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Q3828970 Português

Leia o texto a seguir:


Câmara aprova urgência de projeto que prevê regras para influenciadores mirins


Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial


    A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 9, a urgência do projeto de lei que prevê regulamentar a atividade de influenciadores digitais no Brasil. A proposta, apresentada pela deputada Lídice da Mata (PSB-BA), cria regras para publicidade, transparência e uso da imagem, além de prever proteção especial a crianças e adolescentes que atuam como "influenciadores mirins". A aprovação do requerimento de urgência permite que o texto seja votado diretamente em plenário, sem a necessidade de passar pelas comissões.


    O PL 3.444/2023 define como influenciador toda pessoa física ou jurídica que, de forma remunerada, utiliza sua reputação online para promover produtos, marcas ou causas em plataformas digitais A medida busca coibir abusos e práticas enganosas que se tornaram frequentes e ganharam repercussão após a denúncia do influenciador Felca sobre a adultização de crianças, que resultou na aprovação de um projeto de lei para proteção infantil nas redes.


    Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial. A Justiça deverá avaliar os riscos psicológicos da exposição, compatibilidade com a frequência escolar e controle da renda obtida.


    A proposta também estabelece regras de transparência na publicidade digital. Postagens patrocinadas deverão ser identificadas de forma clara, com os termos "publicidade" ou "conteúdo pago" visíveis durante todo o vídeo ou publicação. A ausência dessa sinalização poderá ser enquadrada como propaganda enganosa ou abusiva, conforme o Código de Defesa do Consumidor.


    Outro ponto prevê a obrigatoriedade de informar quando imagens forem editadas ou criadas com inteligência artificial. Postagens que utilizem filtros, manipulação estética ou recursos de IA deverão conter os selos "imagem editada" ou "imagem virtual". O descumprimento poderá resultar em pena de detenção de seis meses a dois anos e multa.


Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2025/10/7143163-camara-aprova-urgencia-de projeto-que-preve-regras-para-influenciadores-mirins.html. Acesso em 09/10/2025. Excerto

“A aprovação do requerimento de urgência permite que o texto seja votado diretamente em plenário, sem a necessidade de passar pelas comissões” (1º parágrafo). Nesse trecho, as duas palavras podem ser classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3828969 Português

Leia o texto a seguir:


Câmara aprova urgência de projeto que prevê regras para influenciadores mirins


Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial


    A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 9, a urgência do projeto de lei que prevê regulamentar a atividade de influenciadores digitais no Brasil. A proposta, apresentada pela deputada Lídice da Mata (PSB-BA), cria regras para publicidade, transparência e uso da imagem, além de prever proteção especial a crianças e adolescentes que atuam como "influenciadores mirins". A aprovação do requerimento de urgência permite que o texto seja votado diretamente em plenário, sem a necessidade de passar pelas comissões.


    O PL 3.444/2023 define como influenciador toda pessoa física ou jurídica que, de forma remunerada, utiliza sua reputação online para promover produtos, marcas ou causas em plataformas digitais A medida busca coibir abusos e práticas enganosas que se tornaram frequentes e ganharam repercussão após a denúncia do influenciador Felca sobre a adultização de crianças, que resultou na aprovação de um projeto de lei para proteção infantil nas redes.


    Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial. A Justiça deverá avaliar os riscos psicológicos da exposição, compatibilidade com a frequência escolar e controle da renda obtida.


    A proposta também estabelece regras de transparência na publicidade digital. Postagens patrocinadas deverão ser identificadas de forma clara, com os termos "publicidade" ou "conteúdo pago" visíveis durante todo o vídeo ou publicação. A ausência dessa sinalização poderá ser enquadrada como propaganda enganosa ou abusiva, conforme o Código de Defesa do Consumidor.


    Outro ponto prevê a obrigatoriedade de informar quando imagens forem editadas ou criadas com inteligência artificial. Postagens que utilizem filtros, manipulação estética ou recursos de IA deverão conter os selos "imagem editada" ou "imagem virtual". O descumprimento poderá resultar em pena de detenção de seis meses a dois anos e multa.


Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2025/10/7143163-camara-aprova-urgencia-de projeto-que-preve-regras-para-influenciadores-mirins.html. Acesso em 09/10/2025. Excerto

“A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 9, a urgência do projeto de lei que prevê regulamentar a atividade de influenciadores digitais no Brasil” (1º parágrafo). Em termos sintáticos, o termo em destaque classifica-se como:
Alternativas
Q3828968 Português

Leia o texto a seguir:


Câmara aprova urgência de projeto que prevê regras para influenciadores mirins


Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial


    A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 9, a urgência do projeto de lei que prevê regulamentar a atividade de influenciadores digitais no Brasil. A proposta, apresentada pela deputada Lídice da Mata (PSB-BA), cria regras para publicidade, transparência e uso da imagem, além de prever proteção especial a crianças e adolescentes que atuam como "influenciadores mirins". A aprovação do requerimento de urgência permite que o texto seja votado diretamente em plenário, sem a necessidade de passar pelas comissões.


    O PL 3.444/2023 define como influenciador toda pessoa física ou jurídica que, de forma remunerada, utiliza sua reputação online para promover produtos, marcas ou causas em plataformas digitais A medida busca coibir abusos e práticas enganosas que se tornaram frequentes e ganharam repercussão após a denúncia do influenciador Felca sobre a adultização de crianças, que resultou na aprovação de um projeto de lei para proteção infantil nas redes.


    Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial. A Justiça deverá avaliar os riscos psicológicos da exposição, compatibilidade com a frequência escolar e controle da renda obtida.


    A proposta também estabelece regras de transparência na publicidade digital. Postagens patrocinadas deverão ser identificadas de forma clara, com os termos "publicidade" ou "conteúdo pago" visíveis durante todo o vídeo ou publicação. A ausência dessa sinalização poderá ser enquadrada como propaganda enganosa ou abusiva, conforme o Código de Defesa do Consumidor.


    Outro ponto prevê a obrigatoriedade de informar quando imagens forem editadas ou criadas com inteligência artificial. Postagens que utilizem filtros, manipulação estética ou recursos de IA deverão conter os selos "imagem editada" ou "imagem virtual". O descumprimento poderá resultar em pena de detenção de seis meses a dois anos e multa.


Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2025/10/7143163-camara-aprova-urgencia-de projeto-que-preve-regras-para-influenciadores-mirins.html. Acesso em 09/10/2025. Excerto

“O PL 3.444/2023 define como influenciador toda pessoa física ou jurídica que, de forma remunerada, utiliza sua reputação online para promover produtos, marcas ou causas em plataformas digitais. A medida busca coibir abusos e práticas enganosas [...]”. No texto, o termo em destaque retoma:
Alternativas
Q3828967 Português

Leia o texto a seguir:


Câmara aprova urgência de projeto que prevê regras para influenciadores mirins


Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial


    A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 9, a urgência do projeto de lei que prevê regulamentar a atividade de influenciadores digitais no Brasil. A proposta, apresentada pela deputada Lídice da Mata (PSB-BA), cria regras para publicidade, transparência e uso da imagem, além de prever proteção especial a crianças e adolescentes que atuam como "influenciadores mirins". A aprovação do requerimento de urgência permite que o texto seja votado diretamente em plenário, sem a necessidade de passar pelas comissões.


    O PL 3.444/2023 define como influenciador toda pessoa física ou jurídica que, de forma remunerada, utiliza sua reputação online para promover produtos, marcas ou causas em plataformas digitais A medida busca coibir abusos e práticas enganosas que se tornaram frequentes e ganharam repercussão após a denúncia do influenciador Felca sobre a adultização de crianças, que resultou na aprovação de um projeto de lei para proteção infantil nas redes.


    Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial. A Justiça deverá avaliar os riscos psicológicos da exposição, compatibilidade com a frequência escolar e controle da renda obtida.


    A proposta também estabelece regras de transparência na publicidade digital. Postagens patrocinadas deverão ser identificadas de forma clara, com os termos "publicidade" ou "conteúdo pago" visíveis durante todo o vídeo ou publicação. A ausência dessa sinalização poderá ser enquadrada como propaganda enganosa ou abusiva, conforme o Código de Defesa do Consumidor.


