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Q3876674 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

CZT: o incrível material que está gerando uma revolução tecnológica (e por que é tão difícil de obter)

Submeter-se a exames de tomografia pulmonar costumava exigir que pacientes permanecessem imóveis por até quarenta e cinco minutos dentro de grandes máquinas. Com a introdução de novos equipamentos, esse tempo foi reduzido para quinze minutos, resultado tanto do avanço no processamento de imagens quanto do uso de um material especial conhecido como CZT, sigla para telureto de cádmio e zinco.

Esse material permite a produção de imagens tridimensionais altamente detalhadas dos pulmões, ampliando a precisão diagnóstica. Médicos relatam que os resultados obtidos representam um avanço significativo na área de imagem médica. Embora pouco conhecido fora do meio científico, o CZT vem sendo apontado como responsável por uma verdadeira transformação tecnológica, com aplicações que vão além da medicina, alcançando telescópios de raios X, detectores de radiação e sistemas de segurança em aeroportos. 

Uma das principais vantagens do uso do CZT é a alta sensibilidade dos mecanismos, que permite reduzir a quantidade de substâncias radioativas utilizadas nos exames. Isso é particularmente relevante em investigações clínicas que buscam identificar coágulos sanguíneos muito pequenos ou alterações difíceis de detectar por métodos tradicionais.

Apesar de já existir há décadas, o CZT só recentemente passou a ser empregado em equipamentos de grande porte. Sua produção é extremamente complexa e demorada, envolvendo processos longos de aquecimento, fusão e solidificação até a formação de cristais perfeitamente alinhados. O resultado é um semicondutor capaz de detectar fótons de raios X e raios gama com grande precisão, convertendo diretamente esses sinais em imagens digitais detalhadas, em um único passo, diferentemente das tecnologias anteriores.

Esse grau de precisão possibilita, inclusive, a geração de imagens capazes de diferenciar materiais e tecidos, o que amplia significativamente o campo de aplicação do material. Atualmente, o CZT já é utilizado em sistemas de inspeção de bagagens e em equipamentos de pesquisa científica avançada, e há expectativa de que seu uso se expanda ainda mais nos próximos anos.

No entanto, a elevada demanda e a dificuldade de fabricação tornam o material escasso. Pesquisadores de diversas áreas dependem de peças muito específicas, muitas vezes extremamente finas, o que nem sempre é possível atender. Essa limitação afeta desde estudos astronômicos até grandes centros de pesquisa que utilizam raios X para analisar materiais em nível microscópico.

Mesmo assim, projetos científicos de grande porte continuam a apostar no CZT, especialmente diante da necessidade de sensores mais sensíveis para acompanhar o aumento da intensidade das fontes de raios X modernas. Apesar dos desafios, o material segue como peça central de importantes inovações, consolidando-se como uma solução estratégica para enfrentar limites tecnológicos atuais e impulsionar avanços na medicina, na ciência e na indústria.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y2zd0lx7yo.adaptado.
A distinção entre ideia central e ideias secundárias é fundamental para a compreensão de textos expositivos. A ideia central concentra o núcleo informativo e orienta o sentido global do texto, enquanto as ideias secundárias desenvolvem, explicam, exemplificam ou detalham aspectos que sustentam essa ideia principal.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3876672 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

CZT: o incrível material que está gerando uma revolução tecnológica (e por que é tão difícil de obter)

Submeter-se a exames de tomografia pulmonar costumava exigir que pacientes permanecessem imóveis por até quarenta e cinco minutos dentro de grandes máquinas. Com a introdução de novos equipamentos, esse tempo foi reduzido para quinze minutos, resultado tanto do avanço no processamento de imagens quanto do uso de um material especial conhecido como CZT, sigla para telureto de cádmio e zinco.

Esse material permite a produção de imagens tridimensionais altamente detalhadas dos pulmões, ampliando a precisão diagnóstica. Médicos relatam que os resultados obtidos representam um avanço significativo na área de imagem médica. Embora pouco conhecido fora do meio científico, o CZT vem sendo apontado como responsável por uma verdadeira transformação tecnológica, com aplicações que vão além da medicina, alcançando telescópios de raios X, detectores de radiação e sistemas de segurança em aeroportos. 

Uma das principais vantagens do uso do CZT é a alta sensibilidade dos mecanismos, que permite reduzir a quantidade de substâncias radioativas utilizadas nos exames. Isso é particularmente relevante em investigações clínicas que buscam identificar coágulos sanguíneos muito pequenos ou alterações difíceis de detectar por métodos tradicionais.

Apesar de já existir há décadas, o CZT só recentemente passou a ser empregado em equipamentos de grande porte. Sua produção é extremamente complexa e demorada, envolvendo processos longos de aquecimento, fusão e solidificação até a formação de cristais perfeitamente alinhados. O resultado é um semicondutor capaz de detectar fótons de raios X e raios gama com grande precisão, convertendo diretamente esses sinais em imagens digitais detalhadas, em um único passo, diferentemente das tecnologias anteriores.

Esse grau de precisão possibilita, inclusive, a geração de imagens capazes de diferenciar materiais e tecidos, o que amplia significativamente o campo de aplicação do material. Atualmente, o CZT já é utilizado em sistemas de inspeção de bagagens e em equipamentos de pesquisa científica avançada, e há expectativa de que seu uso se expanda ainda mais nos próximos anos.

No entanto, a elevada demanda e a dificuldade de fabricação tornam o material escasso. Pesquisadores de diversas áreas dependem de peças muito específicas, muitas vezes extremamente finas, o que nem sempre é possível atender. Essa limitação afeta desde estudos astronômicos até grandes centros de pesquisa que utilizam raios X para analisar materiais em nível microscópico.

Mesmo assim, projetos científicos de grande porte continuam a apostar no CZT, especialmente diante da necessidade de sensores mais sensíveis para acompanhar o aumento da intensidade das fontes de raios X modernas. Apesar dos desafios, o material segue como peça central de importantes inovações, consolidando-se como uma solução estratégica para enfrentar limites tecnológicos atuais e impulsionar avanços na medicina, na ciência e na indústria.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y2zd0lx7yo.adaptado.
O CZT já é utilizado em sistemas de inspeção de bagagens e em equipamentos de pesquisa científica avançada, e há expectativa de que seu uso se "expanda" ainda mais nos próximos anos.

