Questões de Concurso Comentadas para tecnico em laboratorio

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Q2300896 Conhecimentos Gerais
Leia o texto a seguir.

Goiás vivo, country, countrypira, sertanejo, carnavalesco, nenhum rótulo é maior que sua dimensão histórica, permeada de heterogêneas faces de um mesmo rosto. Qualquer rotulação será mera expressão de um pedaço de seu todo, de suas mesclagens culturais, de suas simbioses geradoras de talentos de sua gente. Goiás tem útero macunaímico, formação geral entre o urbano e o rural, Art déco, berrante sampliado em múltiplos tons.
CHAUL, N. In: OLIVEIRA, E.; Silva, A. (Org.). Goiania em mosaico: visões sobre a capital do cerrado. Goiânia: Ed. PUC-GO, 2015.

Por qual motivo o texto apresenta dificuldade em rotular Goiânia?
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Q2300895 Conhecimentos Gerais
Leia o texto a seguir.

Contam que o Dr. Pedro Ludovico dizia: “Para os amigos, favores; para os inimigos, a lei”. E quando um “inimigo” (que não era do PSD) pedia um favor, ele dizia que iria tomar uma providência. E tomava mesmo, pois era a marca da cachacinha que ele gostava de beber. Tenho uma garrafa da Providência, com que o Dr. Pedro me presenteou, quando o entrevistei.
ORTÊNCIO, Bariani. Cachaça Goiana. Revista Goiás Cultura. Ano 1, n. 5, 2001.

O texto apresenta qual tradição da cultura política goiana?
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Q2300894 Matemática

Leia o texto e analise o gráfico a seguir.  


O principal fator responsável pelos altos custos é a baixa produtividade. Se conseguíssemos chegar nos patamares anteriores de produtividade de 85 t/ha, a cana custaria R$ 91,42/t. Isso devolveria a competitividade da matériaprima. Quem produzir na casa das 100 t/ha terá excelentes vantagens competitivas pois a cana irá custar R$ 81,97 por tonelada.  



Imagem associada para resolução da questão



Disponível em: <http://www.canaonline.com.br/conteudo/a-influencia-da-produtividade-na-competitividade-da-cana-de-acucar.html>. Acesso em: 15 abr. 2023. 


Quantos reais por tonelada serão economizados por quem produzir 110 t/ha em comparação com quem produzir 100 t/ha?

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Q2300888 Matemática
Para ditar as letras de uma placa de um veículo para outra pessoa checar em um computador, é utilizado o alfabeto fonético da aviação, por exemplo, para indicar a letra “B” se diz BRAVO. A seguir é apresentado o Alfabeto Fonético.


Imagem associada para resolução da questão


Qual é a moda no número de letras nas palavras desse Alfabeto Fonético?  
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Q2300884 Português
Texto 3 

Pronominais


Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido


Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro. 


ANDRADE, Oswald de Andrade. Pronominais. In: ___. Pau Brasil (1925).
Disponível em: <http://www.horizonte.unam.mx/brasil/oswald6.html>.
Acesso em: 08 abr. 2023.
Nos versos “Dê-me um cigarro” e “Me dá um cigarro”, os diferentes usos da colocação pronominal evidenciam uma crítica negativa
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Q2300883 Português
Texto 3 

Pronominais


Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido


Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro. 


ANDRADE, Oswald de Andrade. Pronominais. In: ___. Pau Brasil (1925).
Disponível em: <http://www.horizonte.unam.mx/brasil/oswald6.html>.
Acesso em: 08 abr. 2023.
No verso “E do mulato sabido”, o emprego do adjetivo sabido indica  
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Q2300882 Português
Texto 3 

Pronominais


Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido


Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro. 


ANDRADE, Oswald de Andrade. Pronominais. In: ___. Pau Brasil (1925).
Disponível em: <http://www.horizonte.unam.mx/brasil/oswald6.html>.
Acesso em: 08 abr. 2023.
O primeiro verso da segunda estrofe, “Mas o bom negro e o bom branco”, inicia-se com uma conjunção
Alternativas
Q2300881 Português
Texto 3 

Pronominais


Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido


Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro. 


ANDRADE, Oswald de Andrade. Pronominais. In: ___. Pau Brasil (1925).
Disponível em: <http://www.horizonte.unam.mx/brasil/oswald6.html>.
Acesso em: 08 abr. 2023.
No verso “Me dá um cigarro” há a ruptura com a regra gramatical de colocação pronominal, denominada  
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Q2300878 Português
– Fio, fais um zoio de boi lá fora pra nóis.
O menino saiu do rancho com um baixeiro na cabeça e, no terreiro, debaixo da chuva miúda e continuada, enfincou o calcanhar na lama, rodou sobre ele o pé, riscando com o dedão uma circunferência no chão mole
– outra e mais outra. Três círculos entrelaçados, cujos centros formavam um triângulo equilátero.
Isto era simpatia para fazer estiar. E o menino voltou:
– Pronto, vó.
– O rio já encheu mais? – perguntou ela.
– Chi! tá um mar d’água. Qué vê, espia – e apontou com o dedo para fora do rancho.
A velha foi até a porta e lançou a vista. Para todo lado havia água. Somente para o sul, para a várzea, é que estava mais enxuto, pois o braço do rio aí era pequeno. A velha voltou para dentro arrastando-se pelo chão, feito um cachorro, cadela, aliás: era entrevada. Havia vinte anos apanhara um “ar de estupor” e desde então nunca mais se valera das pernas, que murcharam e se entorceram.  


ÉLIS, Bernardo. Nhola dos Anjos e a cheia do Corumbá. In: SILVA, V. M. T.;
DENÓFRIO, D. F.; TURCHI, M. Z. (orgs). Antologia do conto goiano: volume 1:
dos anos dez aos sessenta. Goiânia: Editora UFG, 2013, p. 99. [Adaptado]. 
No texto, a expressão “– Chi!” refere-se à utilização do recurso da
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Q2300876 Português
– Fio, fais um zoio de boi lá fora pra nóis.
O menino saiu do rancho com um baixeiro na cabeça e, no terreiro, debaixo da chuva miúda e continuada, enfincou o calcanhar na lama, rodou sobre ele o pé, riscando com o dedão uma circunferência no chão mole
– outra e mais outra. Três círculos entrelaçados, cujos centros formavam um triângulo equilátero.
Isto era simpatia para fazer estiar. E o menino voltou:
– Pronto, vó.
– O rio já encheu mais? – perguntou ela.
– Chi! tá um mar d’água. Qué vê, espia – e apontou com o dedo para fora do rancho.
A velha foi até a porta e lançou a vista. Para todo lado havia água. Somente para o sul, para a várzea, é que estava mais enxuto, pois o braço do rio aí era pequeno. A velha voltou para dentro arrastando-se pelo chão, feito um cachorro, cadela, aliás: era entrevada. Havia vinte anos apanhara um “ar de estupor” e desde então nunca mais se valera das pernas, que murcharam e se entorceram.  


ÉLIS, Bernardo. Nhola dos Anjos e a cheia do Corumbá. In: SILVA, V. M. T.;
DENÓFRIO, D. F.; TURCHI, M. Z. (orgs). Antologia do conto goiano: volume 1:
dos anos dez aos sessenta. Goiânia: Editora UFG, 2013, p. 99. [Adaptado]. 
No texto, há a recorrência da variação linguística do tipo 
Alternativas
Q2300875 Português
– Fio, fais um zoio de boi lá fora pra nóis.
O menino saiu do rancho com um baixeiro na cabeça e, no terreiro, debaixo da chuva miúda e continuada, enfincou o calcanhar na lama, rodou sobre ele o pé, riscando com o dedão uma circunferência no chão mole
– outra e mais outra. Três círculos entrelaçados, cujos centros formavam um triângulo equilátero.
Isto era simpatia para fazer estiar. E o menino voltou:
– Pronto, vó.
– O rio já encheu mais? – perguntou ela.
– Chi! tá um mar d’água. Qué vê, espia – e apontou com o dedo para fora do rancho.
A velha foi até a porta e lançou a vista. Para todo lado havia água. Somente para o sul, para a várzea, é que estava mais enxuto, pois o braço do rio aí era pequeno. A velha voltou para dentro arrastando-se pelo chão, feito um cachorro, cadela, aliás: era entrevada. Havia vinte anos apanhara um “ar de estupor” e desde então nunca mais se valera das pernas, que murcharam e se entorceram.  


ÉLIS, Bernardo. Nhola dos Anjos e a cheia do Corumbá. In: SILVA, V. M. T.;
DENÓFRIO, D. F.; TURCHI, M. Z. (orgs). Antologia do conto goiano: volume 1:
dos anos dez aos sessenta. Goiânia: Editora UFG, 2013, p. 99. [Adaptado]. 
No texto, utiliza-se como estratégia de organização discursiva o predomínio do tipo textual 
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Q2251788 Técnicas em Laboratório
Geralmente, a coleta de sangue é feita através de uma punção venosa. Qual o principal objetivo da coleta de sangue venoso?
Alternativas
Q2251787 Técnicas em Laboratório
A garantia de qualidade do trabalho em laboratório está relacionada aos processos utilizados para manipulação de amostras. A desinfecção é: 
Alternativas
Q2251786 Técnicas em Laboratório
O procedimento para esterilizar pipetas e frascos de vidro, ponteiras e tubos eppendorf utilizados em cultura celular devem ser realizados de acordo com a alternativa:
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Q2251785 Técnicas em Laboratório
A preparação de amostras para microscopia depende de vários fatores, como a natureza da amostra, técnica utilizada e microscópio empregado no procedimento. Boa parte do procedimento é padrão, e a fixação tem a função de: 
Alternativas
Q2251784 Biomedicina - Análises Clínicas
O swab estéril, também chamado de haste estéril (quando não se apresenta junto ao meio de cultura), é um cotonete estéril com várias finalidades, ou seja, é utilizado para coletas e transporte múltiplo de materiais biológicos. Sob as finalidades do swab para coleta de amostras, analise as assertivas e assinale a correta:
I - Swabs podem ser usados para coletar secreções de orofaringe, ocular, material genético, procedimentos ginecológicos.
II - Swabs podem ser usados no controle de qualidade, para testes de amostragem de higiene, limpeza, descontaminação do ambiente, de equipamentos em hospitais e até de algumas indústrias.
III - Swabs não podem ser utilizados com meios de cultura por que os mantém úmidos e prejudica a coleta de secreções.
Alternativas
Q2251783 Técnicas em Laboratório
Qual a normalidade (N) de uma solução de hidróxido de cálcio [Ca(OH)2] em que foram pesados 250 g e dissolvidos em 2,5 litros de água destilada? O peso molecular do Ca(OH)2 é 74,1 g/mol. 
Alternativas
Q2251782 Técnicas em Laboratório
Ao preparar uma solução de hidróxido de sódio no laboratório, foram pesados 5 g deste soluto. A massa molar do hidróxido de sódio é 39,99 g/mol. Foram preparados 500 mL de solução de hidróxido de sódio. Qual o número de mols e a molaridade da solução? 
Alternativas
Q2251781 Técnicas em Laboratório
Várias são as soluções desinfetantes disponíveis que podem ser usadas para eliminar germes, bactérias e vírus. As mais comuns são: 
Alternativas
Respostas
1301: A
1302: C
1303: A
1304: A
1305: D
1306: B
1307: C
1308: D
1309: A
1310: A
1311: B
1312: C
1313: E
1314: E
1315: C
1316: D
1317: A
1318: D
1319: A
1320: B