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A Prefeitura comprou com desconto de 30%. Qual o valor do desconto que a Prefeitura obteve?
Quanto eles gastaram em dinheiro?
Quantas eram as pamonhas salgadas?
Quantos quilos de arroz foram produzidos?
Como posso escrever este número?
Gatos sempre conseguem encontrar o caminho de volta para casa?
Bela Lobato
Os gatos são conhecidos por sua independência e a excelente capacidade de orientação. Um caso recente nos Estados Unidos levou essa capacidade ao extremo: o gato Rayne Beau perdeu-se durante uma viagem com os donos e caminhou 1.257 quilômetros ao longo de dois meses para voltar para casa.
Entre o Parque Nacional de Yellowstone e a cidade de Roseville, na Califórnia, o gato andou o equivalente à distância entre Curitiba e Goiânia. Quando foi encontrado, ainda estava cerca de 300 quilômetros distante de casa, fraco demais para continuar a jornada.
Mas o que permite que gatos façam viagens tão longas e encontrem o caminho de volta para casa? Especialistas explicam que, além do olfato apurado, os felinos têm uma forte ligação com seu território, que demarcam com feromônios. Essas substâncias químicas indicam para eles o local seguro e são deixadas no ambiente de várias formas.
Uma delas é por meio de esfregadas que dão com o rosto nas coisas e pessoas. Isso demarca o território com marcas invisíveis, reconhecíveis apenas pelo olfato, indicando a si mesmos e a outros animais que aquele território lhes pertence.
Ao contrário dos cães, gatos não buscam apenas os donos, mas o próprio território, onde sentem segurança. Para eles, o lar é onde têm alimentação e proteção, e essa ligação é ainda mais forte do que o vínculo com os humanos.
Disponível em: https://www.msn.com/pt-br/saude/other/gatos-sempre-conseguem-encontrar-o-caminho-de-volta-para-casa/ar-AA1tioHP Acesso em: 17 out. 2024 (Adaptado)
Gatos sempre conseguem encontrar o caminho de volta para casa?
Bela Lobato
Os gatos são conhecidos por sua independência e a excelente capacidade de orientação. Um caso recente nos Estados Unidos levou essa capacidade ao extremo: o gato Rayne Beau perdeu-se durante uma viagem com os donos e caminhou 1.257 quilômetros ao longo de dois meses para voltar para casa.
Entre o Parque Nacional de Yellowstone e a cidade de Roseville, na Califórnia, o gato andou o equivalente à distância entre Curitiba e Goiânia. Quando foi encontrado, ainda estava cerca de 300 quilômetros distante de casa, fraco demais para continuar a jornada.
Mas o que permite que gatos façam viagens tão longas e encontrem o caminho de volta para casa? Especialistas explicam que, além do olfato apurado, os felinos têm uma forte ligação com seu território, que demarcam com feromônios. Essas substâncias químicas indicam para eles o local seguro e são deixadas no ambiente de várias formas.
Uma delas é por meio de esfregadas que dão com o rosto nas coisas e pessoas. Isso demarca o território com marcas invisíveis, reconhecíveis apenas pelo olfato, indicando a si mesmos e a outros animais que aquele território lhes pertence.
Ao contrário dos cães, gatos não buscam apenas os donos, mas o próprio território, onde sentem segurança. Para eles, o lar é onde têm alimentação e proteção, e essa ligação é ainda mais forte do que o vínculo com os humanos.
Disponível em: https://www.msn.com/pt-br/saude/other/gatos-sempre-conseguem-encontrar-o-caminho-de-volta-para-casa/ar-AA1tioHP Acesso em: 17 out. 2024 (Adaptado)
Observe a tirinha abaixo para responder à questão

Disponível em: https://eduardojunior.wordpress.com/2015/04/30/garfield-melhores-tirinhas-de-abril-2/ Acesso em: 17 out. 2024
Observe a tirinha abaixo para responder à questão

Disponível em: https://eduardojunior.wordpress.com/2015/04/30/garfield-melhores-tirinhas-de-abril-2/ Acesso em: 17 out. 2024
Em: “Eu me acho esperto e bonitão”, os termos destacados são
Para a questão, leia o texto a seguir:
Autenticidade e influência
Eu nunca tinha ouvido falar da América até meus pais me dizerem que estávamos nos mudando para lá. Meu mundo era casa, família, escola, passeios para as pirâmides, férias em Alexandria. Isso era o máximo que eu podia imaginar. Como muitas crianças, minha compreensão de lugar estava atrelada ao que eu podia ver e para onde eu podia ir. O avião que me levou à América me obrigou a redesenhar meu mapa, a reconhecer imediata e abruptamente que as fronteiras do mundo eram muito maiores do que havia experimentado. Quando criança, nunca poderia imaginar que teria família e amigos em tantos países.
Hoje, existe ainda um muro entre os lados grego e turco de Chipre e Israel está construindo um muro ao longo da Cisjordânia. Esses muros marcam nossa história, criando divisões que limitam nossa visão. Embora politicamente motivados, eles também criam fronteiras culturais.
Como uma imigrante que chegou aqui quando criança, faço parte do que Rúben Rumbaut chamou de geração “1.5” (citado em Firmat, 1994, p. 4). Emigrando ainda crianças, essa geração está situada entre os que emigram como adultos e os que nascem na América. A questão da autenticidade atormenta muitos de nós, que não conseguimos nos definir com um único termo. Tenho observado o conflito de alguns de meus alunos com essas mesmas questões enquanto tentam entender como sangue, localização e língua se tornam marcas de identidade. [...] “Você é mais chinês se crescer em Chinatown e frequentar uma escola chinesa do que se crescer nos subúrbios?”. Nossa nação faz perguntas semelhantes à medida que a homogeneidade e a heterogeneidade continuam a se confrontar sob a bandeira da identidade nacional.
Nossa filha Yasmine rejeita o modo como a rotulam quando dizem que ela é metade afro-americana e metade egípcia. “Como você pode ser metade de qualquer coisa?”, pergunta retoricamente. Ela reivindica uma identidade feita de dois inteiros, para que possa ser ao mesmo tempo completamente egípcia e completamente afro-americana. Essa questão do sangue e da identidade tem atormentado os Estados Unidos desde sempre. Para que fosse mantida uma distinção nítida entre negros e brancos, o que era essencial para a escravidão, mesmo a mínima quantidade de sangue negro significava que alguém era negro e, portanto, poderia legalmente ser tratado como inferior. Hoje, para reivindicar oficialmente uma identidade nativo-americana, é preciso provar que se tem um certo “grau de sangue indígena”. Parece que podemos nos dividir até não se identificar mais nada. A matemática de Yasmine faz mais sentido: cada parte de uma pessoa é igual a um todo.
(Fonte: KALDAS, Pauline. Cartas do Cairo. Tradução Priscila Campello.
Belo Horizonte [MG]: Fino Traço, 2023.)
Leia este excerto:
“Distinguir classes de palavras e estudá-las separadamente é um modo de abordar os fatos de língua que vem sendo utilizado desde a Grécia antiga, como estratégia para entender a contribuição que as palavras fazem ao sentido geral das frases. O pressuposto é que palavras do mesmo tipo, ou seja, palavras que têm a mesma morfologia, veiculam significados de um mesmo tipo. Incorporado à tradição gramatical, esse pressuposto está presente, com maior ou menor transparência, em todas as gramáticas que já se escreveram, e justifica a obstinação com que os gramáticos defenderam suas próprias listas de ‘categorias gramaticais’ ou ‘classes do discurso’ ao longo dos séculos.”.
Fonte: ILARI, Rodolfo (org.). Gramática do português culto falado no Brasil: volume IV: palavras de classe fechada. São Paulo: Contexto, 2015, p. 7.
Tendo em mente a noção de classes de palavras (ou do discurso), assinale a única alternativa que apresenta classificação INCORRETA em pelo menos um trecho:
Para a questão, leia o texto a seguir:
Autenticidade e influência
Eu nunca tinha ouvido falar da América até meus pais me dizerem que estávamos nos mudando para lá. Meu mundo era casa, família, escola, passeios para as pirâmides, férias em Alexandria. Isso era o máximo que eu podia imaginar. Como muitas crianças, minha compreensão de lugar estava atrelada ao que eu podia ver e para onde eu podia ir. O avião que me levou à América me obrigou a redesenhar meu mapa, a reconhecer imediata e abruptamente que as fronteiras do mundo eram muito maiores do que havia experimentado. Quando criança, nunca poderia imaginar que teria família e amigos em tantos países.
Hoje, existe ainda um muro entre os lados grego e turco de Chipre e Israel está construindo um muro ao longo da Cisjordânia. Esses muros marcam nossa história, criando divisões que limitam nossa visão. Embora politicamente motivados, eles também criam fronteiras culturais.
Como uma imigrante que chegou aqui quando criança, faço parte do que Rúben Rumbaut chamou de geração “1.5” (citado em Firmat, 1994, p. 4). Emigrando ainda crianças, essa geração está situada entre os que emigram como adultos e os que nascem na América. A questão da autenticidade atormenta muitos de nós, que não conseguimos nos definir com um único termo. Tenho observado o conflito de alguns de meus alunos com essas mesmas questões enquanto tentam entender como sangue, localização e língua se tornam marcas de identidade. [...] “Você é mais chinês se crescer em Chinatown e frequentar uma escola chinesa do que se crescer nos subúrbios?”. Nossa nação faz perguntas semelhantes à medida que a homogeneidade e a heterogeneidade continuam a se confrontar sob a bandeira da identidade nacional.
Nossa filha Yasmine rejeita o modo como a rotulam quando dizem que ela é metade afro-americana e metade egípcia. “Como você pode ser metade de qualquer coisa?”, pergunta retoricamente. Ela reivindica uma identidade feita de dois inteiros, para que possa ser ao mesmo tempo completamente egípcia e completamente afro-americana. Essa questão do sangue e da identidade tem atormentado os Estados Unidos desde sempre. Para que fosse mantida uma distinção nítida entre negros e brancos, o que era essencial para a escravidão, mesmo a mínima quantidade de sangue negro significava que alguém era negro e, portanto, poderia legalmente ser tratado como inferior. Hoje, para reivindicar oficialmente uma identidade nativo-americana, é preciso provar que se tem um certo “grau de sangue indígena”. Parece que podemos nos dividir até não se identificar mais nada. A matemática de Yasmine faz mais sentido: cada parte de uma pessoa é igual a um todo.
(Fonte: KALDAS, Pauline. Cartas do Cairo. Tradução Priscila Campello.
Belo Horizonte [MG]: Fino Traço, 2023.)
Assinale a alternativa que NÃO faz a classificação da oração corretamente.
Para a questão, leia o texto a seguir:
Autenticidade e influência
Eu nunca tinha ouvido falar da América até meus pais me dizerem que estávamos nos mudando para lá. Meu mundo era casa, família, escola, passeios para as pirâmides, férias em Alexandria. Isso era o máximo que eu podia imaginar. Como muitas crianças, minha compreensão de lugar estava atrelada ao que eu podia ver e para onde eu podia ir. O avião que me levou à América me obrigou a redesenhar meu mapa, a reconhecer imediata e abruptamente que as fronteiras do mundo eram muito maiores do que havia experimentado. Quando criança, nunca poderia imaginar que teria família e amigos em tantos países.
Hoje, existe ainda um muro entre os lados grego e turco de Chipre e Israel está construindo um muro ao longo da Cisjordânia. Esses muros marcam nossa história, criando divisões que limitam nossa visão. Embora politicamente motivados, eles também criam fronteiras culturais.
Como uma imigrante que chegou aqui quando criança, faço parte do que Rúben Rumbaut chamou de geração “1.5” (citado em Firmat, 1994, p. 4). Emigrando ainda crianças, essa geração está situada entre os que emigram como adultos e os que nascem na América. A questão da autenticidade atormenta muitos de nós, que não conseguimos nos definir com um único termo. Tenho observado o conflito de alguns de meus alunos com essas mesmas questões enquanto tentam entender como sangue, localização e língua se tornam marcas de identidade. [...] “Você é mais chinês se crescer em Chinatown e frequentar uma escola chinesa do que se crescer nos subúrbios?”. Nossa nação faz perguntas semelhantes à medida que a homogeneidade e a heterogeneidade continuam a se confrontar sob a bandeira da identidade nacional.
Nossa filha Yasmine rejeita o modo como a rotulam quando dizem que ela é metade afro-americana e metade egípcia. “Como você pode ser metade de qualquer coisa?”, pergunta retoricamente. Ela reivindica uma identidade feita de dois inteiros, para que possa ser ao mesmo tempo completamente egípcia e completamente afro-americana. Essa questão do sangue e da identidade tem atormentado os Estados Unidos desde sempre. Para que fosse mantida uma distinção nítida entre negros e brancos, o que era essencial para a escravidão, mesmo a mínima quantidade de sangue negro significava que alguém era negro e, portanto, poderia legalmente ser tratado como inferior. Hoje, para reivindicar oficialmente uma identidade nativo-americana, é preciso provar que se tem um certo “grau de sangue indígena”. Parece que podemos nos dividir até não se identificar mais nada. A matemática de Yasmine faz mais sentido: cada parte de uma pessoa é igual a um todo.
(Fonte: KALDAS, Pauline. Cartas do Cairo. Tradução Priscila Campello.
Belo Horizonte [MG]: Fino Traço, 2023.)
Neste texto predominam os tipos textuais: