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Para prefeitura de goiás - go
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Há cem anos a população mundial não experimentava uma epidemia com o potencial do coronavírus. O que para a maior parte das gerações tem um ar de novidade e de exceção, para inúmeros povos indígenas trata-se de uma trágica repetição de uma história multissecular. "A minha geração, que é diferente da geração dos meus avós que pegaram e viveram a gripe espanhola, nunca tinha experimentado uma pandemia deste tipo, nesta intensidade de mortes, sem nenhum tipo de medicamento comprovado, sem vacinas, as pessoas trancadas. Isso é exatamente o que esses povos indígenas experimentaram por tantos séculos", pontua a professora e pesquisadora Aparecida Vilaça.
Disponível em: https://acervo.socioambiental.org/acervo/noticias/morte-nafloresta-vida-e-consequencias-da-pandemia-para-os-povos-indigenas . Acesso em: 9 ago. 2020.
A comparação realizada no texto se fundamenta na característica histórica das populações indígenas de:
A conjuntura que hoje vivemos sugere que a humanidade volte a envolver-se com a natureza, em exata oposição ao que o desenvolvimento propõe. Como salienta o filósofo José de Ávila Aguiar Coimbra, “a escolha é nossa: formar uma aliança global para cuidar da terra e uns dos outros, ou arriscar a nossa destruição e da diversidade da vida. Portanto, passemos imediatamente e com todo o fervor possível a nos envolver com a construção da cidadania ambiental séria, justa e consequente.
WALDMAN, M. Natureza e sociedade como espaço de cidadania. In: PINSKY, J.; PINSKY, C. B. (org.). História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2003. p. 557.
A cidadania referida no texto pressupõe a
A estátua de um traficante de escravos derrubada na cidade inglesa de Bristol por manifestantes antirracistas foi retirada do rio onde foi jogada nesta quinta-feira (11 de junho de 2020). Uma efígie de Cristóvão Colombo foi arrancada e jogada em um lago na terça em Richmond, nos Estados Unidos, e outra foi vandalizada no centro de Mi-ami, coberta com tinta vermelha e mensagens que diziam "Nossas ruas", "Black Lives Matter" (Vidas Negras Importam) e "George Floyd".
Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/06/11/estatua-de-escravocratabritanico-derrubada-por-manifestantes-e-retirada-do-rio.ghtml . Acesso em: 9 ago. 2020.
Os fatos mencionados colocam em evidência a discussão sobre
Texto 2

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Texto 1
Filhas da Terra: saúde diferenciada do Povo Kaimbé do Nordeste
Por Vandreza Amante
O Território Kaimbé é marcado por um processo histórico intenso de colonização e ocupação. O povo Kaimbé é um grupo que reivindicou a demarcação do território pela autodenominação como indígena. A partir do século XVII os Kaimbé foram perseguidos pelos jesuítas para a expansão territorial da Colônia e a formação da Missão Jesuítica do Massacará. A retomada da terra se iniciou na década de 1980, quando as lideranças indígenas Kaimbé e Kiriri reivindicaram que uma área pertencente à fazenda Mirandela fosse demarcada como indígena. Apesar do conflito instalado, o Governo Federal regularizou a situação fundiária a partir da organização coletiva dos grupos indígenas.

Segundo dados da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), os povos indígenas estão presentes tanto na área rural quanto na área urbana, sendo que cerca de 61% dos indígenas estão concentrados na área rural. Estima-se que atualmente no território brasileiro estão presentes 305 etnias, falantes de mais de 274 línguas diferentes. O censo IBGE 2010 demonstrou que cerca de 17,5% da população indígena não fala a língua portuguesa num total de 817.963 pessoas. Destes, 315.180 vivem em áreas urbanas e 502.783 em áreas rurais. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), na América Latina vivem cerca de 45 milhões de indígenas em 826 povos que representam 8,3% da população.
Disponível em: https://catarinas.info/filhas-da-terra-saude-diferenciada-dopovo-kaimbe-do-nordeste/
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Filhas da Terra: saúde diferenciada do Povo Kaimbé do Nordeste
Por Vandreza Amante
O Território Kaimbé é marcado por um processo histórico intenso de colonização e ocupação. O povo Kaimbé é um grupo que reivindicou a demarcação do território pela autodenominação como indígena. A partir do século XVII os Kaimbé foram perseguidos pelos jesuítas para a expansão territorial da Colônia e a formação da Missão Jesuítica do Massacará. A retomada da terra se iniciou na década de 1980, quando as lideranças indígenas Kaimbé e Kiriri reivindicaram que uma área pertencente à fazenda Mirandela fosse demarcada como indígena. Apesar do conflito instalado, o Governo Federal regularizou a situação fundiária a partir da organização coletiva dos grupos indígenas.

