Questões de Concurso Para câmara de rio grande da serra - sp

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Q3466341 Gestão de Pessoas
Para compreender o padrão de liderança é possível analisar o tipo de abordagem concernente. Nesse contexto, destaque o tipo de abordagem que tem como atributo a troca entre líderes e liderados, no sentido de que a liderança poderia ocorrer por meio de uma recompensa, na qual, os liderados receberiam promoções ou aumento de salários, por exemplo, ao concluírem suas tarefas. Nesse sentido, cabe ao líder se esforçar pelos desejos de seus liderados, que nem sempre são recompensas materiais, podendo até mesmo ser um trato político ou psicológico.
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Q3466340 Gestão de Pessoas
A cultura organizacional é um tema relevante que tem relação direta com o sucesso alcançado pelas empresas. Ao analisar as variáveis relativas à cultura organizacional, são encontrados conceitos que precisam ser compreendidos. Assim, leia o enunciado a seguir e complete posteriormente com o conceito explicitado.
____________ são fenômenos que podem ser vistos, ouvidos e sentidos ao entrar em contato com um novo grupo com uma cultura desconhecida. Eles incluem os produtos visíveis, como a arquitetura de seu ambiente físico; sua linguagem; sua tecnologia e produtos; suas criações artísticas; seu estilo personificado por roupas, maneiras de se comunicar e manifestações emocionais; os mitos e histórias contados sobre a organização; suas listas de valores explícitas; e seus rituais e cerimônias observáveis. 
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Q3466324 Português

Leia o texto para responder à questão.


O olhar da truta



        O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente.


        — Como, escolher?


        — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser.


         Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente.


        — Essa está bonita... — disse o garçom.


        — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas.


        — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem.


        — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo...


        Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher.


        — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom.


        — Não sei. Eu...


        — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”.


        O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. Mas a truta continuava a fitá-lo. 


        — Vamos — estava dizendo a truta.


        — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...)


        — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta.


        — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa.


        E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou:


        — Esses camarões estão vivos?


        — Não, doutor. Os camarões estão mortos.


        — Pode trazer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.


       

        


    

Considere o excerto: “Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém.” No contexto apresentado, o vocábulo “a”, em sua segunda ocorrência, desempenha o papel gramatical de: 
Alternativas
Q3466322 Português

Leia o texto para responder à questão.


O olhar da truta



        O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente.


        — Como, escolher?


        — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser.


         Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente.


        — Essa está bonita... — disse o garçom.


        — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas.


        — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem.


        — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo...


        Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher.


        — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom.


        — Não sei. Eu...


        — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”.


        O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. Mas a truta continuava a fitá-lo. 


        — Vamos — estava dizendo a truta.


        — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...)


        — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta.


        — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa.


        E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou:


        — Esses camarões estão vivos?


        — Não, doutor. Os camarões estão mortos.


        — Pode trazer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.


       

        


    

Analise os excertos a seguir e assinale a alternativa em que o excerto se apresenta em discurso indireto livre.
Alternativas
Q3466321 Português

Leia o texto para responder à questão.


O olhar da truta



        O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente.


        — Como, escolher?


        — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser.


         Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente.


        — Essa está bonita... — disse o garçom.


        — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas.


        — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem.


        — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo...


        Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher.


        — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom.


        — Não sei. Eu...


        — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”.


        O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. Mas a truta continuava a fitá-lo. 


        — Vamos — estava dizendo a truta.


        — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...)


        — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta.


        — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa.


        E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou:


        — Esses camarões estão vivos?


        — Não, doutor. Os camarões estão mortos.


        — Pode trazer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.


       

        


    

Ao longo da narrativa, a interpretação do cliente a respeito do comportamento da truta o levava a crer que ela:
Alternativas
Q3466320 Português

Leia o texto para responder à questão.


O olhar da truta



        O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente.


        — Como, escolher?


        — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser.


         Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente.


        — Essa está bonita... — disse o garçom.


        — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas.


        — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem.


        — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo...


        Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher.


        — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom.


        — Não sei. Eu...


        — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”.


        O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. Mas a truta continuava a fitá-lo. 


        — Vamos — estava dizendo a truta.


        — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...)


        — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta.


        — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa.


        E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou:


        — Esses camarões estão vivos?


        — Não, doutor. Os camarões estão mortos.


        — Pode trazer.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.


       

        


    

No parágrafo final do texto, a atitude do cliente ao voltar à mesa e optar por camarões permite concluir que:
Alternativas
Q2583388 Direito Constitucional

Sobre a edição de Medidas Provisórias pelo Presidente da República, avalie as afirmativas a seguir à luz da Constituição Federal.

I. E medida a ser adotada em caso de relevância e urgência, tem força de lei e deve ser submetida de imediato ao Congresso Nacional.

