Questões de Concurso Comentadas para médico nutrologista

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Q683265 Nutrição
As queimaduras resultam em trauma grave, com aumento da necessidade energética acima do gasto energético de repouso, de acordo com a extensão e a profundidade das lesões. As metas de tratamento nutricional para os pacientes queimados incluem:
Alternativas
Q683264 Nutrição
Os pneumopatas apresentam depleção do estado nutricional com piora clínica, aumento da mortalidade e redução da qualidade de vida. Os efeitos adversos das doenças pulmonares no estado nutricional podem ser desencadeados por:
Alternativas
Q683263 Nutrição
Assinale a alternativa em que se encontram as informações corretas acerca dos princípios dietéticos para o tratamento não farmacológico de um paciente diabético.
Alternativas
Q683262 Nutrição
No tratamento dietoterápico da obesidade, a restrição energética deve ser moderada. Assim, recomenda-se que o valor energético da dieta seja calculado com restrição de:
Alternativas
Q683261 Nutrição
Ao final de um almoço de confraternização entre colegas de trabalho, cerca de 1h30min após a refeição, 21 dos 35 participantes apresentaram náuseas e vômitos. Os resultados da investigação epidemiológica revelaram que a panqueca de frango foi o alimento consumido em comum por aqueles que apresentaram os sintomas. Assinale a alternativa que aponta o provável agente causador do problema.
Alternativas
Q683260 Nutrição
O fator ambiental mais importante que afeta a multiplicação de micro-organismos é a temperatura. São características dos micro-organismos classificados no grupo dos mesófilos:
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Q683259 Nutrição
A RCD/ANVISA n° 63/2000 fixa os requisitos mínimos exigidos para o cumprimento das Boas Práticas de Preparação de Nutrição Enteral. Nesse contexto, assinale a alternativa INCORRETA.
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Q683258 Nutrição
O lactário é a unidade com área restrita, destinada à limpeza, à esterilização, ao preparo e à guarda de mamadeiras, basicamente, de fórmulas lácteas. O lactário é obrigatório em estabelecimentos de assistência à saúde que possuam atendimento:
Alternativas
Q683257 Nutrição
As gastrectomias apresentam como principais complicações a síndrome de Dumping e a hipoglicemia alimentar. Podem ser consideradas diretrizes de tratamento nutricional para pacientes que apresentem estas complicações:
Alternativas
Q683256 Nutrição
O paciente com doença renal crônica precoce pode se beneficiar de uma intervenção nutricional que objetive retardar e evitar a evolução da doença. Para tanto, a dieta deve conter:
Alternativas
Q683255 Nutrição
A composição da dieta é parte importante na etiologia da resistência periférica à ação da insulina associada à obesidade e diabetes mellitus tipo 2. Em relação ao consumo de carboidratos, pode-se afirmar que dietas com:
Alternativas
Q683254 Nutrição
Paciente de 69 anos, sexo feminino, com diagnóstico de Insuficiência Cardíaca Crônica (ICC) grau III foi internada com quadro de dispnéia, edema leve, taquicardia, fadiga e perda de peso de 10% nos últimos seis meses, peso seco atual = 48 kg e estatura = 1,70 m. A dieta desta paciente deve apresentar as seguintes características:
Alternativas
Q683253 Nutrição
A doença de Crohn e a Colite Ulcerativa caracterizam-se pela presença de diarreia, febre e desnutrição. Dentre os fatores de risco associados à exacerbação destes sintomas nas doenças inflamatórias intestinais, destacam-se:
Alternativas
Q683252 Nutrição
A doença celíaca é uma doença inflamatória do intestino delgado que resulta da resposta autoimune para ingestão do glúten em indivíduos predispostos geneticamente. O tratamento dietético se baseia na eliminação do glúten da dieta. Assim, o desjejum de um paciente com doença celíaca deveria conter:
Alternativas
Q683251 Nutrição
L.S, sexo feminino, 61 anos, com história de doença cardíaca isquêmica e diabetes mellitus tipo 2 há 15 anos, apresentou-se ao hospital de emergência com dor precordial de forte intensidade, dispneia e taquicardia. Foi evidenciado infarto agudo do miocárdio com alterações eletrocardiográficas. A prescrição dietética imediatamente após a liberação para iniciar a dieta deve contemplar as seguintes recomendações:
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Q683243 Direito Administrativo
Guilherme foi aprovado e classificado no concurso da UFRJ para o cargo de Engenheiro em Telecomunicações. Após tomar posse e entrar em exercício, ele foi convocado para realizar o Curso de Formação Profissional referente à segunda etapa do concurso para o cargo de Policial Rodoviário Federal ao qual também estava concorrendo a época que tomou posse na UFRJ. Considerando que Guilherme se encontra em estágio probatório na UFRJ, seu afastamento para participar no Curso de Formação:
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Q683240 Português
“Os meios de transportes, e comunicação em massa, as mercadorias, casa, alimento e roupa, a produção irresistível da indústria de diversões e informação trazem atitudes e hábitos prescritos, certas reações intelectuais e emocionais que prendem os consumidores mais ou menos agradavelmente aos produtores e, através destes, ao todo.” (texto 3)
Quanto à regência, os verbos destacados são respectivamente:
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Q683238 Português

