Questões de Concurso Para prefeitura de campanha - mg

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Q2355516 Português
Observe a ambiguidade presente na frase a seguir.
“Comprei a calça e o sapato de que falei.”
Assinale a alternativa em que a reescrita da frase não desfaz a ambiguidade identificada.
Alternativas
Q2355515 Português
Leia o trecho a seguir.
Onda de calor
Uma massa de ar excepcionalmente quente deve fazer com que o Brasil enfrente temperaturas mais altas que o normal. De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45 ºC. [...]
Disponível em: www.bbc.com (adaptado).
Assinale a alternativa que dá sequência ao conteúdo desse trecho, mantendo a coerência de suas ideias.
Alternativas
Q2355514 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada não é um adjetivo. 
Alternativas
Q2355513 Português
Leia esta explicação:
Argumento circular é um tipo de falácia que consiste em justificar a conclusão que está sendo defendida usando a própria conclusão, com palavras um pouco diferentes. No argumento circular, nenhuma informação útil é acrescentada para sustentar a conclusão.
Podemos exemplificar a petição de princípio com exemplos como “Matar não é certo, logo matar não é certo”. Mas, quando ocorre realmente na argumentação, é frequente a conclusão apresentar algumas (por vezes consideráveis) modificações linguísticas, de forma a não parecer uma mera repetição. Por exemplo: “Matar seres humanos não é moralmente certo; logo matar pessoas é eticamente errado” ou “O boxe é um esporte inseguro e arriscado; logo, o boxe é perigoso”. [...]
Disponível em: www.filosofianaescola.com/falacias (adaptado).

Assinale a alternativa em que se verifica um exemplo de argumento circular.
Alternativas
Q2355512 Português
Assinale a alternativa em que o verbo “ver” foi corretamente empregado, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa
Alternativas
Q2355511 Português

INSTRUÇÃO: Leia a crônica a seguir para responder à questão


Existe lógica na língua?

Marcos Bagno


Dia desses, publiquei uma postagem em que me queixava das pessoas que fazem legendas para filmes e seriados por tentarem evitar a tal “mistura de pronomes” — uma falácia total — e escreverem coisas como “eu só queria ajudá-lo!” quando é um irmão falando para outro num momento de raiva. Escrevi que o mais natural e autêntico seria “eu só queria te ajudar!”. Eis senão quando uma pessoa argumentou nos comentários: “Pois parece a concordância mais lógica: tu-te, você-o...” Vamos deixar passar a “concordância” (porque não tem nada de “concordância” nesse caso, é correlação pronominal) para nos concentrarmos em lógica. Faz muitos séculos que se enraizou na cultura ocidental a ideia de que existe uma “lógica” na língua e que, por isso, é preciso submeter a língua a essa suposta lógica. A consequência dessa ideia é que, segundo ela, qualquer desvio com relação a essa lógica constitui um erro no uso da língua, língua que deveria ser como um relógio que nunca se atrasa (e na própria etimologia da palavra relógio — o grego horo·logion — está bem escondida a lógica, a “lógica das horas”).


A palavra lógica deriva do grego lógos e é aí que tudo começa a se complicar. Por quê? Porque ao longo da história antiga, esse lógos foi definido e redefinido dezenas de vezes e adquiriu uma quantidade de sentidos de deixar a gente tonta (até sinônimo de “Deus” ele virou). O primeiro filósofo grego a utilizar o termo foi, ao que se sabe, Heráclito de Éfeso (c. 535-c. 475 aec), um autor de quem só temos fragmentos escritos, nenhuma obra completa. Pelo que se pode deduzir desses fragmentos, lógos para Heráclito era o “conjunto harmônico de leis que comandam o universo, formando uma inteligência cósmica onipresente que se plenifica no pensamento humano”, segundo aparece no dicionário Houaiss. Não é pouca coisa, né? O nosso pensamento seria a síntese, a consubstanciação dessa inteligência cósmica que é o lógos. De fato, para os filósofos gregos antigos, existia uma inter-relação entre a inteligência humana, a natureza e o universo. A inteligência humana (psykhe) se organizaria segundo as mesmas leis que governam a natureza (physis), a qual, por sua vez, se organizaria segundo as mesmas leis que regem o universo (kósmos). Desse modo, o pensamento só é adequado, correto e justo se for... lógico, isto é, se estiver de acordo com as leis da natureza e, um nível acima, com as leis do universo.


