Questões de Concurso Comentadas para geógrafo

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Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Geógrafo |
Q2269450 Geografia
Segundo dados da FAPESP e do Centro de Previsão Climática da Administração Oceânica e Atmosférica (NOAA), dos Estados Unidos, o El Niño apresentou sinais de atividade já em junho de 2023, prometendo se tornar um dos exemplares mais rigorosos já experimentado pela humanidade. De acordo com o comunicado, a chance de um El Niño forte é de 56% e de um moderado de 84%. (Disponível em https://revistapesquisa.fapesp.br/ sinais-do-proximo-el-nino/ acesso em 9 de jul. de 2023). Sabendo se tratar de um fenômeno que confere a elevação da temperatura nas águas oceânicas do Pacífico, o governo brasileiro deve se preparar para situações em seu território, durante nosso solstício de verão, devido à influência do El Niño. Marque a opção que indica as situações para as quais o governo brasileiro deve se preparar:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Geógrafo |
Q2269449 Geografia
O início do atual governo foi marcado pela recuperação de mais de 195 mil postos formais de trabalho, representando o melhor resultado já experimentado na série histórica, que teve início em janeiro de 2022. No entanto, o IPEA – Instituto de Pesquisa em Economia Aplicada, em recente estudo sobre as causas do resultado anterior negativo, afirmou que:
      “(...) de acordo com a pesquisa do IBGE, os microdados trimestrais – que permitem uma análise mais detalhada do mercado de trabalho brasileiro - mostram que a queda da população ocupada do terceiro para o quarto trimestre de 2022 ocorreu por um recuo maior dos fluxos de entrada na ocupação (de 44,9% para 43,2%) relativamente ao fluxo de saída da ocupação (de 43,9% para 43,1%).” (Disponível em https://www.ipea.gov.br/cartadeconjuntura/wp-content/uploads/2023/04/230411_ cc_58_nota_30_mercado_de_trabalho.pdf acesso em 8 de jul. de 2023).
     Dessa forma, segundo o IPEA, o fato que melhor explica o processo de retração da população ocupada em 2022 deve-se a:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Geógrafo |
Q2269448 Geografia
Recentemente, a América Latina se tornou palco de disputas entre duas grandes potências, EUA e China. Ambas procuram conquistar territórios que dispõem de lítio, um importante e estratégico mineral utilizado em diferentes atividades, isto é, desde a indústria farmacêutica até as de alta tecnologia. Em entrevista à BBC Mundo, Benjamin Gendan, diretor do Programa América Latina do centro de estudos Wilson Center, afirma que “As principais potências estão lutando para obter os minerais necessários para a transição energética e a América Latina é um importante campo de batalha”. (disponível em https://www.bbc.com/ portuguese/articles/c0vz35p4pqgo, acesso em 8 jul. de 2023). Adicionalmente, é frequente o uso do termo triângulo do lítio para se referir aos 3 países da América Latina que possuem as maiores reservas desse minério. Com base em seus conhecimentos, marque a opção correta que indica quais os países que compõem o triângulo do lítio na América Latina:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Geógrafo |
Q2269447 Geografia
Sobre as dinâmicas Estado e Território, no Brasil, ao longo do século XX, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Geógrafo |
Q2269446 Geografia
Sobre os diferentes métodos e procedimentos para determinação da densidade do solo orientado pelo Manual de Métodos e Análises de Solo (EMBRAPA, 2017), é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Geógrafo |
Q2269445 Geografia
Sobre as características das nuvens é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Geógrafo |
Q2269444 Geografia
Sobre a refletividade das diferentes superfícies, chamado de Albedo, analise as afirmativas:

I - O albedo das nuvens é próximo a 20%.
II - Em uma superfície coberta de neve, até 95% da luz solar pode ser refletida.
III - Durante um dia inteiro, uma superfície de água lisa terá um albedo médio de cerca de 10%.
IV - Com a média de um ano inteiro, a Terra e sua atmosfera redirecionarão menos de 25% da radiação solar recebida de volta ao espaço.

Em relação aos itens acima, podemos afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Geógrafo |
Q2269443 Geografia
Segundo Yin (2015), a evidência do estudo de caso pode vir de distintas fontes, cada uma apresentando diferentes características. Sobre isso, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Geógrafo |
Q2269442 Direito Ambiental
Durante um processo de licenciamento ambiental, alguns estudos ambientais podem ser solicitados pelo Ibama. Assim, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Geógrafo |
Q2269441 Direito Urbanístico
Sobre os instrumentos para garantir a gestão democrática da cidade, de acordo com o Estatuto das Cidades (Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001), analise as acertivas abaixo:

I - Órgãos colegiados de política urbana, nos níveis nacional, estadual e municipal.
II - Debates, audiências e consultas públicas.
III - Iniciativa parlamentar de projeto de lei e de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano.
IV - A gestão orçamentária participativa sobre as propostas do plano plurianual, da lei de diretrizes orçamentárias e do orçamento anual, como condição obrigatória para sua aprovação pela Câmara Municipal.

Em relação aos itens acima, podemos afirmar que:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Geógrafo |
Q2269440 Direito Ambiental
Sobre a legislação ambiental e suas recentes atualizações, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Geógrafo |
Q2269439 Geografia
A Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), visa mitigar problemas regionais, potencializando políticas públicas que resultem, entre outras coisas, em crescimento econômico, geração de renda e melhoria da qualidade de vida da população. Para tanto, utiliza diferentes escalas geográficas, a saber:

I - Macrorregional – que corresponde ao recorte geográfico das grandes regiões brasileiras, com prioridade para Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
II - Sub-regional – correspondente ao recorte territorial definido pelo Conselho Deliberativo da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste.
III - Faixa de fronteira – faixa territorial de até cento e cinquenta quilômetros de largura, ao longo das fronteiras terrestres.
IV - Região integrada de desenvolvimento – complexo geoeconômico e social do semiárido.

Em relação aos itens acima, podemos afirmar que:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Geógrafo |
Q2269438 Direito Ambiental
Sobre os instrumentos do processo de licenciamento e autorizações para intervenção ambiental emitidos pelo IBAMA, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Geógrafo |
Q2269437 Direito Urbanístico
Das alternativas abaixo, NÃO é um dos instrumentos do desenvolvimento urbano integrado instituído pelo Estatuto das Metrópoles (Lei nº 13.089, de 12 de janeiro de 2015):
Alternativas
Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Geógrafo |
Q2269436 Conhecimentos Gerais
Analise as assertivas a seguir:

I - Na cidade de Maceió (AL), vários bairros foram arrasados pela atividade de extração do sal- -gema feita pela empresa Braskem, produzindo uma série de afundamentos do solo e o aparecimento de rachaduras em prédios e ruas.
II - Em 2019, a barragem de Belo Monte, da mineradora Vale, em Brumadinho (MG), rompeu-se causando danos socioambientais, que resultou, entre outras coisas, em dezenas de mortes, além de profundas alterações na flora e fauna.
III - Em Volta Redonda (RJ), material formado por partículas de ferro, popularmente chamado de “pó preto”, expelido pela Companhia Siderúrgica Nacional, provoca doenças respiratórias, poluição, ruas e casas sujas.
IV - Em 2010, um deslizamento ocorrido no Morro do Bumba, em Duque de Caxias (RJ), produziu mortes, resultado, entre outras coisas, da relação entre ocupação de um terreno instável sobre um depósito de lixo, e acúmulo de água.

Em relação aos itens acima, podemos afirmar que:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Geógrafo |
Q2269435 Direito Ambiental
Sobre a Política Nacional de Recursos Hídricos, instituída pela Lei nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997, no tocante aos seus fundamentos, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2268269 Legislação Federal
De acordo com o Estatuto da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Instituição destina-se a completar a educação integral do estudante, à busca e ampliação dos conhecimentos e à preservação e difusão da cultura. Em cumprimento ao disposto neste Estatuto, constituem objetivos da UFRJ, EXCETO:
Alternativas
Q2268265 Direito Digital
A Lei Federal nº 13.709/2018 dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural.
Nos termos desta lei, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2268256 Português

Considere o TEXTO 1 para responder à questão


TEXTO 1



      Estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), publicado pela revista Nature, pode mudar os rumos do que se sabia sobre um dos conceitos mais importantes da Astronomia, o Limite de Roche, e alterar o cotidiano do fazer pesquisas astronômicas. Ao redor do astro Quaoar, candidato a planeta-anão, foi encontrado um anel, considerado “fora dos padrões” que trouxe novos questionamentos sobre a formação de satélites naturais.


      O ponto principal da descoberta é que a existência do anel coloca em prova o que era compreendido até agora pela Astronomia como Limite de Roche, um conceito elaborado no século XIX, que define a distância que um objeto pode estar do astro principal no qual ele orbita sem ser despedaçado.


      Conforme o estabelecido pelo cálculo do Limite, sendo de 1.750 km, o anel ao redor do ‘primo de Plutão’, localizado a 4.100 km de distância de Quaoar, deveria ser uma lua. Mas, inesperadamente, esse não é o caso. Essa formação não aconteceu, rebatendo o que se sabia a partir da teoria.


      — Isso tudo está relacionado com formação, em como a gente espera que os satélites naturais, chamados de luas, sejam formados. Tendo esse caso de um astro que não entra nesses requisitos do Limite de Roche significa que não conhecíamos tão bem essa formação como imaginávamos — pontua Bruno Morgado, pesquisador do Observatório do Valongo, da UFRJ, responsável pelo artigo.


      Em um primeiro momento, o questionamento levantado pelos cientistas foi caso eles estivessem presenciando um satélite natural (ou lua) sendo formado. Então, esse fenômeno corresponderia a um “meio do caminho”, até o anel sofrer a transformação.


      Outras hipóteses, abrangidas pelo estudo, tentam responder à pergunta levantada pela descoberta. Uma delas seria a da influência gravitacional direta da lua já existente de Quaoar, chamada de Weywot, prejudicando o processo. Numa outra abordagem, seria possível existirem irregularidades geográficas, como crateras muito fundas ou montanhas muito altas no candidato a planeta-anão.


      A observação foi feita através do método chamado de ocultação estelar, na qual é medida a sombra do corpo celeste, como em um eclipse. Esta técnica também foi utilizada em outras descobertas de anel, como o de Saturno e do asteroide Chariklo. O astrônomo pontua que, para a captação do anel, cientistas de quatro partes do mundo colaboraram com imagens.


      — É verdade que isso é uma possibilidade, mas isso é improvável. Porque esse tipo de ocorrência de transformação acontece em um período muito pequeno de tempo, entre 10 a 20 anos. Então, é muito improvável, considerando a história do Sistema Solar — o pesquisador esclarece.


      — Eu faço parte de um grupo colaborativo com pesquisadores do Brasil e de outros países. Nós usamos essas observações de diversos locais para conseguir fazer esses estudos. Nesse trabalho específico contamos com colegas da Namíbia, da Austrália, da Ilha La Palma e com um telescópio espacial especializado em planetas de fora do Sistema Solar — conta.


      Considerada mais uma conquista para a ciência brasileira, a pesquisa abriu caminho para uma possível revolução do conceito, criado pelo astrônomo francês Édouard Roche dois séculos atrás. Agora, surgem novos questionamentos sobre não ter sido formado um satélite natural. 


      — Aqui no Brasil nós conseguimos realizar pesquisas de ponta. É muito importante valorizar a ciência e as nossas instituições. Isso é algo que eu acredito, porque eu não estaria nessa posição de pesquisador sem a educação pública de qualidade — completa Morgado. O depoimento do pesquisador nos lembra que professores e estudantes brasileiros fazem esforço diário, semanal, mensal... para que a pesquisa feita nos milhares de laboratórios brasileiros ganhe atenção da sociedade.



(O GLOBO, 2023, adaptado)

Sobre o oitavo parágrafo do TEXTO 1 são feitas as seguintes assertivas.
I - Não há incorreções quanto à ortografia. II - Não há falhas no que refere à pontuação. III - Não há erros no que tange à coerência e à coesão. IV - O parágrafo vai de encontro à conjuntura discursiva do texto.
Estão corretas: 
Alternativas
Q2268254 Português

Considere o TEXTO 1 para responder à questão


TEXTO 1



      Estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), publicado pela revista Nature, pode mudar os rumos do que se sabia sobre um dos conceitos mais importantes da Astronomia, o Limite de Roche, e alterar o cotidiano do fazer pesquisas astronômicas. Ao redor do astro Quaoar, candidato a planeta-anão, foi encontrado um anel, considerado “fora dos padrões” que trouxe novos questionamentos sobre a formação de satélites naturais.


      O ponto principal da descoberta é que a existência do anel coloca em prova o que era compreendido até agora pela Astronomia como Limite de Roche, um conceito elaborado no século XIX, que define a distância que um objeto pode estar do astro principal no qual ele orbita sem ser despedaçado.


      Conforme o estabelecido pelo cálculo do Limite, sendo de 1.750 km, o anel ao redor do ‘primo de Plutão’, localizado a 4.100 km de distância de Quaoar, deveria ser uma lua. Mas, inesperadamente, esse não é o caso. Essa formação não aconteceu, rebatendo o que se sabia a partir da teoria.


      — Isso tudo está relacionado com formação, em como a gente espera que os satélites naturais, chamados de luas, sejam formados. Tendo esse caso de um astro que não entra nesses requisitos do Limite de Roche significa que não conhecíamos tão bem essa formação como imaginávamos — pontua Bruno Morgado, pesquisador do Observatório do Valongo, da UFRJ, responsável pelo artigo.


      Em um primeiro momento, o questionamento levantado pelos cientistas foi caso eles estivessem presenciando um satélite natural (ou lua) sendo formado. Então, esse fenômeno corresponderia a um “meio do caminho”, até o anel sofrer a transformação.


      Outras hipóteses, abrangidas pelo estudo, tentam responder à pergunta levantada pela descoberta. Uma delas seria a da influência gravitacional direta da lua já existente de Quaoar, chamada de Weywot, prejudicando o processo. Numa outra abordagem, seria possível existirem irregularidades geográficas, como crateras muito fundas ou montanhas muito altas no candidato a planeta-anão.


      A observação foi feita através do método chamado de ocultação estelar, na qual é medida a sombra do corpo celeste, como em um eclipse. Esta técnica também foi utilizada em outras descobertas de anel, como o de Saturno e do asteroide Chariklo. O astrônomo pontua que, para a captação do anel, cientistas de quatro partes do mundo colaboraram com imagens.


      — É verdade que isso é uma possibilidade, mas isso é improvável. Porque esse tipo de ocorrência de transformação acontece em um período muito pequeno de tempo, entre 10 a 20 anos. Então, é muito improvável, considerando a história do Sistema Solar — o pesquisador esclarece.


      — Eu faço parte de um grupo colaborativo com pesquisadores do Brasil e de outros países. Nós usamos essas observações de diversos locais para conseguir fazer esses estudos. Nesse trabalho específico contamos com colegas da Namíbia, da Austrália, da Ilha La Palma e com um telescópio espacial especializado em planetas de fora do Sistema Solar — conta.


      Considerada mais uma conquista para a ciência brasileira, a pesquisa abriu caminho para uma possível revolução do conceito, criado pelo astrônomo francês Édouard Roche dois séculos atrás. Agora, surgem novos questionamentos sobre não ter sido formado um satélite natural. 


      — Aqui no Brasil nós conseguimos realizar pesquisas de ponta. É muito importante valorizar a ciência e as nossas instituições. Isso é algo que eu acredito, porque eu não estaria nessa posição de pesquisador sem a educação pública de qualidade — completa Morgado. O depoimento do pesquisador nos lembra que professores e estudantes brasileiros fazem esforço diário, semanal, mensal... para que a pesquisa feita nos milhares de laboratórios brasileiros ganhe atenção da sociedade.



(O GLOBO, 2023, adaptado)

Considerando o emprego de aspas no TEXTO 1, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
581: D
582: A
583: A
584: C
585: C
586: B
587: A
588: D
589: E
590: E
591: E
592: D
593: A
594: C
595: A
596: C
597: D
598: B
599: D
600: C