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Q3095788 Português
Há diferença entre ser feliz e estar feliz?

(Eduardo Gianetti)


Não vou dar uma definição de felicidade, porque ela não existe. Há a felicidade do libertino, do monge, do hedonista; a felicidade aristotélica, a felicidade kantiana, entre outras. Existem muitas concepções de felicidade.

Uma coisa é o estar feliz, que é um estado de ânimo transitório, circunstancial: meu time ganhou o campeonato, eu acabo de me apaixonar ou eu consegui um novo emprego... Isso é o estar feliz, é estado de ânimo, sentimento transitório.

Outra coisa é o ser feliz, avaliando a minha existência como um todo em muitas dimensões: afetiva, profissional, espiritual e criativa. Seja lá o que for, no ciclo de vida, posso dizer que me reconheço na vida que tive e posso declarar, em sã consciência, que eu me realizo, estou me realizando. Isso é o ser feliz.

Nós temos esta dualidade do estar e do ser, que permite falar duas coisas que se confundem o tempo todo. Felicidade não é uma sucessão de picos de euforia, que podem até ser produzidos quimicamente, dado o estágio da nossa tecnologia. É a construção de uma vida, um enredo, uma trajetória.

Uma pessoa pode ser feliz sem nunca ter tido momentos de muita exuberância do estar feliz, e uma vida pode ter picos extraordinários de estar feliz, momentos realmente únicos de exuberância e de plenitude, mas que não constituem um caminho, não dão resultado para o ser feliz.

O jovem, de um modo geral, é muito mais orientado para o estar feliz do que para o ser feliz. É um certo amadurecimento e uma certa perspectiva em relação ao ciclo de vida que nos leva, com a passagem do tempo, a ficarmos mais atentos para o ser feliz – o qual, muitas vezes, implica o sacrifício do estar feliz.

Para conquistar um objetivo remoto, preciso abrir mão de alguns prazeres muito tangíveis, que estão ao meu alcance, para construir uma relação afetiva duradora. Eu não posso, a todo momento, estar aberto e disponível para o que der e vier. Para conquistar uma certa condição de conhecimento, vou ter que, eventualmente, me privar de muitos momentos deleitosos, de felicidade mundana, porque é necessário trabalhar, estudar. Há uma tensão entre o estar feliz e o ser feliz. (in: https://umbrasil.com/, com adaptações)

[Questão Inédita] 

Uma coisa é o estar feliz, que é um estado de ânimo transitório, circunstancial...


Sobre o trecho em destaque, assinale a alternativa com a informação equivocada.

Alternativas
Q3095787 Português
Há diferença entre ser feliz e estar feliz?

(Eduardo Gianetti)


Não vou dar uma definição de felicidade, porque ela não existe. Há a felicidade do libertino, do monge, do hedonista; a felicidade aristotélica, a felicidade kantiana, entre outras. Existem muitas concepções de felicidade.

Uma coisa é o estar feliz, que é um estado de ânimo transitório, circunstancial: meu time ganhou o campeonato, eu acabo de me apaixonar ou eu consegui um novo emprego... Isso é o estar feliz, é estado de ânimo, sentimento transitório.

Outra coisa é o ser feliz, avaliando a minha existência como um todo em muitas dimensões: afetiva, profissional, espiritual e criativa. Seja lá o que for, no ciclo de vida, posso dizer que me reconheço na vida que tive e posso declarar, em sã consciência, que eu me realizo, estou me realizando. Isso é o ser feliz.

Nós temos esta dualidade do estar e do ser, que permite falar duas coisas que se confundem o tempo todo. Felicidade não é uma sucessão de picos de euforia, que podem até ser produzidos quimicamente, dado o estágio da nossa tecnologia. É a construção de uma vida, um enredo, uma trajetória.

Uma pessoa pode ser feliz sem nunca ter tido momentos de muita exuberância do estar feliz, e uma vida pode ter picos extraordinários de estar feliz, momentos realmente únicos de exuberância e de plenitude, mas que não constituem um caminho, não dão resultado para o ser feliz.

O jovem, de um modo geral, é muito mais orientado para o estar feliz do que para o ser feliz. É um certo amadurecimento e uma certa perspectiva em relação ao ciclo de vida que nos leva, com a passagem do tempo, a ficarmos mais atentos para o ser feliz – o qual, muitas vezes, implica o sacrifício do estar feliz.

Para conquistar um objetivo remoto, preciso abrir mão de alguns prazeres muito tangíveis, que estão ao meu alcance, para construir uma relação afetiva duradora. Eu não posso, a todo momento, estar aberto e disponível para o que der e vier. Para conquistar uma certa condição de conhecimento, vou ter que, eventualmente, me privar de muitos momentos deleitosos, de felicidade mundana, porque é necessário trabalhar, estudar. Há uma tensão entre o estar feliz e o ser feliz. (in: https://umbrasil.com/, com adaptações)
[Questão Inédita]  Nós temos esta dualidade do estar e do ser, que permite falar duas coisas que se confundem o tempo todo
Sobre o trecho acima, assinale a alternativa com a afirmação correta.
Alternativas
Q3095786 Português
Há diferença entre ser feliz e estar feliz?

(Eduardo Gianetti)


Não vou dar uma definição de felicidade, porque ela não existe. Há a felicidade do libertino, do monge, do hedonista; a felicidade aristotélica, a felicidade kantiana, entre outras. Existem muitas concepções de felicidade.

Uma coisa é o estar feliz, que é um estado de ânimo transitório, circunstancial: meu time ganhou o campeonato, eu acabo de me apaixonar ou eu consegui um novo emprego... Isso é o estar feliz, é estado de ânimo, sentimento transitório.

Outra coisa é o ser feliz, avaliando a minha existência como um todo em muitas dimensões: afetiva, profissional, espiritual e criativa. Seja lá o que for, no ciclo de vida, posso dizer que me reconheço na vida que tive e posso declarar, em sã consciência, que eu me realizo, estou me realizando. Isso é o ser feliz.

Nós temos esta dualidade do estar e do ser, que permite falar duas coisas que se confundem o tempo todo. Felicidade não é uma sucessão de picos de euforia, que podem até ser produzidos quimicamente, dado o estágio da nossa tecnologia. É a construção de uma vida, um enredo, uma trajetória.

Uma pessoa pode ser feliz sem nunca ter tido momentos de muita exuberância do estar feliz, e uma vida pode ter picos extraordinários de estar feliz, momentos realmente únicos de exuberância e de plenitude, mas que não constituem um caminho, não dão resultado para o ser feliz.

O jovem, de um modo geral, é muito mais orientado para o estar feliz do que para o ser feliz. É um certo amadurecimento e uma certa perspectiva em relação ao ciclo de vida que nos leva, com a passagem do tempo, a ficarmos mais atentos para o ser feliz – o qual, muitas vezes, implica o sacrifício do estar feliz.

Para conquistar um objetivo remoto, preciso abrir mão de alguns prazeres muito tangíveis, que estão ao meu alcance, para construir uma relação afetiva duradora. Eu não posso, a todo momento, estar aberto e disponível para o que der e vier. Para conquistar uma certa condição de conhecimento, vou ter que, eventualmente, me privar de muitos momentos deleitosos, de felicidade mundana, porque é necessário trabalhar, estudar. Há uma tensão entre o estar feliz e o ser feliz. (in: https://umbrasil.com/, com adaptações)
[Questão Inédita] 
Não vou dar uma definição de felicidade
meu time ganhou o campeonato
não dão resultado para o ser feliz
A troca dos trechos destacados por pronomes pessoais resulta em:
Alternativas
Q3095785 Português
Há diferença entre ser feliz e estar feliz?

(Eduardo Gianetti)


Não vou dar uma definição de felicidade, porque ela não existe. Há a felicidade do libertino, do monge, do hedonista; a felicidade aristotélica, a felicidade kantiana, entre outras. Existem muitas concepções de felicidade.

Uma coisa é o estar feliz, que é um estado de ânimo transitório, circunstancial: meu time ganhou o campeonato, eu acabo de me apaixonar ou eu consegui um novo emprego... Isso é o estar feliz, é estado de ânimo, sentimento transitório.

Outra coisa é o ser feliz, avaliando a minha existência como um todo em muitas dimensões: afetiva, profissional, espiritual e criativa. Seja lá o que for, no ciclo de vida, posso dizer que me reconheço na vida que tive e posso declarar, em sã consciência, que eu me realizo, estou me realizando. Isso é o ser feliz.

Nós temos esta dualidade do estar e do ser, que permite falar duas coisas que se confundem o tempo todo. Felicidade não é uma sucessão de picos de euforia, que podem até ser produzidos quimicamente, dado o estágio da nossa tecnologia. É a construção de uma vida, um enredo, uma trajetória.

