Questões de Concurso Comentadas para fonoaudiólogo

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Ano: 2024 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Valinhos - SP Provas: Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Médico Neurologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Médico Cardiologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Médico Ortopedista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Médico Otorrinolaringologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Médico Pediatra Plantonista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Médico Pediatra | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Médico Psiquiatra Infantil | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Médico Neuropeditra | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Pedagogo - SAS (Secretaria de Assistência Social) | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Médico Oftalmologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Assistente Social | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Médico Ortopedista Plantonista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Contador - SF (Secretaria da Fazenda) | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Médico Reumatologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Médico Psiquiatra | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Biólogo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Auditor Fiscal | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Enfermeiro do Trabalho | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Enfermeiro | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Engenheiro Agrônomo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Engenheiro Ambiental | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Engenheiro Civil | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Farmacêutico | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Engenheiro Eletricista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Médico Clínico Geral Plantonista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Médico Clínico Geral | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Psicólogo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Cirurgião Dentista Plantonista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Cirurgião Dentista Pediatra | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Cirurgião Dentista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Fonoaudiólogo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Médico Auditor | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Médico Regulador | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Fisioterapeuta - SS (Secretaria da Saúde) | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Médico Veterinário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Terapeuta Ocupacional | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Nutricionista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Valinhos - SP - Engenheiro em Segurança do Trabalho |
Q3416661 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Como cientistas pretendem salvar antigo dialeto grego da extinção

A língua grega milenar romeyka está em vias de desaparecer. Para tentar salvá-la, Ioanna Sitaridou, professora da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, lançou a plataforma Crowdsourcing Romeyka, traduzida para três idiomas e que permite downloads gratuitos de áudios do dialeto. O portal pretende ser uma ferramenta colaborativa para proporcionar a produção de conteúdo linguístico baseado no uso diário da oralidade em comunidade, além do ambiente acadêmico. O projeto faz parte da Década Internacional das Línguas Indígenas da ONU (2022-32), com o objetivo de chamar a atenção para a preservação linguística.

Romeyka não possui um sistema de escrita e foi transmitida apenas oralmente entre as gerações até hoje. Os pesquisadores acreditam que há apenas alguns milhares de falantes nativos restantes na região de Trabzon, na Turquia. No entanto, o dialeto está gradualmente se perdendo sobretudo devido à ausência de mecanismos de apoio para facilitar a transmissão intergeracional, ao estigma sociocultural e à migração. Sem contar que a maioria dos falantes nativos em Trabzon tem mais de 65 anos.

“A colaboração de fala é uma nova ferramenta que ajuda os falantes a construir um repositório de dados falados para seus dialetos em perigo, permitindo aos pesquisadores documentar essas línguas, mas também motivando os falantes a apreciarem sua própria herança linguística. Ao mesmo tempo, criando um monumento permanente de sua língua, pode ajudar os falantes a alcançar o reconhecimento de sua identidade por pessoas fora de sua comunidade linguística”, diz Sitaridou, em comunicado.

Nos últimos 150 anos, apenas quatro pesquisadores de campo coletaram dados sobre romeyka em Trabzon. Sitaridou se envolveu com as comunidades locais, principalmente as mulheres, produzindo conteúdo de áudio e vídeo. Ela descobriu que esse dialeto descende do grego helenístico, e não do grego medieval, influenciando na formação linguística atual.

O que é a língua romeyka?

O romeyka é uma variedade milenar do grego. É considerada pelos especialistas “uma mina de ouro linguística” e uma ponte viva para o mundo antigo. Ainda hoje, existe uma resistência dos falantes de romeyka em identificá-la como uma de suas línguas, porque os nacionalistas turcos não consideram falar grego parte dos fundamentos de pertencimento nacional. Para os gregos, as outras variedades da língua são consideradas “contaminadas” para a ideologia de uma única língua grega falada desde a antiguidade.

“Quando os falantes podem falar suas línguas maternas, eles se sentem ‘vistos’ e, assim, se sentem mais conectados ao resto da sociedade; por outro lado, não falar as línguas hereditárias ou minoritárias cria uma forma de trauma que, na verdade, mina a integração que a assimilação linguística se orgulha de alcançar”, afirma Sitaridou.

Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/cultura/noticia /2024/04/como-cientistas-pretendem-salvarantigo-dialeto-grego-da-extincao.ghtml>
Analise as sentenças a seguir, retiradas do texto, e assinale a alternativa em que o verbo em destaque está em sua forma nominal.
Alternativas
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Q3416660 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Como cientistas pretendem salvar antigo dialeto grego da extinção

A língua grega milenar romeyka está em vias de desaparecer. Para tentar salvá-la, Ioanna Sitaridou, professora da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, lançou a plataforma Crowdsourcing Romeyka, traduzida para três idiomas e que permite downloads gratuitos de áudios do dialeto. O portal pretende ser uma ferramenta colaborativa para proporcionar a produção de conteúdo linguístico baseado no uso diário da oralidade em comunidade, além do ambiente acadêmico. O projeto faz parte da Década Internacional das Línguas Indígenas da ONU (2022-32), com o objetivo de chamar a atenção para a preservação linguística.

Romeyka não possui um sistema de escrita e foi transmitida apenas oralmente entre as gerações até hoje. Os pesquisadores acreditam que há apenas alguns milhares de falantes nativos restantes na região de Trabzon, na Turquia. No entanto, o dialeto está gradualmente se perdendo sobretudo devido à ausência de mecanismos de apoio para facilitar a transmissão intergeracional, ao estigma sociocultural e à migração. Sem contar que a maioria dos falantes nativos em Trabzon tem mais de 65 anos.

“A colaboração de fala é uma nova ferramenta que ajuda os falantes a construir um repositório de dados falados para seus dialetos em perigo, permitindo aos pesquisadores documentar essas línguas, mas também motivando os falantes a apreciarem sua própria herança linguística. Ao mesmo tempo, criando um monumento permanente de sua língua, pode ajudar os falantes a alcançar o reconhecimento de sua identidade por pessoas fora de sua comunidade linguística”, diz Sitaridou, em comunicado.

Nos últimos 150 anos, apenas quatro pesquisadores de campo coletaram dados sobre romeyka em Trabzon. Sitaridou se envolveu com as comunidades locais, principalmente as mulheres, produzindo conteúdo de áudio e vídeo. Ela descobriu que esse dialeto descende do grego helenístico, e não do grego medieval, influenciando na formação linguística atual.

O que é a língua romeyka?

O romeyka é uma variedade milenar do grego. É considerada pelos especialistas “uma mina de ouro linguística” e uma ponte viva para o mundo antigo. Ainda hoje, existe uma resistência dos falantes de romeyka em identificá-la como uma de suas línguas, porque os nacionalistas turcos não consideram falar grego parte dos fundamentos de pertencimento nacional. Para os gregos, as outras variedades da língua são consideradas “contaminadas” para a ideologia de uma única língua grega falada desde a antiguidade.

“Quando os falantes podem falar suas línguas maternas, eles se sentem ‘vistos’ e, assim, se sentem mais conectados ao resto da sociedade; por outro lado, não falar as línguas hereditárias ou minoritárias cria uma forma de trauma que, na verdade, mina a integração que a assimilação linguística se orgulha de alcançar”, afirma Sitaridou.

Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/cultura/noticia /2024/04/como-cientistas-pretendem-salvarantigo-dialeto-grego-da-extincao.ghtml>
O advérbio “gradualmente”, que ocorre no excerto “(...) o dialeto está gradualmente se perdendo (...)”, exprime o mesmo significado que a expressão de função gramatical correspondente:
Alternativas
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Q3416659 Português
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Como cientistas pretendem salvar antigo dialeto grego da extinção

A língua grega milenar romeyka está em vias de desaparecer. Para tentar salvá-la, Ioanna Sitaridou, professora da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, lançou a plataforma Crowdsourcing Romeyka, traduzida para três idiomas e que permite downloads gratuitos de áudios do dialeto. O portal pretende ser uma ferramenta colaborativa para proporcionar a produção de conteúdo linguístico baseado no uso diário da oralidade em comunidade, além do ambiente acadêmico. O projeto faz parte da Década Internacional das Línguas Indígenas da ONU (2022-32), com o objetivo de chamar a atenção para a preservação linguística.

Romeyka não possui um sistema de escrita e foi transmitida apenas oralmente entre as gerações até hoje. Os pesquisadores acreditam que há apenas alguns milhares de falantes nativos restantes na região de Trabzon, na Turquia. No entanto, o dialeto está gradualmente se perdendo sobretudo devido à ausência de mecanismos de apoio para facilitar a transmissão intergeracional, ao estigma sociocultural e à migração. Sem contar que a maioria dos falantes nativos em Trabzon tem mais de 65 anos.