O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no: 
Alternativas
Q3876671 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

CZT: o incrível material que está gerando uma revolução tecnológica (e por que é tão difícil de obter)

Submeter-se a exames de tomografia pulmonar costumava exigir que pacientes permanecessem imóveis por até quarenta e cinco minutos dentro de grandes máquinas. Com a introdução de novos equipamentos, esse tempo foi reduzido para quinze minutos, resultado tanto do avanço no processamento de imagens quanto do uso de um material especial conhecido como CZT, sigla para telureto de cádmio e zinco.

Esse material permite a produção de imagens tridimensionais altamente detalhadas dos pulmões, ampliando a precisão diagnóstica. Médicos relatam que os resultados obtidos representam um avanço significativo na área de imagem médica. Embora pouco conhecido fora do meio científico, o CZT vem sendo apontado como responsável por uma verdadeira transformação tecnológica, com aplicações que vão além da medicina, alcançando telescópios de raios X, detectores de radiação e sistemas de segurança em aeroportos. 

Uma das principais vantagens do uso do CZT é a alta sensibilidade dos mecanismos, que permite reduzir a quantidade de substâncias radioativas utilizadas nos exames. Isso é particularmente relevante em investigações clínicas que buscam identificar coágulos sanguíneos muito pequenos ou alterações difíceis de detectar por métodos tradicionais.

Apesar de já existir há décadas, o CZT só recentemente passou a ser empregado em equipamentos de grande porte. Sua produção é extremamente complexa e demorada, envolvendo processos longos de aquecimento, fusão e solidificação até a formação de cristais perfeitamente alinhados. O resultado é um semicondutor capaz de detectar fótons de raios X e raios gama com grande precisão, convertendo diretamente esses sinais em imagens digitais detalhadas, em um único passo, diferentemente das tecnologias anteriores.

Esse grau de precisão possibilita, inclusive, a geração de imagens capazes de diferenciar materiais e tecidos, o que amplia significativamente o campo de aplicação do material. Atualmente, o CZT já é utilizado em sistemas de inspeção de bagagens e em equipamentos de pesquisa científica avançada, e há expectativa de que seu uso se expanda ainda mais nos próximos anos.

No entanto, a elevada demanda e a dificuldade de fabricação tornam o material escasso. Pesquisadores de diversas áreas dependem de peças muito específicas, muitas vezes extremamente finas, o que nem sempre é possível atender. Essa limitação afeta desde estudos astronômicos até grandes centros de pesquisa que utilizam raios X para analisar materiais em nível microscópico.

Mesmo assim, projetos científicos de grande porte continuam a apostar no CZT, especialmente diante da necessidade de sensores mais sensíveis para acompanhar o aumento da intensidade das fontes de raios X modernas. Apesar dos desafios, o material segue como peça central de importantes inovações, consolidando-se como uma solução estratégica para enfrentar limites tecnológicos atuais e impulsionar avanços na medicina, na ciência e na indústria.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y2zd0lx7yo.adaptado.
Isso é particularmente relevante em investigações clínicas "que" buscam identificar coágulos sanguíneos muito pequenos.

Em relação ao valor morfossintático do termo destacado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3876670 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

CZT: o incrível material que está gerando uma revolução tecnológica (e por que é tão difícil de obter)

Submeter-se a exames de tomografia pulmonar costumava exigir que pacientes permanecessem imóveis por até quarenta e cinco minutos dentro de grandes máquinas. Com a introdução de novos equipamentos, esse tempo foi reduzido para quinze minutos, resultado tanto do avanço no processamento de imagens quanto do uso de um material especial conhecido como CZT, sigla para telureto de cádmio e zinco.

Esse material permite a produção de imagens tridimensionais altamente detalhadas dos pulmões, ampliando a precisão diagnóstica. Médicos relatam que os resultados obtidos representam um avanço significativo na área de imagem médica. Embora pouco conhecido fora do meio científico, o CZT vem sendo apontado como responsável por uma verdadeira transformação tecnológica, com aplicações que vão além da medicina, alcançando telescópios de raios X, detectores de radiação e sistemas de segurança em aeroportos. 

Uma das principais vantagens do uso do CZT é a alta sensibilidade dos mecanismos, que permite reduzir a quantidade de substâncias radioativas utilizadas nos exames. Isso é particularmente relevante em investigações clínicas que buscam identificar coágulos sanguíneos muito pequenos ou alterações difíceis de detectar por métodos tradicionais.

Apesar de já existir há décadas, o CZT só recentemente passou a ser empregado em equipamentos de grande porte. Sua produção é extremamente complexa e demorada, envolvendo processos longos de aquecimento, fusão e solidificação até a formação de cristais perfeitamente alinhados. O resultado é um semicondutor capaz de detectar fótons de raios X e raios gama com grande precisão, convertendo diretamente esses sinais em imagens digitais detalhadas, em um único passo, diferentemente das tecnologias anteriores.

Esse grau de precisão possibilita, inclusive, a geração de imagens capazes de diferenciar materiais e tecidos, o que amplia significativamente o campo de aplicação do material. Atualmente, o CZT já é utilizado em sistemas de inspeção de bagagens e em equipamentos de pesquisa científica avançada, e há expectativa de que seu uso se expanda ainda mais nos próximos anos.

No entanto, a elevada demanda e a dificuldade de fabricação tornam o material escasso. Pesquisadores de diversas áreas dependem de peças muito específicas, muitas vezes extremamente finas, o que nem sempre é possível atender. Essa limitação afeta desde estudos astronômicos até grandes centros de pesquisa que utilizam raios X para analisar materiais em nível microscópico.

Mesmo assim, projetos científicos de grande porte continuam a apostar no CZT, especialmente diante da necessidade de sensores mais sensíveis para acompanhar o aumento da intensidade das fontes de raios X modernas. Apesar dos desafios, o material segue como peça central de importantes inovações, consolidando-se como uma solução estratégica para enfrentar limites tecnológicos atuais e impulsionar avanços na medicina, na ciência e na indústria.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y2zd0lx7yo.adaptado.
Essa limitação afeta desde estudos astronômicos até grandes centros de pesquisa "que utilizam raios X" para "analisar materiais em nível microscópico".

