Foram encontradas 38.035 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3396781 Nutrição
Diagnosticada com anemia ferropriva, Laura, 45 anos, apresenta-se em uma unidade hospitalar com queixa de cansaço excessivo, palidez e falta de ar ao realizar atividades leves. O exame laboratorial revelou níveis de hemoglobina abaixo dos padrões de referência e o ferro sérico também estava diminuído. Com base nisso, a recomendação dietética mais adequada para o manejo dessa paciente com anemia ferropriva é:
Alternativas
Q3396780 Nutrição
Joca é um paciente do hospital MNM, com histórico de doença renal crônica. Durante uma avaliação, ele se apresenta com edema nas extremidades inferiores e pressão arterial elevada. Ele é acompanhado em terapia renal substitutiva (hemodiálise) e tem dificuldades em controlar a ingestão de líquidos e proteínas. Baseando-se nos fatos e, considerando que Joca possui 55 anos, a principal recomendação nutricional para este paciente em terapia renal substitutiva será: 
Alternativas
Q3396779 Nutrição
Diagnosticada com hipertensão arterial sistêmica e apresentando níveis de pressão arterial elevados (160/100 mmHg), Dona Maria, de 60 anos, está em tratamento medicamentoso, mas ainda apresenta resistência no controle da pressão arterial. O IMC da paciente é de 30 kg/m², e ela tem histórico de ingestão elevada de sódio na dieta. Considerando tais informações, a principal recomendação dietética para o controle da hipertensão nesse caso é:
Alternativas
Q3396778 Nutrição
Juliana, casada com Paulo, está com 30 anos e gestante no segundo trimestre de gestação. Em determinada consulta de rotina, ela informa ao nutricionista que apresentou um ganho de peso dentro dos padrões esperados, mas relata sentir-se frequentemente cansada e com dificuldades digestivas. Além disso, ela tem histórico de constipação e anseios alimentares específicos, como desejo por alimentos salgados e doces. Com base neste caso hipotético, qual a recomendação nutricional mais adequada para essa gestante?
Alternativas
Q3396777 Nutrição
Paulo, 45 anos, diagnosticado com diabetes tipo 2, está com níveis de glicose em jejum elevados e histórico de resistência à insulina. Durante a avaliação nutricional, ele apresenta um IMC de 28 kg/m² e dificuldades em controlar a dieta. Tendo por base a situação narrada, qual a principal recomendação dietética para este paciente com diabetes tipo 2?
Alternativas
Q3396776 Nutrição
Joana, durante a avaliação nutricional, relata um cansaço excessivo e dificuldade em manter hábitos alimentares saudáveis. O profissional, que conhece o histórico de obesidade grau I da paciente, após a avaliação nutricional, informa para Joana que o seu índice de massa corporal (IMC) foi calculado em 32 kg/m². Por conta disso, o profissional deseja adotar uma dieta equilibrada para controle de peso. Com base nas informações e, considerando que Joana está com 35 anos, qual é a recomendação nutricional inicial mais adequada para este paciente com obesidade grau I?
Alternativas
Q3395255 Legislação dos Municípios do Estado da Bahia
Com base na Lei Orgânica de Conceição do Coité, compete ao município, de forma privativa, de acordo com o art. 14:
Alternativas
Q3395253 História
Enquanto o Brasil instituía sua segunda Constituição Federal, a primeira da República, Conceição do Coité que acabara de se emancipar, criava seu primeiro Código de Posturas (também conhecido como Constituição Municipal, atualmente a Lei Orgânica) no ano de:
Alternativas
Q3395245 Português
TEXTO I

A novilíngua do crime


Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou
francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime

Roberto Motta



   Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime.

   Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras.

   Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido.

   Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira.

   Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”.

   Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação.

   A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime.

   O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem.


https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado.. 
A expressão em destaque foi devidamente classificada entre parênteses em todas as alternativas, EXCETO em:
Alternativas
Q3395241 Português
TEXTO I

A novilíngua do crime


Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou
francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime

Roberto Motta



   Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime.

   Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras.

   Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido.

   Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira.

   Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”.

   Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação.

   A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime.

   O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem.


https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado.. 
“[...] também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido”. Sobre o processo de Formação de palavra do vocábulo destacado é correto afirmar que:
Alternativas
Q3392090 Nutrição
Com base na Resolução CFN no 600, de 25 de fevereiro de 2018 (retificada em 23 de maio de 2018), que define as áreas de atuação do nutricionista, suas atribuições e parâmetros numéricos mínimos de referência, assinale a alternativa correta quanto à atuação do nutricionista no ambiente escolar.
Alternativas
Q3392089 Nutrição
De acordo com a Resolução CFN no 786, de 10 de setembro de 2024, assinale a alternativa correta sobre os tipos de inscrição de nutricionistas nos Conselhos Regionais de Nutrição (CRN).
Alternativas
Q3392088 Nutrição
De acordo com o documento “Planejamento e Preparo de Refeições” (Caderno 16 – Disciplinas de Formação Técnica em Alimentação Escolar, MEC, 2016), quais são os cinco princípios fundamentais que devem orientar a elaboração de um cardápio saudável, conforme as Leis da Alimentação?
Alternativas
Q3392087 Nutrição
Com base nas diretrizes do Caderno 14 – Educação Alimentar e Nutricional, integrante das Disciplinas de Formação Técnica em Alimentação Escolar (MEC, 2016), assinale a alternativa correta sobre a implementação da EAN no ambiente escolar.
Alternativas
Q3392086 Nutrição
O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) prevê diretrizes específicas para a aquisição de alimentos provenientes da agricultura familiar, promovendo o desenvolvimento sustentável e garantindo a segurança alimentar dos alunos. Considerando as normativas do PNAE 2020, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3392085 Nutrição
O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) estabelece diretrizes específicas para a elaboração de cardápios, garantindo a oferta nutricional equilibrada aos alunos da educação básica, além de prever critérios para o controle de custos e gestão dos recursos financeiros. De acordo com as normativas vigentes do PNAE,
Alternativas
Q3392084 Nutrição
A Educação Alimentar e Nutricional (EAN) é um campo de conhecimento e prática contínua que visa promover hábitos alimentares saudáveis, considerando os aspectos sociais, culturais e econômicos da alimentação. A partir dos princípios estabelecidos no Marco de Referência de Educação Alimentar e Nutricional para as Políticas Públicas (2012), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3392083 Segurança e Saúde no Trabalho
O documento da Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN), publicado pelo Ministério da Saúde em 2013, estabelece diretrizes para garantir a segurança alimentar e nutricional da população brasileira. Em relação às regulamentações sobre controle e regulação dos alimentos, é correto afirmar:
Alternativas
Q3392082 Nutrição
A legislação brasileira estabelece normas rigorosas para garantir a qualidade e segurança dos alimentos, abrangendo Boas Práticas de Fabricação (BPF), rotulagem, informação nutricional obrigatória, informações nutricionais complementares e alimentos funcionais. Considerando as atualizações normativas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3392081 Segurança e Saúde no Trabalho
As Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) são infecções ou intoxicações causadas pela ingestão de alimentos contaminados por microrganismos patogênicos ou suas toxinas. Esses agentes podem comprometer a segurança alimentar e representar riscos significativos à saúde pública. Com base nesse tema, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
5541: C
5542: B
5543: B
5544: C
5545: C
5546: A
5547: A
5548: D
5549: B
5550: D
5551: D
5552: C
5553: E
5554: A
5555: A
5556: B
5557: B
5558: E
5559: D
5560: E