Questões de Concurso Comentadas para farmacêutico

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Q3721507 Noções de Informática
No uso dos recursos do Windows 10 BR (x64) em um microcomputador Intel, um funcionário da prefeitura de Nobres está navegando em sites da internet usando o browser Microsoft Edge. Para acessar/ocultar a “Área de Trabalho”, ele deve executar um atalho de teclado. Para acessar o gerenciador de pastas e arquivos, conhecido como Explorer, ele deve executar outro atalho de teclado. Esses atalhos de teclado são, respectivamente, Tecla do logotipo do Windows e:
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Q3721501 Geografia
Um dos elementos socioeconômicos marcantes perceptíveis no setor primário da economia do município de Nobres é a:
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Q3721500 Direito Administrativo
Gael é engenheiro agrônomo celetista em cargo científico contratado efetivo pela Petrobras S/A por meio de concurso público. Após atingir dez anos, considerando sua carga horária de plantão compatível, resolveu prestar concurso público para engenheiro ambiental organizado pelo município de Nobres/MT. Caso seja aprovado: 
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Q3721499 Legislação dos Municípios do Estado do Mato Grosso
Ao município de Nobres/MT, conforme disposto na Lei Orgânica, é vedado celebrar contrato com empresas que comprovadamente:
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Q3721498 Direito Eleitoral
Gael foi eleito prefeito de Nobres/MT e reeleito posteriormente com grande apoio popular. Liam, irmão de Gael, resolve se candidatar ao cargo de prefeito na eleição subsequente, uma vez que contará com grande apoio político. Nesse caso, a candidatura deverá ser:
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Q3721497 Matemática

Uma roda de raio de 40 cm gira 15 vezes sobre uma rua plana. Nessas condições, podemos dizer que a distância percorrida é igual a:


(Considere π = 3,14)

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Q3721496 Matemática
Em um triângulo retângulo, os catetos medem 15 cm e 20 cm. A altura relativa à hipotenusa é igual a:
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Q3721494 Matemática
Um cone circular reto tem 4 cm de raio da base e 6 cm de altura. Assim, o volume do cone, em mL, é igual a:
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Q3721493 Física
A altura, em metros, de um projétil lançado verticalmente para cima é dada por h(t) = – 5t2 + 20t + 1, onde t é medido em segundos. Dessa forma, podemos garantir que a altura máxima do projétil será:
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Q3721492 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

“É possível que um país de ‘não leitores’ contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância” (6º parágrafo). A oração em destaque pode ser classificada como:
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Q3721491 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

“Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção” (4º parágrafo). Nesse trecho, a vírgula foi empregada para isolar:
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Q3721490 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

“Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral” (2º parágrafo). O conectivo em destaque tem valor:
Alternativas
Q3721489 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

Pelas suas características composicionais, o texto anterior é um exemplo de:
Alternativas
Q3721488 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