Em relação às orações destacadas, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3876669 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

CZT: o incrível material que está gerando uma revolução tecnológica (e por que é tão difícil de obter)

Submeter-se a exames de tomografia pulmonar costumava exigir que pacientes permanecessem imóveis por até quarenta e cinco minutos dentro de grandes máquinas. Com a introdução de novos equipamentos, esse tempo foi reduzido para quinze minutos, resultado tanto do avanço no processamento de imagens quanto do uso de um material especial conhecido como CZT, sigla para telureto de cádmio e zinco.

Esse material permite a produção de imagens tridimensionais altamente detalhadas dos pulmões, ampliando a precisão diagnóstica. Médicos relatam que os resultados obtidos representam um avanço significativo na área de imagem médica. Embora pouco conhecido fora do meio científico, o CZT vem sendo apontado como responsável por uma verdadeira transformação tecnológica, com aplicações que vão além da medicina, alcançando telescópios de raios X, detectores de radiação e sistemas de segurança em aeroportos. 

Uma das principais vantagens do uso do CZT é a alta sensibilidade dos mecanismos, que permite reduzir a quantidade de substâncias radioativas utilizadas nos exames. Isso é particularmente relevante em investigações clínicas que buscam identificar coágulos sanguíneos muito pequenos ou alterações difíceis de detectar por métodos tradicionais.

Apesar de já existir há décadas, o CZT só recentemente passou a ser empregado em equipamentos de grande porte. Sua produção é extremamente complexa e demorada, envolvendo processos longos de aquecimento, fusão e solidificação até a formação de cristais perfeitamente alinhados. O resultado é um semicondutor capaz de detectar fótons de raios X e raios gama com grande precisão, convertendo diretamente esses sinais em imagens digitais detalhadas, em um único passo, diferentemente das tecnologias anteriores.

Esse grau de precisão possibilita, inclusive, a geração de imagens capazes de diferenciar materiais e tecidos, o que amplia significativamente o campo de aplicação do material. Atualmente, o CZT já é utilizado em sistemas de inspeção de bagagens e em equipamentos de pesquisa científica avançada, e há expectativa de que seu uso se expanda ainda mais nos próximos anos.

No entanto, a elevada demanda e a dificuldade de fabricação tornam o material escasso. Pesquisadores de diversas áreas dependem de peças muito específicas, muitas vezes extremamente finas, o que nem sempre é possível atender. Essa limitação afeta desde estudos astronômicos até grandes centros de pesquisa que utilizam raios X para analisar materiais em nível microscópico.

Mesmo assim, projetos científicos de grande porte continuam a apostar no CZT, especialmente diante da necessidade de sensores mais sensíveis para acompanhar o aumento da intensidade das fontes de raios X modernas. Apesar dos desafios, o material segue como peça central de importantes inovações, consolidando-se como uma solução estratégica para enfrentar limites tecnológicos atuais e impulsionar avanços na medicina, na ciência e na indústria.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y2zd0lx7yo.adaptado.
A identificação de informações implícitas envolve reconhecer sentidos que não estão expressos diretamente no texto, mas que podem ser inferidos a partir de pressupostos linguísticos e de subentendidos construídos pela progressão argumentativa.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3876668 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

CZT: o incrível material que está gerando uma revolução tecnológica (e por que é tão difícil de obter)

Submeter-se a exames de tomografia pulmonar costumava exigir que pacientes permanecessem imóveis por até quarenta e cinco minutos dentro de grandes máquinas. Com a introdução de novos equipamentos, esse tempo foi reduzido para quinze minutos, resultado tanto do avanço no processamento de imagens quanto do uso de um material especial conhecido como CZT, sigla para telureto de cádmio e zinco.

Esse material permite a produção de imagens tridimensionais altamente detalhadas dos pulmões, ampliando a precisão diagnóstica. Médicos relatam que os resultados obtidos representam um avanço significativo na área de imagem médica. Embora pouco conhecido fora do meio científico, o CZT vem sendo apontado como responsável por uma verdadeira transformação tecnológica, com aplicações que vão além da medicina, alcançando telescópios de raios X, detectores de radiação e sistemas de segurança em aeroportos. 

Uma das principais vantagens do uso do CZT é a alta sensibilidade dos mecanismos, que permite reduzir a quantidade de substâncias radioativas utilizadas nos exames. Isso é particularmente relevante em investigações clínicas que buscam identificar coágulos sanguíneos muito pequenos ou alterações difíceis de detectar por métodos tradicionais.

Apesar de já existir há décadas, o CZT só recentemente passou a ser empregado em equipamentos de grande porte. Sua produção é extremamente complexa e demorada, envolvendo processos longos de aquecimento, fusão e solidificação até a formação de cristais perfeitamente alinhados. O resultado é um semicondutor capaz de detectar fótons de raios X e raios gama com grande precisão, convertendo diretamente esses sinais em imagens digitais detalhadas, em um único passo, diferentemente das tecnologias anteriores.

Esse grau de precisão possibilita, inclusive, a geração de imagens capazes de diferenciar materiais e tecidos, o que amplia significativamente o campo de aplicação do material. Atualmente, o CZT já é utilizado em sistemas de inspeção de bagagens e em equipamentos de pesquisa científica avançada, e há expectativa de que seu uso se expanda ainda mais nos próximos anos.

No entanto, a elevada demanda e a dificuldade de fabricação tornam o material escasso. Pesquisadores de diversas áreas dependem de peças muito específicas, muitas vezes extremamente finas, o que nem sempre é possível atender. Essa limitação afeta desde estudos astronômicos até grandes centros de pesquisa que utilizam raios X para analisar materiais em nível microscópico.

Mesmo assim, projetos científicos de grande porte continuam a apostar no CZT, especialmente diante da necessidade de sensores mais sensíveis para acompanhar o aumento da intensidade das fontes de raios X modernas. Apesar dos desafios, o material segue como peça central de importantes inovações, consolidando-se como uma solução estratégica para enfrentar limites tecnológicos atuais e impulsionar avanços na medicina, na ciência e na indústria.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y2zd0lx7yo.adaptado.
O CZT vem sendo apontado como responsável por uma verdadeira transformação tecnológica.

Em relação à voz verbal da forma destacada, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3876632 Português
Formas e expressões de tratamento: Ao dirigir-se ao Presidente da República Federativa do Brasil qual pronome de tratamento devo utilizar?
Alternativas
Q3876626 Redação Oficial
Emprego de pronomes de tratamento na correspondência. Assinale a alternativa que apresente pronome deve-se usar na correspondência oficial dirigida ao Papa: 
Alternativas
Q3876623 Redação Oficial
Quando o consumidor compra um produto, o comerciante emite um documento fiscal que deve acompanhar o produto adquirido. Qual é o nome desse documento?
Alternativas
Q3876621 Português
Um contribuinte tem uma alfaiataria na cidade. A secretaria de finanças vai enviar correspondência para esse contribuinte. Qual pronome de tratamento deve-se utilizar na correspondência?
Alternativas
Q3876619 Redação Oficial
Cidadãos do município são conhecidos como munícipes, estes para solicitar serviços prestados pelo Poder Público Municipal, devem fazê-lo no Protocolo da Prefeitura através de:
Alternativas
Q3876517 Português
 O que são as engenhosas caixas de Ward e como elas transformaram a economia mundial


A história das descobertas científicas inclui criações que, motivadas por interesses pessoais, acabaram produzindo efeitos inesperados e duradouros. Foi o que ocorreu com Nathaniel Bagshaw Ward, cujo fascínio pela botânica surgiu ainda na juventude, durante uma viagem à Jamaica. No século 19, esse interesse encontrava terreno fértil na Inglaterra, então tomada por uma intensa febre botânica, que mobilizava amadores e cientistas em busca de espécies exóticas.

Embora tenha se formado em medicina, Ward dedicou-se também à botânica e à entomologia. Em Londres, porém, enfrentava dificuldades para manter vivas muitas plantas, especialmente fetos e musgos. A Revolução Industrial havia transformado o ambiente urbano, e a poluição gerada pelas fábricas comprometia seriamente a sobrevivência das espécies cultivadas.

A solução surgiu de modo fortuito. Por volta de 1829, ao observar uma crisálida mantida em um recipiente de vidro selado, Ward notou o crescimento inesperado de um feto. O recipiente reproduzia um ciclo básico de evaporação e condensação, criando um microambiente estável. A partir dessa constatação, ele concebeu uma estufa selada em miniatura, feita de vidro e madeira, capaz de proteger plantas do ar contaminado.

Os experimentos mostraram-se eficazes, e Ward percebeu que sua invenção podia resolver outro problema recorrente: o transporte de plantas em longas viagens marítimas. Em testes com a Austrália, as plantas sobreviveram tanto na ida quanto na volta, comprovando a viabilidade do método. Embora Ward tenha imaginado aplicações domésticas e médicas para seu invento, não antecipou o impacto que ele teria sobre a economia global.

As caixas de Ward revolucionaram o transporte de plantas entre continentes. Importadores passaram a relatar índices de sobrevivência muito superiores aos anteriores, e a técnica rapidamente se difundiu. Potências imperiais logo perceberam seu valor estratégico. No caso britânico, o método foi decisivo para romper o monopólio chinês do chá, permitindo o contrabando de mudas e a implantação de grandes plantações na Índia.

Processo semelhante ocorreu com a borracha. Sementes da seringueira amazônica foram transportadas em caixas de Ward para jardins botânicos europeus e, depois, para o Sudeste Asiático, onde deram origem a plantações altamente produtivas. Com isso, o Brasil perdeu sua posição central no comércio mundial do produto, que passou a beneficiar o Império Britânico.

Outros impérios também recorreram à invenção. A Cinchona, fonte da quinina usada no combate à malária, foi levada dos Andes para colônias asiáticas, viabilizando a expansão europeia nos trópicos. O cacau, originalmente concentrado nas Américas, espalhou-se pela África Ocidental e pela Ásia, transformando essas regiões em grandes produtoras. Já a baunilha, após o transporte em caixas de Ward e o desenvolvimento da polinização manual, teve seu centro produtivo deslocado para Madagascar.

Ao longo do tempo, inúmeras plantas ornamentais e agrícolas atravessaram oceanos protegidas por essas estruturas simples. O que começou como uma solução engenhosa para um problema pessoal acabou reconfigurando cadeias produtivas, mercados e paisagens, deixando uma marca profunda na geografia botânica e na economia mundial.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yq23zzel3o.adaptado.
As caixas de Ward revolucionaram o transporte de plantas entre continentes.
Considerando os processos de formação de palavras relacionados aos vocábulos destacados no período, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3876516 Português
 O que são as engenhosas caixas de Ward e como elas transformaram a economia mundial


A história das descobertas científicas inclui criações que, motivadas por interesses pessoais, acabaram produzindo efeitos inesperados e duradouros. Foi o que ocorreu com Nathaniel Bagshaw Ward, cujo fascínio pela botânica surgiu ainda na juventude, durante uma viagem à Jamaica. No século 19, esse interesse encontrava terreno fértil na Inglaterra, então tomada por uma intensa febre botânica, que mobilizava amadores e cientistas em busca de espécies exóticas.

Embora tenha se formado em medicina, Ward dedicou-se também à botânica e à entomologia. Em Londres, porém, enfrentava dificuldades para manter vivas muitas plantas, especialmente fetos e musgos. A Revolução Industrial havia transformado o ambiente urbano, e a poluição gerada pelas fábricas comprometia seriamente a sobrevivência das espécies cultivadas.

A solução surgiu de modo fortuito. Por volta de 1829, ao observar uma crisálida mantida em um recipiente de vidro selado, Ward notou o crescimento inesperado de um feto. O recipiente reproduzia um ciclo básico de evaporação e condensação, criando um microambiente estável. A partir dessa constatação, ele concebeu uma estufa selada em miniatura, feita de vidro e madeira, capaz de proteger plantas do ar contaminado.

Os experimentos mostraram-se eficazes, e Ward percebeu que sua invenção podia resolver outro problema recorrente: o transporte de plantas em longas viagens marítimas. Em testes com a Austrália, as plantas sobreviveram tanto na ida quanto na volta, comprovando a viabilidade do método. Embora Ward tenha imaginado aplicações domésticas e médicas para seu invento, não antecipou o impacto que ele teria sobre a economia global.

As caixas de Ward revolucionaram o transporte de plantas entre continentes. Importadores passaram a relatar índices de sobrevivência muito superiores aos anteriores, e a técnica rapidamente se difundiu. Potências imperiais logo perceberam seu valor estratégico. No caso britânico, o método foi decisivo para romper o monopólio chinês do chá, permitindo o contrabando de mudas e a implantação de grandes plantações na Índia.

Processo semelhante ocorreu com a borracha. Sementes da seringueira amazônica foram transportadas em caixas de Ward para jardins botânicos europeus e, depois, para o Sudeste Asiático, onde deram origem a plantações altamente produtivas. Com isso, o Brasil perdeu sua posição central no comércio mundial do produto, que passou a beneficiar o Império Britânico.

Outros impérios também recorreram à invenção. A Cinchona, fonte da quinina usada no combate à malária, foi levada dos Andes para colônias asiáticas, viabilizando a expansão europeia nos trópicos. O cacau, originalmente concentrado nas Américas, espalhou-se pela África Ocidental e pela Ásia, transformando essas regiões em grandes produtoras. Já a baunilha, após o transporte em caixas de Ward e o desenvolvimento da polinização manual, teve seu centro produtivo deslocado para Madagascar.

Ao longo do tempo, inúmeras plantas ornamentais e agrícolas atravessaram oceanos protegidas por essas estruturas simples. O que começou como uma solução engenhosa para um problema pessoal acabou reconfigurando cadeias produtivas, mercados e paisagens, deixando uma marca profunda na geografia botânica e na economia mundial.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yq23zzel3o.adaptado.
 O texto analisa a trajetória de um invento científico a partir de seu surgimento circunstancial, articulando observação empírica, contexto histórico e efeitos progressivos sobre práticas econômicas e relações de poder.
Considerando a leitura e a análise do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3876515 Português
 O que são as engenhosas caixas de Ward e como elas transformaram a economia mundial


A história das descobertas científicas inclui criações que, motivadas por interesses pessoais, acabaram produzindo efeitos inesperados e duradouros. Foi o que ocorreu com Nathaniel Bagshaw Ward, cujo fascínio pela botânica surgiu ainda na juventude, durante uma viagem à Jamaica. No século 19, esse interesse encontrava terreno fértil na Inglaterra, então tomada por uma intensa febre botânica, que mobilizava amadores e cientistas em busca de espécies exóticas.

Embora tenha se formado em medicina, Ward dedicou-se também à botânica e à entomologia. Em Londres, porém, enfrentava dificuldades para manter vivas muitas plantas, especialmente fetos e musgos. A Revolução Industrial havia transformado o ambiente urbano, e a poluição gerada pelas fábricas comprometia seriamente a sobrevivência das espécies cultivadas.

A solução surgiu de modo fortuito. Por volta de 1829, ao observar uma crisálida mantida em um recipiente de vidro selado, Ward notou o crescimento inesperado de um feto. O recipiente reproduzia um ciclo básico de evaporação e condensação, criando um microambiente estável. A partir dessa constatação, ele concebeu uma estufa selada em miniatura, feita de vidro e madeira, capaz de proteger plantas do ar contaminado.

Os experimentos mostraram-se eficazes, e Ward percebeu que sua invenção podia resolver outro problema recorrente: o transporte de plantas em longas viagens marítimas. Em testes com a Austrália, as plantas sobreviveram tanto na ida quanto na volta, comprovando a viabilidade do método. Embora Ward tenha imaginado aplicações domésticas e médicas para seu invento, não antecipou o impacto que ele teria sobre a economia global.

As caixas de Ward revolucionaram o transporte de plantas entre continentes. Importadores passaram a relatar índices de sobrevivência muito superiores aos anteriores, e a técnica rapidamente se difundiu. Potências imperiais logo perceberam seu valor estratégico. No caso britânico, o método foi decisivo para romper o monopólio chinês do chá, permitindo o contrabando de mudas e a implantação de grandes plantações na Índia.

Processo semelhante ocorreu com a borracha. Sementes da seringueira amazônica foram transportadas em caixas de Ward para jardins botânicos europeus e, depois, para o Sudeste Asiático, onde deram origem a plantações altamente produtivas. Com isso, o Brasil perdeu sua posição central no comércio mundial do produto, que passou a beneficiar o Império Britânico.

Outros impérios também recorreram à invenção. A Cinchona, fonte da quinina usada no combate à malária, foi levada dos Andes para colônias asiáticas, viabilizando a expansão europeia nos trópicos. O cacau, originalmente concentrado nas Américas, espalhou-se pela África Ocidental e pela Ásia, transformando essas regiões em grandes produtoras. Já a baunilha, após o transporte em caixas de Ward e o desenvolvimento da polinização manual, teve seu centro produtivo deslocado para Madagascar.

Ao longo do tempo, inúmeras plantas ornamentais e agrícolas atravessaram oceanos protegidas por essas estruturas simples. O que começou como uma solução engenhosa para um problema pessoal acabou reconfigurando cadeias produtivas, mercados e paisagens, deixando uma marca profunda na geografia botânica e na economia mundial.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yq23zzel3o.adaptado.
Os experimentos mostraram-se eficazes, e Ward percebeu que sua invenção podia resolver outro problema recorrente: o transporte de plantas em longas viagens marítimas.

Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal no período. 
Alternativas
Q3876514 Português
 O que são as engenhosas caixas de Ward e como elas transformaram a economia mundial


A história das descobertas científicas inclui criações que, motivadas por interesses pessoais, acabaram produzindo efeitos inesperados e duradouros. Foi o que ocorreu com Nathaniel Bagshaw Ward, cujo fascínio pela botânica surgiu ainda na juventude, durante uma viagem à Jamaica. No século 19, esse interesse encontrava terreno fértil na Inglaterra, então tomada por uma intensa febre botânica, que mobilizava amadores e cientistas em busca de espécies exóticas.

Embora tenha se formado em medicina, Ward dedicou-se também à botânica e à entomologia. Em Londres, porém, enfrentava dificuldades para manter vivas muitas plantas, especialmente fetos e musgos. A Revolução Industrial havia transformado o ambiente urbano, e a poluição gerada pelas fábricas comprometia seriamente a sobrevivência das espécies cultivadas.

A solução surgiu de modo fortuito. Por volta de 1829, ao observar uma crisálida mantida em um recipiente de vidro selado, Ward notou o crescimento inesperado de um feto. O recipiente reproduzia um ciclo básico de evaporação e condensação, criando um microambiente estável. A partir dessa constatação, ele concebeu uma estufa selada em miniatura, feita de vidro e madeira, capaz de proteger plantas do ar contaminado.

Os experimentos mostraram-se eficazes, e Ward percebeu que sua invenção podia resolver outro problema recorrente: o transporte de plantas em longas viagens marítimas. Em testes com a Austrália, as plantas sobreviveram tanto na ida quanto na volta, comprovando a viabilidade do método. Embora Ward tenha imaginado aplicações domésticas e médicas para seu invento, não antecipou o impacto que ele teria sobre a economia global.