    Outro ponto prevê a obrigatoriedade de informar quando imagens forem editadas ou criadas com inteligência artificial. Postagens que utilizem filtros, manipulação estética ou recursos de IA deverão conter os selos "imagem editada" ou "imagem virtual". O descumprimento poderá resultar em pena de detenção de seis meses a dois anos e multa.


Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2025/10/7143163-camara-aprova-urgencia-de projeto-que-preve-regras-para-influenciadores-mirins.html. Acesso em 09/10/2025. Excerto

No trecho: “A proposta, apresentada pela deputada Lídice da Mata (PSB-BA), cria regras para publicidade, transparência e uso da imagem, além de prever proteção especial a crianças e adolescentes” (1º parágrafo), o conector em destaque estabelece uma relação de:
Alternativas
Q3828966 Português

Leia o texto a seguir:


Câmara aprova urgência de projeto que prevê regras para influenciadores mirins


Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial


    A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 9, a urgência do projeto de lei que prevê regulamentar a atividade de influenciadores digitais no Brasil. A proposta, apresentada pela deputada Lídice da Mata (PSB-BA), cria regras para publicidade, transparência e uso da imagem, além de prever proteção especial a crianças e adolescentes que atuam como "influenciadores mirins". A aprovação do requerimento de urgência permite que o texto seja votado diretamente em plenário, sem a necessidade de passar pelas comissões.


    O PL 3.444/2023 define como influenciador toda pessoa física ou jurídica que, de forma remunerada, utiliza sua reputação online para promover produtos, marcas ou causas em plataformas digitais A medida busca coibir abusos e práticas enganosas que se tornaram frequentes e ganharam repercussão após a denúncia do influenciador Felca sobre a adultização de crianças, que resultou na aprovação de um projeto de lei para proteção infantil nas redes.


    Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial. A Justiça deverá avaliar os riscos psicológicos da exposição, compatibilidade com a frequência escolar e controle da renda obtida.


    A proposta também estabelece regras de transparência na publicidade digital. Postagens patrocinadas deverão ser identificadas de forma clara, com os termos "publicidade" ou "conteúdo pago" visíveis durante todo o vídeo ou publicação. A ausência dessa sinalização poderá ser enquadrada como propaganda enganosa ou abusiva, conforme o Código de Defesa do Consumidor.


    Outro ponto prevê a obrigatoriedade de informar quando imagens forem editadas ou criadas com inteligência artificial. Postagens que utilizem filtros, manipulação estética ou recursos de IA deverão conter os selos "imagem editada" ou "imagem virtual". O descumprimento poderá resultar em pena de detenção de seis meses a dois anos e multa.


Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2025/10/7143163-camara-aprova-urgencia-de projeto-que-preve-regras-para-influenciadores-mirins.html. Acesso em 09/10/2025. Excerto

Segundo o texto, a obrigatoriedade de informar o uso de recursos de inteligência artificial e filtros reflete uma preocupação do legislador com:
Alternativas
Q3828965 Português

Leia o texto a seguir:


Câmara aprova urgência de projeto que prevê regras para influenciadores mirins


Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial


    A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 9, a urgência do projeto de lei que prevê regulamentar a atividade de influenciadores digitais no Brasil. A proposta, apresentada pela deputada Lídice da Mata (PSB-BA), cria regras para publicidade, transparência e uso da imagem, além de prever proteção especial a crianças e adolescentes que atuam como "influenciadores mirins". A aprovação do requerimento de urgência permite que o texto seja votado diretamente em plenário, sem a necessidade de passar pelas comissões.


    O PL 3.444/2023 define como influenciador toda pessoa física ou jurídica que, de forma remunerada, utiliza sua reputação online para promover produtos, marcas ou causas em plataformas digitais A medida busca coibir abusos e práticas enganosas que se tornaram frequentes e ganharam repercussão após a denúncia do influenciador Felca sobre a adultização de crianças, que resultou na aprovação de um projeto de lei para proteção infantil nas redes.


    Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial. A Justiça deverá avaliar os riscos psicológicos da exposição, compatibilidade com a frequência escolar e controle da renda obtida.


    A proposta também estabelece regras de transparência na publicidade digital. Postagens patrocinadas deverão ser identificadas de forma clara, com os termos "publicidade" ou "conteúdo pago" visíveis durante todo o vídeo ou publicação. A ausência dessa sinalização poderá ser enquadrada como propaganda enganosa ou abusiva, conforme o Código de Defesa do Consumidor.


    Outro ponto prevê a obrigatoriedade de informar quando imagens forem editadas ou criadas com inteligência artificial. Postagens que utilizem filtros, manipulação estética ou recursos de IA deverão conter os selos "imagem editada" ou "imagem virtual". O descumprimento poderá resultar em pena de detenção de seis meses a dois anos e multa.


Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2025/10/7143163-camara-aprova-urgencia-de projeto-que-preve-regras-para-influenciadores-mirins.html. Acesso em 09/10/2025. Excerto

No texto, a expressão “adultização de crianças” sugere:
Alternativas
Q3828964 Português

Leia o texto a seguir:


Câmara aprova urgência de projeto que prevê regras para influenciadores mirins


Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial


    A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 9, a urgência do projeto de lei que prevê regulamentar a atividade de influenciadores digitais no Brasil. A proposta, apresentada pela deputada Lídice da Mata (PSB-BA), cria regras para publicidade, transparência e uso da imagem, além de prever proteção especial a crianças e adolescentes que atuam como "influenciadores mirins". A aprovação do requerimento de urgência permite que o texto seja votado diretamente em plenário, sem a necessidade de passar pelas comissões.


    O PL 3.444/2023 define como influenciador toda pessoa física ou jurídica que, de forma remunerada, utiliza sua reputação online para promover produtos, marcas ou causas em plataformas digitais A medida busca coibir abusos e práticas enganosas que se tornaram frequentes e ganharam repercussão após a denúncia do influenciador Felca sobre a adultização de crianças, que resultou na aprovação de um projeto de lei para proteção infantil nas redes.


    Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial. A Justiça deverá avaliar os riscos psicológicos da exposição, compatibilidade com a frequência escolar e controle da renda obtida.


    A proposta também estabelece regras de transparência na publicidade digital. Postagens patrocinadas deverão ser identificadas de forma clara, com os termos "publicidade" ou "conteúdo pago" visíveis durante todo o vídeo ou publicação. A ausência dessa sinalização poderá ser enquadrada como propaganda enganosa ou abusiva, conforme o Código de Defesa do Consumidor.


    Outro ponto prevê a obrigatoriedade de informar quando imagens forem editadas ou criadas com inteligência artificial. Postagens que utilizem filtros, manipulação estética ou recursos de IA deverão conter os selos "imagem editada" ou "imagem virtual". O descumprimento poderá resultar em pena de detenção de seis meses a dois anos e multa.


Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2025/10/7143163-camara-aprova-urgencia-de projeto-que-preve-regras-para-influenciadores-mirins.html. Acesso em 09/10/2025. Excerto

O PL 3.444/2023 surgiu a partir de uma motivação central, que foi a:
Alternativas
Q3828963 Português

Leia o texto a seguir:


Câmara aprova urgência de projeto que prevê regras para influenciadores mirins


Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial


    A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 9, a urgência do projeto de lei que prevê regulamentar a atividade de influenciadores digitais no Brasil. A proposta, apresentada pela deputada Lídice da Mata (PSB-BA), cria regras para publicidade, transparência e uso da imagem, além de prever proteção especial a crianças e adolescentes que atuam como "influenciadores mirins". A aprovação do requerimento de urgência permite que o texto seja votado diretamente em plenário, sem a necessidade de passar pelas comissões.


    O PL 3.444/2023 define como influenciador toda pessoa física ou jurídica que, de forma remunerada, utiliza sua reputação online para promover produtos, marcas ou causas em plataformas digitais A medida busca coibir abusos e práticas enganosas que se tornaram frequentes e ganharam repercussão após a denúncia do influenciador Felca sobre a adultização de crianças, que resultou na aprovação de um projeto de lei para proteção infantil nas redes.


    Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial. A Justiça deverá avaliar os riscos psicológicos da exposição, compatibilidade com a frequência escolar e controle da renda obtida.


