Questões de Concurso Para hu brasil

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Q4313184 Noções de Primeiros Socorros
Um motoqueiro de 22 anos sofre um acidente e é atendido pelo Corpo de Bombeiros. Na avaliação inicial, está sonolento, abre os olhos ao ser chamado, emite frases desconexas e inadequadas e utiliza a mão para tentar retirar o estímulo doloroso. As pupilas estão isocóricas e foto reagentes. Após a estabilização inicial, a equipe calcula o escore de Glasgow para definir a gravidade do traumatismo crânioencefálico, o que constitui uma etapa fundamental para a conduta, a monitorização e o prognóstico.
O valor correto da Escala de Coma de Glasgow e a respectiva classificação são: 
Alternativas
Q4313183 Medicina
Paciente do sexo masculino, 67 anos, advogado, buscou atendimento neurológico devido a tremor progressivo nas mãos há aproximadamente oito anos. Relata que o tremor era inicialmente discreto, tornando-se gradualmente mais intenso, dificultando atividades como escrever, utilizar talheres e segurar um copo cheio. Relata piora do tremor durante situações de nervosismo e ansiedade e melhora transitória após a ingestão de pequenas quantidades de bebida alcoólica. Negou qualquer outra queixa. Não tem comorbidades ou faz uso de medicações contínuas. Informou que seu pai e uma irmã apresentavam quadro semelhante desde a meia-idade. Ao exame neurológico, apresentou tremor postural e de ação nas mãos, de frequência aproximada de 4–8 Hz, discretamente mais evidente à direita. Observado leve tremor da cabeça em movimento de afirmação. Não apresentava tremor em repouso. A força, tônus, velocidade e amplitude dos movimentos repetitivos e marcha eram normais.
Os exames laboratoriais, incluindo hemograma, eletrólitos, função renal, função hepática, vitamina B12 e TSH, não evidenciaram alterações. Diante da principal hipótese diagnóstica, a seguinte medicação está indicada: 
Alternativas
Q4313182 Medicina
Paciente do sexo masculino, 22 anos, estudante universitário, procurou atendimento neurológico devido à dificuldade progressiva para caminhar desde a adolescência. Relata que, aos 13 anos, passou a tropeçar com frequência durante atividades esportivas e apresentava dificuldade para correr quando comparado aos colegas. Nos anos seguintes, percebeu deformidade progressiva dos pés, necessitando trocar o tipo de calçado devido ao aumento do arco plantar. Refere fraqueza lentamente progressiva nos pés e tornozelos, dificuldade para caminhar sobre os calcanhares e episódios recorrentes de entorses. Há cerca de dois anos, passou a notar dificuldade para manipular objetos pequenos, como abotoar camisas e escrever por períodos prolongados. Informa que seu pai e um tio paterno apresentam "pés muito cavos" e utilizam órteses para caminhar desde a juventude. Ao exame neurológico, observava-se atrofia distal bilateral das pernas, pés cavos bilaterais, força muscular grau 3/5 na dorsiflexão dos pés, 4/5 na flexão plantar e 4/5 na musculatura intrínseca das mãos. Os reflexos aquileus e patelares estão abolidos bilateralmente, enquanto os reflexos dos membros superiores hipoativos. Apresenta hipoestesia tátil e dolorosa distal nos 4 membros, em padrão "bota e luva", com hipopalestesia distal em membros inferiores. A marcha é escarvante bilateral, sendo incapaz de caminhar sobre os calcanhares. Trouxe uma Eletroneuromiografia que evidenciou polineuropatia sensitivo-motora desmielinizante difusa.
Diante da principal hipótese etiológica, o resultado de exame genético mais frequentemente encontrado é a
Alternativas
Q4313181 Psiquiatria
Paciente do sexo masculino, 74 anos, médico aposentado, foi levado à consulta pela esposa devido a dificuldades cognitivas e de comportamento nos últimos dois anos. Inicialmente, apresentava dificuldade para organizar tarefas habituais, como administrar contas e utilizar aparelhos eletrônicos, além de episódios em que permanecia "desligado", com redução importante da atenção por alguns minutos, retornando espontaneamente ao estado habitual. A esposa relata que, em alguns dias, o paciente conseguia conversar normalmente e realizar atividades domésticas simples, enquanto em outros permanecia confuso durante grande parte do dia. Há aproximadamente um ano, passou a apresentar alucinações visuais bem formadas, referindo a presença de pessoas desconhecidas dentro de casa, descrevendo-as com riqueza de detalhes. Também apresenta episódios frequentes de falar, gritar e realizar movimentos bruscos durante o sono, parecendo lutas e chutes, inclusive já tendo atingido a esposa diversas vezes durante a noite. Concomitante a esse quadro, tem apresentado lentificação dos movimentos e dificuldade para iniciar a marcha, relatando que os pés ficam presos no chão. Ao exame neurológico, encontrava-se alerta, porém com flutuações importantes da atenção durante a consulta. Mini-Exame do Estado Mental de 23/30. Hipomimia facial, bradicinesia bilateral, rigidez plástica a manobra em espelho em membro superior direito, sem tremor de repouso. A marcha era lenta, com redução bilateral do balanço dos braços e instabilidade postural ao pull-test. Sensibilidade, força muscular e reflexos encontravam-se preservados.
A principal hipótese etiológica é de
Alternativas
Q4313180 Medicina
Paciente do sexo feminino, 56 anos, procurou atendimento neurológico devido a contrações involuntárias no lado esquerdo da face iniciadas há aproximadamente dois anos. Relatava que os episódios começaram com pequenos tremores ao redor do olho esquerdo, inicialmente esporádicos, tornando-se progressivamente mais frequentes. Nos últimos seis meses, as contrações passaram a envolver também a região da bochecha e da comissura labial esquerda, ocorrendo diversas vezes ao dia. Durante a consulta, foram observados episódios de contrações clônicas involuntárias da musculatura orbicular do olho esquerdo, seguidas de contração do músculo zigomático e do platisma ipsilateral. Durante a contração do orbicular dos olhos e fechamento do olho, parte da musculatura frontal se contrai. Entre os episódios, a força da musculatura facial era normal, sem assimetria em repouso. Os demais nervos cranianos, força muscular, sensibilidade, coordenação, reflexos e marcha eram normais.
O diagnóstico sindrômico é de
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Q4313179 Medicina
Paciente do sexo masculino, 75 anos, hipertenso e diabético, em uso irregular de losartana e metformina, foi levado ao prontosocorro após início súbito de fraqueza no lado esquerdo do corpo e boca torta para a direita. Segundo a esposa, encontrava-se bem até 1 hora e 30 minutos antes da admissão, quando, durante o café da manhã, deixou cair a xícara da mão esquerda e apresentou dificuldade para levantar-se da cadeira. Negava cefaleia, perda da consciência, crise convulsiva, alterações visuais ou distúrbios da linguagem. Não fazia uso de anticoagulantes e não possuía história prévia de AVC, cirurgias recentes ou sangramentos. Na admissão apresentava: Pressão arterial: 168 × 96 mmHg, frequência cardíaca: 82 bpm, saturação de O₂: 97%, glicemia capilar: 124 mg/dL. Ao exame neurológico encontravase alerta e orientado, com linguagem preservada. O exame motor confirmou a queixas e não apresentava outras alterações. NIHSS = 8. A tomografia computadorizada de crânio sem contraste, realizada 2 horas após o início dos sintomas, não evidenciou hemorragia intracraniana com ASPECTS = 10.
A conduta terapêutica é
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Q4313178 Medicina
Paciente do sexo masculino, 58 anos, previamente hígido, procurou atendimento neurológico por fraqueza progressiva na mão direita há aproximadamente 14 meses. Inicialmente percebeu dificuldade para abotoar camisas, escrever e manipular pequenos objetos, evoluindo com atrofia da musculatura tenar e interóssea. Após cerca de oito meses, ele passou a apresentar fraqueza também na mão esquerda e dificuldade para elevar o braço direito acima da cabeça. Nos últimos quatro meses, referiu tropeços frequentes, sensação de rigidez nas pernas e dificuldade para subir escadas. Há 1 mês cursando com disfagia para alimentos secos e água e leve disartria. Negava alterações sensitivas, dor radicular, diplopia, ptose, disfagia, alterações esfincterianas ou déficit cognitivo. Ao exame neurológico, apresentava atrofia da musculatura tenar e dos interósseos da mão direita, miofasciculações em antebraço direito, paresia para extensão dos dedos e abdução dos dedos das mãos, leve hipertonia em membros inferiores, reflexos profundos vivos nos quatro membros, reflexo cutâneo-plantar em extensão bilateral. Sensibilidade superficial e profunda preservadas. Coordenação e nervos cranianos sem alterações. A eletroneuromiografia demonstrou sinais de desnervação ativa (fibrilações e ondas agudas positivas), fasciculações e reinervação crônica em músculos inervados pelos segmentos cervicais, torácicos e lombossacros, com redução do recrutamento motor. Os estudos de condução motora e sensitiva não mostrou alterações. A ressonância magnética de encéfalo e coluna cervical mostrou-se normal.
Diante desse paciente, a proposta terapêutica específica é
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Q4313177 Medicina
Paciente do sexo masculino, 18 meses de idade, previamente hígido, foi levado ao pronto-socorro após episódio súbito de perda da consciência acompanhada de rigidez seguida de abalos tônico-clônicos generalizados dos quatro membros. A crise teve duração aproximada de dois minutos, cessando espontaneamente, seguida por sonolência por cerca de 20 minutos. Segundo os pais, a criança apresentava febre iniciada há aproximadamente seis horas, com temperatura axilar aferida de 39°C, associada a coriza, congestão nasal e redução do apetite. Negavam episódios prévios de convulsão, atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, doenças neurológicas ou uso de medicamentos contínuos. Ao exame físico, encontrava-se acordado, afebril após antitérmico, corado e hidratado. O exame neurológico não evidenciava déficits focais, alterações do tônus, assimetrias motoras ou sinais meníngeos.
A conduta nesse momento é
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Q4313176 Medicina
Paciente de 17 anos, masculino, foi encaminhada ao neurologista após apresentar duas crises convulsivas tônico-clônicas generalizadas nos últimos quatro meses. Ambas ocorreram nas primeiras horas da manhã, poucos minutos após despertar, após noites de sono reduzido devido aos estudos para provas. Durante a anamnese dirigida, relatou que, desde os 15 anos, apresenta episódios frequentes de "trancos" nos membros superiores logo após acordar, especialmente ao segurar objetos como escova de dentes, xícara ou celular, ocasionando quedas desses objetos. Os episódios duram poucos segundos, ocorrem com preservação da consciência e tornam-se mais frequentes após privação de sono ou ingestão de bebidas alcoólicas em festas. Ao exame neurológico, a paciente encontrava-se alerta, orientada, com linguagem, força, sensibilidade, coordenação, marcha e reflexos dentro da normalidade. A ressonância magnética de encéfalo não evidenciou alterações estruturais. O eletroencefalograma demonstrou descargas generalizadas de complexos ponta-onda e poliponta-onda de 4–6 Hz, predominando nas regiões frontocentrais, desencadeadas durante a estimulação luminosa intermitente.