As caixas de Ward revolucionaram o transporte de plantas entre continentes. Importadores passaram a relatar índices de sobrevivência muito superiores aos anteriores, e a técnica rapidamente se difundiu. Potências imperiais logo perceberam seu valor estratégico. No caso britânico, o método foi decisivo para romper o monopólio chinês do chá, permitindo o contrabando de mudas e a implantação de grandes plantações na Índia.

Processo semelhante ocorreu com a borracha. Sementes da seringueira amazônica foram transportadas em caixas de Ward para jardins botânicos europeus e, depois, para o Sudeste Asiático, onde deram origem a plantações altamente produtivas. Com isso, o Brasil perdeu sua posição central no comércio mundial do produto, que passou a beneficiar o Império Britânico.

Outros impérios também recorreram à invenção. A Cinchona, fonte da quinina usada no combate à malária, foi levada dos Andes para colônias asiáticas, viabilizando a expansão europeia nos trópicos. O cacau, originalmente concentrado nas Américas, espalhou-se pela África Ocidental e pela Ásia, transformando essas regiões em grandes produtoras. Já a baunilha, após o transporte em caixas de Ward e o desenvolvimento da polinização manual, teve seu centro produtivo deslocado para Madagascar.

Ao longo do tempo, inúmeras plantas ornamentais e agrícolas atravessaram oceanos protegidas por essas estruturas simples. O que começou como uma solução engenhosa para um problema pessoal acabou reconfigurando cadeias produtivas, mercados e paisagens, deixando uma marca profunda na geografia botânica e na economia mundial.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yq23zzel3o.adaptado.
No século 19, esse interesse encontrava terreno fértil na Inglaterra, então tomada por uma intensa febre botânica, que mobilizava amadores e cientistas em busca de espécies exóticas.
Assinale a alternativa correta quanto às classes de palavras e ao valor semântico dos vocábulos destacados na frase.
Alternativas
Q3876510 Português
 O que são as engenhosas caixas de Ward e como elas transformaram a economia mundial


A história das descobertas científicas inclui criações que, motivadas por interesses pessoais, acabaram produzindo efeitos inesperados e duradouros. Foi o que ocorreu com Nathaniel Bagshaw Ward, cujo fascínio pela botânica surgiu ainda na juventude, durante uma viagem à Jamaica. No século 19, esse interesse encontrava terreno fértil na Inglaterra, então tomada por uma intensa febre botânica, que mobilizava amadores e cientistas em busca de espécies exóticas.

Embora tenha se formado em medicina, Ward dedicou-se também à botânica e à entomologia. Em Londres, porém, enfrentava dificuldades para manter vivas muitas plantas, especialmente fetos e musgos. A Revolução Industrial havia transformado o ambiente urbano, e a poluição gerada pelas fábricas comprometia seriamente a sobrevivência das espécies cultivadas.

A solução surgiu de modo fortuito. Por volta de 1829, ao observar uma crisálida mantida em um recipiente de vidro selado, Ward notou o crescimento inesperado de um feto. O recipiente reproduzia um ciclo básico de evaporação e condensação, criando um microambiente estável. A partir dessa constatação, ele concebeu uma estufa selada em miniatura, feita de vidro e madeira, capaz de proteger plantas do ar contaminado.

Os experimentos mostraram-se eficazes, e Ward percebeu que sua invenção podia resolver outro problema recorrente: o transporte de plantas em longas viagens marítimas. Em testes com a Austrália, as plantas sobreviveram tanto na ida quanto na volta, comprovando a viabilidade do método. Embora Ward tenha imaginado aplicações domésticas e médicas para seu invento, não antecipou o impacto que ele teria sobre a economia global.

As caixas de Ward revolucionaram o transporte de plantas entre continentes. Importadores passaram a relatar índices de sobrevivência muito superiores aos anteriores, e a técnica rapidamente se difundiu. Potências imperiais logo perceberam seu valor estratégico. No caso britânico, o método foi decisivo para romper o monopólio chinês do chá, permitindo o contrabando de mudas e a implantação de grandes plantações na Índia.

Processo semelhante ocorreu com a borracha. Sementes da seringueira amazônica foram transportadas em caixas de Ward para jardins botânicos europeus e, depois, para o Sudeste Asiático, onde deram origem a plantações altamente produtivas. Com isso, o Brasil perdeu sua posição central no comércio mundial do produto, que passou a beneficiar o Império Britânico.

Outros impérios também recorreram à invenção. A Cinchona, fonte da quinina usada no combate à malária, foi levada dos Andes para colônias asiáticas, viabilizando a expansão europeia nos trópicos. O cacau, originalmente concentrado nas Américas, espalhou-se pela África Ocidental e pela Ásia, transformando essas regiões em grandes produtoras. Já a baunilha, após o transporte em caixas de Ward e o desenvolvimento da polinização manual, teve seu centro produtivo deslocado para Madagascar.

Ao longo do tempo, inúmeras plantas ornamentais e agrícolas atravessaram oceanos protegidas por essas estruturas simples. O que começou como uma solução engenhosa para um problema pessoal acabou reconfigurando cadeias produtivas, mercados e paisagens, deixando uma marca profunda na geografia botânica e na economia mundial.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yq23zzel3o.adaptado.
 O texto aborda a trajetória de uma invenção e seus efeitos históricos, apresentando informações e relações de sentido por meio de recursos linguísticos próprios de um enunciado textual.
Considerando a linguagem verbal e não verbal na construção de sentidos do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3876509 Português
 O que são as engenhosas caixas de Ward e como elas transformaram a economia mundial


A história das descobertas científicas inclui criações que, motivadas por interesses pessoais, acabaram produzindo efeitos inesperados e duradouros. Foi o que ocorreu com Nathaniel Bagshaw Ward, cujo fascínio pela botânica surgiu ainda na juventude, durante uma viagem à Jamaica. No século 19, esse interesse encontrava terreno fértil na Inglaterra, então tomada por uma intensa febre botânica, que mobilizava amadores e cientistas em busca de espécies exóticas.

