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Q3833160 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 01


Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?


A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil tem gerado chuvas intensas e vendavais pelo país, provocando estragos em diversas regiões, principalmente no Centro-Sul.

Três mortes foram registradas na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que nas últimas 24 horas registrou um acúmulo de chuva de 137 mm, de acordo com o MetSul.

Fortes ventos também atingem os Estados de Minas Gerais e São Paulo - situados em uma região ainda periférica em relação ao centro do ciclone.

Segundo a concessionária de energia Enel, 36% dos clientes da Região Metropolitana de São Paulo estavam sem energia por volta das 16h, somando mais de 2,3 milhões de pessoas com o abastecimento interrompido. 

A Defesa Civil de São Paulo registra quedas de árvore, destelhamentos e alagamentos em diversos municípios. Ventos na Lapa, Zona Oeste da capital, chegaram a 98 km por hora.

Na capital, mais de 514 chamados para queda de árvores foram registrados até às 14h.

Meteorologistas consideram o ciclone de "altíssimo risco", com previsão de rajadas de vento que podem chegar a 120km/h. 

Para climatologistas ouvidos pela BBC News Brasil, por mais que a ocorrência de ciclones seja comum no hemisfério sul, não há como negar o impacto das mudanças climáticas em eventos intensos como esse.

"Não é incomum ter um ciclone nesta época do ano, o que é incomum é a intensidade que estamos vendo. E os estudos indicam que esse cenário é uma tendência do aquecimento global", afirma o climatologista José Marengo, que coordena o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).  

Nos últimos anos, diversos ciclones foram registrados no Brasil, muitos com chuvas intensas, rajadas de vento, principalmente na região sul.

O mais recente foi registrado em novembro, ocasionando a formação de um tornado que atingiu o Paraná e destruiu 90% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no interior do estado.

Seis pessoas morreram e mais de mil moradores ficaram desalojados. Os ventos chegaram a 250km/h. 

Segundo Franscisco Aquino, climatologista e professor da UFRGS, nem todo evento meteorológico é resultado das mudanças do clima, mas a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais aumentou nas últimas décadas no hemisfério sul.

Ele avalia que há uma relação direta entre os efeitos dessas mudanças, sobretudo na Antártica, e o aumento de ciclones que atingiram o Brasil desde setembro. 

Aquino explica que, neste ano, a Antártica registrou baixa extensão de gelo marinho, tanto no verão quanto no inverno.

Essa redução de gelo coloca a oscilação Antártica em fase negativa, empurrando o cinturão de ciclones extratropicais para o sul do Brasil, o que explica essa sequência incomum de tempestades e eventos extremos.

"Como a atmosfera está mais quente, e o planeta segue em mudança climática, não tem como entender que não há uma combinação desses fatores, nesse caso reduzindo o gelo marinho, deixando a fase negativa no sul, e permitindo a formação de ciclones mais intensos", afirma.  


Fonte: (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo) 
"Três mortes foram registradas na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que nas últimas 24 horas registrou um acúmulo de chuva de 137 mm, de acordo com o MetSul."

Com base nas regras de acentuação gráfica aplicáveis aos vocábulos 'últimas' e 'acúmulo', assinale V (verdadeiro) ou F (falso):

( ) O vocábulo 'acúmulo' recebe acento por apresentar a antepenúltima sílaba tônica, conforme a regra de acentuação das proparoxítonas.
( ) O vocábulo 'últimas' recebe acento pela regra do 'i' tônico que forma hiato, podendo ficar sozinho na sílaba ou acompanhado de 'l'.
( ) Os vocábulos apresentados seguem regras distintas de acentuação.
( ) O vocábulo 'acúmulo' recebe acento pela mesma regra de acentuação que incide sobre o vocábulo 'perdíamos'.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3833157 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 01


Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?


A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil tem gerado chuvas intensas e vendavais pelo país, provocando estragos em diversas regiões, principalmente no Centro-Sul.

Três mortes foram registradas na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que nas últimas 24 horas registrou um acúmulo de chuva de 137 mm, de acordo com o MetSul.

Fortes ventos também atingem os Estados de Minas Gerais e São Paulo - situados em uma região ainda periférica em relação ao centro do ciclone.

Segundo a concessionária de energia Enel, 36% dos clientes da Região Metropolitana de São Paulo estavam sem energia por volta das 16h, somando mais de 2,3 milhões de pessoas com o abastecimento interrompido. 

A Defesa Civil de São Paulo registra quedas de árvore, destelhamentos e alagamentos em diversos municípios. Ventos na Lapa, Zona Oeste da capital, chegaram a 98 km por hora.

Na capital, mais de 514 chamados para queda de árvores foram registrados até às 14h.

Meteorologistas consideram o ciclone de "altíssimo risco", com previsão de rajadas de vento que podem chegar a 120km/h. 

Para climatologistas ouvidos pela BBC News Brasil, por mais que a ocorrência de ciclones seja comum no hemisfério sul, não há como negar o impacto das mudanças climáticas em eventos intensos como esse.

"Não é incomum ter um ciclone nesta época do ano, o que é incomum é a intensidade que estamos vendo. E os estudos indicam que esse cenário é uma tendência do aquecimento global", afirma o climatologista José Marengo, que coordena o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).  

Nos últimos anos, diversos ciclones foram registrados no Brasil, muitos com chuvas intensas, rajadas de vento, principalmente na região sul.

O mais recente foi registrado em novembro, ocasionando a formação de um tornado que atingiu o Paraná e destruiu 90% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no interior do estado.

Seis pessoas morreram e mais de mil moradores ficaram desalojados. Os ventos chegaram a 250km/h. 

Segundo Franscisco Aquino, climatologista e professor da UFRGS, nem todo evento meteorológico é resultado das mudanças do clima, mas a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais aumentou nas últimas décadas no hemisfério sul.

Ele avalia que há uma relação direta entre os efeitos dessas mudanças, sobretudo na Antártica, e o aumento de ciclones que atingiram o Brasil desde setembro. 

Aquino explica que, neste ano, a Antártica registrou baixa extensão de gelo marinho, tanto no verão quanto no inverno.

Essa redução de gelo coloca a oscilação Antártica em fase negativa, empurrando o cinturão de ciclones extratropicais para o sul do Brasil, o que explica essa sequência incomum de tempestades e eventos extremos.

"Como a atmosfera está mais quente, e o planeta segue em mudança climática, não tem como entender que não há uma combinação desses fatores, nesse caso reduzindo o gelo marinho, deixando a fase negativa no sul, e permitindo a formação de ciclones mais intensos", afirma.  


Fonte: (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo) 
"Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?"
Considerando o texto-base, identifique a alternativa INCORRETA
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Avança SP Órgão: SES - SP Prova: Avança SP - 2026 - SES - SP - Médico I |
Q3833066 Português
“Na rua, perguntou-lhes em tom misterioso:
– Onde poderemos falar à vontade?”
(Aluísio de Azevedo)

Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do trecho acima mantendo-se o mesmo sentido e com a pontuação correta. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Avança SP Órgão: SES - SP Prova: Avança SP - 2026 - SES - SP - Médico I |
Q3833064 Português
“A discussão travada entre os participantes não tinha nada _______ com o tema proposto, pois estavam mais _______ de defender opiniões pessoais do que de chegar a um consenso.”

Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente os espaços em branco acima, na mesma ordem.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Avança SP Órgão: SES - SP Prova: Avança SP - 2026 - SES - SP - Médico I |
Q3833063 Português
Assinale a alternativa em que o espaço em branco do enunciado pode ser preenchido corretamente pelas duas formas apresentadas entre parênteses, de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Avança SP Órgão: SES - SP Prova: Avança SP - 2026 - SES - SP - Médico I |
Q3833062 Português
Assinale a alternativa em que os elementos preenchem corretamente os espaços em branco abaixo, na mesma ordem:

- Aquelas são as pessoas ___ quem mais confio nesta vida.
- Aquelas são as pessoas ___ quem mais desconfio nesta vida.
- Prefiro que você seja feliz em sua carreira ___ que ganhe muito dinheiro nela. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Avança SP Órgão: SES - SP Prova: Avança SP - 2026 - SES - SP - Médico I |
Q3833061 Português
Assinale a alternativa em que o uso da crase é facultativo, isto é, a frase que o espaço em branco pode ser preenchido corretamente com “a” ou “à”.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Avança SP Órgão: SES - SP Prova: Avança SP - 2026 - SES - SP - Médico I |
Q3833060 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras se encontram grafadas corretamente.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Avança SP Órgão: SES - SP Prova: Avança SP - 2026 - SES - SP - Médico I |
Q3833059 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Brasileiro, profissão: poeta

    De D. Pedro II ao mais obscuro dos cidadãos, é difícil encontrar um brasileiro que nunca tenha cometido, em segredo ou às claras, o seu poeminha lírico, ainda que perdido nas dobras da remota mocidade. Em versos duros ou de pé quebrado, sem inspiração e sem assunto, o soneto é sempre uma tentação para o brilhareco, a que não pode faltar a chave de ouro. Tudo cabe num soneto: graça e desgraça, comédia e tragédia, amor e desamor, oração a Deus e saudação à pátria.
    É possível que a profissão de poeta ainda não exista. É até possível que nunca venha a existir como ofício remunerado, como meio de vida. Nem por isso se pode garantir que nunca será regulamentada, depois de legalmente criada, ou definida. Tudo entre nós é motivo de lei, de decreto e de regulamento. Por que os poetas estariam isentos da fúria legiferante? De resto, mais de uma vez já se fez a tentativa de enquadrar, estimular e proteger a poesia, o que em última análise significa estender a proteção do poder público aos poetas. 
    Academias existem em todos os planos – federal, estadual e municipal. Outras entidades do gênero estão por toda parte, já que em parte nenhuma faltam os poetas. Há quem sustente que o Brasil é a pátria da poesia. Raro seria o cidadão brasileiro que nunca perpetrou os seus versos. Milhares ousaram chegar até o soneto. Ou pelo menos tentaram os 14 versos a duras penas, até fechá-los com chave de ouro ou com qualquer outra chave. Poucos terão sido tão mal sucedidos como o Bentinho de Dom Casmurro. Como acontece com frequência, o primeiro verso lhe veio de graça: “Oh! flor do céu! oh! flor cândida e pura”!
    Seminarista, numa noite de insônia, o próprio Bentinho não sabia como e por que lhe saiu esse verso da cabeça. Decassílabo, logo se impôs como o início de um soneto. Como em tantos sonetos conhecidos, não havia aí uma ideia, mas, sim, apenas uma exclamação. Podia não significar nada, mas o autor lhe achou certa graça. Depois de repeti-lo, concluiu que era mesmo bonito. A flor que abriria a primeira estrofe de forma exclamativa tanto podia ser Capitu, como a virtude, a poesia, a religião, ou qualquer outro conceito a que a metáfora calhasse. (...)

RESENDE, Otto Lara. Brasileiro, profissão: poeta. Portal da crônica brasileira. Disponível em<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6146/brasileiroprofissao-poeta>.
“De D. Pedro II ao mais obscuro dos cidadãos, é difícil encontrar um brasileiro que nunca tenha cometido, em segredo ou às claras, o seu poeminha lírico, ainda que perdido nas dobras da remota mocidade.”

Assinale a alternativa em que a forma reescrita do trecho acima apresenta pontuação correta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Avança SP Órgão: SES - SP Prova: Avança SP - 2026 - SES - SP - Médico I |
Q3833058 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Brasileiro, profissão: poeta

    De D. Pedro II ao mais obscuro dos cidadãos, é difícil encontrar um brasileiro que nunca tenha cometido, em segredo ou às claras, o seu poeminha lírico, ainda que perdido nas dobras da remota mocidade. Em versos duros ou de pé quebrado, sem inspiração e sem assunto, o soneto é sempre uma tentação para o brilhareco, a que não pode faltar a chave de ouro. Tudo cabe num soneto: graça e desgraça, comédia e tragédia, amor e desamor, oração a Deus e saudação à pátria.
    É possível que a profissão de poeta ainda não exista. É até possível que nunca venha a existir como ofício remunerado, como meio de vida. Nem por isso se pode garantir que nunca será regulamentada, depois de legalmente criada, ou definida. Tudo entre nós é motivo de lei, de decreto e de regulamento. Por que os poetas estariam isentos da fúria legiferante? De resto, mais de uma vez já se fez a tentativa de enquadrar, estimular e proteger a poesia, o que em última análise significa estender a proteção do poder público aos poetas. 
    Academias existem em todos os planos – federal, estadual e municipal. Outras entidades do gênero estão por toda parte, já que em parte nenhuma faltam os poetas. Há quem sustente que o Brasil é a pátria da poesia. Raro seria o cidadão brasileiro que nunca perpetrou os seus versos. Milhares ousaram chegar até o soneto. Ou pelo menos tentaram os 14 versos a duras penas, até fechá-los com chave de ouro ou com qualquer outra chave. Poucos terão sido tão mal sucedidos como o Bentinho de Dom Casmurro. Como acontece com frequência, o primeiro verso lhe veio de graça: “Oh! flor do céu! oh! flor cândida e pura”!
    Seminarista, numa noite de insônia, o próprio Bentinho não sabia como e por que lhe saiu esse verso da cabeça. Decassílabo, logo se impôs como o início de um soneto. Como em tantos sonetos conhecidos, não havia aí uma ideia, mas, sim, apenas uma exclamação. Podia não significar nada, mas o autor lhe achou certa graça. Depois de repeti-lo, concluiu que era mesmo bonito. A flor que abriria a primeira estrofe de forma exclamativa tanto podia ser Capitu, como a virtude, a poesia, a religião, ou qualquer outro conceito a que a metáfora calhasse. (...)

RESENDE, Otto Lara. Brasileiro, profissão: poeta. Portal da crônica brasileira. Disponível em<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6146/brasileiroprofissao-poeta>.
“Por que os poetas estariam isentos da fúria legiferante?”

Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita correta do trecho acima.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Avança SP Órgão: SES - SP Prova: Avança SP - 2026 - SES - SP - Médico I |
Q3833057 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Brasileiro, profissão: poeta

    De D. Pedro II ao mais obscuro dos cidadãos, é difícil encontrar um brasileiro que nunca tenha cometido, em segredo ou às claras, o seu poeminha lírico, ainda que perdido nas dobras da remota mocidade. Em versos duros ou de pé quebrado, sem inspiração e sem assunto, o soneto é sempre uma tentação para o brilhareco, a que não pode faltar a chave de ouro. Tudo cabe num soneto: graça e desgraça, comédia e tragédia, amor e desamor, oração a Deus e saudação à pátria.
    É possível que a profissão de poeta ainda não exista. É até possível que nunca venha a existir como ofício remunerado, como meio de vida. Nem por isso se pode garantir que nunca será regulamentada, depois de legalmente criada, ou definida. Tudo entre nós é motivo de lei, de decreto e de regulamento. Por que os poetas estariam isentos da fúria legiferante? De resto, mais de uma vez já se fez a tentativa de enquadrar, estimular e proteger a poesia, o que em última análise significa estender a proteção do poder público aos poetas. 
    Academias existem em todos os planos – federal, estadual e municipal. Outras entidades do gênero estão por toda parte, já que em parte nenhuma faltam os poetas. Há quem sustente que o Brasil é a pátria da poesia. Raro seria o cidadão brasileiro que nunca perpetrou os seus versos. Milhares ousaram chegar até o soneto. Ou pelo menos tentaram os 14 versos a duras penas, até fechá-los com chave de ouro ou com qualquer outra chave. Poucos terão sido tão mal sucedidos como o Bentinho de Dom Casmurro. Como acontece com frequência, o primeiro verso lhe veio de graça: “Oh! flor do céu! oh! flor cândida e pura”!
    Seminarista, numa noite de insônia, o próprio Bentinho não sabia como e por que lhe saiu esse verso da cabeça. Decassílabo, logo se impôs como o início de um soneto. Como em tantos sonetos conhecidos, não havia aí uma ideia, mas, sim, apenas uma exclamação. Podia não significar nada, mas o autor lhe achou certa graça. Depois de repeti-lo, concluiu que era mesmo bonito. A flor que abriria a primeira estrofe de forma exclamativa tanto podia ser Capitu, como a virtude, a poesia, a religião, ou qualquer outro conceito a que a metáfora calhasse. (...)

