Questões de Concurso Comentadas

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Q4318056 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante a revisão do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) de uma universidade pública, o médico do trabalho avalia um laboratório onde trabalhadores manipulam solventes orgânicos, agentes biológicos e equipa mentos geradores de ruído elevado. Antes da implantação de novas atividades, solicita o reconhecimento dos agentes de risco, a avaliação da exposição ocupacional e a definição das medidas de prevenção. Considerando os princípios da Higiene Ocupacional, assinale a alternativa correta.
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Q4318055 Direito Sanitário
Uma universidade pública participa de ações de ensino, pesquisa e extensão em parceria com o Sistema Único de Saúde (SUS). Durante reunião sobre a organização do SUS, um médico é questionado acerca dos mecanismos de participação da comunidade previstos na Lei no 8.142/1990. Nesse contexto, assinale a alternativa correta.
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Q4318054 Legislação Estadual
Durante inspeção das condições sanitárias em um dos campi de uma universidade pública, foram identifica dos focos de vetores de doenças, deficiência no abas tecimento de água potável em alguns setores e manejo inadequado de resíduos, com potencial risco à saúde de servidores, estudantes e usuários. Diante dessa situação, a administração solicita orientação ao médico do trabalho sobre as medidas a serem adotadas. Considerando o Código Sanitário do Estado de São Paulo, é correto afirmar que as
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Q4318053 Direito Previdenciário
Uma universidade pública possui servidores estatutários e empregados contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O setor de recursos humanos solicita ao médico orientação sobre a aplicação da reserva legal de vagas para pessoas com deficiência prevista no art. 93 da Lei no 8.213/1991. Considerando a legislação vigente, é correto afirmar que a
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Q4318050 Segurança e Saúde no Trabalho
Uma técnica de laboratório de 29 anos, lotada no biotério e no setor de microbiologia de uma universidade pública, sofre acidente percutâneo com agulha contendo sangue de um paciente com hepatite B crônica (AgHBs positivo). O prontuário ocupacional demonstra que ela completou o esquema vacinal contra hepatite B, há dois anos, porém não há registro de teste sorológico pós-vacinação. Considerando as recomendações vigentes para profilaxia pós-exposição à hepatite B, assinale a alternativa que apresenta a conduta médica adequada.
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Q4318049 Segurança e Saúde no Trabalho
Uma servidora de 38 anos, assistente administrativa, pro cura o serviço de saúde do trabalhador por apresentar, há cerca de seis meses, fadiga persistente, perda progressiva do envolvimento com o trabalho, irritabilidade, insônia e queda do desempenho profissional. Refere que os sintomas tiveram início após a reestruturação do setor, com aumento da carga de trabalho, estabelecimento de metas de difícil cumprimento, baixa autonomia na execução das atividades e conflitos frequentes com a chefia. O exame físico e os exames complementares não evidenciam alterações que justifiquem o quadro. Com base na principal hipótese diagnóstica, assinale a alternativa que apresenta a conduta médica adequada.
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Q4318048 Segurança e Saúde no Trabalho
Um técnico de laboratório de 45 anos, servidor de uma universidade pública, trabalha, há 12 anos, na manipulação de solventes orgânicos em laboratório de química. Refere uso irregular de equipamentos de proteção individual e ventilação inadequada no ambiente de trabalho. Há cerca de seis meses, apresenta parestesias simétricas em mãos e pés, fraqueza muscular distal progressiva e dificuldade para caminhar. Ao exame neurológico, observam-se redução da sensibilidade em padrão de “luvas e botas”, diminuição dos reflexos aquileus, discreta fraqueza distal dos membros inferiores e marcha escarvante. Suspeita-se de neuropatia periférica por solventes orgânicos.

