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Q4003021 Medicina
A classificação do American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG), classifica a hipertensão na gravidez em 4 categorias: (1) PE/eclâmpsia; (2) hipertensão crônica (de qualquer causa); (3) hipertensão crônica com PE sobreposta; e (4) hipertensão gestacional. Segundo os parâmetros para diagnóstico da hipertensão gestacional, analise as sentenças a seguir:

I- Todas as principais recomendações para hipertensão na gestação utilizam a definição de Pressão Arterial Sistólica (PAS) ≥ 140 mmHg ou Pressão Arterial Diastólica (PAD) ≥ 90 mmHg.
II- A proteinúria deve ser aferida em todas as mulheres com hipertensão arterial na gestação. A proteinúria maciça (> 5 g/24 horas) é considerada critério de gravidade de PE.
III- A hipertensão gestacional é a elevação da pressão sanguínea após 20 semanas de gestação.
IV- A Pressão Arterial (PA) deve ser aferida com a mulher sentada (pés apoiados no chão), com braço no nível do coração e utilizando manguito de tamanho apropriado à circunferência do braço.

Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Nutricionista |
Q4003005 Direito Administrativo
No Centro Especializado em Reabilitação (CER) de um hospital universitário municipal, uma equipe multiprofissional discute, em reunião de formação continuada, os fundamentos da conduta ética no serviço público. Uma terapeuta ocupacional sustenta que agir eticamente significa, antes de tudo, cumprir protocolos clínicos e seguir as ordens da chefia, pois isso garantiria a conformidade legal da atuação. Uma fisioterapeuta discorda, argumentando que a conformidade legal é condição necessária, mas não suficiente: a conduta ética exige orientação interna, motivação genuína pelo interesse público e compromisso que vai além do que a norma prescreve. Uma fonoaudióloga, por sua vez, pondera que a distinção proposta pela fisioterapeuta corresponde, na verdade, ao campo da moral e não da ética, pois a moral seria responsável pela regulação das motivações internas, enquanto a ética se ocuparia das normas externas de conduta. Considerando os fundamentos teóricos da ética no serviço público, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Nutricionista |
Q4002992 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Considere as afirmativas a seguir, relacionadas aos direitos da pessoa com deficiência previstos na Lei n.º 13.146/2015 (LBI), no contexto do atendimento prestado pelo Centro Especializado em Reabilitação (CER) em hospital universitário:

(__) O consentimento prévio, livre e esclarecido da pessoa com deficiência é indispensável para a realização de tratamento, procedimento, hospitalização e pesquisa científica, podendo ser dispensado nos casos de risco de morte e emergência em saúde, resguardado o superior interesse do paciente.
(__) A curatela, na forma prevista pela LBI, afeta a plena capacidade civil da pessoa com deficiência, abrangendo tanto os atos de natureza patrimonial e negocial quanto os direitos à saúde, à educação, ao trabalho e ao voto, em razão da necessidade de proteção integral.
(__) Os casos de suspeita ou confirmação de violência praticada contra a pessoa com deficiência são objeto de notificação compulsória pelos serviços de saúde públicos e privados à autoridade policial e ao Ministério Público, além dos Conselhos dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Nutricionista |
Q4002991 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
No Centro Especializado em Reabilitação (CER) de um hospital universitário municipal, a gestão identifica que determinados usuários atendidos pelo serviço de reabilitação não conseguem exercer, de forma efetiva, seu protagonismo no processo terapêutico. A investigação aponta que o problema não é uniforme: em parte dos casos, a equipe não foi capacitada para conduzir interações com esse perfil de usuário; em outra parte, o serviço não dispõe de recursos materiais e estratégias estruturadas que viabilizem a interação; e, em ambos os casos, o ambiente institucional não foi organizado para suportar esse tipo de demanda. A gestão questiona, então, sob qual classificação jurídica essa situação se enquadra prioritariamente, considerando a Lei n.º 10.098/2000. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Nutricionista |
Q4002988 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como agir ao presenciar uma crise convulsiva

Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia

Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo começa a se mover de forma descontrolada. A cena causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes impulsivas. Em situações como essa, informação é cuidado e faz toda a diferença para a segurança de quem está passando pela crise.

Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento, consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os sinais mais comuns que podemos observar, temos: perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo (fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.

Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que aumentam a apreensão de quem está por perto, como olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca, respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária de urina ou fezes.

Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que uma convulsão está prestes a começar."


Como ajudar

Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em crise. Outros comportamentos comuns também precisam ser evitados: 


Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou mordidas graves";

Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.

"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões", orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva ou vômito sejam aspirados para os pulmões.

"É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço, como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem indicar estado de mal epiléptico, uma emergência médica", alerta.

Depois que a convulsão termina, o cuidado deve continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação. Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de forma calma e não force que ela se levante".

Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos. "Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o serviço de emergência deve ser acionado imediatamente."

"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que exige avaliação médica mesmo após crises aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave associada à hipertensão da gravidez, que coloca em risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a convulsão é sempre uma emergência médica.


(Júlia Custódio. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.) 
A partir da leitura, análise, compreensão e interpretação do texto, analise as sentenças a seguir:

I. O texto é organizado em duas grandes partes: a primeira, composta por quatro parágrafos, tem como objetivo principal introduzir o tema para o(a) leitor(a), apresentando de modo mais panorâmico o que é uma crise convulsiva, quais sinais ela dá antes e durante o acontecimento; a segunda parte tem como foco principal explicar e orientar o(a) interlocutor(a) a respeito de como agir diante de uma pessoa em crise convulsiva.
II. O título do texto é objetivo e direto, indicando para o(a) leitor(a) o foco que será dado ao tema. Ele é seguido pelo subtítulo que delimita esse foco, ou seja, enquanto o título apresenta de modo mais amplo − como agir diante de uma crise convulsiva −, o subtítulo delimita esse "como", focando na importância de saber agir. Ambos se complementam.
III. O discurso de autoridade, nesse caso em análise, é irrelevante porque o texto foi publicado em um veículo de comunicação não especializado na área da saúde, ou seja, em uma revista popular. As contribuições da fisioterapeuta apenas dificultam o entendimento do público-leitor, especialmente pelo uso da linguagem científica.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2026 - FURB - SC - Nutricionista |
Q4002986 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como agir ao presenciar uma crise convulsiva

Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia

Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo começa a se mover de forma descontrolada. A cena causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes impulsivas. Em situações como essa, informação é cuidado e faz toda a diferença para a segurança de quem está passando pela crise.

Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento, consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os sinais mais comuns que podemos observar, temos: perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo (fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.

Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que aumentam a apreensão de quem está por perto, como olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca, respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária de urina ou fezes.

Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que uma convulsão está prestes a começar."


Como ajudar

Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em crise. Outros comportamentos comuns também precisam ser evitados: 


Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou mordidas graves";

Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.

"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões", orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva ou vômito sejam aspirados para os pulmões.

"É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço, como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem indicar estado de mal epiléptico, uma emergência médica", alerta.

Depois que a convulsão termina, o cuidado deve continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação. Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de forma calma e não force que ela se levante".

Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos. "Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o serviço de emergência deve ser acionado imediatamente."

"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que exige avaliação médica mesmo após crises aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave associada à hipertensão da gravidez, que coloca em risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a convulsão é sempre uma emergência médica.