[...] é preciso abandonar a ideia de que existe uma “lógica” na língua e que é preciso respeitá-la à risca. Até porque nessa ideia está embutida a concepção da língua como uma coisa-em-si, fora das pessoas que a falam. O funcionamento da língua decorre de processamentos cognitivos e de fatores socioculturais, já que somos seres gregários, vivemos em sociedade. A língua é, portanto, um dispositivo sociocognitivo. E esses processamentos cognitivos nada têm a ver com as formulações da lógica clássica. Sendo de caráter sociocognitivo, o fator mais importante, mais importantíssimo das línguas humanas é o uso, palavrinha curta mas que é responsável por tudo o que acontece numa língua. [...]


Disponível em: www.parabolablog.com.br.

Acesso em: 30 nov. 2023.

Assinale a alternativa que contém uma marca de opinião do autor do texto.
Alternativas
Q2355510 Português

INSTRUÇÃO: Leia a crônica a seguir para responder à questão


Existe lógica na língua?

Marcos Bagno


Dia desses, publiquei uma postagem em que me queixava das pessoas que fazem legendas para filmes e seriados por tentarem evitar a tal “mistura de pronomes” — uma falácia total — e escreverem coisas como “eu só queria ajudá-lo!” quando é um irmão falando para outro num momento de raiva. Escrevi que o mais natural e autêntico seria “eu só queria te ajudar!”. Eis senão quando uma pessoa argumentou nos comentários: “Pois parece a concordância mais lógica: tu-te, você-o...” Vamos deixar passar a “concordância” (porque não tem nada de “concordância” nesse caso, é correlação pronominal) para nos concentrarmos em lógica. Faz muitos séculos que se enraizou na cultura ocidental a ideia de que existe uma “lógica” na língua e que, por isso, é preciso submeter a língua a essa suposta lógica. A consequência dessa ideia é que, segundo ela, qualquer desvio com relação a essa lógica constitui um erro no uso da língua, língua que deveria ser como um relógio que nunca se atrasa (e na própria etimologia da palavra relógio — o grego horo·logion — está bem escondida a lógica, a “lógica das horas”).


A palavra lógica deriva do grego lógos e é aí que tudo começa a se complicar. Por quê? Porque ao longo da história antiga, esse lógos foi definido e redefinido dezenas de vezes e adquiriu uma quantidade de sentidos de deixar a gente tonta (até sinônimo de “Deus” ele virou). O primeiro filósofo grego a utilizar o termo foi, ao que se sabe, Heráclito de Éfeso (c. 535-c. 475 aec), um autor de quem só temos fragmentos escritos, nenhuma obra completa. Pelo que se pode deduzir desses fragmentos, lógos para Heráclito era o “conjunto harmônico de leis que comandam o universo, formando uma inteligência cósmica onipresente que se plenifica no pensamento humano”, segundo aparece no dicionário Houaiss. Não é pouca coisa, né? O nosso pensamento seria a síntese, a consubstanciação dessa inteligência cósmica que é o lógos. De fato, para os filósofos gregos antigos, existia uma inter-relação entre a inteligência humana, a natureza e o universo. A inteligência humana (psykhe) se organizaria segundo as mesmas leis que governam a natureza (physis), a qual, por sua vez, se organizaria segundo as mesmas leis que regem o universo (kósmos). Desse modo, o pensamento só é adequado, correto e justo se for... lógico, isto é, se estiver de acordo com as leis da natureza e, um nível acima, com as leis do universo.


[...] é preciso abandonar a ideia de que existe uma “lógica” na língua e que é preciso respeitá-la à risca. Até porque nessa ideia está embutida a concepção da língua como uma coisa-em-si, fora das pessoas que a falam. O funcionamento da língua decorre de processamentos cognitivos e de fatores socioculturais, já que somos seres gregários, vivemos em sociedade. A língua é, portanto, um dispositivo sociocognitivo. E esses processamentos cognitivos nada têm a ver com as formulações da lógica clássica. Sendo de caráter sociocognitivo, o fator mais importante, mais importantíssimo das línguas humanas é o uso, palavrinha curta mas que é responsável por tudo o que acontece numa língua. [...]


