática, dificuldade em sugar e cianose em casos graves.
I - A Doença ou Síndrome Mão-Pé-Boca (MPB) é uma enfermidade de alta contagiosidade, de transmissão fecal-oral e respiratória, causada pela enterobactéria Coxsackie.
II - Embora possa acometer também adultos, é mais frequente em crianças, especialmente entre as menores de cinco anos de idade. A doença é, na grande maioria dos acometidos, benigna e autolimitada, com duração de aproximadamente uma semana. Entretanto, recentemente foram relatados surtos com erupções extensas e graves com evolução desfavorável, incluindo óbitos.
III - A transmissão das infecções ocorre de pessoa a pessoa, direta ou indiretamente. Indivíduos infectados podem transmitir através das fezes e/ou por secreções respiratórias, desde alguns dias antes do início dos sintomas, continuando a sua excreção nas fezes por semanas depois da infecção primária. A duração da excreção respiratória geralmente é menor, limitada a 1-3 semanas. Considera-se a primeira semana após o início dos sintomas como o período de maior transmissibilidade. O período de incubação costuma ser de 30 a 60 dias na maioria dos casos.
IV - A complicação mais frequente é a desidratação, devido principalmente à dificuldade de ingesta de líquido pelas lesões aftosas na cavidade oral que algumas vezes resultam em dificuldade de engolir a própria saliva.
V - As manifestações clínicas são caracterizadas pela presença de febre, dor de garganta e recusa alimentar, associadas à presença de lesões vesiculares que aparecem na mucosa bucal e na língua, e erupção pápulo-vesicular localizada nas mãos e pés (incluindo palmas e plantas) e menos frequentemente nos cotovelos, tornozelos, glúteos e região genital. As vesículas são ovaladas com formato de “grão de arroz” e as lesões ulceradas na cavidade oral podem não estar presentes em todos os casos.
VI - A apresentação clínica grave é mais frequente em pacientes menores de cinco anos, e a maioria dos casos registrados da doença estão nesta faixa etária também. Inicialmente ocorre a patologia habitual e na evolução os pacientes podem apresentar mioclonia, tremores, ataxia e paralisia de nervos cranianos; pode haver falência cardiorrespiratória, que frequentemente apresenta evolução fatal, e ainda incidência aumentada de alterações neurológicas, necessitando de suporte em unidades de terapia intensiva.