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Q3954074 Libras
O processo de aquisição da linguagem em crianças surdas filhas de pais surdos (que têm acesso à Libras desde o nascimento) apresenta paralelos e especificidades em relação à aquisição de línguas orais por ouvintes.

I. Crianças surdas expostas à língua de sinais desde o nascimento passam pelo estágio do balbucio manual, produzindo configurações de mão e movimentos rítmicos análogos ao balbucio vocal das crianças ouvintes.
II. A aquisição tardia da língua de sinais, comum em surdos filhos de pais ouvintes que não sabem Libras (Língua Brasileira de Sinais), não acarreta prejuízos cognitivos ou linguísticos, pois o cérebro possui plasticidade infinita para a linguagem em qualquer idade.
III. O desenvolvimento da sintaxe espacial e o uso correto de classificadores ocorrem instantaneamente nas primeiras produções da criança surda, não exigindo maturação cognitiva ou exposição prolongada.
IV. O período crítico (ou sensível) para a aquisição da linguagem é um fator determinante; a privação linguística nos primeiros anos de vida pode resultar em dificuldades permanentes na competência gramatical, tanto na língua de sinais quanto na língua escrita.

Assinale a alternativa que apresenta somente a(s) proposição(ões) CORRETA(S): 
Alternativas
Q3954072 Libras
A identidade surda e a cultura surda são conceitos centrais para compreender o sujeito surdo não como deficiente, mas como membro de uma minoria linguística. Perlin (1998) discute as diferentes construções identitárias. Assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE a 'Identidade Surda Flutuante'. 
Alternativas
Q3954071 Libras
A área da educação possui termos específicos que exigem padronização na Libras (Língua Brasileira de Sinais) para evitar ambiguidades. Sobre a terminologia educacional e sua sinalização, analise as afirmativas a seguir e assinale V, para as verdadeiras, e F, para as falsas.

(__) O sinal para 'INCLUSÃO' é geralmente realizado com a ideia de trazer algo ou alguém para dentro de um grupo ou círculo, representando o conceito de pertencimento.
(__) Não existem sinais específicos para disciplinas como 'Biologia', 'Matemática' ou 'Geografia'; o professor deve sempre usar a datilologia (soletração) para se referir a essas matérias durante todo o ano letivo.
(__) A criação de sinais para termos técnicos (neologismos) é um processo comum em ambientes acadêmicos, muitas vezes negociado entre professores surdos, alunos e intérpretes para dar conta do currículo.
(__) Termos como 'CONSELHO DE CLASSE' e 'PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO' são intraduzíveis para a Libras, devendo ser mantidos exclusivamente em Português escrito.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:

Alternativas
Q3954068 Libras
A avaliação da aprendizagem de alunos surdos deve considerar a Libras (Língua Brasileira de Sinais) como língua de instrução e o Português como segunda língua.

I. As avaliações escritas em Língua Portuguesa para alunos surdos devem ter seus enunciados traduzidos para a Libras pelo intérprete ou professor bilíngue, garantindo que o aluno seja avaliado pelo conteúdo e não apenas pela competência na L2.
II. O aluno surdo deve ser dispensado de qualquer avaliação formal, sendo aprovado automaticamente com base na frequência e na socialização, devido às barreiras linguísticas insuperáveis.
III. Na correção de textos escritos em Português (L2) produzidos por surdos, o professor deve valorizar o conteúdo e a coerência argumentativa, considerando as características de interlíngua e não penalizando erros que decorrem da estrutura da Libras.
IV. A avaliação deve ser única e idêntica para surdos e ouvintes, sem adaptações de tempo ou formato, para garantir a isonomia e o mérito acadêmico conforme a legislação vigente.

Assinale a alternativa que apresenta somente a(s) proposição(ões) CORRETA(S): 
Alternativas
Q3954067 Libras
 A educação bilíngue para surdos pressupõe o reconhecimento da Libras (Língua Brasileira de Sinais) como primeira língua (L1) e da Língua Portuguesa como segunda língua (L2).

I. No modelo bilíngue, a Libras deve ser a língua de instrução para o ensino de todos os conteúdos curriculares, garantindo o acesso ao conhecimento através de uma língua visual-espacial acessível ao surdo.
II. O ensino da Língua Portuguesa para surdos, na modalidade escrita, deve seguir as mesmas metodologias fônicas aplicadas aos ouvintes, visto que a escrita é uma representação direta da oralidade.
III. O bilinguismo de transição é o modelo ideal defendido pelos movimentos surdos, onde o aluno inicia na Libras e, gradativamente, abandona essa língua para utilizar exclusivamente o Português.
IV. A presença do professor bilíngue ou do tradutor e intérprete de Libras é fundamental para mediar a comunicação e o acesso aos conteúdos, respeitando a singularidade linguística dos estudantes surdos.

Assinale a alternativa que apresenta somente a(s) proposição(ões) CORRETA(S):
Alternativas
Q3954066 Libras
 A semântica estuda a construção de sentido nos enunciados. Na Libras (Língua Brasileira de Sinais), a relação entre forma e significado pode ser icônica ou arbitrária, e os sinais podem apresentar polissemia ou estabelecer relações de metáfora. Considerando os aspectos semânticos da Libras, assinale a alternativa CORRETA sobre a iconicidade.
Alternativas
Q3954063 Libras
A sintaxe da Libras (Língua Brasileira de Sinais) analisa a ordem dos constituintes na frase e os mecanismos gramaticais que estabelecem as relações sintáticas. Diferente do Português, a Libras possui uma estrutura espacial e flexível, embora obedeça a regras específicas, como a topicalização.

I. Embora SVO (Sujeito-Verbo-Objeto) seja frequentemente tratada como a "ordem base" na literatura generativista, a Libras é considerada uma língua flexível. Outras ordens como OSV (Objeto-Sujeito-Verbo) são comuns, especialmente em casos de topicalização.
II. A topicalização é um mecanismo sintático irrelevante na Libras, pois a língua exige uma ordem rígida dos constituintes, impedindo que o objeto ou o adjunto adverbial sejam deslocados para o início da sentença para fins de ênfase.
III. Na sintaxe da Libras, a ausência de preposições e artigos é compensada pelo uso do espaço, da direção do olhar e da concordância verbal, que marcam as relações gramaticais que, em línguas orais, seriam marcadas por conectivos.
IV. A estrutura SOV (Sujeito-Objeto-Verbo) é uma organização sintática onde a frase segue a ordem: quem realiza a ação (sujeito), o alvo da ação (objeto) e, por fim, o verbo.

Assinale a alternativa que apresenta somente a(s) proposição(ões) CORRETA(S):
Alternativas
Q3953962 Português
Assinale a alternativa que se apresenta correta em relação ao emprego da palavra destacada: 
Alternativas
Q3953961 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada apresenta o sentido de tempo: 
Alternativas
Q3953959 Português
Assinale a alternativa em que o espaço em branco só pode ser preenchido corretamente com “a”.
Alternativas
Q3953958 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente, de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa:
Alternativas
Q3953957 Português
Assinale a alternativa em que a frase se encontra com a pontuação totalmente correta:
Alternativas
Q3953956 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada está sendo empregada em sentido figurado: 
Alternativas
Q3953955 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


O mistério assustador


Numa pequena cidade do interior havia um mistério nunca revelado. Todos os moradores tinham medo e andavam apavorados. Tratava-se de uma pequena casa abandonada, onde morou um antigo prefeito da cidadezinha. Após sua morte, os moradores passaram a ouvir estranhos barulhos de sua casa. Gritos, portas que batiam, eram alguns sons que todos ouviam ao se aproximar da casa.

Certo dia, dois compadres resolveram entrar na casa que intrigava todos os moradores da pacata cidade. Logo que se aproximaram da casa começaram a ouvir barulhos de portas batendo.

Os dois ficaram muito assustados, mas não desistiram e entraram na casa. Perceberam que o barulho vinha do quarto, então subiram as escadas em direção a ele, respiraram fundo, criaram coragem e abriram a porta, mas não havia nada lá dentro. Os dois compadres resolveram andar por toda a casa. Os barulhos continuavam cada vez mais altos. Eles entraram na biblioteca, a porta se fechou e eles ficaram paralisados com aquilo que viram. Eles soltaram um grito de horror que foi ouvido por todos da rua. Desde esse dia nunca mais se viram esses dois compadres.

E a cidade, que tinha um grande mistério, passou a ter dois, para o terror de todos os moradores.

 

PONTE PRETA, Stanislaw. O mistério assustador. Editora Papirus. Disponível em <https://www.editoraopirus.com.br/uploads/mg/materiais/redacao/mg-redacao-9-ano-603e8d4cd2190.pdf>.

“Logo que se aproximaram da casa começaram a ouvir barulhos de portas batendo.”


A expressão verbal destacada no período acima indica: 

Alternativas
Q3953954 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


O mistério assustador


Numa pequena cidade do interior havia um mistério nunca revelado. Todos os moradores tinham medo e andavam apavorados. Tratava-se de uma pequena casa abandonada, onde morou um antigo prefeito da cidadezinha. Após sua morte, os moradores passaram a ouvir estranhos barulhos de sua casa. Gritos, portas que batiam, eram alguns sons que todos ouviam ao se aproximar da casa.

Certo dia, dois compadres resolveram entrar na casa que intrigava todos os moradores da pacata cidade. Logo que se aproximaram da casa começaram a ouvir barulhos de portas batendo.

Os dois ficaram muito assustados, mas não desistiram e entraram na casa. Perceberam que o barulho vinha do quarto, então subiram as escadas em direção a ele, respiraram fundo, criaram coragem e abriram a porta, mas não havia nada lá dentro. Os dois compadres resolveram andar por toda a casa. Os barulhos continuavam cada vez mais altos. Eles entraram na biblioteca, a porta se fechou e eles ficaram paralisados com aquilo que viram. Eles soltaram um grito de horror que foi ouvido por todos da rua. Desde esse dia nunca mais se viram esses dois compadres.

E a cidade, que tinha um grande mistério, passou a ter dois, para o terror de todos os moradores.

 

PONTE PRETA, Stanislaw. O mistério assustador. Editora Papirus. Disponível em <https://www.editoraopirus.com.br/uploads/mg/materiais/redacao/mg-redacao-9-ano-603e8d4cd2190.pdf>.

“(...) dois compadres resolveram entrar na casa que intrigava todos os moradores da pacata cidade.”


A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:

Alternativas
Q3953953 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


O mistério assustador


Numa pequena cidade do interior havia um mistério nunca revelado. Todos os moradores tinham medo e andavam apavorados. Tratava-se de uma pequena casa abandonada, onde morou um antigo prefeito da cidadezinha. Após sua morte, os moradores passaram a ouvir estranhos barulhos de sua casa. Gritos, portas que batiam, eram alguns sons que todos ouviam ao se aproximar da casa.

Certo dia, dois compadres resolveram entrar na casa que intrigava todos os moradores da pacata cidade. Logo que se aproximaram da casa começaram a ouvir barulhos de portas batendo.

Os dois ficaram muito assustados, mas não desistiram e entraram na casa. Perceberam que o barulho vinha do quarto, então subiram as escadas em direção a ele, respiraram fundo, criaram coragem e abriram a porta, mas não havia nada lá dentro. Os dois compadres resolveram andar por toda a casa. Os barulhos continuavam cada vez mais altos. Eles entraram na biblioteca, a porta se fechou e eles ficaram paralisados com aquilo que viram. Eles soltaram um grito de horror que foi ouvido por todos da rua. Desde esse dia nunca mais se viram esses dois compadres.

E a cidade, que tinha um grande mistério, passou a ter dois, para o terror de todos os moradores.

 

PONTE PRETA, Stanislaw. O mistério assustador. Editora Papirus. Disponível em <https://www.editoraopirus.com.br/uploads/mg/materiais/redacao/mg-redacao-9-ano-603e8d4cd2190.pdf>.

No texto “O mistério assustador”, o narrador é:

Alternativas
Q3953952 Inglês
Language Pedagogy and Teacher Identity:
A Decolonial Lens to English Language Teaching from a Teacher Educator’s Experience
        [...] Identity is a central category in ELT (English Language Teaching). For instance, several studies have been conducted to document English language teachers’ identities (ELTIs) and how they are constructed [...]. However, identity continues to be seen and researched within what Mignolo (2009) labels as the colonial difference. The colonial difference operates by converting differences into values and establishing a hierarchy of human beings ontologically and epistemically. Ontologically, it is assumed that there are inferior human beings. Epistemically, it is assumed that inferior human beings are rationally and aesthetically deficient. 
        In this respect, the ELT field has witnessed how colonial constructions of ELTIs have been combined with factors such as race, gender, ethnicity, class, language, and others [...].
        Therefore, ELP (English Language Pedagogy) is a remnant of coloniality. In particular, ELP in ELT has separated the subjects from their bodies/identitary features and their geographical location regarding the teaching practice [...]. This attempt is evident in the insertion of the notion of competence as the only discourse mostly reproduced in teaching and teacher education. This unidirectional/dimensional discourse is what has caused that “English language teaching and learning identities are more oriented towards that goal of identifying decontextualized forms of being in the field of teaching” (Castañeda-Peña, 2018, p. 18). For instance, Grosfoguel (2010), when discussing coloniality, claims that: “By breaking the link between the subject of enunciation and the ethnic/racial/sexual/gender/epistemic place, Western philosophy and science manage to create a myth about a real universal knowledge that masks, that is, conceals not only the speaker but also the epistemic, geo and body-political place of the structures of colonial power/knowledge from which the subject speaks [...].
        In line with decoloniality by Mignolo and Walsh (2018), we think of ELP otherwise – as “the ongoing serpentine movement toward possibilities of other modes of being, thinking, knowing, sensing, and living”; a movement only possible if those who enact ELP name it, reclaim it, and commit to “changing, disrupting, and dismantling the hegemonic relations” [...].
        Therefore, I would like to resort to intersectionality – the intersection of different identitary features – to allow the recognition of whom we are based on what we do, as “who we are and from where we speak is highly relevant for the intellectual projects we are likely to pursue” (Moya, 2011, p. 79). Intersectionality can assist in claiming agency (Stone-Mediatore, 2003) in spaces and territories where colonial histories have been present [...].
        Intersectional narratives are then discursive representations of experience in which there is conceptual integration among those conversing. In fact, intersectional narratives serve this study to ground concepts and interpretations for “knowledge co-creation, in which researchers and participants develop shared understandings and develop new ideas” (Galafassi et al., 2018, p. 9). This is why intersectional narratives in this study comprise a relevant theoretical construct indispensable to investigating epistemological ruptures [...].
Available in: https://revistas.unal.edu.co/index.php/profile/article/view/90754. Acess on: Feb. 10, 2026. (Adapted).
The article states that
Alternativas
Q3953951 Inglês
Communication Strategies in English as a Second Language (ESL) Context 
        [...] Foreign language learners may encounter various communication problems when their interlanguage is limited. In order to convey their messages and remain in a conversation until their communication goal is achieved, [...] learners need to employ communication strategies, which have been defined generally as device used by second language learners to overcome perceived barriers to achieving specific communication goals [...]. Language learning cannot be separated from its culture. Language is a clear manifestation of culture. A word can have both cognitive meaning and cultural meaning. Cultural meaning refers to words and expressions which represent cultural perception, values and behavior. At discourse level, the link between language, communication and culture is virtually inseparable.
        Miscommunication occurs when one interprets communicative rules of one culture in terms of the rules of another culture. In the process of learning a second language, learners make some errors due to first language interference. By knowing strategies to avoid misinterpretation between different backgrounds of speakers, the problems mentioned before shall be avoided easily. Language teaching at school has traditionally been aimed at developing linguistic competence. Teachers tend to teach grammar and linguistic features without letting their learners practice and improve their communication in English. Probably this is one reason that cause some learners are good in English but they cannot use English orally. This problem may be solved by introducing communication strategies to learners in order to avoid communication problems and equip them with strategies to overcome the problems of speaking that they are dealing with [...].
        Communication strategies are usually associated with spoken language and research has shown that students tend to use various communication strategies when they are unable to express what they want to say because of their lack of resources in their second language (L2) [...]. When learners experience that fluency in their first language (hereafter L1) does not follow the same pattern as their L2, a gap is created in the knowledge of their L2. These gaps can take many forms: a word, a phrase, a structure, a tense marker or an idiom [...]. In order to overcome that gap, learners have two options: they can either leave the original communicative goal or they can try to reach alternative plans and use other linguistic means that they have at their disposal [...]. It is also important to know that culture and language cannot be separated. Therefore, in the context of language teaching, the knowledge of language and its culture need to be taught as well. The role of teachers in introducing communication strategies to students could determine learners’ successfulness in facing problems of communication [...].
        Despite the fact that many [...] researchers lend support to communication strategies training, some opposition to it has been expressed. Bialystok (1990) and Kellerman (1991) argue that one should teach the language itself rather than the strategies. Schmidt (1983) believes that L2 learners develop their strategic competence at the expense of their linguistic competence. According to Skehan (1998), using communication strategies by skilled learners may hinder the development of their interlanguage knowledge resources [...].
Available in: https://files.eric.ed.gov/fulltext/EJ1129727.pdf. Acess on: Jan. 30, 2026.
According to the text,

Alternativas
Q3953950 Inglês
        Multiliteracies and multimodal literacies are a comprehensive response to the mobile semiotics of contemporary society. Flows of people, images and ideas, have meant the impact is experienced globally as well as locally and contextually. Along with New Literacy Studies, multiliteracies framework has as its central focus a socially just and culturally inclusive curriculum. Further, informed by critical pedagogy and critical literacy, multiliteracies has, at its conceptual centre, a transformative pedagogy aimed at effective learning across social and cultural differences, and across different learning styles. To attend to the change in social futures, multiliteracies has, at its nexus, student knowledges, lived experiences and student centred resources.
        Central to multiliteracies is the concept of Design. The New London Group indicates the numerous ways by which signification occurs. More recently, as Kalantzis and Cope (2005) describe it, “there is a nice ambiguity in the word ‘design’. Design can denote morphology or the sense of invisible inner structures or inherent relationships of cause and effect” (p. 41). Kalantzis and Cope (2005) use Design in a comprehensive manner to denote “agency” as the “stuff of the characteristically self-conscious pedagogical moves, teaching frameworks and organisational forms of education as we currently understand it” (p. 41). In brief, as Falk (2001) observes, for the New London Group, Design expresses “the active role of the literacy learner in constructing new meaning from existing resources” (p. 314). Because Design rejects isolated, abstract and decentralised learning, it demands “production of the new rather than replication of the old” (Kress, 2000, p. 141). In Design, the learner is actively creating and re-creating while having choices in learning that did not exist in traditional print-based models of literacy.
        The modes or Design concepts are: linguistic, visual, audio, spatial and gestural; however, the New London Group do not perceive each of these literacies as singular and isolated from other literacies. For students who engage with the four knowledge processes there is deep understanding and proactive learning: 
• Experiencing: through the known and the new, where the evidence data from the prior knowledge and life experience of the learner is combined with immersion in new knowledge and new experience in meaningful settings.
• Conceptualising: abstract concepts and theoretical synthesis by the process of naming and theorising. This enables the learner to define, apply concepts and comprehend the abstract generalised meanings in concepts and visual representations.
• Analysing: analysing, interpreting functions capably, through the comprehension of the role of knowledge and critically by analysing purpose and intentions.
• Applying: knowledge appropriately and creatively by understanding suitable situations to apply knowledge and extending it to create new knowledges.

IYER, Radha; LUKE, Carmen. Multimodal, Multiliteracies: Texts and Literacies for the 21st century. In: PULLEN, Darren L.; COLE, David R. Multiliteracies and Technology Enhanced Education. Social Practice and the Global Classroom. Hershey and New York: ICI Global, 2010, p. 22. (Adapted).

After reading this passage on multiliteracies and design, choose the alternative that best conceptualizes those two words. 
Alternativas
Q3953949 Inglês
Read the abstract from na article titled “Social media pedagogy: Applying an interdisciplinary approach to teach multimodal critical digital literacy”.
Abstract
    Social media permeates the daily lives of millennials, as they use it constantly for a variety of reasons. A significant contributing factor is the availability of social media through smartphones and mobile apps. This kind of immersive and complex media environment calls for a literacy pedagogy that prepares students to understand, engage with, and adapt to social media that are inevitably going to remain a part of their lives. Research into digital literacy/literacies has sought to address the development of tools and methods to aid college students in becoming more situated and adept digital citizens. This article extends the conceptualization and application of digital media literacy through the inclusion of a critical, multimodal, and interdisciplinary pedagogical approach. The paper illustrates that critical digital literacy drawing upon multimodal and interdisciplinary analysis is imperative in preparing students to manage the predominance of social media in their lives.
TALIB, Saman. Social media pedagogy: Applying an interdisciplinary approach to teach multimodal critical digital literacy. In E-Learning and Digital Media. Sage, 2018. Available at: journals.sagepub.com/home/ldm. Access on: Feb 12, 2026. DOI: 10.1177/2042753018756904.
This objective of the article as stated in the abstract is to
Alternativas
Respostas
10281: B
10282: A
10283: B
10284: B
10285: C
10286: D
10287: D
10288: E
10289: D
10290: C
10291: D
10292: B
10293: A
10294: E
10295: C
10296: A
10297: B
10298: B
10299: A
10300: A