Questões de Concurso
Para prefeitura de são josé de piranhas - pb
Foram encontradas 1.181 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
LUCRANDO COM A TRAGÉDIA
Inquérito revela os meandros do esquema montado por altos dirigentes da Cruz Vermelha do Brasil para se apropriarem de milhões doados a vítimas de grandes desastres. LESLIE LEITÃO
A CRUZ VERMELHA é muitas vezes a única presença autorizada em territórios hostis, assolados por guerras. Gigantesca máquina de ajuda humanitária com atuação em 187 países, a entidade mobiliza sua legião de voluntários e uma azeitada engrenagem de arrecadação de doações sempre que um desastre de grandes proporções se apresenta. No Brasil, a instituição, que já recebeu três prêmios Nobel da Paz, desviou-se dessa tarefa meritória ao ser devorada por um esquema capitaneado pela alta cúpula com um único objetivo: surrupiar dinheiro. Verbas doadas por brasileiros solidários a vítimas de tragédias foram parar no bolso dos chefes do escritório nacional, no Rio de Janeiro.
A partir da denúncia do roubo, feita por VEJA em agosto de 2012, a sede da entidade, em Genebra, e a polícia fluminense conduziram investigações que, agora em fase final, revelam um intricado percurso que envolve contas bancárias, ONGs e contratos de serviços nunca prestados. Total da rapinagem: 18,6 milhões de reais. Diante dos escândalos atuais, parece até pouco, mas são nada menos que 18,6 milhões de reais.
O inquérito conduzido pela Delegacia Fazendária da Polícia Civil do Rio, ao qual foi anexado o relatório da auditoria contratada pela Cruz Vermelha, revelou a trilha das manobras para embolsar recursos liderada pelo presidente do escritório nacional, Walmir Moreira Serra Júnior, e seu vice, Anderson Choucino, ambos afastados depois da denúncia de malversação.
[...]
“De segunda à sexta, o peemedebista continua morando no Jaburu, o belo palácio que Oscar Niemeyer projetou para parecer “uma casa de fazenda”, e que lembra mesmo uma, mais ainda quando as galinhas que ciscam à beira do lago comparecem de surpresa às reuniões que o presidente em exercício faz na sala envidraçada voltada para o jardim. Lá, em entrevista a Veja, ele defendeu as privatizações de tudo “o que for possível”, revelou ser contrário à criação de normas para “disciplinar” as delações premiadas, mas [...]”. Ao comentar a possibilidade de o deputado Eduardo Cunha renunciar à presidência da Câmara, contou que o aconselhou a “meditar a respeito”.
Assinale a alternativa em que o uso da crase ocorre pelo mesmo motivo do uso feito na pergunta presente no Texto 1: O senhor é favorável à redução do tempo de aposentadoria entre homens e mulheres?
Para articular as ideias do texto, utilizamos diferentes mecanismos de combinação oracional. Assim, podemos afirmar sobre as estruturas sintáticas que formam esse texto que:
I - A estrutura “de que no caso da mulher haja uma pequena diferença”, (linha 2) por complementar o termo “ideia”, é denominada oração substantiva completiva nominal. II - A relação de sentido expressa entre a oração adverbial introduzida pelo conector SE e a oração principal, na estrutura “você só pode se aposentar se reunir duas condições” (linhas 3 e 4) é de explicação. III - Na estrutura “com o tempo, se entendeu que isso era uma alternativa e não um somatório das duas condições”, (linhas 5 e 6) o SE funciona como partícula de indeterminação do sujeito.
É(são)CORRETA(S)apenas a(s) afirmação(ões) presente(s) em:
Muito da clareza da linguagem diz respeito ao leitor a que se destina. Com base nessa informação, analise as proposições e escreva (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) Textos científicos e filosóficos se destinam a especialistas no assunto e, portanto, exigem conhecimentos prévios.
( ) Correspondências oficiais exigem clareza, objetividade, adequação vocabular e concisão na organização textual.
( ) Todo gênero textual de redações oficiais exige um eixo argumentativo com objetivos contundentes para convencer o leitor.
Assinale a sequência CORRETA.
Em relação aos níveis de linguagem, pode-se afirmar que:
I - O domínio da língua padrão não implica, apenas, em dominar regras gramaticais, mas saber usar proficientemente esses conhecimentos na organização de uma correspondência oficial.
II - Dominar a língua padrão não significa, apenas, ter proficiência linguística, mas interagir como usuário da língua, tornando-se interlocutor ativo e integrante do que escreve.
III - Os textos oficiais incorporaram as mudanças da língua contemporânea e não adotam mais “o purismo gramatical”.
Analise as proposições, e marque a alternativa adequada.
