Questões de Concurso Comentadas para engenheiro agrônomo

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Q3575452 Português
Limpeza da casa ajuda a evitar doenças, ensinam especialistas

    Há quem afirme que ficamos mais paranoicos com limpeza após a pandemia de coronavírus. Hábitos como higienizar as mãos com álcool em gel, lavar as compras do mercado e deixar calçados do lado de fora entraram no repertório usual de muita gente. Apesar dos números da Covid-19 terem diminuído, algumas dessas atitudes (e outros cuidados) devem ser mantidos em prol do bem estar dentro de casa, afirmam especialistas. Os microrganismos estão em toda parte. Ao pisar com o tênis no chão do apartamento, por exemplo, você está levando para o ambiente doméstico bactérias e outros potenciais patógenos. Esses agentes são causadores de doenças respiratórias, como asmas, pneumonia; de pele, como dermatites; ou até infecções intestinais, como diarreias. Recentemente, a imagem do banheiro do “BBB 23”, com o piso do box imundo, viralizou na internet. Trata-se justamente de um dos principais focos de agentes infecciosos em uma casa, ao lado do quarto e a cozinha.
    Mas com que frequência deve-se limpar essas partes? E como fazer para impedir a proliferação de bactérias, vírus e fungos? Limpar o banheiro é uma tarefa que muitos preferem procrastinar, porém o hábito é importante para a saúde, já que ali depositamos dejetos, fluidos orgânicos e fazemos a higiene pessoal. O cômodo exige mais cuidados com a limpeza do que outros locais da casa. Segundo um estudo realizado pelo Centro de Higiene e Saúde em Casa e Comunidade, do Simmons College, em Boston, EUA, em uma banheira há mais bactérias que causam infecções na pele do que em uma lata de lixo — foram encontrados 25% microrganismos do gênero, em comparação a 5% identificado na lixeira. “O banheiro é um local onde a fonte de proliferação de fungos e bactérias é muito alta. O ideal é fazer a limpeza completa, com desinfetantes específicos e água sanitária, ao menos uma vez por semana” afirma Gabriela Castro, microbiologista da Richet Medicina & Diagnóstico. 
    Algumas partes específicas merecem uma atenção ainda maior. O vaso sanitário, por exemplo, deve ser limpo de duas a três vezes por semana com agentes desinfetantes, dependendo de quantas pessoas usam a privada. A banheira e o box também devem ser higienizados de acordo com a frequência de uso. Se forem usados por uma pessoa, que toma de um a dois banhos por dia, recomenda-se uma limpeza uma vez por semana ou a cada 15 dias. As pias, por terem contato direto com fluidos da boca e nariz, também devem ser lavadas duas vezes por semana, enquanto os pisos, azulejos e armários (parte interna e externa), precisam ser higienizados uma vez por semana. ‘Para minimizar a proliferação de bactérias e fungos, algumas medidas podem ser adotadas. A ação de dar a descarga com a tampa fechada minimiza muito a formação de aerossóis, que são mecanismos pelos quais as bactérias e fungos são dispersados no meio ambiente, podendo ficar em suspensão no ar por até duas horas, sendo fonte potencial de contaminação’ recomenda Castro.
    Estudos apontam o espaço da cozinha como uma das áreas mais problemáticas da casa para a proliferação de bactérias e fungos —até mais do que o banheiro. Isso porque o espaço recebe todo o tipo de alimento cru, como carnes e frangos, e mesmo verduras e legumes não lavados podem conter larvas. O manuseio correto dos ingredientes é chave para evitar problemas. “Entre os lugares onde mais encontramos bactérias e fungos estão a esponja que faz a limpeza da louça, a pia, a geladeira, as gavetas dos vegetais, os botões do fogão e a alça do forno. São ambientes propícios para essa proliferação, com calor e umidade” alerta o infectologista José Cerbino, da Fiocruz. Especialistas afirmam que o melhor seria lavar as principais partes da cozinha e as mais usadas, como a pia e o fogão, enquanto a comida é preparada. O acumulo de lixo e utensílios sujos pode atrair moscas, baratas e proliferação de microrganismos patogênicos. “O grande vilão na cozinha é a contaminação cruzada, ou seja, usar os mesmos utensílios para coisas diferentes. Quando a faca que cortou o frango cru é utilizada para cortar os legumes e verduras, as bactérias da carne passam para os vegetais. Ela precisa ser limpa muito bem antes de ser usada em outro alimento” explica o chef Carlos Siffert, consultor da Escola Wilma Kövesi de Cozinha. Entre as principais patógenos encontrados na cozinha estão as bactérias do gênero Campylobacter e os parasitas Criptosporidium e Cyclospora cayetanensis, encontradas em carnes e alimentos contaminados que não foram preparados adequadamente. A conhecida Salmonella é outra fonte de infecção bacteriana encontrada na cozinha. “Não podemos esquecer dos cantinhos da pia, embaixo do fogão ou atrás da geladeira, onde o calor cria o ambiente perfeito para as baratas procriarem” diz Siffert. 

Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023.
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: O banheiro é um local onde a fonte de proliferação de fungos e bactérias é muito alta.
Alternativas
Q3575451 Português
Limpeza da casa ajuda a evitar doenças, ensinam especialistas

    Há quem afirme que ficamos mais paranoicos com limpeza após a pandemia de coronavírus. Hábitos como higienizar as mãos com álcool em gel, lavar as compras do mercado e deixar calçados do lado de fora entraram no repertório usual de muita gente. Apesar dos números da Covid-19 terem diminuído, algumas dessas atitudes (e outros cuidados) devem ser mantidos em prol do bem estar dentro de casa, afirmam especialistas. Os microrganismos estão em toda parte. Ao pisar com o tênis no chão do apartamento, por exemplo, você está levando para o ambiente doméstico bactérias e outros potenciais patógenos. Esses agentes são causadores de doenças respiratórias, como asmas, pneumonia; de pele, como dermatites; ou até infecções intestinais, como diarreias. Recentemente, a imagem do banheiro do “BBB 23”, com o piso do box imundo, viralizou na internet. Trata-se justamente de um dos principais focos de agentes infecciosos em uma casa, ao lado do quarto e a cozinha.
    Mas com que frequência deve-se limpar essas partes? E como fazer para impedir a proliferação de bactérias, vírus e fungos? Limpar o banheiro é uma tarefa que muitos preferem procrastinar, porém o hábito é importante para a saúde, já que ali depositamos dejetos, fluidos orgânicos e fazemos a higiene pessoal. O cômodo exige mais cuidados com a limpeza do que outros locais da casa. Segundo um estudo realizado pelo Centro de Higiene e Saúde em Casa e Comunidade, do Simmons College, em Boston, EUA, em uma banheira há mais bactérias que causam infecções na pele do que em uma lata de lixo — foram encontrados 25% microrganismos do gênero, em comparação a 5% identificado na lixeira. “O banheiro é um local onde a fonte de proliferação de fungos e bactérias é muito alta. O ideal é fazer a limpeza completa, com desinfetantes específicos e água sanitária, ao menos uma vez por semana” afirma Gabriela Castro, microbiologista da Richet Medicina & Diagnóstico. 
    Algumas partes específicas merecem uma atenção ainda maior. O vaso sanitário, por exemplo, deve ser limpo de duas a três vezes por semana com agentes desinfetantes, dependendo de quantas pessoas usam a privada. A banheira e o box também devem ser higienizados de acordo com a frequência de uso. Se forem usados por uma pessoa, que toma de um a dois banhos por dia, recomenda-se uma limpeza uma vez por semana ou a cada 15 dias. As pias, por terem contato direto com fluidos da boca e nariz, também devem ser lavadas duas vezes por semana, enquanto os pisos, azulejos e armários (parte interna e externa), precisam ser higienizados uma vez por semana. ‘Para minimizar a proliferação de bactérias e fungos, algumas medidas podem ser adotadas. A ação de dar a descarga com a tampa fechada minimiza muito a formação de aerossóis, que são mecanismos pelos quais as bactérias e fungos são dispersados no meio ambiente, podendo ficar em suspensão no ar por até duas horas, sendo fonte potencial de contaminação’ recomenda Castro.
    Estudos apontam o espaço da cozinha como uma das áreas mais problemáticas da casa para a proliferação de bactérias e fungos —até mais do que o banheiro. Isso porque o espaço recebe todo o tipo de alimento cru, como carnes e frangos, e mesmo verduras e legumes não lavados podem conter larvas. O manuseio correto dos ingredientes é chave para evitar problemas. “Entre os lugares onde mais encontramos bactérias e fungos estão a esponja que faz a limpeza da louça, a pia, a geladeira, as gavetas dos vegetais, os botões do fogão e a alça do forno. São ambientes propícios para essa proliferação, com calor e umidade” alerta o infectologista José Cerbino, da Fiocruz. Especialistas afirmam que o melhor seria lavar as principais partes da cozinha e as mais usadas, como a pia e o fogão, enquanto a comida é preparada. O acumulo de lixo e utensílios sujos pode atrair moscas, baratas e proliferação de microrganismos patogênicos. “O grande vilão na cozinha é a contaminação cruzada, ou seja, usar os mesmos utensílios para coisas diferentes. Quando a faca que cortou o frango cru é utilizada para cortar os legumes e verduras, as bactérias da carne passam para os vegetais. Ela precisa ser limpa muito bem antes de ser usada em outro alimento” explica o chef Carlos Siffert, consultor da Escola Wilma Kövesi de Cozinha. Entre as principais patógenos encontrados na cozinha estão as bactérias do gênero Campylobacter e os parasitas Criptosporidium e Cyclospora cayetanensis, encontradas em carnes e alimentos contaminados que não foram preparados adequadamente. A conhecida Salmonella é outra fonte de infecção bacteriana encontrada na cozinha. “Não podemos esquecer dos cantinhos da pia, embaixo do fogão ou atrás da geladeira, onde o calor cria o ambiente perfeito para as baratas procriarem” diz Siffert. 

Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023.
Assinale a alternativa cuja letra s da palavra represente o mesmo fonema representado pela letra s em saúde:
Alternativas
Q3575450 Português
Limpeza da casa ajuda a evitar doenças, ensinam especialistas

    Há quem afirme que ficamos mais paranoicos com limpeza após a pandemia de coronavírus. Hábitos como higienizar as mãos com álcool em gel, lavar as compras do mercado e deixar calçados do lado de fora entraram no repertório usual de muita gente. Apesar dos números da Covid-19 terem diminuído, algumas dessas atitudes (e outros cuidados) devem ser mantidos em prol do bem estar dentro de casa, afirmam especialistas. Os microrganismos estão em toda parte. Ao pisar com o tênis no chão do apartamento, por exemplo, você está levando para o ambiente doméstico bactérias e outros potenciais patógenos. Esses agentes são causadores de doenças respiratórias, como asmas, pneumonia; de pele, como dermatites; ou até infecções intestinais, como diarreias. Recentemente, a imagem do banheiro do “BBB 23”, com o piso do box imundo, viralizou na internet. Trata-se justamente de um dos principais focos de agentes infecciosos em uma casa, ao lado do quarto e a cozinha.
    Mas com que frequência deve-se limpar essas partes? E como fazer para impedir a proliferação de bactérias, vírus e fungos? Limpar o banheiro é uma tarefa que muitos preferem procrastinar, porém o hábito é importante para a saúde, já que ali depositamos dejetos, fluidos orgânicos e fazemos a higiene pessoal. O cômodo exige mais cuidados com a limpeza do que outros locais da casa. Segundo um estudo realizado pelo Centro de Higiene e Saúde em Casa e Comunidade, do Simmons College, em Boston, EUA, em uma banheira há mais bactérias que causam infecções na pele do que em uma lata de lixo — foram encontrados 25% microrganismos do gênero, em comparação a 5% identificado na lixeira. “O banheiro é um local onde a fonte de proliferação de fungos e bactérias é muito alta. O ideal é fazer a limpeza completa, com desinfetantes específicos e água sanitária, ao menos uma vez por semana” afirma Gabriela Castro, microbiologista da Richet Medicina & Diagnóstico. 
    Algumas partes específicas merecem uma atenção ainda maior. O vaso sanitário, por exemplo, deve ser limpo de duas a três vezes por semana com agentes desinfetantes, dependendo de quantas pessoas usam a privada. A banheira e o box também devem ser higienizados de acordo com a frequência de uso. Se forem usados por uma pessoa, que toma de um a dois banhos por dia, recomenda-se uma limpeza uma vez por semana ou a cada 15 dias. As pias, por