O seguinte medicamento é a primeira escolha para tratamento desse tipo de epilepsia: 
Alternativas
Q4313175 Medicina
Um homem de 47 anos foi admitido na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após uma parada cardiorrespiratória prolongada. Decorridas 72 horas de tratamento intensivo, sob estabilidade térmica (36,5°C) e hemodinâmica, e sem efeito de sedativos, o paciente apresenta-se em coma profundo, com ausência total de reflexos de tronco encefálico. A equipe multiprofissional planeja iniciar o protocolo de determinação de morte encefálica.
Conforme a Resolução CFM nº 2.173/2017, para que o protocolo possa ser formalmente aberto, o seguinte procedimento é necessário:
Alternativas
Q4313174 Medicina
Paciente 78 anos, sexo masculino, vem ao ambulatório com diagnóstico de doença de Parkinson Idiopático há 4 anos. Está em uso de medicação regular. Ao exame físico, o paciente apresenta tremor pior à direita em repouso. Tem necessidade de bengala para a marcha. Há rigidez dos membros superiores que interfere na vestimenta; bradicinesia; necessidade de auxílio para se levantar da cadeira; hipomimia facial; queixa de quedas eventuais e de pouca recuperação no teste do “puxão”; dificuldade para manter o sono durante a noite; e engasgos frequentes durante as refeições.
Considerando esses dados clínicos e os instrumentos de avaliação na Doença de Parkinson, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4313173 Medicina
Paciente de 58 anos, do sexo masculino, dentista, procura consultório de neurologia por apresentar tremor nas mãos que interfere em suas atividades da vida diária e profissional. Notou o início desses sintomas há um ano. Lembra-se de pelo menos três quedas ao chão com vários tipos de lesão óssea. No exame físico, há rigidez plástica nos MMSS, fácies cérea e lentificação dos movimentos sacádicos oculares, e oftalmoplegia do olhar conjugado vertical, para baixo. O paciente é hipertenso há 10 anos e usa dois anti-hipertensivos
Para esse caso clínico, a principal hipótese diagnóstica é
Alternativas
Q4313172 Medicina
Uma mulher acorda e vê sua filha de 21 anos em crise convulsiva. O início não foi presenciado, mas observou-se endurecimento dos quatro membros, seguido de abalos musculares bilaterais. Ao acordar, a filha não se lembra de nada. Dias depois, levada ao neurologista, o exame neurológico foi normal. A mãe nega casos de epilepsia na família. Parto normal, desenvolvimento psicomotor normal, escolaridade adequada. A paciente nega uso de drogas ou medicamentos. O EEG, a TCC e a RM são normais.
De acordo com esses dados, a principal hipótese diagnóstica é
Alternativas
Q4313171 Medicina
Mulher de 88 anos deu entrada numa UPA de cidade do interior às 11 horas. Familiares viram a paciente bem na véspera, às 22 horas, e a encontraram às 8 horas da manhã, na cama, sem conseguir falar nem mover o lado esquerdo do corpo. Ao exame, Glasgow 12. Histórico de diabetes mellitus e hipertensão arterial. Até então era totalmente independente no autocuidado.
Assinale a afirmativa que justifica o diagnóstico e a conduta inicial desse paciente.
Alternativas
Q4313170 Patologia
Mulher de 28 anos procura atendimento na emergência por apresentar, há 24 horas, formigamentos e dormência nos membros inferiores, até a cicatriz umbilical, e dificuldade para urinar. Coloca-se uma sonda vesical de alívio. Refere boa saúde, mas recorda que, há dois anos, teve episódio de dor ocular no olho esquerdo, com embaçamento visual, que não impedia a leitura. Procurou oftalmologista, que nada encontrou de anormal no exame, e indicou um colírio, com recuperação da visão após aproximadamente um mês. Durante a investigação, foi realizada tomografia de coerência óptica (OCT) para avaliar possível comprometimento prévio do nervo óptico.