Uma pessoa pode ser feliz sem nunca ter tido momentos de muita exuberância do estar feliz, e uma vida pode ter picos extraordinários de estar feliz, momentos realmente únicos de exuberância e de plenitude, mas que não constituem um caminho, não dão resultado para o ser feliz.

O jovem, de um modo geral, é muito mais orientado para o estar feliz do que para o ser feliz. É um certo amadurecimento e uma certa perspectiva em relação ao ciclo de vida que nos leva, com a passagem do tempo, a ficarmos mais atentos para o ser feliz – o qual, muitas vezes, implica o sacrifício do estar feliz.

Para conquistar um objetivo remoto, preciso abrir mão de alguns prazeres muito tangíveis, que estão ao meu alcance, para construir uma relação afetiva duradora. Eu não posso, a todo momento, estar aberto e disponível para o que der e vier. Para conquistar uma certa condição de conhecimento, vou ter que, eventualmente, me privar de muitos momentos deleitosos, de felicidade mundana, porque é necessário trabalhar, estudar. Há uma tensão entre o estar feliz e o ser feliz. (in: https://umbrasil.com/, com adaptações)
[Questão Inédita] Seja lá o que for, no ciclo de vida, posso dizer que (1) me reconheço na vida que (2) tive e posso declarar, em sã consciência, que (3) eu me realizo, estou me realizando. Isso é o ser feliz. (3º parágrafo)
Sobre a classificação da palavra “que”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3095784 Português
Há diferença entre ser feliz e estar feliz?

(Eduardo Gianetti)


Não vou dar uma definição de felicidade, porque ela não existe. Há a felicidade do libertino, do monge, do hedonista; a felicidade aristotélica, a felicidade kantiana, entre outras. Existem muitas concepções de felicidade.

Uma coisa é o estar feliz, que é um estado de ânimo transitório, circunstancial: meu time ganhou o campeonato, eu acabo de me apaixonar ou eu consegui um novo emprego... Isso é o estar feliz, é estado de ânimo, sentimento transitório.

Outra coisa é o ser feliz, avaliando a minha existência como um todo em muitas dimensões: afetiva, profissional, espiritual e criativa. Seja lá o que for, no ciclo de vida, posso dizer que me reconheço na vida que tive e posso declarar, em sã consciência, que eu me realizo, estou me realizando. Isso é o ser feliz.

Nós temos esta dualidade do estar e do ser, que permite falar duas coisas que se confundem o tempo todo. Felicidade não é uma sucessão de picos de euforia, que podem até ser produzidos quimicamente, dado o estágio da nossa tecnologia. É a construção de uma vida, um enredo, uma trajetória.

Uma pessoa pode ser feliz sem nunca ter tido momentos de muita exuberância do estar feliz, e uma vida pode ter picos extraordinários de estar feliz, momentos realmente únicos de exuberância e de plenitude, mas que não constituem um caminho, não dão resultado para o ser feliz.

O jovem, de um modo geral, é muito mais orientado para o estar feliz do que para o ser feliz. É um certo amadurecimento e uma certa perspectiva em relação ao ciclo de vida que nos leva, com a passagem do tempo, a ficarmos mais atentos para o ser feliz – o qual, muitas vezes, implica o sacrifício do estar feliz.

Para conquistar um objetivo remoto, preciso abrir mão de alguns prazeres muito tangíveis, que estão ao meu alcance, para construir uma relação afetiva duradora. Eu não posso, a todo momento, estar aberto e disponível para o que der e vier. Para conquistar uma certa condição de conhecimento, vou ter que, eventualmente, me privar de muitos momentos deleitosos, de felicidade mundana, porque é necessário trabalhar, estudar. Há uma tensão entre o estar feliz e o ser feliz. (in: https://umbrasil.com/, com adaptações)
[Questão Inédita] Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3095783 Português
Há diferença entre ser feliz e estar feliz?

(Eduardo Gianetti)


Não vou dar uma definição de felicidade, porque ela não existe. Há a felicidade do libertino, do monge, do hedonista; a felicidade aristotélica, a felicidade kantiana, entre outras. Existem muitas concepções de felicidade.

Uma coisa é o estar feliz, que é um estado de ânimo transitório, circunstancial: meu time ganhou o campeonato, eu acabo de me apaixonar ou eu consegui um novo emprego... Isso é o estar feliz, é estado de ânimo, sentimento transitório.

Outra coisa é o ser feliz, avaliando a minha existência como um todo em muitas dimensões: afetiva, profissional, espiritual e criativa. Seja lá o que for, no ciclo de vida, posso dizer que me reconheço na vida que tive e posso declarar, em sã consciência, que eu me realizo, estou me realizando. Isso é o ser feliz.

Nós temos esta dualidade do estar e do ser, que permite falar duas coisas que se confundem o tempo todo. Felicidade não é uma sucessão de picos de euforia, que podem até ser produzidos quimicamente, dado o estágio da nossa tecnologia. É a construção de uma vida, um enredo, uma trajetória.

Uma pessoa pode ser feliz sem nunca ter tido momentos de muita exuberância do estar feliz, e uma vida pode ter picos extraordinários de estar feliz, momentos realmente únicos de exuberância e de plenitude, mas que não constituem um caminho, não dão resultado para o ser feliz.

O jovem, de um modo geral, é muito mais orientado para o estar feliz do que para o ser feliz. É um certo amadurecimento e uma certa perspectiva em relação ao ciclo de vida que nos leva, com a passagem do tempo, a ficarmos mais atentos para o ser feliz – o qual, muitas vezes, implica o sacrifício do estar feliz.

Para conquistar um objetivo remoto, preciso abrir mão de alguns prazeres muito tangíveis, que estão ao meu alcance, para construir uma relação afetiva duradora. Eu não posso, a todo momento, estar aberto e disponível para o que der e vier. Para conquistar uma certa condição de conhecimento, vou ter que, eventualmente, me privar de muitos momentos deleitosos, de felicidade mundana, porque é necessário trabalhar, estudar. Há uma tensão entre o estar feliz e o ser feliz. (in: https://umbrasil.com/, com adaptações)
[Questão Inédita] Há a felicidade do libertino, do monge, do hedonista; a felicidade aristotélica, a felicidade kantiana, entre outras.

Em relação aos vários itens acima enumerados, a sequência forma-se com
Alternativas
Q3095782 Português
Há diferença entre ser feliz e estar feliz?

(Eduardo Gianetti)


Não vou dar uma definição de felicidade, porque ela não existe. Há a felicidade do libertino, do monge, do hedonista; a felicidade aristotélica, a felicidade kantiana, entre outras. Existem muitas concepções de felicidade.

Uma coisa é o estar feliz, que é um estado de ânimo transitório, circunstancial: meu time ganhou o campeonato, eu acabo de me apaixonar ou eu consegui um novo emprego... Isso é o estar feliz, é estado de ânimo, sentimento transitório.

Outra coisa é o ser feliz, avaliando a minha existência como um todo em muitas dimensões: afetiva, profissional, espiritual e criativa. Seja lá o que for, no ciclo de vida, posso dizer que me reconheço na vida que tive e posso declarar, em sã consciência, que eu me realizo, estou me realizando. Isso é o ser feliz.

Nós temos esta dualidade do estar e do ser, que permite falar duas coisas que se confundem o tempo todo. Felicidade não é uma sucessão de picos de euforia, que podem até ser produzidos quimicamente, dado o estágio da nossa tecnologia. É a construção de uma vida, um enredo, uma trajetória.

Uma pessoa pode ser feliz sem nunca ter tido momentos de muita exuberância do estar feliz, e uma vida pode ter picos extraordinários de estar feliz, momentos realmente únicos de exuberância e de plenitude, mas que não constituem um caminho, não dão resultado para o ser feliz.

O jovem, de um modo geral, é muito mais orientado para o estar feliz do que para o ser feliz. É um certo amadurecimento e uma certa perspectiva em relação ao ciclo de vida que nos leva, com a passagem do tempo, a ficarmos mais atentos para o ser feliz – o qual, muitas vezes, implica o sacrifício do estar feliz.

Para conquistar um objetivo remoto, preciso abrir mão de alguns prazeres muito tangíveis, que estão ao meu alcance, para construir uma relação afetiva duradora. Eu não posso, a todo momento, estar aberto e disponível para o que der e vier. Para conquistar uma certa condição de conhecimento, vou ter que, eventualmente, me privar de muitos momentos deleitosos, de felicidade mundana, porque é necessário trabalhar, estudar. Há uma tensão entre o estar feliz e o ser feliz. (in: https://umbrasil.com/, com adaptações)
[Questão Inédita] Assinale a alternativa correta
Alternativas
Q3095781 Português
Há diferença entre ser feliz e estar feliz?

