Questões de Concurso Comentadas para eletricista

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Q3992760 Eletricidade
 Em um projeto elétrico hospitalar, percebeu-se que era preciso garantir que todos os sistemas críticos tenham um fornecimento de energia estável e confiável. Tendo em vista essa necessidade, qual das medidas abaixo seria a melhor opção para garantir a continuidade do fornecimento de energia em caso de uma falha na rede elétrica principal? 
Alternativas
Q3992759 Eletricidade
Ao realizar uma inspeção de manutenção preventiva em uma rede de alta tensão de uma indústria, um técnico identificou a presença de sinais do efeito corona, que são caracterizados por efeitos luminosos e um som crepitante em torno dos cabos. Tal fenômeno pode levar a perdas significativas de energia e prejuízos financeiros para a indústria. Qual das ações a seguir seria a mais apropriada para minimizar esse problema? 
Alternativas
Q3990821 Segurança da Informação
“Uma solução de proteção de última geração que vem com o Windows 10, é uma proteção antivírus endpoint sempre ativa em tempo real.” A descrição se refere: 
Alternativas
Q3990819 Noções de Informática
Qual destas é uma diferença entre os sistemas operacionais Linux e Windows? 
Alternativas
Q3990818 Noções de Informática
Qual a origem principal da memória utilizada pelas placas de vídeo INTEGRADO? 
Alternativas
Q3990809 Português

Considere as três orações acerca dos sinais de pontuação e assinale a alternativa CORRETA:



I. Efetivamente, conheço esse homem.


II. A prefeitura, promoverá o concurso


III. Olha, Fabrício, você é um grande gestor. 

Alternativas
Q3990808 Português

Complete adequadamente os espaços e assinale a alternativa CORRETA:



Encontraram a criança na ______ de brinquedos.


A _____ da Câmara aprovou o projeto.


Os pais concordaram com a _______ de livros à biblioteca.


A firma possuía um ________ administrador.


Ele nem entendeu o ________ que causou a todos nós. 

Alternativas
Q3990807 Português
Os termos acessórios são aqueles cuja função, na oração, é acrescentar informações secundárias. Assinale a alternativa em que o texto destacado é complemento nominal:  
Alternativas
Q3990806 Português

Preencha as lacunas das seguintes frases e marque a opção que indica o uso correto da crase:



I. Isso cheira ___ querosene.


II. Eu estava disposto ___ viajar.


III. Nunca vou ___ festas.


IV. Deixou de ir ___ igreja.


V. Fui ___ Itália. 

Alternativas
Q3990805 Português

TRIGÉSIMO ANDAR – Wilson Rio Apa



    Aqui de cima – trigésimo andar do Hilton Hotel, onde me encarceraram – contemplo São Paulo, vejo os paulistanos lá embaixo, pequenas formas apressadas, prensadas entre muralhas de cimento e máquinas.

    A movimentação é desordenada.

    Fico angustiado com a impressão de que há luta nas ruas lá embaixo. Homens e máquinas parece que se perseguem, caçam. Por quê? Talvez tenham falhado em se harmonizar no único: construir uma cidade boa para todos. E, frustrados, odeiam-se.

    Parece que é isso. Parece que esse é o destino último dos homens e das suas grandes obras, utopias que perderam as medidas humanas.

    Aqui em cima há silêncio: silêncio feito de artifícios e supérfluos.

    Sou um homem de praias, ilhas desertas, rios e matos, marginal. Embora nascido ali na vila Mariana, nunca pude aceitar a vida de uma metrópole. Parti em busca de silêncio para pensar e escrever. Ancorei num remanso com a família, na periferia de uma cidade colonial. Antonina, Paraná. Lá os ventos são limpos, há perfume de florestas próximas, sol, boas chuvas, espaço.

    Nunca me senti tão estrangeiro como neste hotel.

    Vinha esta manhã seguindo as curvas do Tietê, rio da minha infância, onde muitas gerações de paulistanos no sábado à tarde e domingo pela manhã remavam barquinhos dos clubes, faziam piqueniques, namoravam, brincavam com os filhos. O rio de memórias e bandeiras está morto pelo que chamam de progresso.

    Ao chegar, passei pelo bairro da minha infância e parei diante da casa onde nasci. Não há espaços vazios em torno dela: só paredões não há mais árvores, chácaras, campo de futebol, mato, onde abríamos trilhas, cavávamos esconderijos e guerreávamos. Desci a rua, na esperança de ainda encontrar a fonte jorrando entre argila leitosa. Não vi nenhum grupo de meninos brincando. Não vi mais a fonte. Apenas imaginei-a sobre o asfalto da 23 de maio, e o campo de futebol sobre o viaduto da Avenida Cubatão. Ali, bem ali, esperávamos a queda dos balões, empinávamos papagaios.

    Onde brinca a infância de hoje nesta cidade?

    A ilusão acabou-se, a ilusão dos mitos da vida científica, do paraíso das máquinas proporcionando lazer, da economia e da medicina resolvendo todos os problemas. Acabou-se. Quem não conhece os males da poluição, da falta de espaço e de árvores, do excesso de tráfego?