II. As medidas provisórias poderão tratar de temas reservados a Lei Complementar, em caso de urgência.

III. É vedada a reedição, na mesma sessão legislativa, de medida provisória que tenha sido rejeitada ou que tenha perdido sua eficácia por decurso de prazo.

Está correto o que se afirma em:

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Q2583387 Legislação Federal

A Lei Complementar nº 95/1998 dispõe sobre normas gerais de técnica legislativa e elaboração das leis. Ela dispõe que, nos textos legais, os incisos serão representados por _______,as alíneas por _________ e os itens por _________. Assinale a alternativa que corretamente preenche as lacunas.

Alternativas
Q2583386 Direito Constitucional

Acerca do processo de elaboração de emendas a Constituição Federal, informe sobre a veracidade (V) ou falsidade (F) das afirmações a seguir, com base no texto constitucional.

() A proposta será discutida e votada em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, considerando-se aprovada se obtiver, em ambos, maioria simples dos votos dos respectivos membros.

() A Constituição não poderá ser emendada na vigência de intervenção federal, de estado de defesa ou de estado de sítio.

( ) Dentre outras autoridades, o Presidente da República é legitimado a proposição de emendas à Constituição.

A sequência esta correta em:

Alternativas
Q2583385 Direito Administrativo

Prevê a Lei nº 14.133/2021 — Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos —, que o processo de contratação direta deverá ser instruído com os seguintes documentos, EXCETO:

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Q2583384 Direito Administrativo

Para a escolha da proposta mais vantajosa a Administração Pública, a Lei n° 14.133/2021 estipula alguns critérios de julgamento a serem utilizados pela autoridade responsável pelo procedimento licitatório. Dentre as opções listadas a seguir, assinale aquela que NÃO se trata de um deles.

Alternativas
Q2583383 Direito Administrativo

Suponha que o Município de Cupuaçu, necessite adquirir um medicamento muito específico, de características únicas, e que este seja fabricado por um único fornecedor brasileiro, que detém certificado de exclusividade. O caso em apreço é típico para contratação através de:

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Q2583382 Direito Administrativo

Quando os efeitos de um ato administrativo eivado de defeitos sanáveis forem favoráveis ao administrado, a Administração disporá de cinco anos para anulá-lo. Caso não o faça, o ato será considerado — definitivamente —válido sendo permanentes os efeitos dele decorrentes. A hipótese descrita trata-se:

Alternativas
Q2583381 Direito Administrativo

Trata-se do ato administrativo que não completou seu ciclo de formação, a exemplo de uma minuta de parecer não assinada pelo agente competente ou um ato ainda não publicado. O enunciado representa o conceito de ato:

Alternativas
Q2583380 Direito Administrativo

Quando uma lei utilizada conceitos jurídicos indeterminados, como por exemplo ‘boa-fé’, ‘bons costumes’, ‘moralidade pública’ etc., a doutrina entende que cabe a Administração Publica poderá valorar a aplicação desta lei, exercendo juízo de valor sobre sua incidência ao caso concreto, e, os atos assim editados são considerados:

Alternativas
Q2583379 Direito Constitucional

São particulares que que recebem do Poder Público a incumbência de realização de determinada atividade, e o realizam em nome próprio, por sua conta e risco, sob a fiscalização do Estado. O enunciado se refere ao conceito de:

Alternativas
Q2583378 Direito Administrativo

O atual entendimento sobre a responsabilidade civil do Estado é de que ele é ______ responsável pelos danos causados por seus agentes, _________ , a terceiros, seja por ações ou omissões. Assinale a alternativa que correta e preenche sequencialmente as lacunas.

Alternativas
Q2583377 Direito Administrativo

Na classificação dos agentes públicos, dizemos que os _________ são os componentes do Governo em seus primeiros escaldes, as quais incumbem as funções de dirigir, orientar e estabelecer diretrizes para o Setor Publico. A lacuna é corretamente preenchida em:

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Q2583376 Direito Administrativo

São princípios norteadores do processo administrativo (e de seus respectivos recursos), usualmente definidos pela doutrina de Direito Administrativo, os a seguir elencados, À EXCEÇÃO DE:

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Q2583375 Direito Constitucional

Com base nas vigentes disposições constitucionais acerca da Administração Pública e dos Servidores públicos, avalie as afirmativas a seguir, e assinale a alternativa correta.

I. A contratação de servidores públicos efetivos com base exclusivamente em processo de análise curricular afronta a Constituição de 1988.

II. É vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço publico. Assim sendo, não pode lei municipal definir que a remuneração de determinado agente público será um percentual relativo à remuneração de outro.

III. A ocupação de cargos, empregos e funções publicas é destinada exclusivamente a brasileiros, natos ou naturalizados.

Alternativas
Respostas
41: A
42: A
43: C
44: A
45: C
46: B
47: C
48: C
49: A
50: D
51: B
52: C
53: E
54: A
55: B
56: D
57: C
58: C
59: D
60: B