(Eduardo Gianetti)


Não vou dar uma definição de felicidade, porque ela não existe. Há a felicidade do libertino, do monge, do hedonista; a felicidade aristotélica, a felicidade kantiana, entre outras. Existem muitas concepções de felicidade.

Uma coisa é o estar feliz, que é um estado de ânimo transitório, circunstancial: meu time ganhou o campeonato, eu acabo de me apaixonar ou eu consegui um novo emprego... Isso é o estar feliz, é estado de ânimo, sentimento transitório.

Outra coisa é o ser feliz, avaliando a minha existência como um todo em muitas dimensões: afetiva, profissional, espiritual e criativa. Seja lá o que for, no ciclo de vida, posso dizer que me reconheço na vida que tive e posso declarar, em sã consciência, que eu me realizo, estou me realizando. Isso é o ser feliz.

Nós temos esta dualidade do estar e do ser, que permite falar duas coisas que se confundem o tempo todo. Felicidade não é uma sucessão de picos de euforia, que podem até ser produzidos quimicamente, dado o estágio da nossa tecnologia. É a construção de uma vida, um enredo, uma trajetória.

Uma pessoa pode ser feliz sem nunca ter tido momentos de muita exuberância do estar feliz, e uma vida pode ter picos extraordinários de estar feliz, momentos realmente únicos de exuberância e de plenitude, mas que não constituem um caminho, não dão resultado para o ser feliz.

O jovem, de um modo geral, é muito mais orientado para o estar feliz do que para o ser feliz. É um certo amadurecimento e uma certa perspectiva em relação ao ciclo de vida que nos leva, com a passagem do tempo, a ficarmos mais atentos para o ser feliz – o qual, muitas vezes, implica o sacrifício do estar feliz.

Para conquistar um objetivo remoto, preciso abrir mão de alguns prazeres muito tangíveis, que estão ao meu alcance, para construir uma relação afetiva duradora. Eu não posso, a todo momento, estar aberto e disponível para o que der e vier. Para conquistar uma certa condição de conhecimento, vou ter que, eventualmente, me privar de muitos momentos deleitosos, de felicidade mundana, porque é necessário trabalhar, estudar. Há uma tensão entre o estar feliz e o ser feliz. (in: https://umbrasil.com/, com adaptações)
[Questão Inédita] Pode-se inferir do texto que
Alternativas
Q3086781 Direito Processual Penal
[Questão Inédita] Acerca do exame de corpo de delito, cadeia de custódia e das perícias em geral, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3086780 Direito Processual Penal
[Questão Inédita] Considerando as disposições sobre ação penal no Código de Processo Penal, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3086779 Direito Processual Penal
[Questão Inédita] Dwight foi condenado por homicídio qualificado. Na sentença, o juiz-presidente determinou a pena de 25 anos de reclusão, em regime inicial fechado. Inconformada, a defesa pretende interpor recurso contra a decisão judicial, ao argumento de que a pena foi aplicada de forma injusta.
Qual o recurso cabível?
Alternativas
Q3086778 Direito Processual Penal
[Questão Inédita] Em relação ao Tribunal do Júri, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3086777 Direito Processual Penal
[Questão Inédita] Acerca da interpretação e aplicação da lei processual penal, analise as assertivas abaixo:
I. A lei processual penal admitirá interpretação extensiva e aplicação analógica, bem como o suplemento dos princípios gerais do direito.
II. Nos crimes de ação pública o inquérito policial poderá ser iniciado de ofício.
III. A lei processual penal tem aplicação em todo o território brasileiro, ressalvados os tratados, as convenções e regras de direito internacional.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3086776 Direito Processual Penal
[Questão Inédita] Sheldon foi denunciado, em 2019, por furto qualificado. Em 2021, proferida sentença condenatória, a uma pena de 2 anos e 4 meses de reclusão. Diante disso, interpôs recurso de apelação, requerendo a conversão do feito em diligência para possibilitar o oferecimento do acordo de não persecução penal (ANPP) pelo Ministério Público. O Tribunal de Justiça rejeitou o pedido, ao argumento de que o ANPP apenas foi introduzido no ordenamento jurídico pela Lei 13.964/2019, de modo que não poderia ser aplicado ao caso, tendo em vista que a denúncia foi recebida em 2019, ou seja, antes da vigência da lei.
     Sheldon, ainda inconformado, impetrou habeas corpus ao Superior Tribunal de Justiça, sob o fundamento de que seria possível sua aplicação, considerando que ainda não houve trânsito em julgado.

Considerando o atual entendimento do C. STJ sobre o tema, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3086775 Direito Penal
[Questão Inédita] Mevinho, 19 anos, resolveu jogar o “jogo do tigrinho” e como havia perdido muito dinheiro no primeiro semestre de 2024, precisava se recompor financeiramente. Em determinado dia, leu em uma doutrina penal que é isento de pena quem comente crime contra o patrimônio em prejuízo de ascendente. Nesses termos, Mevinho resolve subtrair R$ 1.000,00 de sua avó, Dona Mevôna, nascida em 1960. Dito e feito, Mevinho, então, ruma ao quarto da Dona Mevôna, durante a madrugada, e de lá subtrai R$ 1.000,00. Contudo, sua empreitada criminosa é gravada pelo sistema de câmeras e Dona Mevôna resolve denunciar seu neto. Nesses termos, a premissa inicial de Mevinho estava:
Alternativas
Q3086774 Direito Penal
[Questão Inédita] Pedrinho, com 19 anos de idade, trazia consigo arma branca (faca) em seu veículo automotor. Em blitz de trânsito, o instrumento é localizado e apreendido pelo agente da lei. Nesses termos, Pedrinho deve:
Alternativas
Q3086773 Direito Penal
[Questão Inédita] Mevinho, vulgo ninja, e Ticinho, vulgo maestro, em comparsaria com outros dez indivíduos se uniram para praticar os crimes de roubo e extorsão. Para tanto, se utilizaram do aplicativo de relacionamento Tinder e de um perfil falso com o nome de "Lindinha", marcando um encontro com o ofendido em endereço fornecido à vítima como sendo o endereço da residência de "Lindinha”. Ao chegar ao referido endereço, o ofendido caiu na emboscada, teve seus bens subtraídos, foi feito refém, apanhou no cativeiro e, sob ameaça de morte, teve que entregar senhas bancárias e, no dia seguinte, foi liberado perto de uma rodoviária, suportando prejuízo de R$ 50.000,000. Nesses termos, comprovada a materialidade e autoria dos dois crimes patrimoniais (roubo e extorsão), o Juiz, na fase final da dosimetria, deve aplicar o concurso de crimes. Assim, de acordo com o Superior Tribunal de Justiça, deverá incidir à espécie:
Alternativas
Q3086772 Direito Penal
[Questão Inédita] Pedro e Renan, maiores e capazes, resolvem ir até um bar após o encerramento da aula. Pedro consome bebida alcoólica em exagero, ficando completamente embriagado. Renan, então, decide levar Pedro para casa, mas ao perceber que Pedro não tinha condições de ficar no seu veículo sem vomitar, decide deixa-lo na frente do bar. A cena foi capturada pelas câmeras e Renan foi denunciado pelo crime de abandono de incapaz (art. 133 do CP). Nesses termos.
Alternativas
Q3086771 Direito Processual Penal
[Questão Inédita] Mévio Juan, ex-namorada de MC Ticinha, por não se conformar com o fim do relacionamento amoroso entre eles, passa a importuná-la reiteradamente, ao longo do último mês, seguindo-a em locais públicos, indo aos seus shows com o cartaz: “ – volta para os meus braços, eu te amo! Em determinado dia, Mévio Juan permaneceu em frente à casa de MC Ticinha com uma barra de ferro, motivo pelo qual a polícia foi acionada e ele preso em flagrante. Nesse contexto, Mévio Juan deve ser condenado pelo crime de:
Alternativas
Q3086770 Direito Penal
[Questão Inédita] Mevinho, homem de 50 anos de idade, retorna para o seu lar depois de um árduo dia de trabalho. Chegando em casa, percebe que Tícia, sua esposa, não havia limpado a residência conjugal, motivo pelo qual inicia uma calorosa discussão. Em determinado momento, Mevinho pega uma arma de fogo e desfere um tiro fatal em Tícia, que vem a óbito. Nesse contexto, frente às alterações dadas pela Lei nº 14.994/24, podemos afirmar que Mevinho será condenado como incurso no:
Alternativas
Respostas
1021: C
1022: A
1023: C
1024: E
1025: C
1026: D
1027: D
1028: C
1029: B
1030: B
1031: A
1032: B
1033: E
1034: E
1035: C
1036: D
1037: E
1038: D
1039: D
1040: D