terem contato direto com fluidos da boca e nariz, também devem ser lavadas duas vezes por semana, enquanto os pisos, azulejos e armários (parte interna e externa), precisam ser higienizados uma vez por semana. ‘Para minimizar a proliferação de bactérias e fungos, algumas medidas podem ser adotadas. A ação de dar a descarga com a tampa fechada minimiza muito a formação de aerossóis, que são mecanismos pelos quais as bactérias e fungos são dispersados no meio ambiente, podendo ficar em suspensão no ar por até duas horas, sendo fonte potencial de contaminação’ recomenda Castro.
    Estudos apontam o espaço da cozinha como uma das áreas mais problemáticas da casa para a proliferação de bactérias e fungos —até mais do que o banheiro. Isso porque o espaço recebe todo o tipo de alimento cru, como carnes e frangos, e mesmo verduras e legumes não lavados podem conter larvas. O manuseio correto dos ingredientes é chave para evitar problemas. “Entre os lugares onde mais encontramos bactérias e fungos estão a esponja que faz a limpeza da louça, a pia, a geladeira, as gavetas dos vegetais, os botões do fogão e a alça do forno. São ambientes propícios para essa proliferação, com calor e umidade” alerta o infectologista José Cerbino, da Fiocruz. Especialistas afirmam que o melhor seria lavar as principais partes da cozinha e as mais usadas, como a pia e o fogão, enquanto a comida é preparada. O acumulo de lixo e utensílios sujos pode atrair moscas, baratas e proliferação de microrganismos patogênicos. “O grande vilão na cozinha é a contaminação cruzada, ou seja, usar os mesmos utensílios para coisas diferentes. Quando a faca que cortou o frango cru é utilizada para cortar os legumes e verduras, as bactérias da carne passam para os vegetais. Ela precisa ser limpa muito bem antes de ser usada em outro alimento” explica o chef Carlos Siffert, consultor da Escola Wilma Kövesi de Cozinha. Entre as principais patógenos encontrados na cozinha estão as bactérias do gênero Campylobacter e os parasitas Criptosporidium e Cyclospora cayetanensis, encontradas em carnes e alimentos contaminados que não foram preparados adequadamente. A conhecida Salmonella é outra fonte de infecção bacteriana encontrada na cozinha. “Não podemos esquecer dos cantinhos da pia, embaixo do fogão ou atrás da geladeira, onde o calor cria o ambiente perfeito para as baratas procriarem” diz Siffert. 

Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023.
Assinale a alternativa cuja palavra seja acentuada pela mesma regra da palavra sanitário
Alternativas
Q3575449 Português
Limpeza da casa ajuda a evitar doenças, ensinam especialistas

    Há quem afirme que ficamos mais paranoicos com limpeza após a pandemia de coronavírus. Hábitos como higienizar as mãos com álcool em gel, lavar as compras do mercado e deixar calçados do lado de fora entraram no repertório usual de muita gente. Apesar dos números da Covid-19 terem diminuído, algumas dessas atitudes (e outros cuidados) devem ser mantidos em prol do bem estar dentro de casa, afirmam especialistas. Os microrganismos estão em toda parte. Ao pisar com o tênis no chão do apartamento, por exemplo, você está levando para o ambiente doméstico bactérias e outros potenciais patógenos. Esses agentes são causadores de doenças respiratórias, como asmas, pneumonia; de pele, como dermatites; ou até infecções intestinais, como diarreias. Recentemente, a imagem do banheiro do “BBB 23”, com o piso do box imundo, viralizou na internet. Trata-se justamente de um dos principais focos de agentes infecciosos em uma casa, ao lado do quarto e a cozinha.
    Mas com que frequência deve-se limpar essas partes? E como fazer para impedir a proliferação de bactérias, vírus e fungos? Limpar o banheiro é uma tarefa que muitos preferem procrastinar, porém o hábito é importante para a saúde, já que ali depositamos dejetos, fluidos orgânicos e fazemos a higiene pessoal. O cômodo exige mais cuidados com a limpeza do que outros locais da casa. Segundo um estudo realizado pelo Centro de Higiene e Saúde em Casa e Comunidade, do Simmons College, em Boston, EUA, em uma banheira há mais bactérias que causam infecções na pele do que em uma lata de lixo — foram encontrados 25% microrganismos do gênero, em comparação a 5% identificado na lixeira. “O banheiro é um local onde a fonte de proliferação de fungos e bactérias é muito alta. O ideal é fazer a limpeza completa, com desinfetantes específicos e água sanitária, ao menos uma vez por semana” afirma Gabriela Castro, microbiologista da Richet Medicina & Diagnóstico. 
    Algumas partes específicas merecem uma atenção ainda maior. O vaso sanitário, por exemplo, deve ser limpo de duas a três vezes por semana com agentes desinfetantes, dependendo de quantas pessoas usam a privada. A banheira e o box também devem ser higienizados de acordo com a frequência de uso. Se forem usados por uma pessoa, que toma de um a dois banhos por dia, recomenda-se uma limpeza uma vez por semana ou a cada 15 dias. As pias, por terem contato direto com fluidos da boca e nariz, também devem ser lavadas duas vezes por semana, enquanto os pisos, azulejos e armários (parte interna e externa), precisam ser higienizados uma vez por semana. ‘Para minimizar a proliferação de bactérias e fungos, algumas medidas podem ser adotadas. A ação de dar a descarga com a tampa fechada minimiza muito a formação de aerossóis, que são mecanismos pelos quais as bactérias e fungos são dispersados no meio ambiente, podendo ficar em suspensão no ar por até duas horas, sendo fonte potencial de contaminação’ recomenda Castro.
    Estudos apontam o espaço da cozinha como uma das áreas mais problemáticas da casa para a proliferação de bactérias e fungos —até mais do que o banheiro. Isso porque o espaço recebe todo o tipo de alimento cru, como carnes e frangos, e mesmo verduras e legumes não lavados podem conter larvas. O manuseio correto dos ingredientes é chave para evitar problemas. “Entre os lugares onde mais encontramos bactérias e fungos estão a esponja que faz a limpeza da louça, a pia, a geladeira, as gavetas dos vegetais, os botões do fogão e a alça do forno. São ambientes propícios para essa proliferação, com calor e umidade” alerta o infectologista José Cerbino, da Fiocruz. Especialistas afirmam que o melhor seria lavar as principais partes da cozinha e as mais usadas, como a pia e o fogão, enquanto a comida é preparada. O acumulo de lixo e utensílios sujos pode atrair moscas, baratas e proliferação de microrganismos patogênicos. “O grande vilão na cozinha é a contaminação cruzada, ou seja, usar os mesmos utensílios para coisas diferentes. Quando a faca que cortou o frango cru é utilizada para cortar os legumes e verduras, as bactérias da carne passam para os vegetais. Ela precisa ser limpa muito bem antes de ser usada em outro alimento” explica o chef Carlos Siffert, consultor da Escola Wilma Kövesi de Cozinha. Entre as principais patógenos encontrados na cozinha estão as bactérias do gênero Campylobacter e os parasitas Criptosporidium e Cyclospora cayetanensis, encontradas em carnes e alimentos contaminados que não foram preparados adequadamente. A conhecida Salmonella é outra fonte de infecção bacteriana encontrada na cozinha. “Não podemos esquecer dos cantinhos da pia, embaixo do fogão ou atrás da geladeira, onde o calor cria o ambiente perfeito para as baratas procriarem” diz Siffert. 

Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023.
Assinale a alternativa cuja palavra seja paroxítona:
Alternativas
Q3575448 Português
Limpeza da casa ajuda a evitar doenças, ensinam especialistas

    Há quem afirme que ficamos mais paranoicos com limpeza após a pandemia de coronavírus. Hábitos como higienizar as mãos com álcool em gel, lavar as compras do mercado e deixar calçados do lado de fora entraram no repertório usual de muita gente. Apesar dos números da Covid-19 terem diminuído, algumas dessas atitudes (e outros cuidados) devem ser mantidos em prol do bem estar dentro de casa, afirmam especialistas. Os microrganismos estão em toda parte. Ao pisar com o tênis no chão do apartamento, por exemplo, você está levando para o ambiente doméstico bactérias e outros potenciais patógenos. Esses agentes são causadores de doenças respiratórias, como asmas, pneumonia; de pele, como dermatites; ou até infecções intestinais, como diarreias. Recentemente, a imagem do banheiro do “BBB 23”, com o piso do box imundo, viralizou na internet. Trata-se justamente de um dos principais focos de agentes infecciosos em uma casa, ao lado do quarto e a cozinha.
    Mas com que frequência deve-se limpar essas partes? E como fazer para impedir a proliferação de bactérias, vírus e fungos? Limpar o banheiro é uma tarefa que muitos preferem procrastinar, porém o hábito é importante para a saúde, já que ali depositamos dejetos, fluidos orgânicos e fazemos a higiene pessoal. O cômodo exige mais cuidados com a limpeza do que outros locais da casa. Segundo um estudo realizado pelo Centro de Higiene e Saúde em Casa e Comunidade, do Simmons College, em Boston, EUA, em uma banheira há mais bactérias que causam infecções na pele do que em uma lata de lixo — foram encontrados 25% microrganismos do gênero, em comparação a 5% identificado na lixeira. “O banheiro é um local onde a fonte de proliferação de fungos e bactérias é muito alta. O ideal é fazer a limpeza completa, com desinfetantes específicos e água sanitária, ao menos uma vez por semana” afirma Gabriela Castro, microbiologista da Richet Medicina & Diagnóstico. 
    Algumas partes específicas merecem uma atenção ainda maior. O vaso sanitário, por exemplo, deve ser limpo de duas a três vezes por semana com agentes desinfetantes, dependendo de quantas pessoas usam a privada. A banheira e o box também devem ser higienizados de acordo com a frequência de uso. Se forem usados por uma pessoa, que toma de um a dois banhos por dia, recomenda-se uma limpeza uma vez por semana ou a cada 15 dias. As pias, por terem contato direto com fluidos da boca e nariz, também devem ser lavadas duas vezes por semana, enquanto os pisos, azulejos e armários (parte interna e externa), precisam ser higienizados uma vez por semana. ‘Para minimizar a proliferação de bactérias e fungos, algumas medidas podem ser adotadas. A ação de dar a descarga com a tampa fechada minimiza muito a formação de aerossóis, que são mecanismos pelos quais as bactérias e fungos são dispersados no meio ambiente, podendo ficar em suspensão no ar por até duas horas, sendo fonte potencial de contaminação’ recomenda Castro.
    Estudos apontam o espaço da cozinha como uma das áreas mais problemáticas da casa para a proliferação de bactérias e fungos —até mais do que o banheiro. Isso porque o espaço recebe todo o tipo de alimento cru, como carnes e frangos, e mesmo verduras e legumes não lavados podem conter larvas. O manuseio correto dos ingredientes é chave para evitar problemas. “Entre os lugares onde mais encontramos bactérias e fungos estão a esponja que faz a limpeza da louça, a pia, a geladeira, as gavetas dos vegetais, os botões do fogão e a alça do forno. São ambientes propícios para essa proliferação, com calor e umidade” alerta o infectologista José Cerbino, da Fiocruz. Especialistas afirmam que o melhor seria lavar as principais partes da cozinha e as mais usadas, como a pia e o fogão, enquanto a comida é preparada. O acumulo de lixo e utensílios sujos pode atrair moscas, baratas e proliferação de microrganismos patogênicos. “O grande vilão na cozinha é a contaminação cruzada, ou seja, usar os mesmos utensílios para coisas diferentes. Quando a faca que cortou o frango cru é utilizada para cortar os legumes e verduras, as bactérias da carne passam para os vegetais. Ela precisa ser limpa muito bem antes de ser usada em outro alimento” explica o chef Carlos Siffert, consultor da Escola Wilma Kövesi de Cozinha. Entre as principais patógenos encontrados na cozinha estão as bactérias do gênero Campylobacter e os parasitas Criptosporidium e Cyclospora cayetanensis, encontradas em carnes e alimentos contaminados que não foram preparados adequadamente. A conhecida Salmonella é outra fonte de infecção bacteriana encontrada na cozinha. “Não podemos esquecer dos cantinhos da pia, embaixo do fogão ou atrás da geladeira, onde o calor cria o ambiente perfeito para as baratas procriarem” diz Siffert. 

Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023.
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3572550 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O método de irrigação é a parte mais importante do processo, para que haja uma escolha correta, devem ser levados em consideração alguns fatores, sobre esses fatores, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) A declividade do terreno não é algo importante independentemente do método que será utilizado, o sistema se adequa ao tipo de solo.
( ) É muito importante conhecer o clima da região, para saber qual a necessidade real da irrigação.
( ) Mesmo que o local não tenha uma boa disponibilidade de água superficial, mas tenha a ocorrência de água no subsolo já é o suficiente.
( ) O tipo de solo e a velocidade de absorção da água é de suma importância para a aplicação do sistema. 
Alternativas
Q3572549 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas.
“A utilização da __________ para a __________ deve atender a necessidade da cultura sem afetar a demanda de água para as pessoas que também utilizam dela, por esse motivo é sempre importante se fazer um _________, a _________ correta e o _________ adequado da água.”
Alternativas
Q3572548 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Sobre o tema de irrigação e drenagem, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3572547 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Relacione as colunas sobre alguns tipos de drenos existentes que podem ser usados na agricultura e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. Drenos Laterais.
2. Drenos Coletores.
3. Dreno Principal.

( ) Tem finalidade de receber a água dos drenos laterais e levá-la ao dreno principal.
( ) Tem finalidade de controlar a profundidade do lençol freático ou absorver o excesso de água da superfície do solo.
( ) Tem finalidade de receber a água de toda a área e conduzi-la até a saída.  
Alternativas
Q3572546 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Com qual vazão um sistema subterrâneo com espaçamento de linhas de dreno laterais de 20m e comprimento de 100m que foi projetado para operar com taxa de descarga de 10mm/dia deve ter? 
Alternativas
Q3572544 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A drenagem é uma forma importante de retirar o excesso de água do solo, quando não se consegue fazer de forma natural pode-se fazer também de forma artificial, sobre os conceitos e objetivos da drenagem, assinale a alternativa incorreta.  
Alternativas
Q3572541 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Com o clima cada vez mais instável e o crescimento cada vez maior da seca no estado do Paraná, muitas pessoas têm recorrido aos métodos de irrigação para auxiliar na produção. Existem diversos tipos de irrigação usados hoje na agricultura, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. Irrigação superficial.
2. Irrigação por aspersão.
3. Irrigação localizada.

( ) O problema maior desse sistema é que ocorre um crescimento na quantidade de doenças na planta.
( ) O método de irrigação mais assertivo, na maioria das vezes, é mais aplicado em culturas perenes e frutíferas.
( ) Existe um grande risco de erosão no solo devido à alta quantidade de água depositada no mesmo local.
Alternativas
Q3572540 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A irrigação por aspersão é o método em que a aplicação de água na superfície do terreno assemelha-se a uma chuva, isso devido ao fracionamento de um jato de água em gotas menores lançado no ar atmosférico sob pressão por meio de pequenos orifícios ou bocais. A respeito desse tipo de irrigação, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q3572537 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas.
O uso de ___________ para controlar a população de uma _________ a torna menos ________ e ocorre menos _________ nas plantas de interesse econômico. 
Alternativas
Q3572536 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Analise as assertivas sobre a agricultura orgânica, que como outros tipos de agricultura sustentável, caracteriza-se por alguns fatores, e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. Considerar sempre a topografia do local, os recursos hídricos disponíveis e a característica do solo.
II. Em alguns aspectos e formas, são utilizados agroquímicos para o controle de pragas.
III. A agricultura orgânica geralmente é feita em locais que praticam monocultura e em propriedades familiares.
IV. A adubação orgânica pode ser feita com o uso de compostagem.  
Alternativas
Q3572533 Direito Ambiental
Segundo a Lei 12.651/2012, as Áreas de Preservação Permanente estão localizadas ao longo dos rios ou de qualquer curso d’água; ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d’água naturais ou artificiais; nas nascentes; no topo de morros, montes, montanhas e serras; nas encostas ou partes destas; nas restingas, como fixadoras de dunas ou estabilizadoras de mangues. Seguindo seus conhecimentos acerca do assunto, assinale a alternativa que não apresenta partes da regra de APP. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR Provas: Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Administrador | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fisioterapeuta | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fonoaudiólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Analista de Sistemas | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Arquiteto e Urbanista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Biólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Cirurgião Dentista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Agrônomo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Civil | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Florestal | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Médico Auditor | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor 20H | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Teatro | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Químico Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3570657 Legislação Municipal
De acordo com o artigo 91 da Lei Orgânica de Fazenda Rio Grande, assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
O Prefeito, o Vice-Prefeito, os Vereadores Municipais e seus respectivos cônjuges, não poderão contratar, direta ou indiretamente com o Município, persistindo essa proibição até _______________ após findar as funções exercidas no âmbito da administração pública. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR Provas: Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Administrador | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fisioterapeuta | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fonoaudiólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Analista de Sistemas | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Arquiteto e Urbanista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Biólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Cirurgião Dentista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Agrônomo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Civil | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Florestal | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Médico Auditor | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor 20H | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Teatro | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Químico Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3570656 Legislação Municipal
Sobre a seção IV da Lei Orgânica de Fazenda Rio Grande - Dos Auxiliares Diretos do Prefeito, assinale a alternativa correta. São condições essenciais para a investidura no cargo de Gerente, Diretor ou equivalente:

I. ser brasileiro.
II. estar no exercício dos direitos políticos.
III. ser maior de 21 (vinte e um) anos.
IV. ser funcionário concursado do município.
V. ter conduta social ilibada.  
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR Provas: Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Administrador | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fisioterapeuta | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fonoaudiólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Analista de Sistemas | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Arquiteto e Urbanista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Biólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Cirurgião Dentista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Agrônomo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Civil | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Florestal | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Médico Auditor | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor 20H | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Teatro | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Químico Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3570655 Legislação Municipal
De acordo com o artigo 42 da Lei Orgânica de Fazenda Rio Grande, o processo legislativo municipal compreende a elaboração de:

I. emendas à Lei Orgânica Municipal.
II. ações diretas de inconstitucionalidade.
III. leis complementares. IV. leis ordinárias.
V. leis delegadas.
VI. resoluções.
VII. decretos legislativos. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR Provas: Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Administrador | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fisioterapeuta | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fonoaudiólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Analista de Sistemas | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Arquiteto e Urbanista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Biólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Cirurgião Dentista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Agrônomo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Civil | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Florestal | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Médico Auditor | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor 20H | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Teatro | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Químico Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3570653 Legislação Municipal
Sobre a Lei Orgânica de Fazenda Rio Grande, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) É vedado ao município exigir ou aumentar tributos sem lei que o estabeleça.
( ) A Lei Orgânica Municipal poderá ser emendada mediante propostas de um terço, no mínimo, dos membros da Câmara Municipal; do Prefeito Municipal; de iniciativa popular.
( ) O servidor público estável só perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado e/ou mediante processo administrativo em que não lhe seja assegurada ampla defesa.
( ) A pessoa jurídica em débito com o sistema de seguridade social, como estabelecido em lei federal, ou ainda, em débito com a Fazenda Municipal ou Estadual, não poderá contratar com o Poder Público Municipal, contudo, poderá dele receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, a fim de quitação de dívida. 
Alternativas
Respostas
3761: A
3762: C
3763: D
3764: B
3765: D
3766: A
3767: B
3768: B
3769: D
3770: C
3771: B
3772: D
3773: A
3774: B
3775: D
3776: C
3777: B
3778: D
3779: A
3780: D