RESENDE, Otto Lara. Brasileiro, profissão: poeta. Portal da crônica brasileira. Disponível em<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6146/brasileiroprofissao-poeta>.
Assinale a alternativa que apresenta uma ideia que se encontra no texto “Brasileiro, profissão: poeta”.
Alternativas
Q3833024 Português
Leia as seguintes afirmativas:

1- Na época colonial, os africanos trouxeram diversos conhecimentos para o Brasil, entre eles, o modo de fazer acarajé.
2- O acarajé é um bolinho de feijão-fradinho frito no azeite de dendê, cortado e recheado com camarão, caruru, vatapá e pimenta.

A partir dessas afirmativas, assinale a alternativa em que é possível identificar extrapolação.
Alternativas
Q3833014 Português
A escrita por extenso do número 8.872 é 
Alternativas
Q3833006 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. 


Texto 01 


Porta aberta


Havia muitos e-mails à minha espera, a propósito da minha crônica sobre os telefones celulares. Vocês se lembram de que terminei dizendo: “Tenho medo do e-mail. Tenho medo do celular”. Pois um dos meus leitores me sugeria (com uma pitadinha de ironia...) uma fórmula simples de pôr fim ao meu medo do e-mail: bastava que eu o desativasse. Isso, jamais. Se eu fosse movido a medo, há muito teria me mudado para um mosteiro no alto de uma montanha, para fugir do medo que a cidade me dá. Não há dúvidas de que a vida transcorre com mais tranquilidade na solidão dos mosteiros. Mas o preço de não ter medo é o tédio. Continuarei com o meu e-mail aberto a todos, mesmo correndo o risco das invasões de intrusos. As alegrias compensam. As cartas – que ainda continuam válidas quando o que está em jogo é o amor – nunca serão substituídas por um e-mail, pela simples razão de que não é possível por um e-mail debaixo do travesseiro – somente questões graves e compridas mereciam a trabalheira. Com o e-mail, entretanto, ficou fácil dizer coisas leves e rápidas que, no tempo das cartas, não eram ditas. [...]


Fonte: ALVES, Rubem. Porta aberta. Disponível em: https://www.opergaminho.com.br/opiniaoporta-aberta. Acesso em: 2
Em “Se eu fosse movido a medo, há muito teria me mudado para um mosteiro no alto de uma montanha [...]”, a palavra “se” foi usada indicando uma 
Alternativas
Q3833002 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. 


Texto 01 


Porta aberta


Havia muitos e-mails à minha espera, a propósito da minha crônica sobre os telefones celulares. Vocês se lembram de que terminei dizendo: “Tenho medo do e-mail. Tenho medo do celular”. Pois um dos meus leitores me sugeria (com uma pitadinha de ironia...) uma fórmula simples de pôr fim ao meu medo do e-mail: bastava que eu o desativasse. Isso, jamais. Se eu fosse movido a medo, há muito teria me mudado para um mosteiro no alto de uma montanha, para fugir do medo que a cidade me dá. Não há dúvidas de que a vida transcorre com mais tranquilidade na solidão dos mosteiros. Mas o preço de não ter medo é o tédio. Continuarei com o meu e-mail aberto a todos, mesmo correndo o risco das invasões de intrusos. As alegrias compensam. As cartas – que ainda continuam válidas quando o que está em jogo é o amor – nunca serão substituídas por um e-mail, pela simples razão de que não é possível por um e-mail debaixo do travesseiro – somente questões graves e compridas mereciam a trabalheira. Com o e-mail, entretanto, ficou fácil dizer coisas leves e rápidas que, no tempo das cartas, não eram ditas. [...]


