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O cuidado e a desolação
Por José Henrique Bortoluci

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-v_o-cuidado-e-a-desolacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
O cuidado e a desolação
Por José Henrique Bortoluci

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-v_o-cuidado-e-a-desolacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
( ) No período “A projeção indica que a população brasileira crescerá até 2047”, a oração subordinada introduzida pela palavra “que” exerce função de objeto direto, complementando o verbo “indicar”.
( ) No sintagma “dependia de soluções precárias e machistas”, a regência preposicionada mantém-se obrigatória porque o verbo “depender” é regido pela preposição “de”.
( ) Na oração “cada adulto poderá ter de sustentar quase dois idosos”, a forma “poderá se ter” seria preferencial em razão da próclise obrigatória após verbo auxiliar no futuro do presente.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
O cuidado e a desolação
Por José Henrique Bortoluci

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-v_o-cuidado-e-a-desolacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os termos retirados do texto às suas respectivas classificações e características.
Coluna 1
1. Diminuir.
2. Longevidade.
3. Será sustentado.
4. Cuidador.
Coluna 2
( ) Verbo na voz passiva analítica.
( ) Formação por derivação sufixal.
( ) Substantivo abstrato formado a partir de adjetivo e sufixo.
( ) Verbo da 3ª conjugação.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
O cuidado e a desolação
Por José Henrique Bortoluci

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-v_o-cuidado-e-a-desolacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
O cuidado e a desolação
Por José Henrique Bortoluci

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-v_o-cuidado-e-a-desolacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. A apresentação de projeções numéricas sobre a proporção de idosos compõe argumento de autoridade e constitui a ideia principal estruturante do texto, que sugere a manutenção dos modelos de cuidado em relação às pessoas idosas.
II. O trecho que afirma que “cada adulto poderá ter de sustentar quase dois idosos” introduz uma inferência hipotética, projetando consequência provável.
III. A descrição da aceleração demográfica é apresentada como ideia secundária, porque não articula relação lógica com as demais afirmações do texto, mantendo função meramente informativa.
O cuidado e a desolação
Por José Henrique Bortoluci

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-v_o-cuidado-e-a-desolacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Como a figura da tia solteira, que assumia os cuidados dos pais”.
A alienação de bens do município e de suas autarquias, subordinada a existência de interesse público devidamente justificado, será sempre precedida de avaliação e quando imóveis, dependerá de autorização legislativa, avaliação prévia e concorrência, dispensada esta nos seguintes casos:
I. Dação em pagamento.
II. Doação.
III. Permuta.
IV. Investidura.
Está(ão) CORRETA(S):
TEXTO PARA AS QUESTÃO.
O leito
Mares, de espúmeo albor de rendas revestidos!
Vagas, cheias de aroma, e de torpor fecundas!
Para a febre lenir, que esvaíra-me os sentidos,
Quero nestes lençóis mergulha-los, vencidos,
Num mar de sensações letárgicas, profundas!
Aqui, de regiões apostas, climas vários
Vieram se encontrar, por diversos caminhos,
Para depor, fiéis, submissos tributários,
Os prodígios do gosto, árduos, imaginários,
Em perfume, em cetins, em sedas, em arminhos.
Despenhada do teto, em turbilhão se entorna,
Muda, imóvel cascata, a cortina nitente,
Derramando no ar uma preguiça morna,
Que os músculos distende e os nervos amadorna,
Em íntima volúpia, estranha, inconsciente.
Repassa, embebe a alcova, em toda a plenitude,
A emanação sutil, que enleva, que extasia,
De um corpo virginal e cheio de saúde,
Grato eflúvio do sangue, em plena juventude,
Que do olfato a avidez satura, e não sacia.
Perfumados lençóis! vós sois as brancas tendas,
Onde, árabes do amor, meus vagos pensamentos
Nas solidões da noite ouvem estranhas lendas,
Enquanto sob um céu enublado de rendas
Enerva-me o luar de uns olhos sonolentos!
Autor: Teófilo Dias - Fanfarras.
Ao longo do poema, o autor explora a fusão entre corpo, espaço e imaginação, criando uma experiência estética marcada pela sinestesia e pelo simbolismo. Nesse sentido, analise as assertivas:
I. A alcova é apresentada como um espaço simbólico em que sensações físicas e estados psíquicos se confundem, dissolvendo os limites entre sujeito e ambiente.
II. O uso recorrente de termos ligados ao torpor, à lentidão e à imobilidade sugere negação do desejo e recusa da experiência sensorial.
Das assertivas, pode-se afirmar que: