Questões de Concurso
Para prefeitura de bandeirantes - pr
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( ) Pena - detenção, de três meses a três anos, e multa.
( ) Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
( ) A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.
1. Resolução Anvisa Rdc Nº 12/2001. 2. Resolução Anvisa Rdc Nº 216/2004. 3. Resolução Anvisa Rdc Nº 275/2001. 4. Resolução Anvisa Rdc Nº 222/2018.
( ) Referente ao regulamento técnico de procedimentos operacionais padronizados e a lista de verificação de boas práticas de fabricação em estabelecimentos produtores/industrializadores de alimentos.
( ) Referente ao regulamento técnico sobre padrões microbiológicos de alimentos.
( ) Referente à regulamentação de boas práticas de gerenciamento de resíduos de serviço de saúde.
( ) Referente ao regulamento técnico de boas práticas para serviços de alimentação.
I. Obras de saneamento básico (drenagem de águas paradas suspeitas de contaminação, rede de coleta e abastecimento de água, construção e manutenção de galerias de esgoto e águas pluviais, coleta e tratamento de lixo e esgotos, desassoreamento, limpeza e canalização de córregos), melhorias nas habitações humanas e o controle de roedores.
II. Controle de roedores - acondicionamento e destino adequado do lixo, armazenamento apropriado de alimentos, desinfecção e vedação de caixas d´água, vedação de frestas e aberturas em portas e paredes etc.
III. Pessoas que trabalham na limpeza de lama, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha (ou sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).
IV. A água sanitária (hipoclorito de sódio a 2,5%) mata as leptospiras e deve ser utilizada para desinfetar reservatórios de água.
I. Transporte de pessoas ou animais doentes.
II. Contato com animais de estimação, de zoológico e de circo.
III. Industrialização e segurança de alimentos.
IV. Aquisição de novos fatores de virulência.
V. Produção animal e alteração das práticas de manejo.
( ) O corno uterino tem como funções o desenvolvimento e a liberação de oócitos e a síntese de hormônios como o estrógeno e a progesterona, que influenciam no comportamento animal e outros órgãos para a manutenção da gestação.
( ) A cérvix por sua vez, realiza o transporte e o depósito de espermatozóides, além de coletar e transportar o oócito e fornecer um local para ocorrer a fertilização.
( ) No útero, há um ambiente estéril e inerte para o desenvolvimento do concepto, ocorrendo a troca de nutrientes, fatores tróficos, componentes imunológicos como as imunoglobulinas e metabólitos.
( ) A tuba uterina atua como barreira, evitando a entrada de micro-organismos e produtos exógenos, dilatando-se no momento do parto.
( ) A vulva e a vagina permitem a passagem do sêmen para sua deposição, além de proteger os espermatozoides contra a dessecação e contaminação excessiva com micro-organismos. A vagina tem como função reduzir a contaminação da cérvix, principalmente durante a gestação, assim como servir como porta para o feto no momento do parto.
( ) Estão intimamente apostos sobre a superfície testicular e podem ser divididos em 3 partes: cabeça, corpo e cauda.
( ) Forma-se no seu interior um ducto muito longo e espiralado chamado de ducto deferente.
( ) É o local em que ocorre o transporte, maturação e o armazenamento dos espermatozoides.
De acordo com o testículo e epidídimo do gato, assinale a alternativa correta de acordo a imagem.

I. Os ureteres têm a função conduzir a urina dos rins até a bexiga e isso ocorre através de movimentos peristálticos.
II. Os ureteres chegam aos rins através do hilo, onde se conectam à pelve renal ou estrutura equivalente, de acordo com a espécie animal.
III. Os ureteres são estruturas retroperitoneais. Eles se projetam caudomedialmente ao longo dos músculos sublombares, em direção à bexiga, quando deixam a posição sublombar e ganham acesso à superfície dorsolateral da bexiga através das duas camadas de peritônio, que formam os ligamentos laterais da bexiga.
IV. Quando os ureteres se inserem na musculatura vesical, eles ficam revestidos pela válvula vesicoureteral, onde se inserem feixes dos músculos detrusores, o que evita o retorno da urina da bexiga para o ureter e pelve renal quando a pressão intravesical aumenta. Esta é a principal forma pelo qual o ureter é ligado à bexiga.
A salmonelose é uma doença causada pela bactéria Salmonella spp., pertencente à família _________. Essas bactérias são ________ adaptadas para a contaminação e a colonização do ________ tanto dos humanos quanto dos animais, sendo responsáveis por quadros de ________.
( ) O agente etiológico desta doença é uma bactéria gram-negativa, denominada Listeria monocytogenes. Esta bactéria é encontrada no mundo todo nos solos, plantas, silagens, outros alimentos, água, instalações (paredes e pisos) e fezes.
( ) A espécie mais afetada pela listeriose são os ovinos, seguindo-se de caprinos e bovinos que são infectados a partir da ingestão de alimentos contaminados. Quando há o fornecimento de silagem inadequadamente processada aos ruminantes, há um maior risco de manifestação desta bactéria, pois esta se desenvolve quando há fermentação parcial.
( ) Existem outras fontes de infecção além da via oral, como a mucosa nasal, ocular e genital, não existindo nenhuma outra fonte a mais.
( ) O tratamento é feito através da administração de antibióticos de amplo espectro, como por exemplo, as tetraciclinas e penicilinas. É importante a hidratação do animal através do fornecimento de água e soro; manter os animais em tratamento isolados e em lugares frescos, evitando estressá-los.
1. Azaleia. 2. Espada-de-São-Jorge. 3. Mamona. 4. Comigo-ninguém-pode.
( ) Cientificamente denominada Sansevieria trifasciata, é uma planta bastante popular por sua resistência e facilidade de cultivo. Contém em sua estrutura as substâncias saponinas, princípios potencialmente tóxicos para caninos e felinos. Uma das consequências relacionadas ao contato com as saponinas é o desencadeamento de dermatites, além dos sinais clínicos clássicos de intoxicação por ingestão.
( ) Nome científico é Ricinus communis, é mais uma planta tóxica para animais de companhia (cães e gatos). Apresenta um componente altamente nocivo denominado ricina em todas as partes de sua estrutura (inclusive nas sementes), responsável por ocasionar a inibição da síntese proteica. A ingestão de uma pequena quantidade de sua semente (somente 30 gramas) já pode ser letal.
( ) Rhododendron spp é considerada uma planta tóxica para cães e gatos. As toxinas encontradas nas folhas, flores e até mesmo na água que acumula no prato do vaso chamam-se grayantoxinas. Intoxicações mais severas causadas pela ingestão dessa toxina podem levar ao aparecimento de dispneia (dificuldade respiratória) e ao acometimento do sistema cardiovascular (insuficiência cardíaca).
( ) Cientificamente denominada Dieffenbachia picta, também é uma planta ornamental tóxica para cães e gatos. Essa espécie contém cristais de oxalato de cálcio que são liberados quando a planta é mastigada ou ingerida. Além dos sinais clínicos de intoxicação por ingestão, pode causar eritema e edema dos lábios, língua, palato e faringe, incluindo também irritação intensa da conjuntiva ocular, resultando em congestão, fotofobia e lacrimejamento.
I. Airway (vias aéreas): é preciso ter certeza que não há obstruções na passagem de ar, pois inúmeros toxicantes causam acúmulo de fluido ou secreções que podem ocluir vias aéreas e, consequentemente, provocar hipóxia e morte. É importante inspecionar a laringe procurando sinal de inchaço ou inflamação.
II. Breath (respiração): avaliar a respiração, sua frequência e qualidade. Observar, auscultar e examinar as mucosas auxilia no exame clinico da respiração. Caso haja qualquer tipo de dificuldade, é imprescindível que oxigênio seja fornecido.
III. Circulation (circulação): muitos pacientes intoxicados ou envenenados apresentam colapso cardiovascular, o que tende a comprometer as funções vitais do organismo. Por isso é importante avaliar batimentos cardíacos, ritmo e pulso.
IV. Disability (deambulação): avaliar a capacidade neurológica como um todo (alerta, torpor, delírio ou coma).
( ) Vírus animais vêm em diferentes tipos e eles entram, comandam e saem das células de diferentes maneiras. O sistema de Baltimore agrupa os vírus de acordo com seu tipo de material genético e como ele é usado para fazer RNA mensageiro (RNAm), parte intermediária essencial na produção de proteínas virais e na montagem de novos vírus.
( ) O grupo de Baltimore do vírus depende de: a molécula que ele usa como material genético (DNA ou RNA); se o material genético é de fita simples ou dupla; os mecanismos que o vírus usa para fazer mRNA.
( ) O sistema de Baltimore divide vírus em cinco grupos, sendo eles: Grupo I: Vírus DNA dupla fita (dsDNA); Grupo II: Vírus DNA fita simples (ssDNA); Grupo III: Vírus RNA dupla fita (dsRNA); Grupo IV: Vírus RNA fita simples senso positivo ((+)ssRNA); Grupo V: Vírus RNA fita simples senso negativo ((-)ssRNA).
I. Vírus animais, como qualquer outro, dependem das células hospedeiras para completar seu ciclo de vida. Para se reproduzir, um vírus deve infectar uma célula hospedeira e reprogramá-la para fazer mais partículas virais.
II. O primeiro passo chave para a infecção é o reconhecimento: um vírus animal tem moléculas de superfície especiais que permitem que ele se ligue a receptores na membrana celular do hospedeiro. Uma vez ligado à célula hospedeira, vírus animais podem entrar por variadas maneiras: por endocitose, quando a membrana se dobra para dentro; fazendo canais na membrana hospedeira (por meio dos quais DNA ou RNA pode ser injetado); ou, para vírus envelopados, fundindo-se com a membrana e liberando o capsídeo no interior da célula.
III. O vírus usa os recursos da célula hospedeira para fazer novas proteínas virais e material genético, partículas virais assimilam-se e preparam-se para deixar a célula.
IV. Vírus animais não envelopados podem irromper da membrana celular ao passo que se formam, levando uma parte da membrana plasmática ou de membranas internas no processo. Contrariamente, partículas virais envelopadas, como rhinovírus, tipicamente se acumulam nas células infectadas até que a célula se rompa ou morra e as partículas sejam liberadas.
( ) Vírus animais são pequenos pacotes de proteínas e ácidos nucleicos. Eles tem um envoltório de proteína, ou capsídeo, e material genético feito de DNA ou RNA que está comprimido em seu exterior. Eles podem ainda apresentar um envelope—uma esfera de membrana lipídica.
( ) As proteínas se juntam para formar unidades denominadas capsômeros, que juntas formam o capsídeo. As proteínas do capsídeo são sempre codificadas pelo genoma do vírus, ou seja, é a célula hospedeira que fornece as instruções para a sua produção.
( ) A função principal dos capsídeos é proteger o material genético, que normalmente é de apenas um único tipo, sempre o DNA.
( ) Genomas de vírus animais ocorrem tanto como RNA quanto como DNA, que pode, por sua vez, ser de fita simples ou dupla.