Questões de Concurso Comentadas

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Q4317919 Direito Constitucional

Tem-se o seguinte caso hipotético:


Edneia assumiu recentemente emprego público, por prazo indeterminado, como engenheira na administração pública indireta municipal, contratada pelo Regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT.


Assinale a alternativa correta com relação ao regime jurídico ao qual está Edneia submetida, conforme previ são da Constituição Federal de 1988.

Alternativas
Q4317918 Direito Ambiental
Surgiu no campus universitário acalorado debate sobre a utilização de animais em pesquisas científicas; se caracterizaria crueldade e se haveria norma constitucional disciplinadora. Considerando essa situação hipotética, assinale a alternativa correta acerca do tema, à luz do disposto na Constituição Federal de 1988.
Alternativas
Q4317917 Direito Constitucional
Considere a seguinte situação hipotética:

O casal Catarina e Daniel são servidores ocupantes de cargo público em universidade estadual. Catarina é pro fessora universitária, e Daniel é ocupante de cargo públi co de auxiliar administrativo – escriturário. Com o intuito de melhorarem a renda familiar, pretendem concorrer a outros cargos públicos.

De acordo com as regras previstas na Constituição Fe deral de 1988 acerca da acumulação, assinale a alterna tiva correta.
Alternativas
Q4317916 Legislação Estadual
De acordo com a previsão do Regimento Geral da Unesp, são competentes para propor a admissão de pessoal técnico administrativo e aprovar a escala de férias do pessoal técnico administrativo, respectivamente,
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Q4317910 Português
Chorar e rir


    E enquanto uma chora, outra ri; é a lei do mundo; é a perfeição universal. Tudo chorando seria monótono, tudo rindo, cansativo; mas uma boa distribuição de lágrimas e polcas, soluços e sarabandas, acaba por trazer à alma do mundo a variedade necessária, e faz-se o equilíbrio da vida.


(Machado de Assis. Quincas Borba. Disponível em: <citador.pt/textos/chorar-e-rir-joaquim-maria-machado-de-assis - Acesso em: 10.7.2026.Adaptado)


Polca:  dança e gênero musical que chegou ao Brasil no século 19, influenciando ritmos como o choro e o maxixe.


Sarabanda:  antiga dança popular espanhola do século 17; grande agitação ou movimento incessante.
No trecho – E enquanto uma chora, outra ri... –, os verbos destacados estão no tempo presente. Alterando-os para o tempo futuro, na ordem em que se apresentam, têm-se:
Alternativas
Q4317908 Português
Chorar e rir


    E enquanto uma chora, outra ri; é a lei do mundo; é a perfeição universal. Tudo chorando seria monótono, tudo rindo, cansativo; mas uma boa distribuição de lágrimas e polcas, soluços e sarabandas, acaba por trazer à alma do mundo a variedade necessária, e faz-se o equilíbrio da vida.


(Machado de Assis. Quincas Borba. Disponível em: <citador.pt/textos/chorar-e-rir-joaquim-maria-machado-de-assis - Acesso em: 10.7.2026.Adaptado)


Polca:  dança e gênero musical que chegou ao Brasil no século 19, influenciando ritmos como o choro e o maxixe.


Sarabanda:  antiga dança popular espanhola do século 17; grande agitação ou movimento incessante.
Assinale a alternativa que indica, na frase, ideia de oposição.
Alternativas
Q4317907 Português
Os indivíduos bem-humorados ________ convivem. Considerando a norma-padrão da língua portuguesa, a lacuna deve ser preenchida por:
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Q4317906 Português
Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula na frase está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Q4317905 Português

Rir e chorar


    Leila aprendeu a rir cedo, e todos na sua casa são assim. O humor os salvou. Riem uns dos outros, riem de si próprios, e, a cada vez que o sofrimento aperta, fazem uma espécie de mutirão para descobrir algo que os faça rir naquele momento. No cotidiano da família de Leila, a tragédia sempre foi prima--irmã do humor. E, pensando bem, a distância que separa os dois é milimétrica, às vezes quase imperceptível.


    Leila se lembra de uma tia-avó materna adorável que se chamava Florispina e tinha o apelido de Tia Pipina. Na reali dade, eram quatro irmãs: Cardolina, Florispina, Isoldina e a avó de Leila, chamada Luíza, uma ilha de normalidade em relação aos nomes extravagantes das irmãs.


    A Tia Pipina misturava riso e choro com uma desenvol tura espantosa. Chorar de rir é algo que se vê a toda hora – a pessoa vai das gargalhadas às lagrimas, mas não para de rir. Tia Pipina, não. Ela passava do riso ao choro convulsivo, choro sentido, de soluçar. E então as pessoas ficavam sem saber o que fazer. As gargalhadas de todos iam parando, desconcertadas, e todos começavam a consolar Tia Pipina sem saber exatamente por que ela chorava, já que, aparen temente, era um choro sem motivo.


    Da mesma forma, quando ela se sentia muito triste, começava a chorar silenciosamente, as lágrimas grossas escorrendo pelo rosto enrugado e contraído. As pessoas iam consolá-la, desta vez sabendo a razão do choro, mas não dava tempo. De repente, Tia Pipina desatava a rir, incontro lavelmente, e todos, mais uma vez sem saber o que fazer, acabavam rindo com ela, fazendo naufragar a tristeza. O cho ro abortado, provavelmente, era o mesmo que vinha depois, com os acessos de riso. Porque choro adiado, sabemos bem, não é choro acabado.


(Leila Ferreira; Cris Guerra. Que ninguém nos ouça. São Paulo: Planeta do Brasil, 2016. Adaptado)

A alternativa em que as duas palavras destacadas atribuem características aos vocábulos anteriores é:
Alternativas
Q4317904 Português

Rir e chorar


    Leila aprendeu a rir cedo, e todos na sua casa são assim. O humor os salvou. Riem uns dos outros, riem de si próprios, e, a cada vez que o sofrimento aperta, fazem uma espécie de mutirão para descobrir algo que os faça rir naquele momento. No cotidiano da família de Leila, a tragédia sempre foi prima--irmã do humor. E, pensando bem, a distância que separa os dois é milimétrica, às vezes quase imperceptível.


    Leila se lembra de uma tia-avó materna adorável que se chamava Florispina e tinha o apelido de Tia Pipina. Na reali dade, eram quatro irmãs: Cardolina, Florispina, Isoldina e a avó de Leila, chamada Luíza, uma ilha de normalidade em relação aos nomes extravagantes das irmãs.


    A Tia Pipina misturava riso e choro com uma desenvol tura espantosa. Chorar de rir é algo que se vê a toda hora – a pessoa vai das gargalhadas às lagrimas, mas não para de rir. Tia Pipina, não. Ela passava do riso ao choro convulsivo, choro sentido, de soluçar. E então as pessoas ficavam sem saber o que fazer. As gargalhadas de todos iam parando, desconcertadas, e todos começavam a consolar Tia Pipina sem saber exatamente por que ela chorava, já que, aparen temente, era um choro sem motivo.


    Da mesma forma, quando ela se sentia muito triste, começava a chorar silenciosamente, as lágrimas grossas escorrendo pelo rosto enrugado e contraído. As pessoas iam consolá-la, desta vez sabendo a razão do choro, mas não dava tempo. De repente, Tia Pipina desatava a rir, incontro lavelmente, e todos, mais uma vez sem saber o que fazer, acabavam rindo com ela, fazendo naufragar a tristeza. O cho ro abortado, provavelmente, era o mesmo que vinha depois, com os acessos de riso. Porque choro adiado, sabemos bem, não é choro acabado.


(Leila Ferreira; Cris Guerra. Que ninguém nos ouça. São Paulo: Planeta do Brasil, 2016. Adaptado)

Assinale a alternativa em que há palavra empregada com sentido figurado.
Alternativas
Q4317903 Português

Rir e chorar


    Leila aprendeu a rir cedo, e todos na sua casa são assim. O humor os salvou. Riem uns dos outros, riem de si próprios, e, a cada vez que o sofrimento aperta, fazem uma espécie de mutirão para descobrir algo que os faça rir naquele momento. No cotidiano da família de Leila, a tragédia sempre foi prima--irmã do humor. E, pensando bem, a distância que separa os dois é milimétrica, às vezes quase imperceptível.