Disponível em: www.parabolablog.com.br.

Acesso em: 30 nov. 2023.

Releia o trecho a seguir.
“Faz muitos séculos que se enraizou na cultura ocidental a ideia de que existe uma “lógica” na língua e que, por isso, é preciso submeter a língua a essa suposta lógica”.
As aspas que marcam a palavra em destaque têm como função
Alternativas
Q2355509 Português

INSTRUÇÃO: Leia a crônica a seguir para responder à questão


Existe lógica na língua?

Marcos Bagno


Dia desses, publiquei uma postagem em que me queixava das pessoas que fazem legendas para filmes e seriados por tentarem evitar a tal “mistura de pronomes” — uma falácia total — e escreverem coisas como “eu só queria ajudá-lo!” quando é um irmão falando para outro num momento de raiva. Escrevi que o mais natural e autêntico seria “eu só queria te ajudar!”. Eis senão quando uma pessoa argumentou nos comentários: “Pois parece a concordância mais lógica: tu-te, você-o...” Vamos deixar passar a “concordância” (porque não tem nada de “concordância” nesse caso, é correlação pronominal) para nos concentrarmos em lógica. Faz muitos séculos que se enraizou na cultura ocidental a ideia de que existe uma “lógica” na língua e que, por isso, é preciso submeter a língua a essa suposta lógica. A consequência dessa ideia é que, segundo ela, qualquer desvio com relação a essa lógica constitui um erro no uso da língua, língua que deveria ser como um relógio que nunca se atrasa (e na própria etimologia da palavra relógio — o grego horo·logion — está bem escondida a lógica, a “lógica das horas”).


A palavra lógica deriva do grego lógos e é aí que tudo começa a se complicar. Por quê? Porque ao longo da história antiga, esse lógos foi definido e redefinido dezenas de vezes e adquiriu uma quantidade de sentidos de deixar a gente tonta (até sinônimo de “Deus” ele virou). O primeiro filósofo grego a utilizar o termo foi, ao que se sabe, Heráclito de Éfeso (c. 535-c. 475 aec), um autor de quem só temos fragmentos escritos, nenhuma obra completa. Pelo que se pode deduzir desses fragmentos, lógos para Heráclito era o “conjunto harmônico de leis que comandam o universo, formando uma inteligência cósmica onipresente que se plenifica no pensamento humano”, segundo aparece no dicionário Houaiss. Não é pouca coisa, né? O nosso pensamento seria a síntese, a consubstanciação dessa inteligência cósmica que é o lógos. De fato, para os filósofos gregos antigos, existia uma inter-relação entre a inteligência humana, a natureza e o universo. A inteligência humana (psykhe) se organizaria segundo as mesmas leis que governam a natureza (physis), a qual, por sua vez, se organizaria segundo as mesmas leis que regem o universo (kósmos). Desse modo, o pensamento só é adequado, correto e justo se for... lógico, isto é, se estiver de acordo com as leis da natureza e, um nível acima, com as leis do universo.


[...] é preciso abandonar a ideia de que existe uma “lógica” na língua e que é preciso respeitá-la à risca. Até porque nessa ideia está embutida a concepção da língua como uma coisa-em-si, fora das pessoas que a falam. O funcionamento da língua decorre de processamentos cognitivos e de fatores socioculturais, já que somos seres gregários, vivemos em sociedade. A língua é, portanto, um dispositivo sociocognitivo. E esses processamentos cognitivos nada têm a ver com as formulações da lógica clássica. Sendo de caráter sociocognitivo, o fator mais importante, mais importantíssimo das línguas humanas é o uso, palavrinha curta mas que é responsável por tudo o que acontece numa língua. [...]


Disponível em: www.parabolablog.com.br.

Acesso em: 30 nov. 2023.

