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Q2540494 Português
O texto abaixo é um excerto de uma reportagem publicada em um periódico semanal. Leia-o, de forma a responder à questão. 

Estudo encerra polarização: bem-estar pressupõe cuidar do corpo e da alma

    Foi sempre uma coisa ou outra, sem concessões — a alma ou o corpo. Durante muito mais tempo do que se deveria, a relevância para o ser humano de se movimentar um pouquinho que seja foi relegada ao fundo das prioridades. O bom mesmo era pensar, cuidar da cabeça, estar psicologicamente bem. Mas então, em meados do século XX, estudos mostraram que o exercício físico é fundamental. Nos anos 1940, um revolucionário trabalho de um médico inglês com cobradores de ônibus demonstrou que a ocorrência cada vez maior de problemas cardíacos estava ligada muito mais ao sedentarismo do que à idade ou ao estresse crônico. E então o mundo percebeu que não poderia ficar parado — e dá-lhe abandonar os fundamentais cuidados com a cuca.
    Mas, como a roda não para de girar, em eterno vaivém, por mais de uma vez foram dadas ordens contrárias, isso ou aquilo. De um lado, os fervorosos defensores do chamado mindfulness, a técnica para acalmar os pensamentos e trabalhar a atenção plena. Do outro, mindfulness os amantes dos exercícios físicos e toda a prazerosa cascata hormonal que eles desencadeiam. Aqui e ali algumas vozes apontaram o caminho do bom senso, mas o tempo tratou de calá-las. 
    A polarização incessável virou mau hábito, um labirinto sem saída, de portas fechadas e donos da verdade. Seria preciso algum freio de arrumação, o necessário equilíbrio para pôr as duas frentes na balança, sem privilégios, em igualdade de condições. Parece, enfim, ter chegado a hora. Um robusto trabalho da Universidade de Bath, na Inglaterra, revela que costurar os dois aspectos — a cabeça e o organismo — é o que nos faz viver mais e melhor. Soa simples, quase banal, talvez seja, mas eis aí uma conclusão que merece ser celebrada. Os estudiosos mergulharam em mais de 7. 500 referências científicas sobre o tema. Buscaram os prós e contras de cada vertente e do combo extraíram um enredo — uma postura ajuda a outra, simples assim. “Ficar mais atento, com a mente alerta, ajuda a treinar as forças psicológicas que precisamos para praticar exercícios corporais”, disse a VEJA Masha Remskar, cientista comportamental de Bath, uma das responsáveis pelo pioneiro levantamento. “mindfulness e o fitness se complementam  incrivelmente bem, multiplicando os benefícios para a saúde mental”.
    Os dados existentes comprovam as respostas de cada linha, isoladamente. A movimentação física é alimento para o ânimo, o bem-estar fundamental para tocar a vida. O zelo mental é atalho para a satisfação no dia a dia. A junção das duas pontas — e adeus polarização — tem extraordinário poder multiplicador. É o que revela a mineração da vasta pesquisa agora divulgada e que muitos especialistas recomendam com veemência. 
    Tudo resolvido? Não. As evidências ajudam a abrir avenidas e a demolir os lugares-comuns. Os xiitas da ginástica e os fanáticos pela reflexão vão naturalmente perder espaço, mas as dificuldades do cotidiano da vida moderna oferecem obstáculos, muitos intransponíveis. Como, por exemplo, ter força para abandonar o smartphone e as redes sociais? Como associar o personal trainer com o terapeuta de consultório, com tempo curto e dinheiro escasso? [...] Um estudo da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais mostrou que, no Brasil, os transtornos mentais levam à perda de 4,7% do PIB todos os anos, com menor produtividade e redução de postos de trabalho. [...] Vale, portanto, como resolução para o ano que mal começou, a vigilância permanente.

Fonte: Revista VEJA, ed. 2876, 10 jan. 2024.
Nas sentenças listadas abaixo, estão em destaque os verbos, aos quais se relacionam o Sujeito, um dos termos oracionais a que se Sujeito atribui uma série de subclassificações. Embora haja situações em que a noção expressa pelo sujeito é vaga ou genérica, em apenas um dos casos, a subcategorização proposta pelas gramáticas é de INDETERMINADO. Sobre isso, indique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2540493 Português
O texto abaixo é um excerto de uma reportagem publicada em um periódico semanal. Leia-o, de forma a responder à questão. 

Estudo encerra polarização: bem-estar pressupõe cuidar do corpo e da alma

    Foi sempre uma coisa ou outra, sem concessões — a alma ou o corpo. Durante muito mais tempo do que se deveria, a relevância para o ser humano de se movimentar um pouquinho que seja foi relegada ao fundo das prioridades. O bom mesmo era pensar, cuidar da cabeça, estar psicologicamente bem. Mas então, em meados do século XX, estudos mostraram que o exercício físico é fundamental. Nos anos 1940, um revolucionário trabalho de um médico inglês com cobradores de ônibus demonstrou que a ocorrência cada vez maior de problemas cardíacos estava ligada muito mais ao sedentarismo do que à idade ou ao estresse crônico. E então o mundo percebeu que não poderia ficar parado — e dá-lhe abandonar os fundamentais cuidados com a cuca.
    Mas, como a roda não para de girar, em eterno vaivém, por mais de uma vez foram dadas ordens contrárias, isso ou aquilo. De um lado, os fervorosos defensores do chamado mindfulness, a técnica para acalmar os pensamentos e trabalhar a atenção plena. Do outro, mindfulness os amantes dos exercícios físicos e toda a prazerosa cascata hormonal que eles desencadeiam. Aqui e ali algumas vozes apontaram o caminho do bom senso, mas o tempo tratou de calá-las. 
    A polarização incessável virou mau hábito, um labirinto sem saída, de portas fechadas e donos da verdade. Seria preciso algum freio de arrumação, o necessário equilíbrio para pôr as duas frentes na balança, sem privilégios, em igualdade de condições. Parece, enfim, ter chegado a hora. Um robusto trabalho da Universidade de Bath, na Inglaterra, revela que costurar os dois aspectos — a cabeça e o organismo — é o que nos faz viver mais e melhor. Soa simples, quase banal, talvez seja, mas eis aí uma conclusão que merece ser celebrada. Os estudiosos mergulharam em mais de 7. 500 referências científicas sobre o tema. Buscaram os prós e contras de cada vertente e do combo extraíram um enredo — uma postura ajuda a outra, simples assim. “Ficar mais atento, com a mente alerta, ajuda a treinar as forças psicológicas que precisamos para praticar exercícios corporais”, disse a VEJA Masha Remskar, cientista comportamental de Bath, uma das responsáveis pelo pioneiro levantamento. “mindfulness e o fitness se complementam  incrivelmente bem, multiplicando os benefícios para a saúde mental”.
    Os dados existentes comprovam as respostas de cada linha, isoladamente. A movimentação física é alimento para o ânimo, o bem-estar fundamental para tocar a vida. O zelo mental é atalho para a satisfação no dia a dia. A junção das duas pontas — e adeus polarização — tem extraordinário poder multiplicador. É o que revela a mineração da vasta pesquisa agora divulgada e que muitos especialistas recomendam com veemência. 
    Tudo resolvido? Não. As evidências ajudam a abrir avenidas e a demolir os lugares-comuns. Os xiitas da ginástica e os fanáticos pela reflexão vão naturalmente perder espaço, mas as dificuldades do cotidiano da vida moderna oferecem obstáculos, muitos intransponíveis. Como, por exemplo, ter força para abandonar o smartphone e as redes sociais? Como associar o personal trainer com o terapeuta de consultório, com tempo curto e dinheiro escasso? [...] Um estudo da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais mostrou que, no Brasil, os transtornos mentais levam à perda de 4,7% do PIB todos os anos, com menor produtividade e redução de postos de trabalho. [...] Vale, portanto, como resolução para o ano que mal começou, a vigilância permanente.

Fonte: Revista VEJA, ed. 2876, 10 jan. 2024.
Em qual das sentenças abaixo elencadas a estrutura em destaque consiste em uma oração adverbial comparativa?
Alternativas
Q2540488 Português
Na sequência, apresentam-se três excertos de uma matéria de cunho científico sobre a vida das abelhas: o texto que serve de chamada para a leitura (I); o parágrafo que inicia o texto (II) e o parágrafo que o finaliza (III). Leia-os para responder à questão.