Fonte: ALVES, Rubem. Porta aberta. Disponível em: https://www.opergaminho.com.br/opiniaoporta-aberta. Acesso em: 2
Em “Pois um dos meus leitores me sugeria (com uma pitadinha de ironia...) uma fórmula simples de pôr fim ao meu medo do e-mail [...]”, o objetivo do trecho colocado entre parênteses é 
Alternativas
Q3833001 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. 


Texto 01 


Porta aberta


Havia muitos e-mails à minha espera, a propósito da minha crônica sobre os telefones celulares. Vocês se lembram de que terminei dizendo: “Tenho medo do e-mail. Tenho medo do celular”. Pois um dos meus leitores me sugeria (com uma pitadinha de ironia...) uma fórmula simples de pôr fim ao meu medo do e-mail: bastava que eu o desativasse. Isso, jamais. Se eu fosse movido a medo, há muito teria me mudado para um mosteiro no alto de uma montanha, para fugir do medo que a cidade me dá. Não há dúvidas de que a vida transcorre com mais tranquilidade na solidão dos mosteiros. Mas o preço de não ter medo é o tédio. Continuarei com o meu e-mail aberto a todos, mesmo correndo o risco das invasões de intrusos. As alegrias compensam. As cartas – que ainda continuam válidas quando o que está em jogo é o amor – nunca serão substituídas por um e-mail, pela simples razão de que não é possível por um e-mail debaixo do travesseiro – somente questões graves e compridas mereciam a trabalheira. Com o e-mail, entretanto, ficou fácil dizer coisas leves e rápidas que, no tempo das cartas, não eram ditas. [...]


Fonte: ALVES, Rubem. Porta aberta. Disponível em: https://www.opergaminho.com.br/opiniaoporta-aberta. Acesso em: 2
O autor considera que a vida 
Alternativas
Q3833000 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. 


Texto 01 


Porta aberta


Havia muitos e-mails à minha espera, a propósito da minha crônica sobre os telefones celulares. Vocês se lembram de que terminei dizendo: “Tenho medo do e-mail. Tenho medo do celular”. Pois um dos meus leitores me sugeria (com uma pitadinha de ironia...) uma fórmula simples de pôr fim ao meu medo do e-mail: bastava que eu o desativasse. Isso, jamais. Se eu fosse movido a medo, há muito teria me mudado para um mosteiro no alto de uma montanha, para fugir do medo que a cidade me dá. Não há dúvidas de que a vida transcorre com mais tranquilidade na solidão dos mosteiros. Mas o preço de não ter medo é o tédio. Continuarei com o meu e-mail aberto a todos, mesmo correndo o risco das invasões de intrusos. As alegrias compensam. As cartas – que ainda continuam válidas quando o que está em jogo é o amor – nunca serão substituídas por um e-mail, pela simples razão de que não é possível por um e-mail debaixo do travesseiro – somente questões graves e compridas mereciam a trabalheira. Com o e-mail, entretanto, ficou fácil dizer coisas leves e rápidas que, no tempo das cartas, não eram ditas. [...]


Fonte: ALVES, Rubem. Porta aberta. Disponível em: https://www.opergaminho.com.br/opiniaoporta-aberta. Acesso em: 2
Analise as afirmativas, tendo em vista as ideias que se podem depreender do texto.