(Júlia Custódio. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.) 
A partir da leitura e análise do texto, é possível identificar com clareza o objetivo principal dele: explicar o que é crise convulsiva e como agir ao presenciar uma. Tendo isso em consideração, assinale a alternativa que indica corretamente a função de linguagem predominante no texto: 
Alternativas
Q4002830 Medicina
Durante reunião interna, equipe multiprofissional solicita atualização sobre manejo de dor em pacientes paliativos. Considerando que o médico especialista é responsável por compartilhar práticas clínicas, assinale a conduta CORRETAMENTE adequada: 
Alternativas
Q4002824 Medicina
Considerando que um paciente em cuidados paliativos apresenta dor lombar e limitação funcional, dificultando mobilidade no leito, assinale a alternativa que indica a conduta CORRETA: 
Alternativas
Q4002819 Medicina
Considerando que um paciente em cuidados paliativos apresenta dor abdominal intensa e suspeita de obstrução intestinal, a conduta CORRETA deve ser: 
Alternativas
Q4002817 Medicina
Hospital universitário inicia programa de capacitação em cuidados paliativos para residentes de clínica médica. O conteúdo inclui princípios, comunicação clínica e manejo de sintomas. Com base no caso, o  objetivo central que deve orientar essas atividades educativas é:
Alternativas
Q4002815 Medicina
Equipe assistente solicita parecer em paciente de 68 anos com câncer pancreático metastático, dor refratária, caquexia e múltiplos episódios de internação. A equipe demonstra insegurança quanto ao momento de transição do cuidado curativo para o paliativo e solicita orientação formal. Nesse contexto, assinale CORRETAMENTE o papel da consultoria em cuidados paliativos: 
Alternativas
Q4002814 Medicina
Paciente de 72 anos com câncer avançado encontrase em fase terminal, apresentando dispneia refratária e delirium intermitente. A família demonstra intenso sofrimento emocional, alternando entre negação e ansiedade, e solicita medidas invasivas apesar de o paciente já ter manifestado desejo de não ser submetido a suporte avançado. Acerca do caso, a conduta CORRETA para a equipe de cuidados paliativos deve ser:
Alternativas
Q4002812 Medicina
Paciente em cuidados paliativos relata medo da morte e sofrimento espiritual. Família demonstra dificuldade em lidar com a situação. Sobre o caso, assinale a alternativa que indica a conduta CORRETA: 
Alternativas
Q4002810 Medicina
Paciente em cuidados paliativos apresenta náuseas persistentes, sem resposta a antieméticos comuns. Exames mostram hipercalcemia e uso crônico de opioides. De acordo com o caso, a conduta CORRETA é: 
Alternativas
Q4002808 Medicina
Considerando que um paciente em cuidados paliativos apresenta dor neuropática refratária a opioides convencionais, assinale a conduta CORRETA:
Alternativas
Q4002805 Medicina
Paciente de 70 anos com doença pulmonar obstrutiva crônica avançada apresenta múltiplas internações, dependência de oxigenoterapia domiciliar, perda ponderal significativa e impacto emocional evidente. A equipe discute se é momento de integrar cuidados paliativos. Conforme o tema, o critério que fundamenta CORRETAMENTE essa indicação é: 
Alternativas
Q4002803 Medicina
Equipe clínica de hospital geral solicita parecer da equipe de cuidados paliativos para paciente de 68 anos com câncer pancreático metastático, dor refratária, caquexia e múltiplos episódios de internação nos últimos meses. A equipe assistente demonstra insegurança quanto ao momento de transição do cuidado curativo para o paliativo e solicita orientação formal. O papel da consultoria em cuidados paliativos, nesse contexto, deve ser: 
Alternativas
Q4002648 Medicina
Sobre a abordagem prática do diabetes mellitus tipo 2, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE a medida fundamental para prevenção de complicações:
Alternativas
Q4002613 Medicina
Sobre a abordagem prática do diabetes mellitus tipo 2, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE a medida fundamental para prevenção de complicações:
Alternativas
Q4002535 Medicina
Paciente de 38 anos, com IMC de 48 kg/m², apneia obstrutiva do sono grave (índice de apneia-hipopneia = 35 eventos/hora) e diabetes tipo 2 com mau controle glicêmico (HbA1c = 8,9%) apesar de uso regular de metformina e insulina, busca avaliação para cirurgia bariátrica. Nega outras comorbidades. Com base na Resolução CFM n.º 2.429/25, que estabelece os novos parâmetros para cirurgia bariátrica e metabólica no Brasil, assinale a alternativa CORRETA em relação à elegibilidade da paciente e às exigências para a realização do procedimento:
Alternativas
Respostas
6841: D
6842: B
6843: C
6844: B
6845: C
6846: B
6847: A
6848: C
6849: A
6850: C
6851: B
6852: E
6853: A
6854: A
6855: C
6856: A
6857: D
6858: C
6859: D
6860: B