A mente das abelhas (Maurício Brum e Bruno Garattoni)

As proposições listadas na sequência versam sobre os elementos linguísticos e seu papel na organização sintática e textual no excerto  I. Analise-as e indique a única explicação que NÃO tem correspondência com o uso feito no texto
Alternativas
Q2540485 Inglês
Considering the sentence: “I'm looking for a roommate who is not scared of cockroaches ” the clause in bold can be classified as:
Alternativas
Q2540484 Inglês
Considering the sentence: “I'm not sure where Amanda is. She _______________ home, I suppose.” which one of the following is the correct verb form?
Alternativas
Q2540483 Inglês

Read Text II to answer the question:


TEXT II


Available at: https://culturalanalytics.org/article/87560 (adapted)

What kind of cohesive resource is used in the sentence: “How could you imagine what I was going to tell them?”:
Alternativas
Q2540482 Inglês

Read Text II to answer the question:


TEXT II


Available at: https://culturalanalytics.org/article/87560 (adapted)

The pronoun them in the end of the comic “How could you imagine what I was going to tell them?” refers to:
Alternativas
Q2540481 Inglês

Read Text II to answer the question:


TEXT II


Available at: https://culturalanalytics.org/article/87560 (adapted)

Considering the phrase “If you don't help me, you can't imagine what I'll tell them.”, we have a clear example of what kind of conditional structure?
Alternativas
Q2540480 Inglês
Considering the phrase “I hope this prize will __________ your disappointment in not getting the first place.”, which one of the following is CORRECT?
Alternativas
Q2540479 Inglês
Considering the phrase “I didn't like this course when I first came in, but now it is ________ me.”, which one of the following is CORRECT?
Alternativas
Q2540478 Inglês
Analyse the sentences that follows.
I- Karen could see someone running towards her. II- We spent an enjoyable evening on the movies. III- Michelle is not here at the moment. She is to the store. IV- Does this bus go in Ipanema?
The preposition is CORRECT in:
Alternativas
Q2540477 Inglês
Considering the phrase “The train went ___________ a long tunnel before it stopped in our destination.”, which one of the following is CORRECT?
Alternativas
Q2540476 Inglês
Considering the phrase “This product ____________ no added chemicals of any kind.”, which one of the following verb forms is CORRECT?
Alternativas
Q2540475 Inglês

Read Text I to answer the question.

TEXT I


“One very active research tradition in the field of second language acquisition (SLA) attempts to establish causal relationships between environmental factors and learning. These include the type and quantity of input, instruction and feedback, and the interactional context of learning (Larsen-Freeman and Long 1991). A second very influential line of research and theory in SLA that came to fruition during the 1980s investigates the possible role of universal grammar (UG) in SLA (Eubank 1991b, White 1989). In the Chomskyan tradition, UG refers not to properties of language as the external object of learning but to innate properties of mind that direct the course of primary language acquisition. One question asked within this tradition has been whether or not second language this tradition learners still “have access” to UG, but it is assumed that UG principles are not accessible to learner awareness for any kind of conscious analysis of input. It is possible that SLA is the result of UG (a deep internal factor) acting upon input (an external factor), as proposed by White (1989), but what seems to be left out of such an account is the role of the learner's conscious mental processes.” […]


Available at: https://www.cambridge.org/core/journals/annual-review-of-applied-linguistics/ (adapted)

The phrase “this tradition” as in the text: “One question asked within this tradition has been whether or not second language learners still “have access” to UG” is referring to:
Alternativas
Q2540474 Inglês

Read Text I to answer the question.

TEXT I


“One very active research tradition in the field of second language acquisition (SLA) attempts to establish causal relationships between environmental factors and learning. These include the type and quantity of input, instruction and feedback, and the interactional context of learning (Larsen-Freeman and Long 1991). A second very influential line of research and theory in SLA that came to fruition during the 1980s investigates the possible role of universal grammar (UG) in SLA (Eubank 1991b, White 1989). In the Chomskyan tradition, UG refers not to properties of language as the external object of learning but to innate properties of mind that direct the course of primary language acquisition. One question asked within this tradition has been whether or not second language this tradition learners still “have access” to UG, but it is assumed that UG principles are not accessible to learner awareness for any kind of conscious analysis of input. It is possible that SLA is the result of UG (a deep internal factor) acting upon input (an external factor), as proposed by White (1989), but what seems to be left out of such an account is the role of the learner's conscious mental processes.” […]


Available at: https://www.cambridge.org/core/journals/annual-review-of-applied-linguistics/ (adapted)

The word “fruition” in the text could be substituted without change in meaning is:
Alternativas
Q2540473 Inglês

Read Text I to answer the question.

TEXT I


“One very active research tradition in the field of second language acquisition (SLA) attempts to establish causal relationships between environmental factors and learning. These include the type and quantity of input, instruction and feedback, and the interactional context of learning (Larsen-Freeman and Long 1991). A second very influential line of research and theory in SLA that came to fruition during the 1980s investigates the possible role of universal grammar (UG) in SLA (Eubank 1991b, White 1989). In the Chomskyan tradition, UG refers not to properties of language as the external object of learning but to innate properties of mind that direct the course of primary language acquisition. One question asked within this tradition has been whether or not second language this tradition learners still “have access” to UG, but it is assumed that UG principles are not accessible to learner awareness for any kind of conscious analysis of input. It is possible that SLA is the result of UG (a deep internal factor) acting upon input (an external factor), as proposed by White (1989), but what seems to be left out of such an account is the role of the learner's conscious mental processes.” […]


Available at: https://www.cambridge.org/core/journals/annual-review-of-applied-linguistics/ (adapted)

The word “influential” in the text could be substituted without change in meaning is:
Alternativas
Q2540472 Inglês

Read Text I to answer the question.

TEXT I


“One very active research tradition in the field of second language acquisition (SLA) attempts to establish causal relationships between environmental factors and learning. These include the type and quantity of input, instruction and feedback, and the interactional context of learning (Larsen-Freeman and Long 1991). A second very influential line of research and theory in SLA that came to fruition during the 1980s investigates the possible role of universal grammar (UG) in SLA (Eubank 1991b, White 1989). In the Chomskyan tradition, UG refers not to properties of language as the external object of learning but to innate properties of mind that direct the course of primary language acquisition. One question asked within this tradition has been whether or not second language this tradition learners still “have access” to UG, but it is assumed that UG principles are not accessible to learner awareness for any kind of conscious analysis of input. It is possible that SLA is the result of UG (a deep internal factor) acting upon input (an external factor), as proposed by White (1989), but what seems to be left out of such an account is the role of the learner's conscious mental processes.” […]


Available at: https://www.cambridge.org/core/journals/annual-review-of-applied-linguistics/ (adapted)

According to the text, what does Universal Grammar (UG) primarily refers to?
Alternativas
Q2540471 Inglês

Read Text I to answer the question.

TEXT I


“One very active research tradition in the field of second language acquisition (SLA) attempts to establish causal relationships between environmental factors and learning. These include the type and quantity of input, instruction and feedback, and the interactional context of learning (Larsen-Freeman and Long 1991). A second very influential line of research and theory in SLA that came to fruition during the 1980s investigates the possible role of universal grammar (UG) in SLA (Eubank 1991b, White 1989). In the Chomskyan tradition, UG refers not to properties of language as the external object of learning but to innate properties of mind that direct the course of primary language acquisition. One question asked within this tradition has been whether or not second language this tradition learners still “have access” to UG, but it is assumed that UG principles are not accessible to learner awareness for any kind of conscious analysis of input. It is possible that SLA is the result of UG (a deep internal factor) acting upon input (an external factor), as proposed by White (1989), but what seems to be left out of such an account is the role of the learner's conscious mental processes.” […]


Available at: https://www.cambridge.org/core/journals/annual-review-of-applied-linguistics/ (adapted)

What is the main focus of the research tradition discussed in the text?
Alternativas
Q2540470 Fisioterapia
A observação do nistgamo desencadeado pela manobra de Dix-Hallpike faz parte dos critérios usados para o diagnóstico da Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB). A alternativa CORRETA que descreve esta manobra é a que o paciente é colocado na posição
Alternativas
Q2540469 Fisioterapia
A Resolução Nº 562, de 09 dezembro de 2022 disciplina a Especialidade Profissional de Fisioterapia Neurofuncional e dá outras providências, e no seu Capítulo II, dispõe sobre as competências, as quais se seguem:
I- O Fisioterapeuta Neurofuncional adota a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), segundo recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS), no âmbito de sua competência. II- No domínio da estrutura e função do sistema nervoso, o Fisioterapeuta Neurofuncional atua nas disfunções sensório-motoras e cognitivo-comportamentais relacionadas às desordens progressivas ou não progressivas do sistema nervoso central e periférico, incluindo também as disfunções neuromusculares. III- O Fisioterapeuta Neurofuncional trata seus clientes/pacientes/usuários individualmente, visto que em condições de origem neurológica, não é possível prestar assistência fisioterapêutica neurofuncional a grupos de indivíduos.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
361: E
362: D
363: D
364: C
365: E
366: C
367: B
368: E
369: B
370: E
371: D
372: C
373: A
374: B
375: D
376: A
377: D
378: A
379: E
380: B