    Leila se lembra de uma tia-avó materna adorável que se chamava Florispina e tinha o apelido de Tia Pipina. Na reali dade, eram quatro irmãs: Cardolina, Florispina, Isoldina e a avó de Leila, chamada Luíza, uma ilha de normalidade em relação aos nomes extravagantes das irmãs.


    A Tia Pipina misturava riso e choro com uma desenvol tura espantosa. Chorar de rir é algo que se vê a toda hora – a pessoa vai das gargalhadas às lagrimas, mas não para de rir. Tia Pipina, não. Ela passava do riso ao choro convulsivo, choro sentido, de soluçar. E então as pessoas ficavam sem saber o que fazer. As gargalhadas de todos iam parando, desconcertadas, e todos começavam a consolar Tia Pipina sem saber exatamente por que ela chorava, já que, aparen temente, era um choro sem motivo.


    Da mesma forma, quando ela se sentia muito triste, começava a chorar silenciosamente, as lágrimas grossas escorrendo pelo rosto enrugado e contraído. As pessoas iam consolá-la, desta vez sabendo a razão do choro, mas não dava tempo. De repente, Tia Pipina desatava a rir, incontro lavelmente, e todos, mais uma vez sem saber o que fazer, acabavam rindo com ela, fazendo naufragar a tristeza. O cho ro abortado, provavelmente, era o mesmo que vinha depois, com os acessos de riso. Porque choro adiado, sabemos bem, não é choro acabado.


(Leila Ferreira; Cris Guerra. Que ninguém nos ouça. São Paulo: Planeta do Brasil, 2016. Adaptado)

No trecho do último parágrafo, – ... as lágrimas grossas escorrendo pelo rosto enrugado e contraído. –, a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
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Q4317902 Português

Rir e chorar


    Leila aprendeu a rir cedo, e todos na sua casa são assim. O humor os salvou. Riem uns dos outros, riem de si próprios, e, a cada vez que o sofrimento aperta, fazem uma espécie de mutirão para descobrir algo que os faça rir naquele momento. No cotidiano da família de Leila, a tragédia sempre foi prima--irmã do humor. E, pensando bem, a distância que separa os dois é milimétrica, às vezes quase imperceptível.


    Leila se lembra de uma tia-avó materna adorável que se chamava Florispina e tinha o apelido de Tia Pipina. Na reali dade, eram quatro irmãs: Cardolina, Florispina, Isoldina e a avó de Leila, chamada Luíza, uma ilha de normalidade em relação aos nomes extravagantes das irmãs.


    A Tia Pipina misturava riso e choro com uma desenvol tura espantosa. Chorar de rir é algo que se vê a toda hora – a pessoa vai das gargalhadas às lagrimas, mas não para de rir. Tia Pipina, não. Ela passava do riso ao choro convulsivo, choro sentido, de soluçar. E então as pessoas ficavam sem saber o que fazer. As gargalhadas de todos iam parando, desconcertadas, e todos começavam a consolar Tia Pipina sem saber exatamente por que ela chorava, já que, aparen temente, era um choro sem motivo.


    Da mesma forma, quando ela se sentia muito triste, começava a chorar silenciosamente, as lágrimas grossas escorrendo pelo rosto enrugado e contraído. As pessoas iam consolá-la, desta vez sabendo a razão do choro, mas não dava tempo. De repente, Tia Pipina desatava a rir, incontro lavelmente, e todos, mais uma vez sem saber o que fazer, acabavam rindo com ela, fazendo naufragar a tristeza. O cho ro abortado, provavelmente, era o mesmo que vinha depois, com os acessos de riso. Porque choro adiado, sabemos bem, não é choro acabado.


(Leila Ferreira; Cris Guerra. Que ninguém nos ouça. São Paulo: Planeta do Brasil, 2016. Adaptado)

Conforme o texto, Leila aprendeu a ter bom humor
Alternativas
Q4317901 Português

Rir e chorar


    Leila aprendeu a rir cedo, e todos na sua casa são assim. O humor os salvou. Riem uns dos outros, riem de si próprios, e, a cada vez que o sofrimento aperta, fazem uma espécie de mutirão para descobrir algo que os faça rir naquele momento. No cotidiano da família de Leila, a tragédia sempre foi prima--irmã do humor. E, pensando bem, a distância que separa os dois é milimétrica, às vezes quase imperceptível.


    Leila se lembra de uma tia-avó materna adorável que se chamava Florispina e tinha o apelido de Tia Pipina. Na reali dade, eram quatro irmãs: Cardolina, Florispina, Isoldina e a avó de Leila, chamada Luíza, uma ilha de normalidade em relação aos nomes extravagantes das irmãs.


    A Tia Pipina misturava riso e choro com uma desenvol tura espantosa. Chorar de rir é algo que se vê a toda hora – a pessoa vai das gargalhadas às lagrimas, mas não para de rir. Tia Pipina, não. Ela passava do riso ao choro convulsivo, choro sentido, de soluçar. E então as pessoas ficavam sem saber o que fazer. As gargalhadas de todos iam parando, desconcertadas, e todos começavam a consolar Tia Pipina sem saber exatamente por que ela chorava, já que, aparen temente, era um choro sem motivo.


    Da mesma forma, quando ela se sentia muito triste, começava a chorar silenciosamente, as lágrimas grossas escorrendo pelo rosto enrugado e contraído. As pessoas iam consolá-la, desta vez sabendo a razão do choro, mas não dava tempo. De repente, Tia Pipina desatava a rir, incontro lavelmente, e todos, mais uma vez sem saber o que fazer, acabavam rindo com ela, fazendo naufragar a tristeza. O cho ro abortado, provavelmente, era o mesmo que vinha depois, com os acessos de riso. Porque choro adiado, sabemos bem, não é choro acabado.


(Leila Ferreira; Cris Guerra. Que ninguém nos ouça. São Paulo: Planeta do Brasil, 2016. Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q4317900 Legislação de Trânsito
Nos termos do Código de Trânsito Brasileiro, constitui infração gravíssima:  
Alternativas
Q4317899 Legislação de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, os sinais de trânsito classificam-se em verticais, horizontais, dispositivos de sinalização auxiliar, luminosos, sonoros, gestos do agente de trânsito e do condutor. Sobre a ordem de prevalência, mar que a única alternativa correta.  
Alternativas
Q4317898 Legislação de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, no que diz respeito à condução de veículos por motoristas profissionais, é correto afirmar que:  
Alternativas
Q4317897 Legislação de Trânsito
Analise as afirmativas a seguir a respeito da velocidade máxima permitida nas vias:

I. Nas vias urbanas de trânsito rápido, a velocidade máxima será de 80 Km/h ainda que tenha sinalização com outra informação.

II. A velocidade máxima permitida para a via será indicada por meio de sinalização, obedecidas suas características técnicas e as condições de trânsito.

III. Onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima será de 60 km/h nas estradas das vias rurais.

Considerando as disposições estabelecidas no Código de Trânsito Brasileiro, assinale a única alternativa correta.
Alternativas
Q4317896 Legislação de Trânsito
Em relação às normas de ultrapassagem estabelecidas no Código de Trânsito Brasileiro, especialmente quanto à conduta do condutor ao perceber que o veículo que o segue demonstra a intenção de ultrapassá-lo, analise as afirmativas abaixo e assinale a única alternativa correta.
Alternativas
Q4317895 Legislação de Trânsito
Nos termos do Código de Trânsito Brasileiro, assinale a única alternativa correta sobre as Normas Gerais de Circulação e Conduta. 
Alternativas
Q4317894 Legislação de Trânsito
Conforme o Código de Trânsito Brasileiro, é objetivo do Sistema Nacional de Trânsito:
Alternativas
Respostas
16061: E
16062: B
16063: D
16064: A
16065: B
16066: A
16067: D
16068: A
16069: D
16070: E
16071: C
16072: E
16073: B
16074: D
16075: A
16076: A
16077: E
16078: D
16079: A
16080: C