Segundo dados da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), os povos indígenas estão presentes tanto na área rural quanto na área urbana, sendo que cerca de 61% dos indígenas estão concentrados na área rural. Estima-se que atualmente no território brasileiro estão presentes 305 etnias, falantes de mais de 274 línguas diferentes. O censo IBGE 2010 demonstrou que cerca de 17,5% da população indígena não fala a língua portuguesa num total de 817.963 pessoas. Destes, 315.180 vivem em áreas urbanas e 502.783 em áreas rurais. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), na América Latina vivem cerca de 45 milhões de indígenas em 826 povos que representam 8,3% da população.
Disponível em: https://catarinas.info/filhas-da-terra-saude-diferenciada-dopovo-kaimbe-do-nordeste/
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Filhas da Terra: saúde diferenciada do Povo Kaimbé do Nordeste
Por Vandreza Amante
O Território Kaimbé é marcado por um processo histórico intenso de colonização e ocupação. O povo Kaimbé é um grupo que reivindicou a demarcação do território pela autodenominação como indígena. A partir do século XVII os Kaimbé foram perseguidos pelos jesuítas para a expansão territorial da Colônia e a formação da Missão Jesuítica do Massacará. A retomada da terra se iniciou na década de 1980, quando as lideranças indígenas Kaimbé e Kiriri reivindicaram que uma área pertencente à fazenda Mirandela fosse demarcada como indígena. Apesar do conflito instalado, o Governo Federal regularizou a situação fundiária a partir da organização coletiva dos grupos indígenas.

Segundo dados da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), os povos indígenas estão presentes tanto na área rural quanto na área urbana, sendo que cerca de 61% dos indígenas estão concentrados na área rural. Estima-se que atualmente no território brasileiro estão presentes 305 etnias, falantes de mais de 274 línguas diferentes. O censo IBGE 2010 demonstrou que cerca de 17,5% da população indígena não fala a língua portuguesa num total de 817.963 pessoas. Destes, 315.180 vivem em áreas urbanas e 502.783 em áreas rurais. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), na América Latina vivem cerca de 45 milhões de indígenas em 826 povos que representam 8,3% da população.
Disponível em: https://catarinas.info/filhas-da-terra-saude-diferenciada-dopovo-kaimbe-do-nordeste/
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Filhas da Terra: saúde diferenciada do Povo Kaimbé do Nordeste
Por Vandreza Amante
O Território Kaimbé é marcado por um processo histórico intenso de colonização e ocupação. O povo Kaimbé é um grupo que reivindicou a demarcação do território pela autodenominação como indígena. A partir do século XVII os Kaimbé foram perseguidos pelos jesuítas para a expansão territorial da Colônia e a formação da Missão Jesuítica do Massacará. A retomada da terra se iniciou na década de 1980, quando as lideranças indígenas Kaimbé e Kiriri reivindicaram que uma área pertencente à fazenda Mirandela fosse demarcada como indígena. Apesar do conflito instalado, o Governo Federal regularizou a situação fundiária a partir da organização coletiva dos grupos indígenas.

Segundo dados da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), os povos indígenas estão presentes tanto na área rural quanto na área urbana, sendo que cerca de 61% dos indígenas estão concentrados na área rural. Estima-se que atualmente no território brasileiro estão presentes 305 etnias, falantes de mais de 274 línguas diferentes. O censo IBGE 2010 demonstrou que cerca de 17,5% da população indígena não fala a língua portuguesa num total de 817.963 pessoas. Destes, 315.180 vivem em áreas urbanas e 502.783 em áreas rurais. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), na América Latina vivem cerca de 45 milhões de indígenas em 826 povos que representam 8,3% da população.
Disponível em: https://catarinas.info/filhas-da-terra-saude-diferenciada-dopovo-kaimbe-do-nordeste/
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Filhas da Terra: saúde diferenciada do Povo Kaimbé do Nordeste
Por Vandreza Amante
O Território Kaimbé é marcado por um processo histórico intenso de colonização e ocupação. O povo Kaimbé é um grupo que reivindicou a demarcação do território pela autodenominação como indígena. A partir do século XVII os Kaimbé foram perseguidos pelos jesuítas para a expansão territorial da Colônia e a formação da Missão Jesuítica do Massacará. A retomada da terra se iniciou na década de 1980, quando as lideranças indígenas Kaimbé e Kiriri reivindicaram que uma área pertencente à fazenda Mirandela fosse demarcada como indígena. Apesar do conflito instalado, o Governo Federal regularizou a situação fundiária a partir da organização coletiva dos grupos indígenas.

Segundo dados da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), os povos indígenas estão presentes tanto na área rural quanto na área urbana, sendo que cerca de 61% dos indígenas estão concentrados na área rural. Estima-se que atualmente no território brasileiro estão presentes 305 etnias, falantes de mais de 274 línguas diferentes. O censo IBGE 2010 demonstrou que cerca de 17,5% da população indígena não fala a língua portuguesa num total de 817.963 pessoas. Destes, 315.180 vivem em áreas urbanas e 502.783 em áreas rurais. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), na América Latina vivem cerca de 45 milhões de indígenas em 826 povos que representam 8,3% da população.
Disponível em: https://catarinas.info/filhas-da-terra-saude-diferenciada-dopovo-kaimbe-do-nordeste/
..................... Nº 005
O Secretário do Interior, tendo em vista o que consta no Processo nº......, da mesma secretaria, concede ao Guarda cl. F. da DCGC, Fulano de Tal, trinta dias de licença para tratamento de saúde, em prorrogação, a contar de ..... de ....., nos termos do artigo .....da Lei nº....., de ....... de.....
Goiânia, .....de.....de..... Secretário do Interior Registre-se e publique-se. Diretor Geral.
O exemplo apresentado se refere a qual documento?
J. A. trabalha em um setor no qual ele é responsável pela manutenção, pelo planejamento e pelo controle do estoque e do almoxarifado.
Neste caso, pode-se dizer que J. A. trabalha no setor de