O texto defende a ideia de que
Alternativas
Q2355508 Serviço Social
Sobre as competências profissionais e atribuições privativas descritas na Lei de Regulamentação da Profissão de Assistente Social, analise as afirmativas a seguir.
I. Dirigir serviços técnicos de Serviço Social em entidades públicas ou privadas constitui atribuição privativa.
II. Realizar vistorias, perícias técnicas, laudos periciais, informações e pareceres sobre a matéria de Serviço Social constitui atribuição privativa.
III. Elaborar, coordenar, executar e avaliar planos, programas e projetos que sejam do âmbito de atuação do Serviço Social com participação da sociedade civil constitui competência profissional.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2355507 Serviço Social
Tendo por referência a LOAS, acerca do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2355506 Serviço Social
Com relação ao Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), analise as afirmativas a seguir.
I. É objetivo do PAIF prevenir a ruptura dos vínculos familiares e comunitários, possibilitando a superação de situações de fragilidade social vivenciadas.
II. É impacto social esperado do PAIF contribuir para prevenção da ocorrência de riscos sociais, seu agravamento ou reincidência no território de abrangência do CRAS.
III. É objetivo específico do PAIF desenvolver ações especializadas para a superação das situações violadoras de direitos que contribuem para a intensificação da dependência química.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2355505 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
São diretrizes da política de atendimento descritas no Estatuto da Criança e Adolescente, exceto: 
Alternativas
Q2355504 Serviço Social
Com relação aos serviços descritos na Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
(   ) O Serviço de Proteção em Situações de Calamidades Públicas e de Emergências faz parte da Proteção Social Especial de Média Complexidade.
(   ) O Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF) faz parte da Proteção Social Básica.
(   ) O Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos (PAEFI) faz parte da Proteção Social Especial de Alta Complexidade.
(   ) O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos faz parte da Proteção Social Básica.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2355503 Legislação Federal
A intolerância contra as religiões de matriz africana é uma forma de discriminação que, muitas vezes, resulta em preconceito, violência e exclusão. O Estatuto da Igualdade Racial, aprovado no Brasil em 2010, busca combater essa intolerância ao estabelecer medidas de proteção e promoção dos direitos das comunidades religiosas afro-brasileiras.
Com base o Estatuto da Igualdade Racial, o direito à liberdade de consciência e de crença e ao livre exercício dos cultos religiosos de matriz africana não compreende
Alternativas
Q2355502 Pedagogia
Acerca da organização da educação nacional e tendo por referência a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, não cabe aos municípios 
Alternativas
Q2355501 Serviço Social
Tendo por base a publicação do Conselho Federal de Serviço Social: “Assistente social no combate ao preconceito: discriminação contra a pessoa com deficiência” e por referência o histórico de lutas dos movimentos sociais ligados à temática, assim como as legislações e políticas sociais voltadas para esse grupo, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2355500 Serviço Social
Os agentes públicos ou privados envolvidos com políticas públicas de juventude devem observar as diretrizes a seguir, exceto: 
Alternativas
Q2355499 Legislação Federal
A Lei nº 12.288, de 20 de julho de 2010, institui o Estatuto da Igualdade Racial, cuja finalidade é a de a garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades, a defesa dos direitos étnicos individuais, coletivos e difusos e o combate à discriminação e às demais formas de intolerância étnica. Essa legislação elucida que a participação da população negra, em condição de igualdade de oportunidade, na vida econômica, social, política e cultural do país será promovida, prioritariamente, por meio de algumas ações.
Não corresponde a uma dessas ações:
Alternativas
Q2355498 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A cultura do cafeeiro é acometida por diversas doenças infecciosas, que podem interferir diretamente na produtividade das lavouras e depreciar a qualidade dos grãos.

Considerando a importância da diagnose no manejo eficiente das doenças, assinale a alternativa que melhor descreve os sintomas da doença mancha aureolada.
Alternativas
Q2355497 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A região do Sul de Minas é muito heterogênea do ponto de vista pedológico, destacando a ocorrência dos latossolos vermelho-amarelos distróficos e dos argissolos vermelho-amarelos, ambos com considerável potencial agrícola.

Com base no Sistema Brasileiro de Classificação de Solos, os argissolos são solos
Alternativas
Respostas
181: C
182: C
183: B
184: A
185: A
186: A
187: A
188: C
189: C
190: C
191: B
192: A
193: D
194: B
195: A
196: D
197: A
198: C
199: B
200: B