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Q3837131 Português
Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras escritas de acordo as normas vigentes em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3837130 Português
Formação do educador

        Sonho com uma escola em que se cultivem pelo menos três coisas.

        Primeiro, a sabedoria de viver juntos: o olhar manso, a paciência de ouvir, o prazer em cooperar. A sabedoria de viver juntos é a base de tudo o mais.

        Segundo, a arte de pensar, porque é a partir dela que se constroem todos os saberes. Pensar é saber o que fazer com as informações. Informação sem pensamento é coisa morta. A arte de pensar tem a ver com um permanente espantar-se diante do assombro do mundo, fazer perguntas diante do desconhecido, não ter medo de errar porque os saberes se encontram sempre depois de muitos erros.

        Terceiro, o prazer de ler. Jamais o hábito da leitura, porque o hábito pertence ao mundo dos deveres, dos automatismos: cortar as unhas, escovar os dentes, rezar de noite. Não hábito, mas leitura amorosa. Na leitura amorosa entramos em mundos desconhecidos e isso nos faz mais ricos interiormente. Quem aprendeu a amar os livros tem a chave do conhecimento.

        Mas essa escola não se constrói por meio de leis e parafernália tecnológica. De que vale uma cozinha dotada das panelas mais modernas se o cozinheiro não sabe cozinhar? É o cozinheiro que faz a comida boa mesmo em panela velha. O cozinheiro está para a comida boa da mesma forma como o educador está para o prazer de pensar e aprender. Sem o educador o sonho da escola não se realiza.
(...)

         Imagine que você quer ensinar a voar. Na imaginação tudo é possível. Os mestres do voo são os pássaros. Aí você aprisiona um pássaro numa gaiola e pede que ele o ensine a v

        Marshal McLuhan disse que a mensagem, aquilo que se comunica efetivamente, não é o seu conteúdo consciente, mas o pacote em que a mensagem é transmitida. “O meio é a mensagem”. Se o meio para se aprender o voo dos pássaros é a gaiola, o que se aprende não é o voo, é a gaiola. (...)

ALVES, Rubem. Formação do educador. Disponível em
<https://revistaeducacao.com.br/2023/08/31/formacao-educador-rubem-alves/> .
“É o cozinheiro que faz a comida boa mesmo em panela velha.”
Em relação ao emprego da palavra destacada no trecho acima, é correto afirmar que ela apresenta o sentido de:
Alternativas
Q3837129 Português
Formação do educador

        Sonho com uma escola em que se cultivem pelo menos três coisas.

        Primeiro, a sabedoria de viver juntos: o olhar manso, a paciência de ouvir, o prazer em cooperar. A sabedoria de viver juntos é a base de tudo o mais.

        Segundo, a arte de pensar, porque é a partir dela que se constroem todos os saberes. Pensar é saber o que fazer com as informações. Informação sem pensamento é coisa morta. A arte de pensar tem a ver com um permanente espantar-se diante do assombro do mundo, fazer perguntas diante do desconhecido, não ter medo de errar porque os saberes se encontram sempre depois de muitos erros.

        Terceiro, o prazer de ler. Jamais o hábito da leitura, porque o hábito pertence ao mundo dos deveres, dos automatismos: cortar as unhas, escovar os dentes, rezar de noite. Não hábito, mas leitura amorosa. Na leitura amorosa entramos em mundos desconhecidos e isso nos faz mais ricos interiormente. Quem aprendeu a amar os livros tem a chave do conhecimento.

        Mas essa escola não se constrói por meio de leis e parafernália tecnológica. De que vale uma cozinha dotada das panelas mais modernas se o cozinheiro não sabe cozinhar? É o cozinheiro que faz a comida boa mesmo em panela velha. O cozinheiro está para a comida boa da mesma forma como o educador está para o prazer de pensar e aprender. Sem o educador o sonho da escola não se realiza.
(...)

         Imagine que você quer ensinar a voar. Na imaginação tudo é possível. Os mestres do voo são os pássaros. Aí você aprisiona um pássaro numa gaiola e pede que ele o ensine a v

        Marshal McLuhan disse que a mensagem, aquilo que se comunica efetivamente, não é o seu conteúdo consciente, mas o pacote em que a mensagem é transmitida. “O meio é a mensagem”. Se o meio para se aprender o voo dos pássaros é a gaiola, o que se aprende não é o voo, é a gaiola. (...)

ALVES, Rubem. Formação do educador. Disponível em
<https://revistaeducacao.com.br/2023/08/31/formacao-educador-rubem-alves/> .
“Quem aprendeu a amar os livros tem a chave do conhecimento.”
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a figura de linguagem que envolve a palavra destacada no trecho acima, bem como a sua descrição.
Alternativas
Q3837128 Português
Formação do educador

        Sonho com uma escola em que se cultivem pelo menos três coisas.

        Primeiro, a sabedoria de viver juntos: o olhar manso, a paciência de ouvir, o prazer em cooperar. A sabedoria de viver juntos é a base de tudo o mais.

        Segundo, a arte de pensar, porque é a partir dela que se constroem todos os saberes. Pensar é saber o que fazer com as informações. Informação sem pensamento é coisa morta. A arte de pensar tem a ver com um permanente espantar-se diante do assombro do mundo, fazer perguntas diante do desconhecido, não ter medo de errar porque os saberes se encontram sempre depois de muitos erros.

        Terceiro, o prazer de ler. Jamais o hábito da leitura, porque o hábito pertence ao mundo dos deveres, dos automatismos: cortar as unhas, escovar os dentes, rezar de noite. Não hábito, mas leitura amorosa. Na leitura amorosa entramos em mundos desconhecidos e isso nos faz mais ricos interiormente. Quem aprendeu a amar os livros tem a chave do conhecimento.

        Mas essa escola não se constrói por meio de leis e parafernália tecnológica. De que vale uma cozinha dotada das panelas mais modernas se o cozinheiro não sabe cozinhar? É o cozinheiro que faz a comida boa mesmo em panela velha. O cozinheiro está para a comida boa da mesma forma como o educador está para o prazer de pensar e aprender. Sem o educador o sonho da escola não se realiza.
(...)

         Imagine que você quer ensinar a voar. Na imaginação tudo é possível. Os mestres do voo são os pássaros. Aí você aprisiona um pássaro numa gaiola e pede que ele o ensine a v

        Marshal McLuhan disse que a mensagem, aquilo que se comunica efetivamente, não é o seu conteúdo consciente, mas o pacote em que a mensagem é transmitida. “O meio é a mensagem”. Se o meio para se aprender o voo dos pássaros é a gaiola, o que se aprende não é o voo, é a gaiola. (...)

ALVES, Rubem. Formação do educador. Disponível em
<https://revistaeducacao.com.br/2023/08/31/formacao-educador-rubem-alves/> .
Assinale a alternativa cuja afirmação é condizente com as ideias apresentadas no texto “Formação do educador”.
Alternativas
Q3837026 Português

Imagem associada para resolução da questão

GAZO. Uso de celular no trânsito. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-uso-de-celular-notransito/>.



No enunciado da charge acima, a palavra “que” introduz uma oração com o sentido de:

Alternativas
Q3837024 Português
“O romance é sempre um desvendar de uma história que vai sendo revelada.” (Luis Fernando Veríssimo)
A forma verbal destacada no enunciado acima indica uma ação:
Alternativas
Q3837023 Português
Assinale a alternativa em que a lacuna pode ser preenchida corretamente por ambas as formas verbais entre parênteses.
Alternativas
Q3837022 Português
“A literatura tem por si um componente transcendental que poderia ser considerado sagrado ou mágico” (Guadalupe Nettel)
Assinale a alternativa correta em relação ao emprego da palavra destacada no pensamento acima.
Alternativas
Q3837021 Português
Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras de acordo com a grafia oficial vigente em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3837020 Português
A Terra é verde

        Ainda tem gente que sustenta que a Terra é plana. Contudo, a sua forma redonda e azulada é inconteste quando vista do espaço. Sob o ponto de vista de quem vive aqui na sua epiderme, como um Pequeno Príncipe em pé no pequeno asteroide B-612, a linha do horizonte nos tranquiliza sobre a sua forma esférica. Porém, vista aqui de baixo, a Terra é verde.

        O verde da Terra constitui-se no motivo pelo qual as forças policiais e os exércitos substituíram os uniformes militares que antes eram elaborados com tecidos em tons vibrantes, de acordo com as cores de cada país, para a clássica camuflagem verde, dada a sua adequação para combates, em benefício da integridade dos soltados em suas missões.

        Ao longo do tempo o verde sempre se impôs sobre as demais cores na linha de alcance da visão do ser humano. Não é à toa que algumas teorias afirmam que o tom esverdeado é a cor que melhor enxergamos, em razão do nosso passado como caçadores-coletores, que nos forçava a distinguir o verde para sobreviver da caça ou não ser caçado.

        Talvez daqui a algumas centenas de anos, a cor predominante a ser visualizada passe a ser o cinza, por conta do atual foco do olhar do Homo sapiens em localizar vagas de estacionamento. A palavra “verde” já surgiu como uma cor. Do latim virides, em virtude da observação de algo que ainda não amadureceu.