Segundo essa hipótese diagnóstica, assinale a alternativa que apresenta a correta conduta médico-ocupacional a ser adotada.
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Q4318046 Segurança e Saúde no Trabalho
Auxiliar de limpeza realiza diariamente, com o uso de luvas, a higienização de laboratórios, utilizando detergentes, desinfetantes e outros produtos químicos. Há cerca de um mês, passou a apresentar eritema, descamação, prurido intenso e pequenas vesículas nas mãos e punhos, com melhora parcial nos fins de semana e piora após os dias de trabalho. Nega uso recente de medica mentos ou produtos de higiene diferentes dos habituais. Diante desse quadro, é correto afirmar que a conduta adequada é
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Q4318045 Segurança e Saúde no Trabalho
Um servidor de 52 anos, assistente administrativo em uma universidade pública, comparece à consulta para o exame médico periódico. Ele não possui exposição a riscos ocupacionais identificados no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). O servidor é hipertenso, com pressão arterial controlada por tratamento medicamentoso.

Com base nas diretrizes da Norma Regulamentadora no 7 (NR-7) sobre o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), qual a periodicidade cor reta para a realização do próximo exame médico periódico desse trabalhador?
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Q4318044 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante a investigação de um caso de adoecimento relacionado ao trabalho, o médico deve distinguir os conceitos de doença profissional e de doença relacionada ao trabalho para estabelecer adequadamente o nexo ocupacional. Nesse contexto, assinale a alternativa correta.
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Q4318042 Direito Sanitário
Um professor de uma universidade pública procura o ser viço de Saúde do Trabalhador por apresentar lombalgia relacionada ao trabalho, agravada pela permanência prolongada em pé e pela movimentação de equipamentos.

Considerando as competências do Sistema Único de Saúde (SUS) previstas na Constituição Federal de 1988, a conduta adequada do médico é aquela que reconhece competir ao SUS:
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Q4318041 Segurança e Saúde no Trabalho
Um técnico de laboratório, empregado pelo regime da CLT, sofreu uma contusão leve em um dos dedos da mão durante o manuseio de um equipamento, em horário de trabalho. Após atendimento no ambulatório da instituição, o médico constatou que a lesão provocou redução temporária da capacidade funcional para o trabalho, mas não justificava afastamento, liberando o servidor para retornar imediatamente às suas atividades. Nessa situação, em relação à Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), a conduta correta é:
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Q4318040 Legislação Estadual
Tendo em vista o Regimento Geral da Unesp, pode-se corretamente afirmar sobre a Comissão Permanente de Avaliação (CPA):
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Q4318039 Direito Sanitário
Foi enviado, pelo Poder Executivo, a proposta de orça mento da União relativa ao ano de 2027. Nesta foi previsto que seriam aplicados em ações e serviços públicos de saúde o percentual de 12% (doze por cento) do valor da receita corrente líquida. Acerca do caso hipotético, pode-se corretamente afirmar que
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Q4318038 Direito Sanitário
Os serviços de atendimento à saúde da população
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Q4318037 Direito Constitucional
Dr. José, médico e diretor geral do hospital X, recebeu dois requerimentos formulados por entidades religiosas, representantes de credos distintos, solicitando autorização para a prestação de assistência religiosa aos pacientes internados. Tendo em vista o que dispõe a Constituição Federal, assinale a alternativa correta.
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Q4318036 Direito Constitucional
Tendo em vista os princípios fundamentais que regem a República Federativa do Brasil, pode-se corretamente afirmar que
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Q4318027 Português

Leia a seguir um trecho do prólogo do livro A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma, para responder à questão


 Prólogo ao leitor extremamente ocupado


“Desocupado leitor…” É assim que Miguel de Cervantes iniciava o prólogo de uma das mais célebres obras literárias da história universal: O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de la Mancha. Quatrocentos anos depois, neste mundo marcado pelo imediatismo e pelo produtivismo, fico pensando se ainda seria possível iniciar um livro fazendo um convite ao “desocupado leitor” de Cervantes… Pois, na verdade, hoje estamos todos tão extremamente ocupados… Extremamente ocupa dos e extremamente apressados.


Esta pressa e esta azáfama têm, mais que nos ocupa do, nos preocupado e, em última análise, nos desumanizado e nos adoecido. E como os que estão doentes precisam de remédio, passo, rapidamente — porque nos falta tempo — a falar sobre o porquê deste livro.


Este livro fala sobre um remédio; um tipo muito especial de remédio. O remédio é, como veremos, muito, muito antigo. Foi descoberto ou inventado ainda na aurora da humanidade e, ficando às vezes meio esquecido, precisa ser constante mente resgatado, para que essa mesma humanidade não adoeça mortalmente.


Quem nunca experimentou, algum dia, os seus efeitos benfazejos? Eu mesmo me lembro o quanto o desejava e esperava, ansiosamente, quando minha mãe, às vezes meu pai, ou mesmo meu avô, vinham administrá-lo à noite, antes de dormir…


Sim, não cabe mais fazer mistério: esse remédio são as histórias. As narrativas que, algumas vezes, brotam da imaginação fértil; outras, das coisas efetivamente ocorridas e reinventadas; e, na maioria, dos livros clássicos de contos infantis.


Chamo de remédio, porque, desde a mais tenra infância, essas histórias eram o que enchiam a alma, quebravam a rotina dos dias cinzentos, abriam as portas para outras dimensões e patamares da realidade. Divertiam, encantavam, ensinavam e, mesmo quando eram amargas e tristes (pois é próprio do remédio às vezes ser amargo), sempre faziam bem.


Com o passar do tempo, entretanto, e as demandas da vida — escola, trabalho etc. — vamos nos afastando deste maravilhoso remédio, fortificante da alma. No contexto do mundo moderno, aliás, passaram a acreditar que tal remédio é não só dispensável, mas até prejudicial, pois ficção, fantasia, sonho, nos distrai da “realidade”, determinada pelas coisas “reais”, sérias, produtivas. Mas então, quando começamos a sentir os sintomas de um tipo muito particular de adoecimento, nos damos conta da sua falta e nos lembramos dos seus efeitos.


(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019. Adaptado).

No trecho do último parágrafo “Com o passar do tempo, entretanto, e as demandas da vida — escola, trabalho etc. — vamos nos afastando deste maravilhoso remédio...”, o termo destacado estabelece uma relação de
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Q4318026 Português

Leia a seguir um trecho do prólogo do livro A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma, para responder à questão


 Prólogo ao leitor extremamente ocupado


“Desocupado leitor…” É assim que Miguel de Cervantes iniciava o prólogo de uma das mais célebres obras literárias da história universal: O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de la Mancha. Quatrocentos anos depois, neste mundo marcado pelo imediatismo e pelo produtivismo, fico pensando se ainda seria possível iniciar um livro fazendo um convite ao “desocupado leitor” de Cervantes… Pois, na verdade, hoje estamos todos tão extremamente ocupados… Extremamente ocupa dos e extremamente apressados.


Esta pressa e esta azáfama têm, mais que nos ocupa do, nos preocupado e, em última análise, nos desumanizado e nos adoecido. E como os que estão doentes precisam de remédio, passo, rapidamente — porque nos falta tempo — a falar sobre o porquê deste livro.


Este livro fala sobre um remédio; um tipo muito especial de remédio. O remédio é, como veremos, muito, muito antigo. Foi descoberto ou inventado ainda na aurora da humanidade e, ficando às vezes meio esquecido, precisa ser constante mente resgatado, para que essa mesma humanidade não adoeça mortalmente.


Quem nunca experimentou, algum dia, os seus efeitos benfazejos? Eu mesmo me lembro o quanto o desejava e esperava, ansiosamente, quando minha mãe, às vezes meu pai, ou mesmo meu avô, vinham administrá-lo à noite, antes de dormir…


Sim, não cabe mais fazer mistério: esse remédio são as histórias. As narrativas que, algumas vezes, brotam da imaginação fértil; outras, das coisas efetivamente ocorridas e reinventadas; e, na maioria, dos livros clássicos de contos infantis.


Chamo de remédio, porque, desde a mais tenra infância, essas histórias eram o que enchiam a alma, quebravam a rotina dos dias cinzentos, abriam as portas para outras dimensões e patamares da realidade. Divertiam, encantavam, ensinavam e, mesmo quando eram amargas e tristes (pois é próprio do remédio às vezes ser amargo), sempre faziam bem.


Com o passar do tempo, entretanto, e as demandas da vida — escola, trabalho etc. — vamos nos afastando deste maravilhoso remédio, fortificante da alma. No contexto do mundo moderno, aliás, passaram a acreditar que tal remédio é não só dispensável, mas até prejudicial, pois ficção, fantasia, sonho, nos distrai da “realidade”, determinada pelas coisas “reais”, sérias, produtivas. Mas então, quando começamos a sentir os sintomas de um tipo muito particular de adoecimento, nos damos conta da sua falta e nos lembramos dos seus efeitos.


(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019. Adaptado).

No trecho do 4o parágrafo “Quem nunca experimentou, algum dia, os seus efeitos benfazejos?”, as vírgulas foram empregadas pela mesma razão que a vírgula do trecho
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Q4318025 Português

Leia a seguir um trecho do prólogo do livro A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma, para responder à questão


 Prólogo ao leitor extremamente ocupado


“Desocupado leitor…” É assim que Miguel de Cervantes iniciava o prólogo de uma das mais célebres obras literárias da história universal: O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de la Mancha. Quatrocentos anos depois, neste mundo marcado pelo imediatismo e pelo produtivismo, fico pensando se ainda seria possível iniciar um livro fazendo um convite ao “desocupado leitor” de Cervantes… Pois, na verdade, hoje estamos todos tão extremamente ocupados… Extremamente ocupa dos e extremamente apressados.


Esta pressa e esta azáfama têm, mais que nos ocupa do, nos preocupado e, em última análise, nos desumanizado e nos adoecido. E como os que estão doentes precisam de remédio, passo, rapidamente — porque nos falta tempo — a falar sobre o porquê deste livro.


Este livro fala sobre um remédio; um tipo muito especial de remédio. O remédio é, como veremos, muito, muito antigo. Foi descoberto ou inventado ainda na aurora da humanidade e, ficando às vezes meio esquecido, precisa ser constante mente resgatado, para que essa mesma humanidade não adoeça mortalmente.


Quem nunca experimentou, algum dia, os seus efeitos benfazejos? Eu mesmo me lembro o quanto o desejava e esperava, ansiosamente, quando minha mãe, às vezes meu pai, ou mesmo meu avô, vinham administrá-lo à noite, antes de dormir…


Sim, não cabe mais fazer mistério: esse remédio são as histórias. As narrativas que, algumas vezes, brotam da imaginação fértil; outras, das coisas efetivamente ocorridas e reinventadas; e, na maioria, dos livros clássicos de contos infantis.


Chamo de remédio, porque, desde a mais tenra infância, essas histórias eram o que enchiam a alma, quebravam a rotina dos dias cinzentos, abriam as portas para outras dimensões e patamares da realidade. Divertiam, encantavam, ensinavam e, mesmo quando eram amargas e tristes (pois é próprio do remédio às vezes ser amargo), sempre faziam bem.


Com o passar do tempo, entretanto, e as demandas da vida — escola, trabalho etc. — vamos nos afastando deste maravilhoso remédio, fortificante da alma. No contexto do mundo moderno, aliás, passaram a acreditar que tal remédio é não só dispensável, mas até prejudicial, pois ficção, fantasia, sonho, nos distrai da “realidade”, determinada pelas coisas “reais”, sérias, produtivas. Mas então, quando começamos a sentir os sintomas de um tipo muito particular de adoecimento, nos damos conta da sua falta e nos lembramos dos seus efeitos.


(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019. Adaptado).

Foi empregado em sentido figurado o termo destacado em:
Alternativas
Respostas
12061: E
12062: C
12063: D
12064: D
12065: B
12066: C
12067: B
12068: E
12069: A
12070: E
12071: B
12072: C
12073: B
12074: C
12075: A
12076: B
12077: E
12078: D
12079: A
12080: C