                                          MUSEU DE COISAS VIVAS

   As coisas que admiramos nos museus que conhecemos são objetos do desejo de gerações passadas, finismos de gente morta: joias, bijuterias, móveis, ferramentas de escrita. Talvez seja por isso que, quando viajo, vou a lojas, bazares e mercados com o mesmo entusiasmo com que vou aos museus. As mercadorias expostas (e a forma como são expostas) têm sempre muito a dizer a respeito do local, dos seus habitantes e das pessoas que os visitam — exatamente como as alas dos museus nos falam, por exemplo, sobre os etruscos ou os antigos romanos. A diferença, a favor do comércio, é que a gente pode levar para casa o que está exposto.

  Exagero, claro. Os museus expõem peças únicas, com a pátina de centenas, quando não milhares de anos. Mas não é preciso pensar muito para notar que a essência das peças é a mesma das coisas que nos seduzem nas lojas. Todas elas, coisas novas e peças antigas, foram feitas obedecendo a uma necessidade ou a um capricho da época.

  É curioso notar, também, como praticamente não há família de objetos, por funcionais que sejam, em que não se possa perceber a evolução dos tempos e dos gostos e o desejo de distinção de um bípede em relação a outro. Uma caixa de madeira é tão caixa quanto a sua contraparte de marfim; uma tigela simples serve tão bem ao seu uso quanto uma tigela enfeitada de pedrarias. Mas como o homem de posses vai se diferenciar dos mortais comuns se não caprichar no supérfluo?

  Os museus provam que somos consumistas e exibicionistas há milhares de anos, e que distribuição de renda justa é uma utopia recente. O comércio prova que, se somos animais que consomem, somos também animais muito criativos. Quem poderia imaginar os 60 tipos de escovas de dentes que se encontram em qualquer drugstore americana? Ou as infinitas formas e cores que assumem os sapatos, sobretudo femininos?

  Às vezes penso que o conteúdo de uma loja, qualquer loja, arrumado por um museólogo, com as devidas etiquetas, poderia ficar divertido.

  Nem sempre museus e lojas se entendem bem na minha cabeça. Uma vez fui para o Louvre depois de sair da Printemps só para ver a nova ala egípcia. Fiquei sem ar diante do que estava exposto, nem tanto pela beleza do que via quanto pela consciência do tempo que me separava das pessoas que haviam feito e usado aquelas coisas. Diante de tal abismo metafísico, quase morri de vergonha do creme contra celulite que comprara e que carregava na bolsa: que besteira era aquela diante da poeira dos séculos? [...]

RÓNAI, Cora.  O Globo, 04/10/2012.

Os museus expõem peças únicas, com a pátina de centenas, quando não milhares de anos. Mas não é preciso pensar muito para notar que a essência das peças é a mesma das coisas que nos seduzem nas lojas. Todas elas, coisas novas e peças antigas, foram feitas obedecendo a uma necessidade ou a um capricho da época.”
Quanto à classe gramatical, as palavras destacadas são respectivamente:
Alternativas
Q683237 Português

                                          MUSEU DE COISAS VIVAS

   As coisas que admiramos nos museus que conhecemos são objetos do desejo de gerações passadas, finismos de gente morta: joias, bijuterias, móveis, ferramentas de escrita. Talvez seja por isso que, quando viajo, vou a lojas, bazares e mercados com o mesmo entusiasmo com que vou aos museus. As mercadorias expostas (e a forma como são expostas) têm sempre muito a dizer a respeito do local, dos seus habitantes e das pessoas que os visitam — exatamente como as alas dos museus nos falam, por exemplo, sobre os etruscos ou os antigos romanos. A diferença, a favor do comércio, é que a gente pode levar para casa o que está exposto.

  Exagero, claro. Os museus expõem peças únicas, com a pátina de centenas, quando não milhares de anos. Mas não é preciso pensar muito para notar que a essência das peças é a mesma das coisas que nos seduzem nas lojas. Todas elas, coisas novas e peças antigas, foram feitas obedecendo a uma necessidade ou a um capricho da época.

  É curioso notar, também, como praticamente não há família de objetos, por funcionais que sejam, em que não se possa perceber a evolução dos tempos e dos gostos e o desejo de distinção de um bípede em relação a outro. Uma caixa de madeira é tão caixa quanto a sua contraparte de marfim; uma tigela simples serve tão bem ao seu uso quanto uma tigela enfeitada de pedrarias. Mas como o homem de posses vai se diferenciar dos mortais comuns se não caprichar no supérfluo?

  Os museus provam que somos consumistas e exibicionistas há milhares de anos, e que distribuição de renda justa é uma utopia recente. O comércio prova que, se somos animais que consomem, somos também animais muito criativos. Quem poderia imaginar os 60 tipos de escovas de dentes que se encontram em qualquer drugstore americana? Ou as infinitas formas e cores que assumem os sapatos, sobretudo femininos?

  Às vezes penso que o conteúdo de uma loja, qualquer loja, arrumado por um museólogo, com as devidas etiquetas, poderia ficar divertido.

  Nem sempre museus e lojas se entendem bem na minha cabeça. Uma vez fui para o Louvre depois de sair da Printemps só para ver a nova ala egípcia. Fiquei sem ar diante do que estava exposto, nem tanto pela beleza do que via quanto pela consciência do tempo que me separava das pessoas que haviam feito e usado aquelas coisas. Diante de tal abismo metafísico, quase morri de vergonha do creme contra celulite que comprara e que carregava na bolsa: que besteira era aquela diante da poeira dos séculos? [...]

RÓNAI, Cora.  O Globo, 04/10/2012.

Assinale a alternativa em que a palavra que foi utilizada com o objetivo de se referir a um termo antecedente nas duas ocorrências sublinhadas.
Alternativas
Q683236 Português
   Os meios de transportes, e comunicação em massa, as mercadorias, casa, alimento e roupa, a produção irresistível da indústria de diversões e informação trazem atitudes e hábitos prescritos, certas reações intelectuais e emocionais que prendem os consumidores mais ou menos agradavelmente aos produtores e, através destes, ao todo. Os produtos doutrinam e manipulam; promovem uma falsa consciência que é imune à sua falsidade. E, ao ficarem esses produtos benéficos à disposição de maior número de indivíduos e de classes sociais, a doutrinação que eles portam deixa de ser publicidade; torna-se um estilo de vida. É um bom estilo de vida – muito melhor do que antes – e, como um bom estilo de vida, milita contra a transformação qualitativa. Surge, assim, um padrão de pensamento e comportamento unidimensionais no qual as ideias, as aspirações e os objetivos que, por seu conteúdo, transcendem o universo estabelecido da palavra e da ação são repelidos ou reduzidos a termos desse universo. São redefinidos pela racionalidade do sistema dado e de sua extensão quantitativa.
MARCUSE, H. A ideologia da sociedade industrial. Rio de Janeiro: Zahar, 1979. p.32. Adaptado.
Assinale a alternativa em que é opcional o uso do sinal indicativo de crase na palavra destacada.
Alternativas
Respostas
441: D
442: E
443: D
444: B
445: B
446: A
447: C
448: C
449: C
450: D
451: E
452: E
453: A
454: A
455: B
456: D
457: B
458: A
459: B
460: A