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Q3541901 Português
Assinale a alternativa que apresenta a correta acentuação das palavras, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa.  
Alternativas
Q3541900 Português
Assinale a alternativa que apresenta a correta transposição da sentença abaixo para o discurso indireto.

“Não brinques com fogo – disse a mãe.” 
Alternativas
Q3541899 Português
Assinale a alternativa que apresenta o uso INCORRETO do hífen, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.  
Alternativas
Q3541898 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Coisas jurídicas


     Este negócio de assassinatos perpetrados pelos maridos, por adultério da mulher, dá lugar a muitas reflexões. A estupidez desses matadores é evidente; a sua perversidade não é menos.

     Mas os jornais, no dever de forçar a publicidade e provocar a curiosidade, trazem à tona cousas bem interessantes.

     Não quero falar bobagens e quinquilharias da vida doméstica de um qualquer casal: não quero falar do caderno da venda nem das reclamações do vizinho; não quero falar do choro das crianças nem das palmadas paternas e maternas. Tudo isto é igual em todas as notícias desses casos tristes em que um bobo ou perverso marido mata a mulher porque adulterou.

    No último caso, porém, em que isso se deu, surgiu uma situação onde a bodega de lei dança uma dança macabra com a justiça e a razão. Relembro um pouco um sujeito qualquer que descobre a mulher em flagrante adultério. Tenta matá-la à faca; o amante se interpõe e o marido o mata. Bem. Até aí, nada de novo.

   O que de novo aparece é o código civil ou criminal ou lá que for. Qualquer de um desses famosos calhamaços diz que a essa pobre mulher que escapou de ser morta, e, se o não foi, deve-o à generosa coragem do seu amante; a essa pobre mulher o calhamaço dá direito, ao matador manqué, de processá-la e arranjar a sua condenação a um ano de prisão celular.

    Ora bolas! O que é mais grave é o adultério ou a tentativa de assassinato? Então o tipo que me mata ou tenta matar-me porque furtei um pão à sua padaria, pode processar-me por crime de furto?

   Então eu que atiro e firo o gatuno que me vai furtar as galinhas do quintal, posso processá-lo por crime de furto?

   Já se viu uma cousa dessas?

   Essa jurisprudência é uma coisa muito engraçada!


Lima Barreto
Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17281/coisas-
juridicas Acesso: 18/03/2024
No trecho “(…) o amante se interpõe e o marido o mata”, retirado do texto, os verbos estão conjugados, respectivamente, no 
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Q3541897 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Coisas jurídicas


     Este negócio de assassinatos perpetrados pelos maridos, por adultério da mulher, dá lugar a muitas reflexões. A estupidez desses matadores é evidente; a sua perversidade não é menos.

     Mas os jornais, no dever de forçar a publicidade e provocar a curiosidade, trazem à tona cousas bem interessantes.

     Não quero falar bobagens e quinquilharias da vida doméstica de um qualquer casal: não quero falar do caderno da venda nem das reclamações do vizinho; não quero falar do choro das crianças nem das palmadas paternas e maternas. Tudo isto é igual em todas as notícias desses casos tristes em que um bobo ou perverso marido mata a mulher porque adulterou.

    No último caso, porém, em que isso se deu, surgiu uma situação onde a bodega de lei dança uma dança macabra com a justiça e a razão. Relembro um pouco um sujeito qualquer que descobre a mulher em flagrante adultério. Tenta matá-la à faca; o amante se interpõe e o marido o mata. Bem. Até aí, nada de novo.

   O que de novo aparece é o código civil ou criminal ou lá que for. Qualquer de um desses famosos calhamaços diz que a essa pobre mulher que escapou de ser morta, e, se o não foi, deve-o à generosa coragem do seu amante; a essa pobre mulher o calhamaço dá direito, ao matador manqué, de processá-la e arranjar a sua condenação a um ano de prisão celular.

    Ora bolas! O que é mais grave é o adultério ou a tentativa de assassinato? Então o tipo que me mata ou tenta matar-me porque furtei um pão à sua padaria, pode processar-me por crime de furto?

   Então eu que atiro e firo o gatuno que me vai furtar as galinhas do quintal, posso processá-lo por crime de furto?

   Já se viu uma cousa dessas?

   Essa jurisprudência é uma coisa muito engraçada!


Lima Barreto
Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17281/coisas-
juridicas Acesso: 18/03/2024
Na sentença “Tenta matá-la à faca”, retirada do texto, o pronome em destaque é pessoal:  
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Q3541896 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Coisas jurídicas


     Este negócio de assassinatos perpetrados pelos maridos, por adultério da mulher, dá lugar a muitas reflexões. A estupidez desses matadores é evidente; a sua perversidade não é menos.

     Mas os jornais, no dever de forçar a publicidade e provocar a curiosidade, trazem à tona cousas bem interessantes.

     Não quero falar bobagens e quinquilharias da vida doméstica de um qualquer casal: não quero falar do caderno da venda nem das reclamações do vizinho; não quero falar do choro das crianças nem das palmadas paternas e maternas. Tudo isto é igual em todas as notícias desses casos tristes em que um bobo ou perverso marido mata a mulher porque adulterou.

    No último caso, porém, em que isso se deu, surgiu uma situação onde a bodega de lei dança uma dança macabra com a justiça e a razão. Relembro um pouco um sujeito qualquer que descobre a mulher em flagrante adultério. Tenta matá-la à faca; o amante se interpõe e o marido o mata. Bem. Até aí, nada de novo.

   O que de novo aparece é o código civil ou criminal ou lá que for. Qualquer de um desses famosos calhamaços diz que a essa pobre mulher que escapou de ser morta, e, se o não foi, deve-o à generosa coragem do seu amante; a essa pobre mulher o calhamaço dá direito, ao matador manqué, de processá-la e arranjar a sua condenação a um ano de prisão celular.

    Ora bolas! O que é mais grave é o adultério ou a tentativa de assassinato? Então o tipo que me mata ou tenta matar-me porque furtei um pão à sua padaria, pode processar-me por crime de furto?

   Então eu que atiro e firo o gatuno que me vai furtar as galinhas do quintal, posso processá-lo por crime de furto?

   Já se viu uma cousa dessas?

   Essa jurisprudência é uma coisa muito engraçada!


Lima Barreto
Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17281/coisas-
juridicas Acesso: 18/03/2024
São sinônimos da palavra “perpretados”, em destaque no texto, EXCETO:
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Q3514322 Jornalismo
Tipo de fonte que se preocupa com a busca de versões ou interpretações dos fatos. Sempre simpáticas e disponíveis, darão a quaisquer fatos a interpretação conveniente a instituição assessorada. Inclusive, assessores de imprensa usam essas fontes como um dos truques para influir na linha editorial dos jornais. A que fonte esse trecho se refere? 
Alternativas
Q3514321 Jornalismo
É a presença, em todos os lugares, de mídias digitais conectadas em rede, estabelecendo conexões em qualquer espaço e tempo. Esse trecho se refere à:  
Alternativas
Q3514320 Jornalismo
A técnica da pirâmide invertida, combinada ao lead, é a forma de escrever uma noticia a partir do elemento mais relevante até o de menor importância, ou seja, apresentam-se os fatos em ordem decrescente. Contudo, a chegada do webjornalismo fez com que ela fosse adaptada a pirâmide deitada. Considerando os quatro níveis de leitura da pirâmide deitada, assinale a alternativa que nomeia a ordem correta dessa arquitetura no webjornalismo.  
Alternativas
Q3514319 Jornalismo
A partir da classificação de Marques de Melo (2010) sobre formatos de jornalismo e gêneros de redação, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando o conceito à sua respectiva definição.
Coluna 1 1. Notícia. 2. Nota. 3. História de interesse humano. 4. Reportagem. 5. Entrevista.
Coluna 2 ( ) Relato de acontecimento que está em processo de configuração. ( ) Relato que privilegia a versão de um ou mais protagonistas dos acontecimentos. ( ) Relato ampliado de acontecimento que produz impacto no organismo social. ( ) Relato ou narrativa que privilegia facetas particulares dos “agentes” noticiosos. ( ) Relato integral de um fato que já eclodiu no organismo social.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3514318 Jornalismo
Sobre os princípios do texto jornalístico (Lage, 2005), analise as assertivas a seguir:
I. Utilizam-se, sempre que possível, palavras do registro formal admissíveis no registro coloquial. Entre “próximo a” e “perto de”, “perto de”; entre “recinto” e “sala”, “sala”; entre “pretérito” e “passado”, “passado”; entre “sintagma” e “locução”, “locução”.
II. Palavras técnicas, quando necessárias, devem ser usadas com moderação e acompanhadas da explicação necessária. A teoria geral por trás dessas escolhas é de que a precisão é relativa, dependendo do contexto e dos destinatários da informação.
III. Infográficos, retrancas subalternas e minientrevistas podem ser um meio eficiente de criar um jornalismo de síntese que não se limite ao texto, mas que domine o tempo da comunicação humana, com economia narrativa, presteza e precisão.
IV. Eliminam-se (com exceção das citações) adjetivos e categorias testemunhais, isto é, aqueles e aquelas cuja aplicação depende da subjetividade de quem produz a mensagem.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q3514317 Jornalismo
Em relação ao radiojornalismo e ao telejornalismo, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Radiodifusão de noticias e radiojornalismo são formas de produzir e divulgar conteúdo autoral no radio.
( ) A prática de reproduzir noticias de agências ou de jornais e revistas impressas é conhecida como gillette press no rádio.
( ) Na TV, um debate que submete uma pessoa ou um grupo em evidência a um fogo cruzado de perguntas é conhecido como hearing.
( ) Testemunhal, biografia, previsão do tempo e entrevista são de género informativo, dentro da classificação radiojornalística.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3514316 Jornalismo
Em relação ao trabalho em assessoria de imprensa, história e técnica do uso de release, analise as assertivas e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Embora qualquer tipo de material informativo encaminhado à imprensa possa ser considerado release, é tradição caracterizá-lo como documento estruturado em forma de matéria jornalística.
( ) Mesmo com outras denominações, o release surgiu no Brasil ainda na metade do século XX.
( ) Antes de ser conhecido como release, o material encaminhado à imprensa era chamado de prét-à-porter.
( ) Ao redigir o titulo do release, a criatividade é mais importante do que a objetividade.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:  
Alternativas
Q3514315 Relações Públicas
Representa o monitoramento periódico do desempenho de uma instituição na mídia. Em resumo, trata-se de “uma análise mais depurada e sofisticada do clipping de noticias, geralmente com base nas categorias ‘positivo’, ‘negativo’, e em análises quantitativas”. O conceito citado se refere a qual instrumento que faz parte do trabalho em assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia?  
Alternativas
Q3514314 Jornalismo
Na rotina produtiva do jornalismo, cria-se uma rede noticiosa, e as fontes fazem parte dessa organização. Traquina (2004) afirma que o jornalista usa diversos critérios para avaliar a fiabilidade da informação. Se dizemos que uma fonte fornece material suficiente de qualidade e quantidade, facilitando a obtenção de dados necessários no menor tempo possível para o jornalista, falamos, nomeadamente, de que critério de avaliação das fontes?  
Alternativas
Q3514313 Jornalismo
A comunicação organizacional tem critérios e fluxos a fim de auxiliar na solução de problemas de comunicação interna, segundo Fossatti (2006). Sobre esse tema, analise as assertivas a seguir:
I. A comunicação lateral tem o objetivo de coordenar problemas, necessidades, conselho, feedback.
II. A comunicação para baixo tem a finalidade de influenciar estratégias, objetivos, instruções, politicas, feedback.
III. A comunicação para cima é para informar problemas, resultados, sugestões, perguntas, necessidades.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q3514312 Comunicação Social
Sobre comunicação pública, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) É aquela voltada para o indivíduo, feita pelo Estado e seus órgãos institucionais, administrativos. Busca alcançar a pessoa na sua perspectiva consumidora de serviços.
( ) Diz respeito a dar acesso, agir com transparência, fornecer informação, estimulando a participação social das pessoas naquilo que lhes diz respeito.
( )É semelhante ao marketing, cujo foco é beneficiar os emissores, usando ferramentas de comunicação para conquistar, convencer.
( ) Na prática, pode ser estruturada na tríade: informação, diálogo e participação.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3514311 Jornalismo
Nenhuma instituição, seja publica ou privada, está imune a crise. Sobre comunicação e gestão de crise, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3514310 Jornalismo

Referente às teorias da comunicação, analise as assertivas a seguir:

I. Os pensadores americanos da teoria funcionalista retornam e revisitam o modelo teórico dos Cultural Studies da Inglaterra para seus estudos de vertente administrativa da comunicação.

II. A teoria do Agir Comunicacional foi formulada por Jirgen Habermas, um remanescente da segunda geração da Escola de Frankfurt. Ele notou que nem a linha positivista nem a teórico-crítica definiam satisfatoriamente as relações nas modernas democracias.

III. Com o avanço da ciência e da tecnologia na época, os engenheiros Claude Shannon e Warren Weaver formularam a teoria matemática da informação, modelo simples e de fácil compreensão que chegou a superar o paradigma funcionalista-pragmático.

IV. A superinformação que leva a desinformação virtual nos dias atuais, entorpecendo a sensibilidade do publico, encontra suporte na disfunção narcotizante dos meios de comunicação, conceito formulado por Paul Lazarsfeld.


Quais estão INCORRETAS? 

Alternativas
Q3514309 Jornalismo
De acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, é um direito do jornalista: 
Alternativas
Respostas
581: D
582: A
583: B
584: B
585: A
586: D
587: A
588: B
589: B
590: D
591: E
592: A
593: E
594: B
595: C
596: E
597: C
598: D
599: C
600: D