O texto sugere que há uma relação entre o uso da internet no tempo livre e o hábito de leitura de livros no Brasil. Essa relação pode ser sintetizada na ideia de que:
Alternativas
Q3719051 Direito Sanitário
O Sistema Único de Saúde (SUS), instituído pela Constituição Federal de 1988 e regulamentado pela Lei nº 8.080/1990, é um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo. Sua complexa organização é regida por princípios doutrinários, que representam a base filosófica do sistema, e por princípios organizativos, que definem como o sistema deve operar para alcançar seus objetivos. A correta aplicação desses princípios é vital para a efetividade da saúde pública. Considerando os princípios fundamentais do SUS, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3719050 Administração Geral
A etapa de Programação no Ciclo da Assistência Farmacêutica é fundamental para dimensionar as necessidades de aquisição, evitando tanto o desabastecimento quanto o excesso de estoque e o desperdício de recursos públicos. Para que a estimativa seja fidedigna, o farmacêutico pode lançar mão de diferentes métodos, cuja escolha depende da disponibilidade de dados e do contexto do serviço de saúde. Acerca dos métodos de programação e estimativa de necessidades, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)O método baseado no perfil epidemiológico utiliza dados de consumo de meses anteriores e a demanda reprimida para projetar a necessidade futura.
(__)O método da oferta de serviços é o mais preciso, pois se baseia na capacidade instalada do serviço (número de leitos, número de consultas) e nos protocolos clínicos, desconsiderando o consumo passado.
(__)A Curva ABC, uma ferramenta de programação, classifica os medicamentos pela sua essencialidade (A=Vital, B=Essencial, C=Não essencial).
(__)O método baseado no consumo histórico é o mais utilizado na prática, mas requer ajustes para sazonalidade, introdução de novos serviços ou interrupções de fornecimento (demanda reprimida) para evitar erros na estimativa.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3719049 Administração Geral
 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) publicou a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 658/2022, que atualiza as diretrizes de Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos, alinhando o Brasil aos padrões internacionais do Esquema de Cooperação em Inspeção Farmacêutica (PIC/S). Esta norma enfatiza o Sistema de Qualidade Farmacêutico (SQF), que deve ser abrangente e corretamente implementado, envolvendo a gestão de riscos da qualidade (GRQ) como um pilar central para todas as operações. Acerca dos princípios do SQF e da GRQ conforme a RDC nº 658/2022, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)A validação de processo deve ser realizada prospectivamente apenas para os três primeiros lotes comerciais, sendo a validação concorrente vedada em qualquer circunstância.
(__)O Gerenciamento de Risco da Qualidade (GRQ) é uma ferramenta opcional, recomendada apenas para processos complexos, não sendo mandatório para o controle de mudanças.
(__)A Revisão Periódica de Produto (RPP) deve focar exclusivamente nos resultados de estabilidade e nos desvios de processo, não sendo necessário incluir dados de reclamações de mercado.
(__)O Sistema de Qualidade Farmacêutico (SQF) engloba as Boas Práticas de Fabricação, o Gerenciamento de Risco da Qualidade e o monitoramento da eficácia dos processos e do sistema, exigindo o comprometimento da Alta Administração.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3719044 Farmácia
O conceito de Atenção Farmacêutica evoluiu ao longo dos anos, passando de um foco no medicamento para um foco no paciente e na comunidade. O Cuidado Farmacêutico, conforme definido pelo Consenso Brasileiro, é um modelo de prática que envolve a interação direta do farmacêutico com o paciente, visando otimizar a farmacoterapia, promover a saúde e prevenir doenças. Este processo busca identificar, prevenir e resolver Problemas Relacionados à Farmacoterapia (PRM). Sobre os componentes da Atenção Farmacêutica e do Cuidado Farmacêutico, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3719041 Saúde Pública
O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) é alimentado pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos constantes da lista nacional de notificação compulsória. A detecção precoce desses eventos é crucial para que o sistema de vigilância epidemiológica possa tomar medidas de controle. Algumas doenças exigem notificação imediata (em até 24 horas) devido ao seu potencial epidêmico ou gravidade. Com base na legislação vigente sobre notificação compulsória, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3719039 Administração Geral
O Ciclo da Assistência Farmacêutica é um processo dinâmico e integrado, composto por etapas interdependentes que visam garantir o acesso e o uso racional de medicamentos. A etapa de Seleção é considerada a base de todo o ciclo, pois define quais medicamentos estarão disponíveis no sistema de saúde, impactando diretamente a qualidade do cuidado, a logística e os custos. Esse processo é tipicamente conduzido por uma Comissão de Farmácia e Terapêutica (CFT). Assim, analise as afirmativas a seguir.
I.A seleção deve ser baseada em critérios de eficácia, segurança e custo-efetividade, utilizando a Medicina Baseada em Evidências, e resulta na elaboração da Relação de Medicamentos Essenciais (REMUME ou equivalente).
II.A Comissão de Farmácia e Terapêutica (CFT) deve priorizar a inclusão de medicamentos recém-lançados no mercado, pois eles representam as opções mais seguras, mesmo que ainda não tenham estudos de Fase IV concluídos.
III.A seleção influencia diretamente a etapa de programação, pois define o elenco de itens a serem programados, e também a etapa de aquisição, ao permitir a compra em maior escala e, potencialmente, a redução de preços.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
3061: A
3062: B
3063: A
3064: D
3065: B
3066: A
3067: D
3068: A
3069: B
3070: A
3071: C
3072: B
3073: D
3074: D
3075: C
3076: D
3077: A
3078: E
3079: E
3080: B