Está(ão) CORRETA(S) apenas
O problema do lugar-comum
Falta de motivação com falta de informação é geralmente a receita do que há de pior num texto: o lugar-comum (também chamado de chavão ou clichê) que tem contaminado boa parte dos textos escritos cotidianamente.
O lugar-comum é aquela afirmação tão batida e repetida que não significa mais nada – tudo que se pode fazer com ela é repeti-la. Na prática da escrita, frequentemente, o chavão acaba sendo útil: encerramos o texto dizendo que não há nada mais belo que o sorriso de uma criança, ou, então que as guerras acabarão quando todos perceberem que só o amor constrói!
O lugar-comum dispensa-nos de pensar ou argumentar. Muitas vezes, ele se resume a uma ordem ao leitor. Em vez de convidar o leitor a seguir um raciocínio ou desdobrar criticamente um ponto de vista, o lugar-comum convida-o simplesmente a obedecer a uma ordem pré- estabelecida e indiscutível.
(Texto adaptado de Oficina de Texto, p. 263)
No enunciado “Falta de motivação com falta de informação é geralmente a receita do que há de pior num texto”, pode-se afirmar que:
I - Há uma inadequação no que diz respeito à concordância verbal.
II - Apresenta problemas de construção, com respeito à regência.
III - A organização textual atende às normas da linguagem padrão.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) CORRETA(S) apenas:
O problema do lugar-comum
Falta de motivação com falta de informação é geralmente a receita do que há de pior num texto: o lugar-comum (também chamado de chavão ou clichê) que tem contaminado boa parte dos textos escritos cotidianamente.
O lugar-comum é aquela afirmação tão batida e repetida que não significa mais nada – tudo que se pode fazer com ela é repeti-la. Na prática da escrita, frequentemente, o chavão acaba sendo útil: encerramos o texto dizendo que não há nada mais belo que o sorriso de uma criança, ou, então que as guerras acabarão quando todos perceberem que só o amor constrói!
O lugar-comum dispensa-nos de pensar ou argumentar. Muitas vezes, ele se resume a uma ordem ao leitor. Em vez de convidar o leitor a seguir um raciocínio ou desdobrar criticamente um ponto de vista, o lugar-comum convida-o simplesmente a obedecer a uma ordem pré- estabelecida e indiscutível.
(Texto adaptado de Oficina de Texto, p. 263)
O problema do lugar-comum
Falta de motivação com falta de informação é geralmente a receita do que há de pior num texto: o lugar-comum (também chamado de chavão ou clichê) que tem contaminado boa parte dos textos escritos cotidianamente.
O lugar-comum é aquela afirmação tão batida e repetida que não significa mais nada – tudo que se pode fazer com ela é repeti-la. Na prática da escrita, frequentemente, o chavão acaba sendo útil: encerramos o texto dizendo que não há nada mais belo que o sorriso de uma criança, ou, então que as guerras acabarão quando todos perceberem que só o amor constrói!
O lugar-comum dispensa-nos de pensar ou argumentar. Muitas vezes, ele se resume a uma ordem ao leitor. Em vez de convidar o leitor a seguir um raciocínio ou desdobrar criticamente um ponto de vista, o lugar-comum convida-o simplesmente a obedecer a uma ordem pré- estabelecida e indiscutível.
(Texto adaptado de Oficina de Texto, p. 263)
O problema do lugar-comum
Falta de motivação com falta de informação é geralmente a receita do que há de pior num texto: o lugar-comum (também chamado de chavão ou clichê) que tem contaminado boa parte dos textos escritos cotidianamente.
O lugar-comum é aquela afirmação tão batida e repetida que não significa mais nada – tudo que se pode fazer com ela é repeti-la. Na prática da escrita, frequentemente, o chavão acaba sendo útil: encerramos o texto dizendo que não há nada mais belo que o sorriso de uma criança, ou, então que as guerras acabarão quando todos perceberem que só o amor constrói!
O lugar-comum dispensa-nos de pensar ou argumentar. Muitas vezes, ele se resume a uma ordem ao leitor. Em vez de convidar o leitor a seguir um raciocínio ou desdobrar criticamente um ponto de vista, o lugar-comum convida-o simplesmente a obedecer a uma ordem pré- estabelecida e indiscutível.
(Texto adaptado de Oficina de Texto, p. 263)
Analise as proposições, colocando (V) para verdadeira e (F) para falsa e marque a alternativa que contém a sequência CORRETA.
Está (ão) CORRETA(S), apenas:
( ) Em se tratando de comunicações oficiais internas, o lugar-comum pode ser usado.
( ) O uso do “burocratês”, por estabelecer uma ordem indiscutível, é permitido, pois se caracteriza por jargões burocráticos.
( ) Os clichês não são aceitáveis, em comunicações oficiais, pois apresentam afirmações generalizantes de totalidades indeterminadas.
Analise o fragmento do gênero textual, a seguir, e marque a alternativa CORRETA.
Aos trinta dias do mês de julho de dois mil e dezesseis, às quinze horas, reuniram-se, no Auditório da Prefeitura Municipal de São José de Piranhas, os funcionários lotados na Secretaria de Administração, sob a presidência do Secretário desse órgão, para tratarem de assuntos referentes à execução de mudança de horário. [...]
Trata-se da introdução de um (a):
Em relação ao correio eletrônico (e-mail), pode-se afirmar que:
( ) Por seu baixo custo e celeridade, transformou-se na principal forma de comunicação oficial.
( ) Como a linguagem do e-mail é simples e objetiva, sua prática em redação oficial não é permitida.
( ) O campo “assunto” do e-mail deve ser preenchido de forma clara, facilitando a organização documental do destinatário e do remetente.
Analise as proposições, coloque (V) para verdadeira e (F) para falsa e assinale a sequência CORRETA.
Sobre o documento “Exposição de Motivos”, pode-se afirmar que:
( ) Apresenta duas formas básicas de estrutura: uma para aquela que tenha caráter exclusivamente informativo e outra que propõe alguma medida ou submissão de ato normativo.
( ) A exposição de motivos é dirigida, em regra, por Ministros, ao Presidente da República.
( ) Existe, apenas, uma composição estrutural para redigir a exposição de motivos.
Analise as proposições e coloque (V) para verdadeira e (F) para falsa.
Está CORRETA a sequência:
Em correspondência oficial, em relação aos pronomes de tratamento, pode-se afirmar que:
I - O uso do tratamento “Digníssimo” (DD) deve ser usado para autoridades que ocupam cargos importantes, pressupondo-se a dignidade para o cargo que ocupam.
II - Apresentam certas peculiaridades, quanto à concordância verbal e nominal.
III - Os pronomes de tratamento, mesmo quando se referem à segunda pessoa gramatical, levam a concordância para a terceira pessoa.
Analise as proposições e escolha a alternativa adequada. Está(ão) CORRETA(S), apenas:
Acerca da impessoalidade no uso da linguagem oficial, pode-se afirmar:
I - Ideias subjetivas são permitidas, pois geralmente, são assinadas por chefes de determinados órgãos.
II - O universo temático das comunicações oficiais se restringe a questões que dizem respeito ao interesse público.
III - Nas redações oficiais não há lugar para impressões pessoais.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) CORRETA(S), apenas:
Em relação a redações oficiais, pode-se afirmar que:
( ) O aviso não é considerado como correspondência oficial.
( ) Acomunicação pública pode ser considerada uma redação oficial semelhante ao edital.
( ) O ofício é uma correspondência oficial expedida, apenas, por órgãos públicos.
Analise as proposições e coloque (V) para verdadeira e (F) para falsa.
Está CORRETA a sequência:
Analise as proposições e marque a alternativa adequada.
I - Em correspondência oficial a prolixidade e a erudição são indispensáveis.
II - Em memorandos é flexível o uso da linguagem, não havendo a exigência da norma padrão.
III - Em relatórios de órgãos públicos, o discurso deve manter sempre a impessoalidade discursiva.
Está(ão) CORRETA(S), apenas:
Leia o fragmento do texto, de autoria de um governador, vetando um projeto que criava um Conselho Estadual de Informática:
Inolvidável consignar-se que o tema eleito para disciplina legislativa também se apresenta insurgente ao interesse público, nos moldes em que foi vazada, eis que presentemente cometida as atribuições de planejamento dos serviços de informática, e seus consectários mediatos e imediatos, ao Centro de Processamento de Dados [...] subtraindo-lhe, por conseguinte os requisitos à conveniência e oportunidade, no que condiz ao interesse público [...]
FARACO, Carlos Alberto e TEZZA, Cristóvão. Oficina de Texto. Petrópolis: Vozes, 2003, p. 239.
Em relação ao uso da linguagem do texto, analise as proposições e marque a alternativa adequada.
I - Por se tratar de um parecer oficial de uma autoridade, o autor desempenha eficientemente sua função comunicativa.
II - Por se tratar de um documento oficial, a linguagem do texto devia ser de única interpretação, estritamente impessoal e legibilidade discursiva.
III - Por ser um texto de interesse público, o excesso de eruditismo e a forma obscura da redação dificultam o entendimento do parecer.
Está(ão) CORRETA(S), apenas: