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A vacância de cargos é elemento suficiente para que a área de gestão de pessoas dê início a um processo de recrutamento e seleção de pessoas, pois indica, quantitativamente, a necessidade organizacional de provimento de pessoal.
Indicadores de rotatividade e de absenteísmo, elementos associados ao comportamento no trabalho, podem ser utilizados para determinar a validade de critério dos procedimentos adotados em processos seletivos.
Entrevistas estruturadas, comportamentais e com base em competências tendem a eliminar a subjetividade dos processos seletivos desde que sejam fundamentadas em expectativas claras de desempenho no trabalho e em critérios objetivos de avaliação.
Traços de personalidade, motivação e autoeficácia e interesses e valores são fatores psicológicos desconsiderados na gestão do desempenho, uma vez que a subjetividade inerente a tais aspectos dificulta a realização de sessões de feedbacks entre os avaliadores e os avaliados.
A gestão de desempenho diferencia-se da avaliação de desempenho, visto que aquela privilegia a etapa de planejamento, momento em que se considera, além dos objetivos e metas, o contexto material, psicossocial e técnico do trabalho realizado pelos funcionários.
A amplitude de controle associada à autoridade funcional deve ser considerada tanto na etapa de planejamento quanto na etapa de implementação do ciclo de gestão do desempenho, pois o desempenho competente exige dos funcionários autonomia e flexibilidade para que eles desenvolvam métodos próprios de trabalho e, se necessário, redirecionem seus objetivos.
Enquanto a perspectiva do desempenho humano vinculada à noção de produtividade torna possível a avaliação do desempenho ou a emissão de feedbacks somativos, a perspectiva comportamental, por sua vez, permite o monitoramento ou a geração de feedbacks formativos ao longo dos ciclos de gestão de desempenho.
A gestão estratégica de pessoas é fundamentada na noção de que os resultados da área dependem tanto do alinhamento vertical e sistêmico de suas políticas e práticas quanto da observação dos aspectos relativos à qualidade de vida e ao bem estar dos trabalhadores.
No modelo estratégico de gestão de pessoas, as organizações são compreendidas como um processo de construção social que ocorre por meio da influência de grupos diversos, de forma que a negociação e a resolução de conflitos assumem posição central na atuação da área.
As novas configurações dos sistemas de gestão de pessoas diferem-se das configurações de caráter instrumental por privilegiarem as iniciativas de trabalho que contribuem para a realização das diretrizes estratégicas organizacionais.
A valorização de múltiplas competências nas organizações requer metodologias de avaliação do potencial humano e do desempenho técnico e comportamental para que a diversidade seja gerenciada como ativo diferenciado das organizações no contexto atual.
As competências necessárias para a realização do trabalho nas organizações depende da análise das pessoas, sendo esta uma etapa do levantamento das necessidades de aprendizagem ou de treinamento realizado pela área de gestão de pessoas.
Organizações que aprendem incentivam o pensamento sistêmico como competência inerente a pessoas, a processos e a tecnologias, por ser importante para promover a vantagem competitiva.
Treinamentos no local de trabalho, enquanto métodos de desenvolvimento de pessoas, envolvem componentes básicos que permitem a aquisição dos comportamentos esperados, como, por exemplo, objetivos e metas, modelo a ser seguido, prática e desempenho, e feedbacks.
Princípios de aprendizagem, tais como o estabelecimento de metas e o significado da apresentação do conteúdo a ser aprendido, organizam a oferta de treinamento, pois definem os métodos e as práticas envolvidas nas ações de aprendizagem.
A atividade profissional escolhida livremente se torna fonte de satisfação humana, diferentemente daquela exercida sob pressão em virtude de necessidades da organização.
Para a ergonomia da atividade, o trabalho constitui o meio físico no qual o indivíduo é sujeito ativo que pensa, age, sente, constrói e desconstrói a experiência de trabalho no cotidiano.
A ergonomia da atividade e a psicodinâmica do trabalho estudam a relação entre indivíduo e ambiente de trabalho, bem como as ferramentas, os métodos e a organização de trabalho que constituem o contexto de atuação profissional e produtivo.
Por adotar uma abordagem voltada à relação homem-trabalho-doença, sem envolvimento com os aspectos ativos da ação humana sobre o contexto de trabalho, a psicopatologia do trabalho cedeu lugar aos estudos da ergonomia da atividade.
O alinhamento entre gestão de pessoas e estratégia organizacional ocorre a partir da análise SWOT e da definição das dimensões de gestão do balanced scorecard.