I - O autor recebeu muitos e-mails motivados pela crônica que havia escrito antes sobre os telefones celulares.
II - O autor considera que as pessoas que leram o texto “Porta aberta” também leram o outro texto referido sobre os telefones celulares.
III - O autor revela ter medo de e-mail, por esse motivo irá desativá-lo, assim como fez com o celular.
IV - O autor reconhece a necessidade do uso do e-mail, o qual substituiu totalmente as cartas.
V - O autor afirma que continuará usando e-mail, mesmo que ele não seja tão prático quanto as cartas.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas
Alternativas
Q3832926 Português
Texto 01


Dezembrite 


Chega dezembro e, com o calor, as luzinhas piscando nas janelas, o Papai Noel em todos os lugares e as músicas natalinas que fazem a trilha sonora das compras, aparece uma sensação difícil de nomear. Para muita gente, o período entre o Natal e o Réveillon não é só festa. É cansaço acumulado, é a grama do vizinho mais verde, são as cobranças pelas metas que não foram cumpridas e a impressão de que todo mundo está celebrando, menos você. Não à toa, essa depressão sazonal ganhou até apelido: “dezembrite”.

Antônia Burke, psicanalista e educadora socioemocional, comenta que o calendário tem um efeito psicológico poderoso. “O fim do ano funciona como um espelho cheio de luz, iluminando aquilo que não deu certo, o que está faltando, o que a gente não conseguiu controlar”, diz. Nesse cenário, as redes sociais lotadas de fotos de viagens aparentemente incríveis e conquistas editadas podem fazer com que a pessoa conclua que é uma fracassada. “Ficamos com a impressão de que nossa vida é horrível, de que a gente é incompetente”, afirma. 

A médica psiquiatra Vanessa Fávaro, assistente do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP, lembra que esse momento mistura fechamento de ciclo, reuniões familiares, festas da firma e expectativas em relação ao futuro. “É uma época em que as pessoas ficam muito emotivas e emocionadas, às vezes até apresentam um quadro de mais tristeza mesmo, de desânimo”, observa. 

Isso não significa que toda tristeza que chega em dezembro seja um episódio depressivo. A diferença, resume Fávaro, está na intensidade, na duração e no quanto esse estado passa a prejudicar a rotina. [...] Há caminhos possíveis para atravessar esse período com menos opressão e mais autocuidado com a saúde mental. Eles não anulam a melancolia, o luto ou a frustração, mas ajudam a reorganizar, com carinho, a maneira como olhamos para os doze meses que passaram e para os que vêm pela frente — afinal, é como canta Simone: “O ano termina e nasce outra vez”. Porém, “A esperança não é um botão que a gente aperta, é consequência de pequenas reorganizações internas e externas”, sintetiza Burke. [...] 


Disponível em: https://gamarevista.uol.com.br/semana/. Acesso: 21 dez. 2025. Adaptado.  





Texto 02 


Ano Novo

Ficção de que começa alguma coisa!

Nada começa: tudo continua.

Na fluida e incerta essência misteriosa

Da vida, flui em sombra a água nua.

Curvas do rio escondem só o movimento.

O mesmo rio flui onde se vê.

Começar só começa em pensamento.  


Disponível em: https://www.pensador.com/poemas_de_ano_novo/. Acesso em: 22 dez. 2025. 
Considerando os pronomes usados em “Nada começa: tudo continua.”, é CORRETO afirmar que, semanticamente, eles constroem uma relação 
Alternativas
Q3832921 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


Dezembrite


Chega dezembro e, com o calor, as luzinhas piscando nas janelas, o Papai Noel em todos os lugares e as músicas natalinas que fazem a trilha sonora das compras, aparece uma sensação difícil de nomear. Para muita gente, o período entre o Natal e o Réveillon não é só festa. É cansaço acumulado, é a grama do vizinho mais verde, são as cobranças pelas metas que não foram cumpridas e a impressão de que todo mundo está celebrando, menos você. Não à toa, essa depressão sazonal ganhou até apelido: “dezembrite”.

Antônia Burke, psicanalista e educadora socioemocional, comenta que o calendário tem um efeito psicológico poderoso. “O fim do ano funciona como um espelho cheio de luz, iluminando aquilo que não deu certo, o que está faltando, o que a gente não conseguiu controlar”, diz. Nesse cenário, as redes sociais lotadas de fotos de viagens aparentemente incríveis e conquistas editadas podem fazer com que a pessoa conclua que é uma fracassada. “Ficamos com a impressão de que nossa vida é horrível, de que a gente é incompetente”, afirma.

A médica psiquiatra Vanessa Fávaro, assistente do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP, lembra que esse momento mistura fechamento de ciclo, reuniões familiares, festas da firma e expectativas em relação ao futuro. “É uma época em que as pessoas ficam muito emotivas e emocionadas, às vezes até apresentam um quadro de mais tristeza mesmo, de desânimo”, observa.

Isso não significa que toda tristeza que chega em dezembro seja um episódio depressivo. A diferença, resume Fávaro, está na intensidade, na duração e no quanto esse estado passa a prejudicar a rotina. [...] Há caminhos possíveis para atravessar esse período com menos opressão e mais autocuidado com a saúde mental. Eles não anulam a melancolia, o luto ou a frustração, mas ajudam a reorganizar, com carinho, a maneira como olhamos para os doze meses que passaram e para os que vêm pela frente — afinal, é como canta Simone: “O ano termina e nasce outra vez”. Porém, “A esperança não é um botão que a gente aperta, é consequência de pequenas reorganizações internas e externas”, sintetiza Burke. [...]


Disponível em: https://gamarevista.uol.com.br/semana/. Acesso: 21 dez. 2025. Adaptado. 
Os termos que permitem inferir que as redes sociais não mostram a realidade são 
Alternativas
Q3832920 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


Dezembrite


Chega dezembro e, com o calor, as luzinhas piscando nas janelas, o Papai Noel em todos os lugares e as músicas natalinas que fazem a trilha sonora das compras, aparece uma sensação difícil de nomear. Para muita gente, o período entre o Natal e o Réveillon não é só festa. É cansaço acumulado, é a grama do vizinho mais verde, são as cobranças pelas metas que não foram cumpridas e a impressão de que todo mundo está celebrando, menos você. Não à toa, essa depressão sazonal ganhou até apelido: “dezembrite”.

Antônia Burke, psicanalista e educadora socioemocional, comenta que o calendário tem um efeito psicológico poderoso. “O fim do ano funciona como um espelho cheio de luz, iluminando aquilo que não deu certo, o que está faltando, o que a gente não conseguiu controlar”, diz. Nesse cenário, as redes sociais lotadas de fotos de viagens aparentemente incríveis e conquistas editadas podem fazer com que a pessoa conclua que é uma fracassada. “Ficamos com a impressão de que nossa vida é horrível, de que a gente é incompetente”, afirma.

A médica psiquiatra Vanessa Fávaro, assistente do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP, lembra que esse momento mistura fechamento de ciclo, reuniões familiares, festas da firma e expectativas em relação ao futuro. “É uma época em que as pessoas ficam muito emotivas e emocionadas, às vezes até apresentam um quadro de mais tristeza mesmo, de desânimo”, observa.

Isso não significa que toda tristeza que chega em dezembro seja um episódio depressivo. A diferença, resume Fávaro, está na intensidade, na duração e no quanto esse estado passa a prejudicar a rotina. [...] Há caminhos possíveis para atravessar esse período com menos opressão e mais autocuidado com a saúde mental. Eles não anulam a melancolia, o luto ou a frustração, mas ajudam a reorganizar, com carinho, a maneira como olhamos para os doze meses que passaram e para os que vêm pela frente — afinal, é como canta Simone: “O ano termina e nasce outra vez”. Porém, “A esperança não é um botão que a gente aperta, é consequência de pequenas reorganizações internas e externas”, sintetiza Burke. [...]


Disponível em: https://gamarevista.uol.com.br/semana/. Acesso: 21 dez. 2025. Adaptado. 
Na passagem “Não à toa, essa depressão sazonal ganhou até apelido: ‘dezembrite’.”, a expressão “sazonal” significa 
Alternativas
Respostas
16201: B
16202: D
16203: D
16204: B
16205: C
16206: E
16207: E
16208: D
16209: B
16210: E
16211: A
16212: B
16213: B
16214: D
16215: A
16216: E
16217: A
16218: A
16219: E
16220: D