    A proposta também estabelece regras de transparência na publicidade digital. Postagens patrocinadas deverão ser identificadas de forma clara, com os termos "publicidade" ou "conteúdo pago" visíveis durante todo o vídeo ou publicação. A ausência dessa sinalização poderá ser enquadrada como propaganda enganosa ou abusiva, conforme o Código de Defesa do Consumidor.


    Outro ponto prevê a obrigatoriedade de informar quando imagens forem editadas ou criadas com inteligência artificial. Postagens que utilizem filtros, manipulação estética ou recursos de IA deverão conter os selos "imagem editada" ou "imagem virtual". O descumprimento poderá resultar em pena de detenção de seis meses a dois anos e multa.


Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2025/10/7143163-camara-aprova-urgencia-de projeto-que-preve-regras-para-influenciadores-mirins.html. Acesso em 09/10/2025. Excerto

Segundo o texto, o objetivo principal do PL 3.444/2023 é:
Alternativas
Q3812413 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

Acerca das estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


No texto, a expressão “doença animal”, presente em “Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.”, segundo o acordo ortográfico vigente, poderia ser grafada com hífen: doença‑animal.

Alternativas
Q3812408 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

Acerca das estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


No trecho “A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana”, as orações “para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública” e “para proteger e melhorar a saúde humana” são orações subordinadas adverbiais finais que integram a mesma oração do mesmo período.

Alternativas
Q3776255 Direito Administrativo
Um gestor público estadual encaminhou ao órgão de assessoramento jurídico um processo administrativo contendo um contrato de prestação de serviços de tecnologia, celebrado sem licitação, com base em hipótese de contratação direta prevista em lei. Ao analisar a documentação, o órgão jurídico identificou inconsistências formais no termo contratual e decidiu devolver o processo para correção, fundamentando-se na legislação estadual de licitações e contratos (Lei nº 14.634/2023). Nesse contexto, assinale a alternativa correta quanto ao controle prévio de legalidade exercido pelo órgão jurídico, conforme a referida Lei.
Alternativas
Q3776254 Direito Administrativo
Conforme dispõe a Lei nº 14.634/2023, algumas condutas de agentes públicos configuram faltas disciplinares, especialmente quando comprometem a lisura e a legalidade dos procedimentos licitatórios. Em um processo licitatório recente, o responsável pelo procedimento realizou as seguintes ações:

I. Inseriu cláusulas que favoreciam determinada empresa, dificultando a participação de concorrentes.
II. Avaliou bens para alienação abaixo do valor de mercado.
III. Garantiu ampla divulgação de todos os atos do processo, promovendo transparência.

Com base na legislação mencionada, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3776252 Segurança e Saúde no Trabalho
Um auditor de segurança, durante uma inspeção em um prédio administrativo de três andares, observou diversas inadequações no sistema de prevenção e combate a incêndio. Havia extintores de Pó Químico Seco (PQS) com o lacre rompido e o manômetro indicando pressão na faixa vermelha, hidrantes com a mangueira desconectada do esguicho e acondicionada de forma desorganizada, e sinalização de emergência obstruída por vasos de plantas. O plano de emergência da edificação estava desatualizado há cinco anos. Considerando a NR 23 e as normas técnicas aplicáveis, analise as afirmativas a seguir:

I. A inspeção dos extintores é uma responsabilidade do empregador, que deve garantir a verificação periódica do lacre, do manômetro e do aspecto geral do equipamento, sendo que um manômetro na faixa vermelha indica pressão insuficiente, tornando o extintor inoperante e exigindo seu envio imediato para manutenção.
II. O plano de emergência contra incêndio deve ser revisado anualmente ou sempre que ocorrerem alterações significativas na planta, ocupação ou processos, e deve contemplar, no mínimo, a planta de risco, as rotas de fuga, os procedimentos de evacuação e os pontos de encontro.
III. A obstrução da sinalização de emergência e das rotas de fuga constitui uma irregularidade grave, pois compromete a evacuação segura dos ocupantes em uma situação de emergência, e a manutenção inadequada dos hidrantes, como a mangueira desconectada, aumenta o tempo de resposta da brigada de incêndio, potencializando os danos.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3776251 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante a análise de um acidente ocorrido em uma oficina mecânica, o técnico de segurança do trabalho se deparou com a seguinte situação: um mecânico, ao utilizar uma esmerilhadeira sem a devida proteção da máquina (coifa de proteção) e sem usar óculos de segurança, foi atingido no olho direito por um fragmento metálico que se desprendeu do disco abrasivo. O trabalhador sofreu uma lesão grave na córnea. A empresa não fornecia treinamento específico para o uso daquela ferramenta e a supervisão era falha no que tange à fiscalização do uso de EPIs. Sobre a conceituação, comunicação e análise deste evento, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

(__) O evento é classificado como um acidente de trabalho típico, e a empresa tem a obrigação de emitir a CAT até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência e, em caso de morte, de imediato à autoridade competente.
(__) A ausência da coifa de proteção na esmerilhadeira é classificada como um ato inseguro do trabalhador, que optou por remover o dispositivo para facilitar a operação, sendo esta a causa primária do acidente.
(__) A investigação do acidente deve utilizar uma metodologia que identifique não apenas as causas imediatas (falta do EPI e da proteção da máquina), mas também as causas básicas ou raiz, como a falha no treinamento, a falta de supervisão e a cultura de segurança deficiente na organização.
(__) A emissão da CAT pela empresa a isenta de qualquer responsabilidade civil ou criminal pelo ocorrido, uma vez que o ato de comunicar o acidente ao INSS cumpre todas as suas obrigações legais perante o trabalhador acidentado.

A sequência está correta em:
Alternativas
Q3776250 Segurança e Saúde no Trabalho
Com a transição do PPRA (NR 9) para o PGR (NR 1), uma empresa de fabricação de móveis precisa atualizar seus programas de segurança e saúde no trabalho. O documento antigo (PPRA) se baseava principalmente no levantamento de riscos físicos, químicos e biológicos e estabelecia um cronograma de ações anuais. O novo gestor de SST precisa explicar à diretoria as principais mudanças e a nova estrutura exigida. Sobre a estrutura e as exigências do PGR da NR 1, analise as afirmativas.

I. O PGR deve conter, no mínimo, dois documentos: o Inventário de Riscos Ocupacionais, que consolida a identificação de perigos e a avaliação dos riscos, e o Plano de Ação, que estabelece as medidas de prevenção a serem introduzidas, aprimoradas ou mantidas.
II. A avaliação dos riscos no âmbito do PGR deve considerar a combinação da probabilidade de ocorrência da lesão ou agravo à saúde com a severidade dessa lesão ou agravo, utilizando uma matriz de risco para classificar os riscos e priorizar as ações.
III. O PGR substitui completamente a necessidade de elaboração de outros programas, como o Programa de Conservação Auditiva (PCA) e o Programa de Proteção Respiratória (PPR), que passam a ser capítulos integrantes do Plano de Ação do PGR.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3776248 Segurança e Saúde no Trabalho
Uma empresa do setor de transportes rodoviários de cargas, com grau de risco 3, possui 650 empregados distribuídos em três unidades (filiais) localizadas em diferentes municípios dentro do mesmo estado. A matriz, onde se concentra a administração, possui 150 empregados. A filial A possui 300 empregados e a filial B, 200 empregados. A empresa está avaliando como deve estruturar seu SESMT para cumprir a NR 4. Considerando a possibilidade de um SESMT centralizado, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3776247 Segurança e Saúde no Trabalho
Uma indústria de montagem de componentes eletrônicos identificou, por meio de seu serviço de saúde, um aumento significativo no número de trabalhadores do setor de soldagem manual com queixas de dores nos membros superiores e diagnóstico inicial de LER/DORT. O SESMT foi acionado para realizar uma Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) e, se necessário, uma Análise Ergonômica do Trabalho (AET) para investigar as causas e propor soluções. A análise inicial revelou que os postos de trabalho possuem bancadas com altura fixa, cadeiras sem regulagem de apoio lombar e ferramentas manuais que exigem movimentos repetitivos de pinçamento e flexão do punho. Diante desse cenário e das exigências da NR 17, analise as afirmativas a seguir:

I. A AET deve abranger a análise da demanda, da tarefa, da atividade, das condições de trabalho e da organização do trabalho, sendo essencial a participação dos trabalhadores envolvidos para a compreensão completa da situação e a elaboração de um diagnóstico preciso e de recomendações eficazes.
II. A simples substituição das cadeiras por modelos com múltiplos ajustes e a oferta de pausas de 15 minutos a cada duas horas de trabalho são medidas suficientes para atender às exigências da NR 17, dispensando a necessidade de uma AET completa, visto que o problema se concentra no mobiliário e no tempo de exposição.
III. A Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) é um processo que pode ser realizado por qualquer profissional da CIPA, sem necessidade de conhecimento técnico específico, e serve exclusivamente para documentar as queixas dos trabalhadores, sendo a AET o único instrumento capaz de propor medidas corretivas.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3776246 Gestão de Pessoas
Um operador de uma prensa mecânica, para aumentar sua produtividade, desenvolveu o hábito de burlar o sistema de segurança do equipamento. A máquina possui um acionamento bimanual, que exige que o operador mantenha ambas as mãos nos botões de comando durante o ciclo de prensagem, mantendo-as fora da zona de perigo. O operador, no entanto, utiliza um calço de madeira para manter um dos botões permanentemente acionado, liberando uma das mãos para posicionar a peça com mais rapidez. A empresa não possui um sistema de supervisão eficaz e os procedimentos de segurança não são reforçados em treinamentos periódicos. Com base na NR 12, esta situação representa:
Alternativas
Q3776245 Noções de Primeiros Socorros
Um trabalhador de um almoxarifado, ao tentar pegar uma caixa em uma prateleira elevada, sofre uma queda de aproximadamente 2 metros de altura, batendo as costas e a cabeça no chão. Ele está consciente, mas queixa-se de forte dor na coluna cervical e não consegue sentir ou mover as pernas. Um colega de trabalho, que possui treinamento básico em primeiros socorros, presencia a cena. Qual deve ser a conduta prioritária e imediata do socorrista até a chegada do socorro médico especializado?
Alternativas
Q3776244 Segurança e Saúde no Trabalho
A CIPA de uma empresa de logística está em processo de elaboração do Mapa de Riscos de um novo galpão de armazenamento e distribuição. Durante as discussões, surgiu um debate sobre a metodologia correta para classificar e representar os riscos, especialmente no que tange à diferenciação entre os perigos e a gradação dos riscos identificados. Um dos cipeiros, recém-treinado, argumenta que a simples listagem dos agentes, sem uma análise de sua probabilidade e severidade, é suficiente. O técnico de segurança, que assessora a comissão, discorda, defendendo uma abordagem mais criteriosa. Acerca da elaboração do Mapa de Riscos conforme a NR 5 e as boas práticas de gerenciamento de riscos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

(__) O Mapa de Riscos deve ser elaborado pela CIPA, com a participação dos trabalhadores dos setores analisados e com a assessoria do SESMT (onde houver), devendo os círculos que representam os riscos ser de tamanhos iguais, pois a norma não prevê a gradação da intensidade, apenas a identificação do agente.
(__) A representação dos riscos no layout do setor é feita por meio de círculos com cores padronizadas: verde para riscos físicos, vermelho para químicos, marrom para biológicos, amarelo para ergonômicos e azul para riscos de acidentes, sendo a intensidade do risco indicada pelo tamanho do círculo (pequeno, médio ou grande).
(__) A análise de riscos que subsidia a elaboração do mapa deve considerar apenas os riscos que já resultaram em acidentes ou doenças na empresa, desconsiderando os perigos potenciais que ainda não se materializaram.
(__) Riscos como ruído excessivo de empilhadeiras, emanação de gases de baterias sendo recarregadas e posturas inadequadas no empacotamento manual devem ser classificados, respectivamente, como físico (verde), químico (vermelho) e ergonômico (amarelo) no Mapa de Riscos.

A sequência está correta em:
Alternativas
Respostas
561: A
562: C
563: B
564: B
565: C
566: D
567: B
568: D
569: E
570: E
571: E
572: B
573: D
574: D
575: D
576: D
577: A
578: D
579: D
580: C