Embora tenha se formado em medicina, Ward dedicou-se também à botânica e à entomologia. Em Londres, porém, enfrentava dificuldades para manter vivas muitas plantas, especialmente fetos e musgos. A Revolução Industrial havia transformado o ambiente urbano, e a poluição gerada pelas fábricas comprometia seriamente a sobrevivência das espécies cultivadas.

A solução surgiu de modo fortuito. Por volta de 1829, ao observar uma crisálida mantida em um recipiente de vidro selado, Ward notou o crescimento inesperado de um feto. O recipiente reproduzia um ciclo básico de evaporação e condensação, criando um microambiente estável. A partir dessa constatação, ele concebeu uma estufa selada em miniatura, feita de vidro e madeira, capaz de proteger plantas do ar contaminado.

Os experimentos mostraram-se eficazes, e Ward percebeu que sua invenção podia resolver outro problema recorrente: o transporte de plantas em longas viagens marítimas. Em testes com a Austrália, as plantas sobreviveram tanto na ida quanto na volta, comprovando a viabilidade do método. Embora Ward tenha imaginado aplicações domésticas e médicas para seu invento, não antecipou o impacto que ele teria sobre a economia global.

As caixas de Ward revolucionaram o transporte de plantas entre continentes. Importadores passaram a relatar índices de sobrevivência muito superiores aos anteriores, e a técnica rapidamente se difundiu. Potências imperiais logo perceberam seu valor estratégico. No caso britânico, o método foi decisivo para romper o monopólio chinês do chá, permitindo o contrabando de mudas e a implantação de grandes plantações na Índia.

Processo semelhante ocorreu com a borracha. Sementes da seringueira amazônica foram transportadas em caixas de Ward para jardins botânicos europeus e, depois, para o Sudeste Asiático, onde deram origem a plantações altamente produtivas. Com isso, o Brasil perdeu sua posição central no comércio mundial do produto, que passou a beneficiar o Império Britânico.

Outros impérios também recorreram à invenção. A Cinchona, fonte da quinina usada no combate à malária, foi levada dos Andes para colônias asiáticas, viabilizando a expansão europeia nos trópicos. O cacau, originalmente concentrado nas Américas, espalhou-se pela África Ocidental e pela Ásia, transformando essas regiões em grandes produtoras. Já a baunilha, após o transporte em caixas de Ward e o desenvolvimento da polinização manual, teve seu centro produtivo deslocado para Madagascar.

Ao longo do tempo, inúmeras plantas ornamentais e agrícolas atravessaram oceanos protegidas por essas estruturas simples. O que começou como uma solução engenhosa para um problema pessoal acabou reconfigurando cadeias produtivas, mercados e paisagens, deixando uma marca profunda na geografia botânica e na economia mundial.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yq23zzel3o.adaptado.
O texto mobiliza expressões cujo sentido não se esgota no significado dicionarizado, exigindo interpretação orientada pelo encadeamento histórico e pelos efeitos atribuídos à invenção apresentada.
Considerando os significados contextuais das expressões linguísticas no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3876508 Português
 O que são as engenhosas caixas de Ward e como elas transformaram a economia mundial


A história das descobertas científicas inclui criações que, motivadas por interesses pessoais, acabaram produzindo efeitos inesperados e duradouros. Foi o que ocorreu com Nathaniel Bagshaw Ward, cujo fascínio pela botânica surgiu ainda na juventude, durante uma viagem à Jamaica. No século 19, esse interesse encontrava terreno fértil na Inglaterra, então tomada por uma intensa febre botânica, que mobilizava amadores e cientistas em busca de espécies exóticas.

Embora tenha se formado em medicina, Ward dedicou-se também à botânica e à entomologia. Em Londres, porém, enfrentava dificuldades para manter vivas muitas plantas, especialmente fetos e musgos. A Revolução Industrial havia transformado o ambiente urbano, e a poluição gerada pelas fábricas comprometia seriamente a sobrevivência das espécies cultivadas.

A solução surgiu de modo fortuito. Por volta de 1829, ao observar uma crisálida mantida em um recipiente de vidro selado, Ward notou o crescimento inesperado de um feto. O recipiente reproduzia um ciclo básico de evaporação e condensação, criando um microambiente estável. A partir dessa constatação, ele concebeu uma estufa selada em miniatura, feita de vidro e madeira, capaz de proteger plantas do ar contaminado.

Os experimentos mostraram-se eficazes, e Ward percebeu que sua invenção podia resolver outro problema recorrente: o transporte de plantas em longas viagens marítimas. Em testes com a Austrália, as plantas sobreviveram tanto na ida quanto na volta, comprovando a viabilidade do método. Embora Ward tenha imaginado aplicações domésticas e médicas para seu invento, não antecipou o impacto que ele teria sobre a economia global.

As caixas de Ward revolucionaram o transporte de plantas entre continentes. Importadores passaram a relatar índices de sobrevivência muito superiores aos anteriores, e a técnica rapidamente se difundiu. Potências imperiais logo perceberam seu valor estratégico. No caso britânico, o método foi decisivo para romper o monopólio chinês do chá, permitindo o contrabando de mudas e a implantação de grandes plantações na Índia.

Processo semelhante ocorreu com a borracha. Sementes da seringueira amazônica foram transportadas em caixas de Ward para jardins botânicos europeus e, depois, para o Sudeste Asiático, onde deram origem a plantações altamente produtivas. Com isso, o Brasil perdeu sua posição central no comércio mundial do produto, que passou a beneficiar o Império Britânico.

Outros impérios também recorreram à invenção. A Cinchona, fonte da quinina usada no combate à malária, foi levada dos Andes para colônias asiáticas, viabilizando a expansão europeia nos trópicos. O cacau, originalmente concentrado nas Américas, espalhou-se pela África Ocidental e pela Ásia, transformando essas regiões em grandes produtoras. Já a baunilha, após o transporte em caixas de Ward e o desenvolvimento da polinização manual, teve seu centro produtivo deslocado para Madagascar.

Ao longo do tempo, inúmeras plantas ornamentais e agrícolas atravessaram oceanos protegidas por essas estruturas simples. O que começou como uma solução engenhosa para um problema pessoal acabou reconfigurando cadeias produtivas, mercados e paisagens, deixando uma marca profunda na geografia botânica e na economia mundial.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yq23zzel3o.adaptado.
Já a baunilha, após o transporte em caixas de Ward e o desenvolvimento da polinização manual, teve seu centro produtivo deslocado para Madagascar.
Considerando aspectos de morfossintaxe no período, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3876467 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

CZT: o incrível material que está gerando uma revolução tecnológica (e por que é tão difícil de obter)

Submeter-se a exames de tomografia pulmonar costumava exigir que pacientes permanecessem imóveis por até quarenta e cinco minutos dentro de grandes máquinas. Com a introdução de novos equipamentos, esse tempo foi reduzido para quinze minutos, resultado tanto do avanço no processamento de imagens quanto do uso de um material especial conhecido como CZT, sigla para telureto de cádmio e zinco.

Esse material permite a produção de imagens tridimensionais altamente detalhadas dos pulmões, ampliando a precisão diagnóstica. Médicos relatam que os resultados obtidos representam um avanço significativo na área de imagem médica. Embora pouco conhecido fora do meio científico, o CZT vem sendo apontado como responsável por uma verdadeira transformação tecnológica, com aplicações que vão além da medicina, alcançando telescópios de raios X, detectores de radiação e sistemas de segurança em aeroportos. 

Uma das principais vantagens do uso do CZT é a alta sensibilidade dos mecanismos, que permite reduzir a quantidade de substâncias radioativas utilizadas nos exames. Isso é particularmente relevante em investigações clínicas que buscam identificar coágulos sanguíneos muito pequenos ou alterações difíceis de detectar por métodos tradicionais.

Apesar de já existir há décadas, o CZT só recentemente passou a ser empregado em equipamentos de grande porte. Sua produção é extremamente complexa e demorada, envolvendo processos longos de aquecimento, fusão e solidificação até a formação de cristais perfeitamente alinhados. O resultado é um semicondutor capaz de detectar fótons de raios X e raios gama com grande precisão, convertendo diretamente esses sinais em imagens digitais detalhadas, em um único passo, diferentemente das tecnologias anteriores.

Esse grau de precisão possibilita, inclusive, a geração de imagens capazes de diferenciar materiais e tecidos, o que amplia significativamente o campo de aplicação do material. Atualmente, o CZT já é utilizado em sistemas de inspeção de bagagens e em equipamentos de pesquisa científica avançada, e há expectativa de que seu uso se expanda ainda mais nos próximos anos.

No entanto, a elevada demanda e a dificuldade de fabricação tornam o material escasso. Pesquisadores de diversas áreas dependem de peças muito específicas, muitas vezes extremamente finas, o que nem sempre é possível atender. Essa limitação afeta desde estudos astronômicos até grandes centros de pesquisa que utilizam raios X para analisar materiais em nível microscópico.

Mesmo assim, projetos científicos de grande porte continuam a apostar no CZT, especialmente diante da necessidade de sensores mais sensíveis para acompanhar o aumento da intensidade das fontes de raios X modernas. Apesar dos desafios, o material segue como peça central de importantes inovações, consolidando-se como uma solução estratégica para enfrentar limites tecnológicos atuais e impulsionar avanços na medicina, na ciência e na indústria.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y2zd0lx7yo.adaptado.
O CZT vem sendo apontado como responsável por uma verdadeira transformação tecnológica.

Em relação à voz verbal da forma destacada, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3876466 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

CZT: o incrível material que está gerando uma revolução tecnológica (e por que é tão difícil de obter)

Submeter-se a exames de tomografia pulmonar costumava exigir que pacientes permanecessem imóveis por até quarenta e cinco minutos dentro de grandes máquinas. Com a introdução de novos equipamentos, esse tempo foi reduzido para quinze minutos, resultado tanto do avanço no processamento de imagens quanto do uso de um material especial conhecido como CZT, sigla para telureto de cádmio e zinco.

Esse material permite a produção de imagens tridimensionais altamente detalhadas dos pulmões, ampliando a precisão diagnóstica. Médicos relatam que os resultados obtidos representam um avanço significativo na área de imagem médica. Embora pouco conhecido fora do meio científico, o CZT vem sendo apontado como responsável por uma verdadeira transformação tecnológica, com aplicações que vão além da medicina, alcançando telescópios de raios X, detectores de radiação e sistemas de segurança em aeroportos. 

Uma das principais vantagens do uso do CZT é a alta sensibilidade dos mecanismos, que permite reduzir a quantidade de substâncias radioativas utilizadas nos exames. Isso é particularmente relevante em investigações clínicas que buscam identificar coágulos sanguíneos muito pequenos ou alterações difíceis de detectar por métodos tradicionais.

Apesar de já existir há décadas, o CZT só recentemente passou a ser empregado em equipamentos de grande porte. Sua produção é extremamente complexa e demorada, envolvendo processos longos de aquecimento, fusão e solidificação até a formação de cristais perfeitamente alinhados. O resultado é um semicondutor capaz de detectar fótons de raios X e raios gama com grande precisão, convertendo diretamente esses sinais em imagens digitais detalhadas, em um único passo, diferentemente das tecnologias anteriores.

Esse grau de precisão possibilita, inclusive, a geração de imagens capazes de diferenciar materiais e tecidos, o que amplia significativamente o campo de aplicação do material. Atualmente, o CZT já é utilizado em sistemas de inspeção de bagagens e em equipamentos de pesquisa científica avançada, e há expectativa de que seu uso se expanda ainda mais nos próximos anos.

No entanto, a elevada demanda e a dificuldade de fabricação tornam o material escasso. Pesquisadores de diversas áreas dependem de peças muito específicas, muitas vezes extremamente finas, o que nem sempre é possível atender. Essa limitação afeta desde estudos astronômicos até grandes centros de pesquisa que utilizam raios X para analisar materiais em nível microscópico.

Mesmo assim, projetos científicos de grande porte continuam a apostar no CZT, especialmente diante da necessidade de sensores mais sensíveis para acompanhar o aumento da intensidade das fontes de raios X modernas. Apesar dos desafios, o material segue como peça central de importantes inovações, consolidando-se como uma solução estratégica para enfrentar limites tecnológicos atuais e impulsionar avanços na medicina, na ciência e na indústria.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y2zd0lx7yo.adaptado.
O resultado é um "semicondutor" capaz de detectar fótons de raios X e raios gama com grande "precisão".

Em relação à estrutura e à formação das palavras destacadas, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Respostas
10421: D
10422: A
10423: D
10424: B
10425: B
10426: C
10427: B
10428: D
10429: E
10430: D
10431: E
10432: D
10433: B
10434: D
10435: A
10436: B
10437: D
10438: D
10439: C
10440: A