“A colaboração de fala é uma nova ferramenta que ajuda os falantes a construir um repositório de dados falados para seus dialetos em perigo, permitindo aos pesquisadores documentar essas línguas, mas também motivando os falantes a apreciarem sua própria herança linguística. Ao mesmo tempo, criando um monumento permanente de sua língua, pode ajudar os falantes a alcançar o reconhecimento de sua identidade por pessoas fora de sua comunidade linguística”, diz Sitaridou, em comunicado.

Nos últimos 150 anos, apenas quatro pesquisadores de campo coletaram dados sobre romeyka em Trabzon. Sitaridou se envolveu com as comunidades locais, principalmente as mulheres, produzindo conteúdo de áudio e vídeo. Ela descobriu que esse dialeto descende do grego helenístico, e não do grego medieval, influenciando na formação linguística atual.

O que é a língua romeyka?

O romeyka é uma variedade milenar do grego. É considerada pelos especialistas “uma mina de ouro linguística” e uma ponte viva para o mundo antigo. Ainda hoje, existe uma resistência dos falantes de romeyka em identificá-la como uma de suas línguas, porque os nacionalistas turcos não consideram falar grego parte dos fundamentos de pertencimento nacional. Para os gregos, as outras variedades da língua são consideradas “contaminadas” para a ideologia de uma única língua grega falada desde a antiguidade.

“Quando os falantes podem falar suas línguas maternas, eles se sentem ‘vistos’ e, assim, se sentem mais conectados ao resto da sociedade; por outro lado, não falar as línguas hereditárias ou minoritárias cria uma forma de trauma que, na verdade, mina a integração que a assimilação linguística se orgulha de alcançar”, afirma Sitaridou.

Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/cultura/noticia /2024/04/como-cientistas-pretendem-salvarantigo-dialeto-grego-da-extincao.ghtml>
Considere o seguinte excerto: “Os pesquisadores acreditam que há apenas alguns milhares de falantes nativos restantes na região de Trabzon, na Turquia.” No contexto apresentado, a flexão de gênero do pronome indefinido “alguns” é motivada pela palavra:
Alternativas
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Q3416658 Português
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Como cientistas pretendem salvar antigo dialeto grego da extinção

A língua grega milenar romeyka está em vias de desaparecer. Para tentar salvá-la, Ioanna Sitaridou, professora da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, lançou a plataforma Crowdsourcing Romeyka, traduzida para três idiomas e que permite downloads gratuitos de áudios do dialeto. O portal pretende ser uma ferramenta colaborativa para proporcionar a produção de conteúdo linguístico baseado no uso diário da oralidade em comunidade, além do ambiente acadêmico. O projeto faz parte da Década Internacional das Línguas Indígenas da ONU (2022-32), com o objetivo de chamar a atenção para a preservação linguística.

Romeyka não possui um sistema de escrita e foi transmitida apenas oralmente entre as gerações até hoje. Os pesquisadores acreditam que há apenas alguns milhares de falantes nativos restantes na região de Trabzon, na Turquia. No entanto, o dialeto está gradualmente se perdendo sobretudo devido à ausência de mecanismos de apoio para facilitar a transmissão intergeracional, ao estigma sociocultural e à migração. Sem contar que a maioria dos falantes nativos em Trabzon tem mais de 65 anos.

“A colaboração de fala é uma nova ferramenta que ajuda os falantes a construir um repositório de dados falados para seus dialetos em perigo, permitindo aos pesquisadores documentar essas línguas, mas também motivando os falantes a apreciarem sua própria herança linguística. Ao mesmo tempo, criando um monumento permanente de sua língua, pode ajudar os falantes a alcançar o reconhecimento de sua identidade por pessoas fora de sua comunidade linguística”, diz Sitaridou, em comunicado.

Nos últimos 150 anos, apenas quatro pesquisadores de campo coletaram dados sobre romeyka em Trabzon. Sitaridou se envolveu com as comunidades locais, principalmente as mulheres, produzindo conteúdo de áudio e vídeo. Ela descobriu que esse dialeto descende do grego helenístico, e não do grego medieval, influenciando na formação linguística atual.

O que é a língua romeyka?

O romeyka é uma variedade milenar do grego. É considerada pelos especialistas “uma mina de ouro linguística” e uma ponte viva para o mundo antigo. Ainda hoje, existe uma resistência dos falantes de romeyka em identificá-la como uma de suas línguas, porque os nacionalistas turcos não consideram falar grego parte dos fundamentos de pertencimento nacional. Para os gregos, as outras variedades da língua são consideradas “contaminadas” para a ideologia de uma única língua grega falada desde a antiguidade.

“Quando os falantes podem falar suas línguas maternas, eles se sentem ‘vistos’ e, assim, se sentem mais conectados ao resto da sociedade; por outro lado, não falar as línguas hereditárias ou minoritárias cria uma forma de trauma que, na verdade, mina a integração que a assimilação linguística se orgulha de alcançar”, afirma Sitaridou.

Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/cultura/noticia /2024/04/como-cientistas-pretendem-salvarantigo-dialeto-grego-da-extincao.ghtml>
Analise os conjuntos de palavras a seguir e assinale a alternativa em que todas as expressões apontadas são empregadas no texto apresentado para evocar o mesmo referente.
Alternativas
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Como cientistas pretendem salvar antigo dialeto grego da extinção

A língua grega milenar romeyka está em vias de desaparecer. Para tentar salvá-la, Ioanna Sitaridou, professora da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, lançou a plataforma Crowdsourcing Romeyka, traduzida para três idiomas e que permite downloads gratuitos de áudios do dialeto. O portal pretende ser uma ferramenta colaborativa para proporcionar a produção de conteúdo linguístico baseado no uso diário da oralidade em comunidade, além do ambiente acadêmico. O projeto faz parte da Década Internacional das Línguas Indígenas da ONU (2022-32), com o objetivo de chamar a atenção para a preservação linguística.

Romeyka não possui um sistema de escrita e foi transmitida apenas oralmente entre as gerações até hoje. Os pesquisadores acreditam que há apenas alguns milhares de falantes nativos restantes na região de Trabzon, na Turquia. No entanto, o dialeto está gradualmente se perdendo sobretudo devido à ausência de mecanismos de apoio para facilitar a transmissão intergeracional, ao estigma sociocultural e à migração. Sem contar que a maioria dos falantes nativos em Trabzon tem mais de 65 anos.

“A colaboração de fala é uma nova ferramenta que ajuda os falantes a construir um repositório de dados falados para seus dialetos em perigo, permitindo aos pesquisadores documentar essas línguas, mas também motivando os falantes a apreciarem sua própria herança linguística. Ao mesmo tempo, criando um monumento permanente de sua língua, pode ajudar os falantes a alcançar o reconhecimento de sua identidade por pessoas fora de sua comunidade linguística”, diz Sitaridou, em comunicado.

Nos últimos 150 anos, apenas quatro pesquisadores de campo coletaram dados sobre romeyka em Trabzon. Sitaridou se envolveu com as comunidades locais, principalmente as mulheres, produzindo conteúdo de áudio e vídeo. Ela descobriu que esse dialeto descende do grego helenístico, e não do grego medieval, influenciando na formação linguística atual.

O que é a língua romeyka?

O romeyka é uma variedade milenar do grego. É considerada pelos especialistas “uma mina de ouro linguística” e uma ponte viva para o mundo antigo. Ainda hoje, existe uma resistência dos falantes de romeyka em identificá-la como uma de suas línguas, porque os nacionalistas turcos não consideram falar grego parte dos fundamentos de pertencimento nacional. Para os gregos, as outras variedades da língua são consideradas “contaminadas” para a ideologia de uma única língua grega falada desde a antiguidade.

“Quando os falantes podem falar suas línguas maternas, eles se sentem ‘vistos’ e, assim, se sentem mais conectados ao resto da sociedade; por outro lado, não falar as línguas hereditárias ou minoritárias cria uma forma de trauma que, na verdade, mina a integração que a assimilação linguística se orgulha de alcançar”, afirma Sitaridou.

Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/cultura/noticia /2024/04/como-cientistas-pretendem-salvarantigo-dialeto-grego-da-extincao.ghtml>
Segundo a reportagem apresentada, a respeito do dialeto grego romeyka é correto afirmar que:
Alternativas
Q3416606 Linguística

Chomsky defende que língua é conjunto de infinito de frases e que se define não só pelas frases existentes, mas também pelas possíveis, aquelas que se podem criar a partir da___________ da língua, tornando os falantes aptos a produzir frases que até mesmo nunca foram ouvidas por ele.


Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto: 

Alternativas
Q3416605 Linguística
Nos anos 50, Noam Chomsky, linguista americano, discípulo de um distribucionalista também americano conhecido por Z. Harris, começa a propor que a linguagem não seja tão presa à classificação de dados, mas que dê um lugar importante à teoria. Inspirado no racionalismo e da tradição lógica dos estudos da linguagem, ele apresenta uma teoria a que chama de gramática e seu estudo se dá especificamente na sintaxe que, para ele, constitui um nível: 
Alternativas
Q3416604 Pedagogia

_____________no ensino de língua significa ruptura com a concepção empirista do ensino de língua e de mera aplicação de teorias linguísticas. A valorização da experiência acarreta a necessidade de valorização do aluno como falante, historicamente delimitado, e da articulação de sua experiência pessoal e social com os conhecimentos acumulados nas ciências da linguagem.


Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto: 

Alternativas
Q3416603 Fonoaudiologia

Pela classificação brasileira de procedimentos em Fonoaudiologia, considere as definições, abaixo:


I - Avaliação da diadococinesia oral: Avaliação da capacidade do indivíduo em realizar movimentos isolados e sequenciais relacionados à mímica facial e língua.


II - Avaliação das praxias orofaciais: Avaliação da capacidade do indivíduo em realizar repetições rápidas de contrações opostas e segmentos simples de fala.


III - Avaliação de práxis de fala: Análise da capacidade de organizar intencionalmente o posicionamento da musculatura da fala e de sequenciar os movimentos de fonemas na produção de fonemas ou de uma sequência de fonemas, ou seja, avaliação da programação motora da fala.


IV - Avaliação das habilidades pragmáticodiscursivas: Análise da linguagem oral, discurso, raciocínio linguístico, análise das funções e meios comunicativos verbais e não verbais.


Estão incorretas as definições apontadas em: 

Alternativas
Q3416602 Fonoaudiologia

Leia:


Análise perceptivo-auditiva dos parâmetros vocais e prosódicos da fala; análise dos recursos não verbais (postura corporal, expressões gestuais e faciais) e tensão muscular relacionada à voz.


O procedimento fonoaudiológico descrito denomina-se: 

Alternativas
Q3416601 Fonoaudiologia
Pelo Decreto nº 87.281/82, é da competência do Fonoaudiólogo e de profissionais habilitados na forma da legislação específica órgãos e estabelecimentos públicos, autárquicos, privados ou mistos no campo da Fonoaudiologia. Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto:
Alternativas
Q3416600 Fonoaudiologia
A imitanciometria não envolve o seguinte exame:
Alternativas
Q3416598 Fonoaudiologia

Em Fonoaudiologia, são ligadas à avaliação da linguagem oral as seguintes avaliações:


I - avaliação psicomotora.


II - avaliação da organização perceptiva auditiva.


III - avaliação sintático-semântica.


É correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3416595 Fonoaudiologia

O teste do Weber audiométrico é fundamental ao diagnóstico na audiometria clínica para verificar a presença de gap aéreo-ósseo, sendo mais eficaz para baixas frequências. Analise os itens sobre o teste:


I - Deve ser realizado em todas as frequências na intensidade de 15 dB acima do limiar de via óssea na frequência a ser testada, com o vibrador ósseo posicionado na linha média da fronte do paciente.


II - A lateralização para a orelha pior sugere a presença de perda auditiva mista com menor gap aéreo-ósseo nesta orelha.


III - A lateralização para a orelha melhor sugere perda auditiva condutiva na pior orelha. É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3416594 Fonoaudiologia
Quando os limiares auditivos em 3 kHz e/ou 4 kHz e/ou 6 kHz são maiores que 10 dB se comparados com os limiares de 1 kHz ou 2 kHz e 6 kHz ou 8 kHz, determina-se: 
Alternativas
Q3416593 Fonoaudiologia
Sobre a configuração audiométrica, a em entalhe é assim descrita:
Alternativas
Q3416592 Fonoaudiologia
Sobre a configuração audiométrica, a descendente acentuada é assim descrita:
Alternativas
Q3416591 Fonoaudiologia
Sobre o desempenho auditivo em ambientes silenciosos, pela classificação de perda auditiva da OMS, considere a alternativa que discorre sobre as características da perda auditiva unilateral:
Alternativas
Q3416590 Fonoaudiologia
Cofose é o termo utilizado por BIAP (1996) para determinar:
Alternativas
Q3416589 Fonoaudiologia

A perda auditiva de grau muito severo é assim classificada por BIAP (1996):


I - Grau I: 91 a 100 dB NA. I


I - Grau II: 101 a 110 dB NA.


III - Grau III: 111 a 120 dB NA.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
5141: E
5142: A
5143: C
5144: B
5145: B
5146: D
5147: C
5148: D
5149: A
5150: C
5151: C
5152: E
5153: D
5154: A
5155: C
5156: A
5157: D
5158: D
5159: E
5160: E