WILSON RIO APA

Em “Todo cidadão tem direitos e deveres”. A palavra TODO é: 
Alternativas
Q3990804 Português

TRIGÉSIMO ANDAR – Wilson Rio Apa



    Aqui de cima – trigésimo andar do Hilton Hotel, onde me encarceraram – contemplo São Paulo, vejo os paulistanos lá embaixo, pequenas formas apressadas, prensadas entre muralhas de cimento e máquinas.

    A movimentação é desordenada.

    Fico angustiado com a impressão de que há luta nas ruas lá embaixo. Homens e máquinas parece que se perseguem, caçam. Por quê? Talvez tenham falhado em se harmonizar no único: construir uma cidade boa para todos. E, frustrados, odeiam-se.

    Parece que é isso. Parece que esse é o destino último dos homens e das suas grandes obras, utopias que perderam as medidas humanas.

    Aqui em cima há silêncio: silêncio feito de artifícios e supérfluos.

    Sou um homem de praias, ilhas desertas, rios e matos, marginal. Embora nascido ali na vila Mariana, nunca pude aceitar a vida de uma metrópole. Parti em busca de silêncio para pensar e escrever. Ancorei num remanso com a família, na periferia de uma cidade colonial. Antonina, Paraná. Lá os ventos são limpos, há perfume de florestas próximas, sol, boas chuvas, espaço.

    Nunca me senti tão estrangeiro como neste hotel.

    Vinha esta manhã seguindo as curvas do Tietê, rio da minha infância, onde muitas gerações de paulistanos no sábado à tarde e domingo pela manhã remavam barquinhos dos clubes, faziam piqueniques, namoravam, brincavam com os filhos. O rio de memórias e bandeiras está morto pelo que chamam de progresso.

    Ao chegar, passei pelo bairro da minha infância e parei diante da casa onde nasci. Não há espaços vazios em torno dela: só paredões não há mais árvores, chácaras, campo de futebol, mato, onde abríamos trilhas, cavávamos esconderijos e guerreávamos. Desci a rua, na esperança de ainda encontrar a fonte jorrando entre argila leitosa. Não vi nenhum grupo de meninos brincando. Não vi mais a fonte. Apenas imaginei-a sobre o asfalto da 23 de maio, e o campo de futebol sobre o viaduto da Avenida Cubatão. Ali, bem ali, esperávamos a queda dos balões, empinávamos papagaios.

    Onde brinca a infância de hoje nesta cidade?

    A ilusão acabou-se, a ilusão dos mitos da vida científica, do paraíso das máquinas proporcionando lazer, da economia e da medicina resolvendo todos os problemas. Acabou-se. Quem não conhece os males da poluição, da falta de espaço e de árvores, do excesso de tráfego?




WILSON RIO APA

Na frase “Não há mais espaços vazios em torno dela.” Assinale a alternativa CORRETA de acordo com a concordância verbal:
Alternativas
Q3990803 Português

TRIGÉSIMO ANDAR – Wilson Rio Apa



    Aqui de cima – trigésimo andar do Hilton Hotel, onde me encarceraram – contemplo São Paulo, vejo os paulistanos lá embaixo, pequenas formas apressadas, prensadas entre muralhas de cimento e máquinas.

    A movimentação é desordenada.

    Fico angustiado com a impressão de que há luta nas ruas lá embaixo. Homens e máquinas parece que se perseguem, caçam. Por quê? Talvez tenham falhado em se harmonizar no único: construir uma cidade boa para todos. E, frustrados, odeiam-se.

    Parece que é isso. Parece que esse é o destino último dos homens e das suas grandes obras, utopias que perderam as medidas humanas.

    Aqui em cima há silêncio: silêncio feito de artifícios e supérfluos.

    Sou um homem de praias, ilhas desertas, rios e matos, marginal. Embora nascido ali na vila Mariana, nunca pude aceitar a vida de uma metrópole. Parti em busca de silêncio para pensar e escrever. Ancorei num remanso com a família, na periferia de uma cidade colonial. Antonina, Paraná. Lá os ventos são limpos, há perfume de florestas próximas, sol, boas chuvas, espaço.

    Nunca me senti tão estrangeiro como neste hotel.

    Vinha esta manhã seguindo as curvas do Tietê, rio da minha infância, onde muitas gerações de paulistanos no sábado à tarde e domingo pela manhã remavam barquinhos dos clubes, faziam piqueniques, namoravam, brincavam com os filhos. O rio de memórias e bandeiras está morto pelo que chamam de progresso.

    Ao chegar, passei pelo bairro da minha infância e parei diante da casa onde nasci. Não há espaços vazios em torno dela: só paredões não há mais árvores, chácaras, campo de futebol, mato, onde abríamos trilhas, cavávamos esconderijos e guerreávamos. Desci a rua, na esperança de ainda encontrar a fonte jorrando entre argila leitosa. Não vi nenhum grupo de meninos brincando. Não vi mais a fonte. Apenas imaginei-a sobre o asfalto da 23 de maio, e o campo de futebol sobre o viaduto da Avenida Cubatão. Ali, bem ali, esperávamos a queda dos balões, empinávamos papagaios.

    Onde brinca a infância de hoje nesta cidade?

    A ilusão acabou-se, a ilusão dos mitos da vida científica, do paraíso das máquinas proporcionando lazer, da economia e da medicina resolvendo todos os problemas. Acabou-se. Quem não conhece os males da poluição, da falta de espaço e de árvores, do excesso de tráfego?




WILSON RIO APA

De acordo com a frase: “Nunca me senti estrangeiro como neste hotel”. Podemos inferir que: 
Alternativas
Q3990802 Português

TRIGÉSIMO ANDAR – Wilson Rio Apa



    Aqui de cima – trigésimo andar do Hilton Hotel, onde me encarceraram – contemplo São Paulo, vejo os paulistanos lá embaixo, pequenas formas apressadas, prensadas entre muralhas de cimento e máquinas.

    A movimentação é desordenada.

    Fico angustiado com a impressão de que há luta nas ruas lá embaixo. Homens e máquinas parece que se perseguem, caçam. Por quê? Talvez tenham falhado em se harmonizar no único: construir uma cidade boa para todos. E, frustrados, odeiam-se.

    Parece que é isso. Parece que esse é o destino último dos homens e das suas grandes obras, utopias que perderam as medidas humanas.

    Aqui em cima há silêncio: silêncio feito de artifícios e supérfluos.

    Sou um homem de praias, ilhas desertas, rios e matos, marginal. Embora nascido ali na vila Mariana, nunca pude aceitar a vida de uma metrópole. Parti em busca de silêncio para pensar e escrever. Ancorei num remanso com a família, na periferia de uma cidade colonial. Antonina, Paraná. Lá os ventos são limpos, há perfume de florestas próximas, sol, boas chuvas, espaço.

    Nunca me senti tão estrangeiro como neste hotel.

    Vinha esta manhã seguindo as curvas do Tietê, rio da minha infância, onde muitas gerações de paulistanos no sábado à tarde e domingo pela manhã remavam barquinhos dos clubes, faziam piqueniques, namoravam, brincavam com os filhos. O rio de memórias e bandeiras está morto pelo que chamam de progresso.

    Ao chegar, passei pelo bairro da minha infância e parei diante da casa onde nasci. Não há espaços vazios em torno dela: só paredões não há mais árvores, chácaras, campo de futebol, mato, onde abríamos trilhas, cavávamos esconderijos e guerreávamos. Desci a rua, na esperança de ainda encontrar a fonte jorrando entre argila leitosa. Não vi nenhum grupo de meninos brincando. Não vi mais a fonte. Apenas imaginei-a sobre o asfalto da 23 de maio, e o campo de futebol sobre o viaduto da Avenida Cubatão. Ali, bem ali, esperávamos a queda dos balões, empinávamos papagaios.

    Onde brinca a infância de hoje nesta cidade?

    A ilusão acabou-se, a ilusão dos mitos da vida científica, do paraíso das máquinas proporcionando lazer, da economia e da medicina resolvendo todos os problemas. Acabou-se. Quem não conhece os males da poluição, da falta de espaço e de árvores, do excesso de tráfego?




WILSON RIO APA

Na frase “Apenas imaginei – a sobre o asfalto da 23 de maio.” O pronome desta frase classifica – se sintaticamente como:
Alternativas
Q3982964 Eletricidade
Um engenheiro, ao analisar o sistema de energia elétrica de uma cidade, precisa determinar o tipo de gerador mais adequado para uma nova usina. Considerando a eficiência e o impacto ambiental, dentre as opções abaixo, qual tipo de gerador ele deve preferir? 
Alternativas
Q3982963 Eletricidade
É imprescindível que o técnico em eletricidade saiba corretamente as unidades de medida elétrica. Qual unidade de medida é utilizada para corrente elétrica, tensão elétrica, resistência elétrica e potência elétrica, respectivamente?
Alternativas
Q3982962 Eletricidade
Ao realizar a manutenção elétrica do estabelecimento, a equipe responsável instalou barreiras físicas e sinalizações para evitar o contato acidental com circuitos energizados. Esses itens são classificados como:
Alternativas
Q3982961 Meio Ambiente
As usinas hidrelétricas compõe a maior parte da matriz energética brasileira, mas elas geram impactos ambientais negativos. Um desses impactos é:
Alternativas
Q3982960 Eletricidade
Normalmente em rede de transmissão e distribuição é utilizado condutores elétricos de alumínio. Tal tipo de material condutor utilizado influencia diretamente na eficiência do sistema. Por que o alumínio é utilizado em algumas dessas aplicações em vez do cobre?
Alternativas
Respostas
1301: B
1302: C
1303: A
1304: D
1305: C
1306: B
1307: A
1308: C
1309: A
1310: A
1311: C
1312: B
1313: C
1314: D
1315: A
1316: B
1317: D
1318: C
1319: C
1320: A