        Quem não jogou um verde para colher maduro, buscando a partir de insinuações obter informações fidedignas? Certa feita, o ouro já foi verde. A erva mate já foi chamada de ouro verde pelo quanto rendia a sua exploração. Mas o verde também pode ser deserto, representado no solo estéril deixado pelo plantio cartesiano de pinos que aniquila qualquer vida sob as suas folhas, agindo como uma lápide no solo, sepultando-o.

        Mais do que uma simples junção do azul e do amarelo, o verde é um estilo de vida. Dizem que o verde é esperança. Verde é a cor da fertilidade. Para os egípcios, a cor da pele do deus Osíris é verde, pois representa o renascimento diante de cada cheia do rio Nilo. Verde também representa sorte nas quatro folhas do trevo. Verde é saúde e transmite segurança e tranquilidade.
(...)

LOCATELLI, Paulo Antônio. A Terra é verde. Disponível
em <https://www.escoladomp.org.br/blog/cronica-a-terrae-verde.htm>.
“o verde também pode ser deserto, representado no solo estéril deixado pelo plantio cartesiano de pinos que aniquila qualquer vida sob as suas folhas”
Na mesma ordem em que se encontram, as palavras destacadas no trecho acima são sinônimas de:
Alternativas
Q3837019 Português
A Terra é verde

        Ainda tem gente que sustenta que a Terra é plana. Contudo, a sua forma redonda e azulada é inconteste quando vista do espaço. Sob o ponto de vista de quem vive aqui na sua epiderme, como um Pequeno Príncipe em pé no pequeno asteroide B-612, a linha do horizonte nos tranquiliza sobre a sua forma esférica. Porém, vista aqui de baixo, a Terra é verde.

        O verde da Terra constitui-se no motivo pelo qual as forças policiais e os exércitos substituíram os uniformes militares que antes eram elaborados com tecidos em tons vibrantes, de acordo com as cores de cada país, para a clássica camuflagem verde, dada a sua adequação para combates, em benefício da integridade dos soltados em suas missões.

        Ao longo do tempo o verde sempre se impôs sobre as demais cores na linha de alcance da visão do ser humano. Não é à toa que algumas teorias afirmam que o tom esverdeado é a cor que melhor enxergamos, em razão do nosso passado como caçadores-coletores, que nos forçava a distinguir o verde para sobreviver da caça ou não ser caçado.

        Talvez daqui a algumas centenas de anos, a cor predominante a ser visualizada passe a ser o cinza, por conta do atual foco do olhar do Homo sapiens em localizar vagas de estacionamento. A palavra “verde” já surgiu como uma cor. Do latim virides, em virtude da observação de algo que ainda não amadureceu.

        Quem não jogou um verde para colher maduro, buscando a partir de insinuações obter informações fidedignas? Certa feita, o ouro já foi verde. A erva mate já foi chamada de ouro verde pelo quanto rendia a sua exploração. Mas o verde também pode ser deserto, representado no solo estéril deixado pelo plantio cartesiano de pinos que aniquila qualquer vida sob as suas folhas, agindo como uma lápide no solo, sepultando-o.

        Mais do que uma simples junção do azul e do amarelo, o verde é um estilo de vida. Dizem que o verde é esperança. Verde é a cor da fertilidade. Para os egípcios, a cor da pele do deus Osíris é verde, pois representa o renascimento diante de cada cheia do rio Nilo. Verde também representa sorte nas quatro folhas do trevo. Verde é saúde e transmite segurança e tranquilidade.
(...)

LOCATELLI, Paulo Antônio. A Terra é verde. Disponível
em <https://www.escoladomp.org.br/blog/cronica-a-terrae-verde.htm>.
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação em que o autor utiliza um tom jocoso, irônico.
Alternativas
Q3837018 Português
A Terra é verde

        Ainda tem gente que sustenta que a Terra é plana. Contudo, a sua forma redonda e azulada é inconteste quando vista do espaço. Sob o ponto de vista de quem vive aqui na sua epiderme, como um Pequeno Príncipe em pé no pequeno asteroide B-612, a linha do horizonte nos tranquiliza sobre a sua forma esférica. Porém, vista aqui de baixo, a Terra é verde.

        O verde da Terra constitui-se no motivo pelo qual as forças policiais e os exércitos substituíram os uniformes militares que antes eram elaborados com tecidos em tons vibrantes, de acordo com as cores de cada país, para a clássica camuflagem verde, dada a sua adequação para combates, em benefício da integridade dos soltados em suas missões.