Dos seguintes achados na OCT, assinale o que é compatível com sequela de neurite óptica
Alternativas
Q4313169 Medicina
Homem de 62 anos, advogado, procura atendimento por queixa de esquecimento e dificuldade de concentração há cerca de um ano, que vêm interferindo em suas atividades profissionais. O exame neurológico não demonstra déficits motores, sensitivos ou cerebelares. O escore final do Mini-Mental é 21. O paciente não pode realizar ressonância magnética por apresentar um dispositivo metálico incompatível, implantado após cirurgia recente. A tomografia computadorizada de crânio não evidenciou lesões expansivas, hidrocefalia ou alterações estruturais significativas. Para complementar a avaliação, solicitou-se a realização de um biomarcador no líquido cefalorraquidiano (LCR).
A principal alteração bioquímica esperada nesse exame para o diagnóstico de doença de Alzheimer é 
Alternativas
Q4313168 Medicina
Homem de 56 anos procura atendimento ambulatorial por apresentar, há cerca de um ano, dificuldade para caminhar, que vem piorando lentamente, acompanhada de sensação de endurecimento dos membros inferiores. Nega episódios agudos de perda de força ou de alterações visuais. Ao exame neurológico, apresenta paraparesia espástica, hiperreflexia patelar e aquileus e sinal de Babinski bilateral. A sensibilidade superficial e a profunda estão preservadas.
Considerando as principais causas dessa síndrome, os seguintes exames devem fazer parte da investigação inicial:
Alternativas
Q4313167 Medicina
Homem de 68 anos, morador de Curitiba, durante uma viagem ao Rio de Janeiro, apresenta perda súbita da consciência, com abalos nos quatro membros, após bater a cabeça no chão. Levado ao serviço de emergência, encontrava-se lúcido e orientado, sem déficits neurológicos focais. A pressão arterial, a frequência e o ritmo cardíacos estavam normais. Foi realizada tomografia computadorizada de crânio, que não evidenciou fratura, e mostrou pequenas calcificações intracranianas, arredondadas e dispersas pelo parênquima cerebral.
Considerando a apresentação clínica e o achado radiológico, o diagnóstico mais provável é de 
Alternativas
Q4313166 Medicina
Paciente do sexo feminino, 27 anos, previamente hígida, procurou atendimento neurológico com quadro de dor à movimentação do olho direito, seguida de redução progressiva da acuidade visual no mesmo olho ao longo de quatro dias. O oftalmologista confirmou o déficit visual e identificou papilite ao exame de fundoscopia. A paciente foi internada para investigação e tratamento. Realizou ressonância magnética de crânio que evidenciou 2 focos ovalados hiperintensos em T2/FLAIR sem realce periventricular. A ressonância magnética da coluna demonstrou lesão hiperintensa em T2/STIR intramedular no cordão lateral esquerdo em C3-C4, sem efeito expansivo ou realce pelo contraste. A análise do líquor revelou: 3 leucócitos/mm³; proteínas: 38 mg/dL; glicose: 67 mg/dL (glicemia: 98 mg/dL); bandas oligoclonais IgG positivas no líquor.
Em relação aos critérios de diagnóstico de esclerose múltipla, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4313165 Medicina
Paciente feminina de 22 anos apresentou quadro de dormência nos pés que ascendeu para os membros inferiores até a região da cicatriz umbilical em 7 dias e persistiu por 15 dias sem modificação, quando começou a melhorar. No momento da consulta estava assintomática. O exame neurológico evidenciou leve hipoestesia tátil e dolorosa em membros inferiores e abdome inferior até o umbigo, hiperreflexia patelar e reflexo cutâneo-plantar em extensão bilateralmente.
Considerando o diagnóstico topográfico, o seguinte exame complementar está indicado: 
Alternativas
Respostas
1641: A
1642: C
1643: C
1644: D
1645: D
1646: C
1647: B
1648: E
1649: D
1650: A
1651: E
1652: A
1653: E
1654: D
1655: B
1656: C
1657: A
1658: A
1659: C
1660: D