Questões de Concurso Para prefeitura de belterra - pa

Foram encontradas 10 questões

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Ano: 2008 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Belterra - PA
Q1234243 Atualidades
O Promotor do Tribunal Penal Internacional pediu em 2008 a prisão do presidente do Sudão, Omar Al-Beshir. Figura entre as acusações feitas pelo Promotor ao presidente sudanês:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Belterra - PA
Q1232329 Pedagogia
Assinale a alternativa INCORRETA a respeito do pensamento de Piaget:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Belterra - PA
Q1231788 Legislação dos Municípios do Estado do Pará
Sobre os conceitos trazidos pela Lei n.° 066/2001 (Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos do Município de Belterra), analise os itens seguintes e marque a alternativa CORRETA:
I- Servidor é a pessoa legalmente investida em cargo público;
II- Cargo público é o criado por lei, com denominação própria, quantitativo e vencimento certos, com o conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que devem ser cometidas a um servidor;
III- Grupo ocupacional é o conjunto de cargos da mesma natureza de trabalho.
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Belterra - PA
Q1223469 Matemática
Em um grupo formado por 100 jovens brasileiros, verificou-se que 60 estudam inglês, 45 estudam espanhol e 25 os dois idiomas. Escolhido ao acaso um elemento do grupo, a probabilidade do jovem não estudar inglês nem espanhol é de:
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Ano: 2008 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Belterra - PA
Q1223369 Matemática
Uma Escola possui 8 sócios. Quantas diretorias de 3 membros podem ser formadas com estes 8 sócios?
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Belterra - PA
Q1222842 Português
Exílio
M.A.C. decidiu ir a pé até a rodoviária: comeria um pastel e seguiria para a W3. Numa tarde assim, seca e ensolarada, dava vontade de caminhar, mas preferi pegar o ônibus uma hora antes do combinado: saltaria perto do hotel Nacional, desceria a avenida contornando as casas geminadas da W3. 
A cidade ainda era estranha para mim: espaço demais para um ser humano, a superfície de barro e grama se perdia no horizonte do cerrado. A Asa Norte estava quase deserta, era sexta-feira, e só às três da tarde alguns estudantes saíram dos edifícios mal conservados. 
Do campus vinham os mais velhos: universitários, professores, funcionários, a turma escaldada. A liderança era invisível, os mais perseguidos não tinham nome: surgiam no momento propício, discursavam, sumiam. Valmor não quis ir: medo, só isso. Medo de ser preso, disse ele. Zombavam do Valmor, escarneciam do M.A.C., medroso como um rato, mas agora até o M.A.C. sairia da toca e quem sabe se na próxima vez Valmor... A revolta se irmanava ao medo, às vezes ao horror, mas a multidão nos protegia e naquela tarde éramos milhares. 
Os militares esperaram o tumulto explodir na W3, depois veio o cerco e quase perfeito: nas extremidades e laterais da avenida, nos dois Eixos e nos pontos de fuga da capital. Às cinco ouvimos os discursos relâmpagos, urramos as palavras de ordem, pichamos paredes e distribuímos panfletos. A dispersão começou antes de escurecer. Ninguém iria ao Beirute, um bar visado pela policia, nem ao Eixo Rodoviário, uma praça de guerra.
 No corre-corre saí da W3, passei pelos fundos de lojas e bares, tentando caminhar sem alarde, assobiando, e o céu ainda azul era a paisagem possível. Nunca olhar para trás nem para os lados, nunca se juntar a outros manifestantes, fingir que todos os outros são estranhos: instruções para evitar gestos suspeitos. Até então nenhum rosto conhecido, e a catedral inacabada e o Teatro Nacional não estavam tão longe. Ficaria por ali à espera noite, anunciada pela torre iluminada. A dispersão e a correria continuavam, e o mais prudente era ficar sentado no gramado da 302 ou da 307 e assistir ao bate-bola das crianças. 
Amanhã um passeio de bote com Liana no lago Paranoá, domingo a releitura de "Huit-Clos" [de Sartre] para o ensaio da peça. Se viver fosse apenas isso e se a minha voz (e não a de outro) gritasse meu próprio nome, duas, três vezes... Assustado, reconheci a voz de M.A.C., o corpo cambaleando em minha direção. A rua e a quadra comercial foram cercadas como num pesadelo, tentar fugir ou reagir seria igualmente desastroso. Depois de chutes e empurrões, eu e o meu colega rumamos para desconhecido. M.A.C. quis saber para onde íamos, uma voz sem rosto ameaçou: calado, mãos para trás e cabeça entre as pernas.
 O trajeto sinuoso, as curvas para despistar o destino da viatura, manobras que apenas imaginávamos e agora estava acontecendo. Pobre M.A.C., era o mais retraído da segunda série, misterioso como um bicho esquisito. Tremia ao meu lado, parecia chorar e continuou a tremer quando saltamos da viatura e escutei sua voz fraca: sou menor de idade, e logo uma bofetada, a escolta, o interrogatório. Ainda virou a cabeça, o rosto pedindo socorro... Não o vi mais na noite longa. 
Eu também era menor de idade e escutei gritos de dor no outro lado de uma porta que nunca foi aberta. Em algum lugar perto de mim, alguém podia estar morrendo, e essa conjetura dissipou um pouco do meu medo. 
Na noite do dia seguinte, me deixaram na estrada Parque Taguatinga-Guará. A inocência, a ingenuidade e a esperança, todas as fantasias da juventude tinham sido enterradas.
 Na segunda-feira, M.A.C. não foi ao colégio nem compareceu aos exames. Mais um desaparecido naquele dezembro em que deixei a cidade. Durante muito tempo a memória dos gritos de dor trazia de volta o rosto assustado do colega.
 Trinta e dois anos depois, na primeira viagem de volta à capital, encontrei um amigo de 1969 e perguntei sobre M.A.C.
 "Está morando em São Paulo", disse ele. "Talvez seja teu vizinho."
 "Pensei que tivesse morrido." 
 "De alguma forma ele morreu. Sumiu do colégio e da cidade, depois ressuscitou e foi anistiado."
 "Exílio", murmurei.
 "Delação", corrigiu Carlos Marcelo. "M.A.C. era um dedo-duro. Entregou muita gente e caiu fora." 
Senti um calafrio, ou alguma coisa que lembra o medo do passado.  
                                                                                                                              (Milton Hatoum, caderno "Mais" do jornal "Folha de São Paulo”)

Marque a alternativa INCORRETA em relação à colocação pronominal:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Belterra - PA
Q1211166 Direito Administrativo
O servidor terá direito à licença, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Belterra - PA
Q1208567 Direito Administrativo
É vedado ao servidor:
I- acumular inconstitucionalmente cargos ou empregos na administração pública;
II- omitir fato de que tem ciência em razão do cargo;
III- aceitar contratos com a Administração Pública, quando vedado em lei ou regulamento;
IV- participar da gerência ou administração de associação ou sociedade subvencionada pelo Município, exceto entidades comunitárias e associação profissional ou sindicato.
Face os itens anteriores, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Belterra - PA
Q1194942 Direito Administrativo
A vacância do cargo decorrerá de, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Belterra - PA
Q1188297 Pedagogia
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à organização da educação básica nos níveis fundamental e médio:
Alternativas
Respostas
1: D
2: B
3: D
4: C
5: B
6: C
7: D
8: D
9: E
10: A