        Ao longo do tempo o verde sempre se impôs sobre as demais cores na linha de alcance da visão do ser humano. Não é à toa que algumas teorias afirmam que o tom esverdeado é a cor que melhor enxergamos, em razão do nosso passado como caçadores-coletores, que nos forçava a distinguir o verde para sobreviver da caça ou não ser caçado.

        Talvez daqui a algumas centenas de anos, a cor predominante a ser visualizada passe a ser o cinza, por conta do atual foco do olhar do Homo sapiens em localizar vagas de estacionamento. A palavra “verde” já surgiu como uma cor. Do latim virides, em virtude da observação de algo que ainda não amadureceu.

        Quem não jogou um verde para colher maduro, buscando a partir de insinuações obter informações fidedignas? Certa feita, o ouro já foi verde. A erva mate já foi chamada de ouro verde pelo quanto rendia a sua exploração. Mas o verde também pode ser deserto, representado no solo estéril deixado pelo plantio cartesiano de pinos que aniquila qualquer vida sob as suas folhas, agindo como uma lápide no solo, sepultando-o.

        Mais do que uma simples junção do azul e do amarelo, o verde é um estilo de vida. Dizem que o verde é esperança. Verde é a cor da fertilidade. Para os egípcios, a cor da pele do deus Osíris é verde, pois representa o renascimento diante de cada cheia do rio Nilo. Verde também representa sorte nas quatro folhas do trevo. Verde é saúde e transmite segurança e tranquilidade.
(...)

LOCATELLI, Paulo Antônio. A Terra é verde. Disponível
em <https://www.escoladomp.org.br/blog/cronica-a-terrae-verde.htm>.
Assinale a alternativa que apresenta uma informação que corresponde ao conteúdo desenvolvido no texto “A Terra é verde”.
Alternativas
Q3836958 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Moda sustentável e meio ambiente: por que investir no consumo consciente?

 

Nossas escolhas diárias impactam diretamente o meio ambiente, inclusive aquilo que vestimos. O consumo excessivo de roupas e os processos da indústria têxtil contribuem para o uso intensivo de recursos naturais e para a degradação ambiental, o que torna urgente repensar hábitos e adotar práticas mais responsáveis.

 

Nesse contexto, cresce a importância do consumo consciente e das práticas sustentáveis, tanto por parte das empresas quanto dos consumidores. Marcas que adotam responsabilidade ambiental e social ganham credibilidade, enquanto as pessoas são chamadas a refletir sobre suas escolhas, evitando descartes desnecessários e priorizando peças duráveis e versáteis.

 

Optar por roupas atemporais e valorizar pequenos produtores e o trabalho artesanal são atitudes que reduzem impactos ambientais e fortalecem economias locais. Ao escolher com consciência, o consumidor contribui para a preservação do planeta e para a construção de uma sociedade mais ética, solidária e comprometida com o futuro.

 

Texto Adaptado

 

GARCIA, Anne. Moda sustentável e meio ambiente: por que investir no consumo consciente? Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/moda-sustentavel-e-meio-ambiente-por-que-e-t-o-importante-investir-no-consumo-consciente-1.867935 . Acesso em: 16 dez. 2025.

Os diferentes tipos textuais exercem funções comunicativas específicas, sendo veiculados por registros linguísticos adequados a cada situação de uso. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3836920 Português
As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.

Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o "valor dos disquetes vai além da funcionalidade". Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas.
Considerando o sentido empregado na expressão destacada do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3836919 Português
As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.

Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.

Os disquetes "surgiram" por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores.
Quanto à regência verbal do verbo destacado, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3836918 Português
As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.

Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.

O texto analisa a permanência do uso dos disquetes em determinados contextos, mesmo diante do avanço das tecnologias digitais, destacando razões técnicas, culturais e funcionais que explicam a continuidade desse formato.
De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3836877 Redação Oficial
Assinale a alternativa que apresenta uma caracterização correta da linguagem utilizada na redação técnica oficial.
Alternativas
Q3836876 Redação Oficial
Assinale a alternativa que apresenta um enunciado totalmente correto, de acordo com as normas da redação técnica oficial.
Alternativas
Q3836874 Português
“A poesia não está nos versos, por vezes ela está no coração. E é tamanha. A ponto de não caber nas palavras.” (Jorge Amado)

Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do pensamento acima com a pontuação totalmente correta.
Alternativas
Q3836873 Português
Assinale a alternativa que apresenta colocação pronominal de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Respostas
12921: C
12922: C
12923: D
12924: A
12925: A
12926: C
12927: E
12928: D
12929: C
12930: D
12931: C
12932: E
12933: B
12934: C
12935: D
12936: B
12937: D
12938: A
12939: C
12940: E