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Q3614743 Noções de Informática
A internet é uma rede mundial de computadores interconectados que permite a troca de informações por meio de serviços como e-mail, navegação na web e em redes sociais. Para navegar com segurança e eficiência, é importante conhecer alguns conceitos básicos sobre seu funcionamento. Quanto aos conceitos fundamentais da internet, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3614737 Português
A volta do filho pródigo


Cerca de 30 mil crianças e adolescentes fogem todo ano no Brasil. Oitenta por cento voltam para casa. Dificuldades com a família e busca de independência são as causas mais frequentes das fugas. A volta é acompanhada de arrependimento.

   Meus pais não me compreendem, ele pensava sempre. As brigas, em casa, eram frequentes. Os pais reclamavam do som muito alto, das roupas estranhas, das tatuagens. Revoltado, decidiu fugir de casa. Sabia que, para seus velhos, aquilo seria uma dura prova: afinal, ele era filho único. Mas estava na hora de mostrar que não era mais criança. Estava na hora de dar a eles uma lição. Botou algumas coisas na mochila e, uma madrugada, deixou o apartamento. Tomou um ônibus e foi para uma cidade distante, onde tinha amigos.

   Ali ficou por vários meses. Não foi uma experiência gratificante, longe disso. Os amigos só o ajudaram na primeira semana. Depois disso ficou entregue à própria sorte. Teve de trabalhar como ajudante de cozinha, morava num barraco, foi assaltado várias vezes, até fome passou. Finalmente resolveu voltar. Mandou um e-mail, dizendo que estaria em casa daí a dois dias. E, lembrando que a mãe era uma grande leitora da Bíblia, assinou-se como “filho pródigo”.

  Chegou de noite, cansado, e foi direto para o prédio onde morava. Como já não tinha a chave do apartamento, bateu à porta. E aí a surpresa, a terrível surpresa.

   O homem que estava ali não era seu pai. Na verdade, ele nem sequer o conhecia. Mas o simpático senhor sabia quem era ele: você deve ser o Fábio, disse, e convidou-o a entrar. Explicou que tinha comprado o apartamento em uma imobiliária:

   – Seus pais não moram mais aqui. Eles se separaram. A causa da separação tinha sido exatamente a fuga do Fábio:

   – Depois que você foi embora, eles começaram a brigar, um responsabilizando o outro por sua fuga. Terminaram se separando. Seu pai foi para o exterior. De sua mãe, não sei. Parece que também mudou de cidade, mas não sei qual.

   Fábio não aguentou mais: caiu em prantos. O homem se aproximou dele, abraçou-o. Entre aqui no seu antigo quarto, disse, tenho uma coisa para lhe mostrar. Ainda soluçando, Fábio entrou. E ali estavam, claro, o pai e a mãe, ambos rindo e chorando ao mesmo tempo. Tinha sido tudo uma encenação. Abraçaram-se, Fábio jurando que nunca mais sairia de casa.

   A verdade, porém, é que não gostou da brincadeira, mesmo que ela tenha lhe ensinado muita coisa. Os pais, ele acha, não podiam ter feito aquilo. Se fizeram, é por uma única razão: não o compreendem. Um dia, ele terá de sair de casa. Mais tarde, naturalmente, quando for homem, quando tiver sua própria casa. Só que aí levará os pais junto. Pais travessos como os que ele tem precisam ser controlados.


(SCLIAR, Moacyr. Folha de São Paulo. São Paulo. Em: 04/04/2005. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: julho de 2025.)
Em “Botou algumas coisas na mochila e, uma madrugada, deixou o apartamento.” (1º§), o conector “e” estabelece uma relação de: 
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Q3614736 Português
A volta do filho pródigo


Cerca de 30 mil crianças e adolescentes fogem todo ano no Brasil. Oitenta por cento voltam para casa. Dificuldades com a família e busca de independência são as causas mais frequentes das fugas. A volta é acompanhada de arrependimento.

   Meus pais não me compreendem, ele pensava sempre. As brigas, em casa, eram frequentes. Os pais reclamavam do som muito alto, das roupas estranhas, das tatuagens. Revoltado, decidiu fugir de casa. Sabia que, para seus velhos, aquilo seria uma dura prova: afinal, ele era filho único. Mas estava na hora de mostrar que não era mais criança. Estava na hora de dar a eles uma lição. Botou algumas coisas na mochila e, uma madrugada, deixou o apartamento. Tomou um ônibus e foi para uma cidade distante, onde tinha amigos.

   Ali ficou por vários meses. Não foi uma experiência gratificante, longe disso. Os amigos só o ajudaram na primeira semana. Depois disso ficou entregue à própria sorte. Teve de trabalhar como ajudante de cozinha, morava num barraco, foi assaltado várias vezes, até fome passou. Finalmente resolveu voltar. Mandou um e-mail, dizendo que estaria em casa daí a dois dias. E, lembrando que a mãe era uma grande leitora da Bíblia, assinou-se como “filho pródigo”.

  Chegou de noite, cansado, e foi direto para o prédio onde morava. Como já não tinha a chave do apartamento, bateu à porta. E aí a surpresa, a terrível surpresa.

   O homem que estava ali não era seu pai. Na verdade, ele nem sequer o conhecia. Mas o simpático senhor sabia quem era ele: você deve ser o Fábio, disse, e convidou-o a entrar. Explicou que tinha comprado o apartamento em uma imobiliária:

   – Seus pais não moram mais aqui. Eles se separaram. A causa da separação tinha sido exatamente a fuga do Fábio:

   – Depois que você foi embora, eles começaram a brigar, um responsabilizando o outro por sua fuga. Terminaram se separando. Seu pai foi para o exterior. De sua mãe, não sei. Parece que também mudou de cidade, mas não sei qual.

   Fábio não aguentou mais: caiu em prantos. O homem se aproximou dele, abraçou-o. Entre aqui no seu antigo quarto, disse, tenho uma coisa para lhe mostrar. Ainda soluçando, Fábio entrou. E ali estavam, claro, o pai e a mãe, ambos rindo e chorando ao mesmo tempo. Tinha sido tudo uma encenação. Abraçaram-se, Fábio jurando que nunca mais sairia de casa.

   A verdade, porém, é que não gostou da brincadeira, mesmo que ela tenha lhe ensinado muita coisa. Os pais, ele acha, não podiam ter feito aquilo. Se fizeram, é por uma única razão: não o compreendem. Um dia, ele terá de sair de casa. Mais tarde, naturalmente, quando for homem, quando tiver sua própria casa. Só que aí levará os pais junto. Pais travessos como os que ele tem precisam ser controlados.


(SCLIAR, Moacyr. Folha de São Paulo. São Paulo. Em: 04/04/2005. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: julho de 2025.)
Nos fragmentos a seguir, os trechos destacados exercem a mesma função, EXCETO em:
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Q3614734 Português
A volta do filho pródigo


Cerca de 30 mil crianças e adolescentes fogem todo ano no Brasil. Oitenta por cento voltam para casa. Dificuldades com a família e busca de independência são as causas mais frequentes das fugas. A volta é acompanhada de arrependimento.

   Meus pais não me compreendem, ele pensava sempre. As brigas, em casa, eram frequentes. Os pais reclamavam do som muito alto, das roupas estranhas, das tatuagens. Revoltado, decidiu fugir de casa. Sabia que, para seus velhos, aquilo seria uma dura prova: afinal, ele era filho único. Mas estava na hora de mostrar que não era mais criança. Estava na hora de dar a eles uma lição. Botou algumas coisas na mochila e, uma madrugada, deixou o apartamento. Tomou um ônibus e foi para uma cidade distante, onde tinha amigos.

   Ali ficou por vários meses. Não foi uma experiência gratificante, longe disso. Os amigos só o ajudaram na primeira semana. Depois disso ficou entregue à própria sorte. Teve de trabalhar como ajudante de cozinha, morava num barraco, foi assaltado várias vezes, até fome passou. Finalmente resolveu voltar. Mandou um e-mail, dizendo que estaria em casa daí a dois dias. E, lembrando que a mãe era uma grande leitora da Bíblia, assinou-se como “filho pródigo”.

  Chegou de noite, cansado, e foi direto para o prédio onde morava. Como já não tinha a chave do apartamento, bateu à porta. E aí a surpresa, a terrível surpresa.

   O homem que estava ali não era seu pai. Na verdade, ele nem sequer o conhecia. Mas o simpático senhor sabia quem era ele: você deve ser o Fábio, disse, e convidou-o a entrar. Explicou que tinha comprado o apartamento em uma imobiliária:

   – Seus pais não moram mais aqui. Eles se separaram. A causa da separação tinha sido exatamente a fuga do Fábio:

   – Depois que você foi embora, eles começaram a brigar, um responsabilizando o outro por sua fuga. Terminaram se separando. Seu pai foi para o exterior. De sua mãe, não sei. Parece que também mudou de cidade, mas não sei qual.

   Fábio não aguentou mais: caiu em prantos. O homem se aproximou dele, abraçou-o. Entre aqui no seu antigo quarto, disse, tenho uma coisa para lhe mostrar. Ainda soluçando, Fábio entrou. E ali estavam, claro, o pai e a mãe, ambos rindo e chorando ao mesmo tempo. Tinha sido tudo uma encenação. Abraçaram-se, Fábio jurando que nunca mais sairia de casa.

   A verdade, porém, é que não gostou da brincadeira, mesmo que ela tenha lhe ensinado muita coisa. Os pais, ele acha, não podiam ter feito aquilo. Se fizeram, é por uma única razão: não o compreendem. Um dia, ele terá de sair de casa. Mais tarde, naturalmente, quando for homem, quando tiver sua própria casa. Só que aí levará os pais junto. Pais travessos como os que ele tem precisam ser controlados.


(SCLIAR, Moacyr. Folha de São Paulo. São Paulo. Em: 04/04/2005. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: julho de 2025.)
O texto de Moacyr Scliar é um texto curto, apressado e de linguagem descompromissada, coloquial e próxima do leitor, mas que traz um fato do cotidiano sob um filtro emocional. Trata-se de um texto pessoal do escritor, o qual se isenta do compromisso de ser fiel à realidade. Sobre os aspectos linguísticos desse texto, assinale a alternativa INCORRETA.
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Q3614733 Português
A volta do filho pródigo


Cerca de 30 mil crianças e adolescentes fogem todo ano no Brasil. Oitenta por cento voltam para casa. Dificuldades com a família e busca de independência são as causas mais frequentes das fugas. A volta é acompanhada de arrependimento.

   Meus pais não me compreendem, ele pensava sempre. As brigas, em casa, eram frequentes. Os pais reclamavam do som muito alto, das roupas estranhas, das tatuagens. Revoltado, decidiu fugir de casa. Sabia que, para seus velhos, aquilo seria uma dura prova: afinal, ele era filho único. Mas estava na hora de mostrar que não era mais criança. Estava na hora de dar a eles uma lição. Botou algumas coisas na mochila e, uma madrugada, deixou o apartamento. Tomou um ônibus e foi para uma cidade distante, onde tinha amigos.

   Ali ficou por vários meses. Não foi uma experiência gratificante, longe disso. Os amigos só o ajudaram na primeira semana. Depois disso ficou entregue à própria sorte. Teve de trabalhar como ajudante de cozinha, morava num barraco, foi assaltado várias vezes, até fome passou. Finalmente resolveu voltar. Mandou um e-mail, dizendo que estaria em casa daí a dois dias. E, lembrando que a mãe era uma grande leitora da Bíblia, assinou-se como “filho pródigo”.

  Chegou de noite, cansado, e foi direto para o prédio onde morava. Como já não tinha a chave do apartamento, bateu à porta. E aí a surpresa, a terrível surpresa.

   O homem que estava ali não era seu pai. Na verdade, ele nem sequer o conhecia. Mas o simpático senhor sabia quem era ele: você deve ser o Fábio, disse, e convidou-o a entrar. Explicou que tinha comprado o apartamento em uma imobiliária:

   – Seus pais não moram mais aqui. Eles se separaram. A causa da separação tinha sido exatamente a fuga do Fábio:

   – Depois que você foi embora, eles começaram a brigar, um responsabilizando o outro por sua fuga. Terminaram se separando. Seu pai foi para o exterior. De sua mãe, não sei. Parece que também mudou de cidade, mas não sei qual.

   Fábio não aguentou mais: caiu em prantos. O homem se aproximou dele, abraçou-o. Entre aqui no seu antigo quarto, disse, tenho uma coisa para lhe mostrar. Ainda soluçando, Fábio entrou. E ali estavam, claro, o pai e a mãe, ambos rindo e chorando ao mesmo tempo. Tinha sido tudo uma encenação. Abraçaram-se, Fábio jurando que nunca mais sairia de casa.

   A verdade, porém, é que não gostou da brincadeira, mesmo que ela tenha lhe ensinado muita coisa. Os pais, ele acha, não podiam ter feito aquilo. Se fizeram, é por uma única razão: não o compreendem. Um dia, ele terá de sair de casa. Mais tarde, naturalmente, quando for homem, quando tiver sua própria casa. Só que aí levará os pais junto. Pais travessos como os que ele tem precisam ser controlados.


(SCLIAR, Moacyr. Folha de São Paulo. São Paulo. Em: 04/04/2005. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: julho de 2025.)
É correto afirmar que o tempo verbal empregado na linha fina “Cerca de 30 mil crianças e adolescentes fogem todo ano no Brasil.” indica:
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Q3614732 Português
A volta do filho pródigo


Cerca de 30 mil crianças e adolescentes fogem todo ano no Brasil. Oitenta por cento voltam para casa. Dificuldades com a família e busca de independência são as causas mais frequentes das fugas. A volta é acompanhada de arrependimento.

   Meus pais não me compreendem, ele pensava sempre. As brigas, em casa, eram frequentes. Os pais reclamavam do som muito alto, das roupas estranhas, das tatuagens. Revoltado, decidiu fugir de casa. Sabia que, para seus velhos, aquilo seria uma dura prova: afinal, ele era filho único. Mas estava na hora de mostrar que não era mais criança. Estava na hora de dar a eles uma lição. Botou algumas coisas na mochila e, uma madrugada, deixou o apartamento. Tomou um ônibus e foi para uma cidade distante, onde tinha amigos.

   Ali ficou por vários meses. Não foi uma experiência gratificante, longe disso. Os amigos só o ajudaram na primeira semana. Depois disso ficou entregue à própria sorte. Teve de trabalhar como ajudante de cozinha, morava num barraco, foi assaltado várias vezes, até fome passou. Finalmente resolveu voltar. Mandou um e-mail, dizendo que estaria em casa daí a dois dias. E, lembrando que a mãe era uma grande leitora da Bíblia, assinou-se como “filho pródigo”.

  Chegou de noite, cansado, e foi direto para o prédio onde morava. Como já não tinha a chave do apartamento, bateu à porta. E aí a surpresa, a terrível surpresa.

   O homem que estava ali não era seu pai. Na verdade, ele nem sequer o conhecia. Mas o simpático senhor sabia quem era ele: você deve ser o Fábio, disse, e convidou-o a entrar. Explicou que tinha comprado o apartamento em uma imobiliária:

   – Seus pais não moram mais aqui. Eles se separaram. A causa da separação tinha sido exatamente a fuga do Fábio:

   – Depois que você foi embora, eles começaram a brigar, um responsabilizando o outro por sua fuga. Terminaram se separando. Seu pai foi para o exterior. De sua mãe, não sei. Parece que também mudou de cidade, mas não sei qual.

   Fábio não aguentou mais: caiu em prantos. O homem se aproximou dele, abraçou-o. Entre aqui no seu antigo quarto, disse, tenho uma coisa para lhe mostrar. Ainda soluçando, Fábio entrou. E ali estavam, claro, o pai e a mãe, ambos rindo e chorando ao mesmo tempo. Tinha sido tudo uma encenação. Abraçaram-se, Fábio jurando que nunca mais sairia de casa.

   A verdade, porém, é que não gostou da brincadeira, mesmo que ela tenha lhe ensinado muita coisa. Os pais, ele acha, não podiam ter feito aquilo. Se fizeram, é por uma única razão: não o compreendem. Um dia, ele terá de sair de casa. Mais tarde, naturalmente, quando for homem, quando tiver sua própria casa. Só que aí levará os pais junto. Pais travessos como os que ele tem precisam ser controlados.


(SCLIAR, Moacyr. Folha de São Paulo. São Paulo. Em: 04/04/2005. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: julho de 2025.)
Compreende-se que o retorno do filho pródigo representa o arrependimento e a busca por redenção. Assinale, a seguir, o fragmento de texto em que o autor se dirige ao leitor.
Alternativas
Q3614731 Português
A volta do filho pródigo


Cerca de 30 mil crianças e adolescentes fogem todo ano no Brasil. Oitenta por cento voltam para casa. Dificuldades com a família e busca de independência são as causas mais frequentes das fugas. A volta é acompanhada de arrependimento.

   Meus pais não me compreendem, ele pensava sempre. As brigas, em casa, eram frequentes. Os pais reclamavam do som muito alto, das roupas estranhas, das tatuagens. Revoltado, decidiu fugir de casa. Sabia que, para seus velhos, aquilo seria uma dura prova: afinal, ele era filho único. Mas estava na hora de mostrar que não era mais criança. Estava na hora de dar a eles uma lição. Botou algumas coisas na mochila e, uma madrugada, deixou o apartamento. Tomou um ônibus e foi para uma cidade distante, onde tinha amigos.

   Ali ficou por vários meses. Não foi uma experiência gratificante, longe disso. Os amigos só o ajudaram na primeira semana. Depois disso ficou entregue à própria sorte. Teve de trabalhar como ajudante de cozinha, morava num barraco, foi assaltado várias vezes, até fome passou. Finalmente resolveu voltar. Mandou um e-mail, dizendo que estaria em casa daí a dois dias. E, lembrando que a mãe era uma grande leitora da Bíblia, assinou-se como “filho pródigo”.

  Chegou de noite, cansado, e foi direto para o prédio onde morava. Como já não tinha a chave do apartamento, bateu à porta. E aí a surpresa, a terrível surpresa.

   O homem que estava ali não era seu pai. Na verdade, ele nem sequer o conhecia. Mas o simpático senhor sabia quem era ele: você deve ser o Fábio, disse, e convidou-o a entrar. Explicou que tinha comprado o apartamento em uma imobiliária:

   – Seus pais não moram mais aqui. Eles se separaram. A causa da separação tinha sido exatamente a fuga do Fábio:

   – Depois que você foi embora, eles começaram a brigar, um responsabilizando o outro por sua fuga. Terminaram se separando. Seu pai foi para o exterior. De sua mãe, não sei. Parece que também mudou de cidade, mas não sei qual.

   Fábio não aguentou mais: caiu em prantos. O homem se aproximou dele, abraçou-o. Entre aqui no seu antigo quarto, disse, tenho uma coisa para lhe mostrar. Ainda soluçando, Fábio entrou. E ali estavam, claro, o pai e a mãe, ambos rindo e chorando ao mesmo tempo. Tinha sido tudo uma encenação. Abraçaram-se, Fábio jurando que nunca mais sairia de casa.

   A verdade, porém, é que não gostou da brincadeira, mesmo que ela tenha lhe ensinado muita coisa. Os pais, ele acha, não podiam ter feito aquilo. Se fizeram, é por uma única razão: não o compreendem. Um dia, ele terá de sair de casa. Mais tarde, naturalmente, quando for homem, quando tiver sua própria casa. Só que aí levará os pais junto. Pais travessos como os que ele tem precisam ser controlados.


(SCLIAR, Moacyr. Folha de São Paulo. São Paulo. Em: 04/04/2005. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: julho de 2025.)
Tendo em vista o significado das palavras no contexto apresentado, as expressões destacadas podem ser substituídas pelos termos sugeridos, com EXCEÇÃO de:
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Q3614730 Português
A volta do filho pródigo


Cerca de 30 mil crianças e adolescentes fogem todo ano no Brasil. Oitenta por cento voltam para casa. Dificuldades com a família e busca de independência são as causas mais frequentes das fugas. A volta é acompanhada de arrependimento.

   Meus pais não me compreendem, ele pensava sempre. As brigas, em casa, eram frequentes. Os pais reclamavam do som muito alto, das roupas estranhas, das tatuagens. Revoltado, decidiu fugir de casa. Sabia que, para seus velhos, aquilo seria uma dura prova: afinal, ele era filho único. Mas estava na hora de mostrar que não era mais criança. Estava na hora de dar a eles uma lição. Botou algumas coisas na mochila e, uma madrugada, deixou o apartamento. Tomou um ônibus e foi para uma cidade distante, onde tinha amigos.

   Ali ficou por vários meses. Não foi uma experiência gratificante, longe disso. Os amigos só o ajudaram na primeira semana. Depois disso ficou entregue à própria sorte. Teve de trabalhar como ajudante de cozinha, morava num barraco, foi assaltado várias vezes, até fome passou. Finalmente resolveu voltar. Mandou um e-mail, dizendo que estaria em casa daí a dois dias. E, lembrando que a mãe era uma grande leitora da Bíblia, assinou-se como “filho pródigo”.

  Chegou de noite, cansado, e foi direto para o prédio onde morava. Como já não tinha a chave do apartamento, bateu à porta. E aí a surpresa, a terrível surpresa.

   O homem que estava ali não era seu pai. Na verdade, ele nem sequer o conhecia. Mas o simpático senhor sabia quem era ele: você deve ser o Fábio, disse, e convidou-o a entrar. Explicou que tinha comprado o apartamento em uma imobiliária:

   – Seus pais não moram mais aqui. Eles se separaram. A causa da separação tinha sido exatamente a fuga do Fábio:

   – Depois que você foi embora, eles começaram a brigar, um responsabilizando o outro por sua fuga. Terminaram se separando. Seu pai foi para o exterior. De sua mãe, não sei. Parece que também mudou de cidade, mas não sei qual.

   Fábio não aguentou mais: caiu em prantos. O homem se aproximou dele, abraçou-o. Entre aqui no seu antigo quarto, disse, tenho uma coisa para lhe mostrar. Ainda soluçando, Fábio entrou. E ali estavam, claro, o pai e a mãe, ambos rindo e chorando ao mesmo tempo. Tinha sido tudo uma encenação. Abraçaram-se, Fábio jurando que nunca mais sairia de casa.

   A verdade, porém, é que não gostou da brincadeira, mesmo que ela tenha lhe ensinado muita coisa. Os pais, ele acha, não podiam ter feito aquilo. Se fizeram, é por uma única razão: não o compreendem. Um dia, ele terá de sair de casa. Mais tarde, naturalmente, quando for homem, quando tiver sua própria casa. Só que aí levará os pais junto. Pais travessos como os que ele tem precisam ser controlados.


(SCLIAR, Moacyr. Folha de São Paulo. São Paulo. Em: 04/04/2005. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: julho de 2025.)
“A verdade, porém, é que não gostou da brincadeira, mesmo que ela tenha lhe ensinado muita coisa.” O 9º§ é introduzido pelo termo “porém”, que estabelece uma relação entre as ideias que o antecedem e que o sucedem, e que poderia ser substituído, sem qualquer prejuízo semântico, por:
Alternativas
Q3614729 Português
A volta do filho pródigo


Cerca de 30 mil crianças e adolescentes fogem todo ano no Brasil. Oitenta por cento voltam para casa. Dificuldades com a família e busca de independência são as causas mais frequentes das fugas. A volta é acompanhada de arrependimento.

   Meus pais não me compreendem, ele pensava sempre. As brigas, em casa, eram frequentes. Os pais reclamavam do som muito alto, das roupas estranhas, das tatuagens. Revoltado, decidiu fugir de casa. Sabia que, para seus velhos, aquilo seria uma dura prova: afinal, ele era filho único. Mas estava na hora de mostrar que não era mais criança. Estava na hora de dar a eles uma lição. Botou algumas coisas na mochila e, uma madrugada, deixou o apartamento. Tomou um ônibus e foi para uma cidade distante, onde tinha amigos.

   Ali ficou por vários meses. Não foi uma experiência gratificante, longe disso. Os amigos só o ajudaram na primeira semana. Depois disso ficou entregue à própria sorte. Teve de trabalhar como ajudante de cozinha, morava num barraco, foi assaltado várias vezes, até fome passou. Finalmente resolveu voltar. Mandou um e-mail, dizendo que estaria em casa daí a dois dias. E, lembrando que a mãe era uma grande leitora da Bíblia, assinou-se como “filho pródigo”.

  Chegou de noite, cansado, e foi direto para o prédio onde morava. Como já não tinha a chave do apartamento, bateu à porta. E aí a surpresa, a terrível surpresa.

   O homem que estava ali não era seu pai. Na verdade, ele nem sequer o conhecia. Mas o simpático senhor sabia quem era ele: você deve ser o Fábio, disse, e convidou-o a entrar. Explicou que tinha comprado o apartamento em uma imobiliária:

   – Seus pais não moram mais aqui. Eles se separaram. A causa da separação tinha sido exatamente a fuga do Fábio:

   – Depois que você foi embora, eles começaram a brigar, um responsabilizando o outro por sua fuga. Terminaram se separando. Seu pai foi para o exterior. De sua mãe, não sei. Parece que também mudou de cidade, mas não sei qual.

   Fábio não aguentou mais: caiu em prantos. O homem se aproximou dele, abraçou-o. Entre aqui no seu antigo quarto, disse, tenho uma coisa para lhe mostrar. Ainda soluçando, Fábio entrou. E ali estavam, claro, o pai e a mãe, ambos rindo e chorando ao mesmo tempo. Tinha sido tudo uma encenação. Abraçaram-se, Fábio jurando que nunca mais sairia de casa.

   A verdade, porém, é que não gostou da brincadeira, mesmo que ela tenha lhe ensinado muita coisa. Os pais, ele acha, não podiam ter feito aquilo. Se fizeram, é por uma única razão: não o compreendem. Um dia, ele terá de sair de casa. Mais tarde, naturalmente, quando for homem, quando tiver sua própria casa. Só que aí levará os pais junto. Pais travessos como os que ele tem precisam ser controlados.


(SCLIAR, Moacyr. Folha de São Paulo. São Paulo. Em: 04/04/2005. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: julho de 2025.)
A crônica se apresenta em uma linguagem predominantemente informativa. No entanto, além de apresentar os fatos, há evidência de análise subjetiva do autor em: 
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Q3614728 Português
A volta do filho pródigo


Cerca de 30 mil crianças e adolescentes fogem todo ano no Brasil. Oitenta por cento voltam para casa. Dificuldades com a família e busca de independência são as causas mais frequentes das fugas. A volta é acompanhada de arrependimento.

   Meus pais não me compreendem, ele pensava sempre. As brigas, em casa, eram frequentes. Os pais reclamavam do som muito alto, das roupas estranhas, das tatuagens. Revoltado, decidiu fugir de casa. Sabia que, para seus velhos, aquilo seria uma dura prova: afinal, ele era filho único. Mas estava na hora de mostrar que não era mais criança. Estava na hora de dar a eles uma lição. Botou algumas coisas na mochila e, uma madrugada, deixou o apartamento. Tomou um ônibus e foi para uma cidade distante, onde tinha amigos.

   Ali ficou por vários meses. Não foi uma experiência gratificante, longe disso. Os amigos só o ajudaram na primeira semana. Depois disso ficou entregue à própria sorte. Teve de trabalhar como ajudante de cozinha, morava num barraco, foi assaltado várias vezes, até fome passou. Finalmente resolveu voltar. Mandou um e-mail, dizendo que estaria em casa daí a dois dias. E, lembrando que a mãe era uma grande leitora da Bíblia, assinou-se como “filho pródigo”.

  Chegou de noite, cansado, e foi direto para o prédio onde morava. Como já não tinha a chave do apartamento, bateu à porta. E aí a surpresa, a terrível surpresa.

   O homem que estava ali não era seu pai. Na verdade, ele nem sequer o conhecia. Mas o simpático senhor sabia quem era ele: você deve ser o Fábio, disse, e convidou-o a entrar. Explicou que tinha comprado o apartamento em uma imobiliária:

   – Seus pais não moram mais aqui. Eles se separaram. A causa da separação tinha sido exatamente a fuga do Fábio:

   – Depois que você foi embora, eles começaram a brigar, um responsabilizando o outro por sua fuga. Terminaram se separando. Seu pai foi para o exterior. De sua mãe, não sei. Parece que também mudou de cidade, mas não sei qual.

   Fábio não aguentou mais: caiu em prantos. O homem se aproximou dele, abraçou-o. Entre aqui no seu antigo quarto, disse, tenho uma coisa para lhe mostrar. Ainda soluçando, Fábio entrou. E ali estavam, claro, o pai e a mãe, ambos rindo e chorando ao mesmo tempo. Tinha sido tudo uma encenação. Abraçaram-se, Fábio jurando que nunca mais sairia de casa.

   A verdade, porém, é que não gostou da brincadeira, mesmo que ela tenha lhe ensinado muita coisa. Os pais, ele acha, não podiam ter feito aquilo. Se fizeram, é por uma única razão: não o compreendem. Um dia, ele terá de sair de casa. Mais tarde, naturalmente, quando for homem, quando tiver sua própria casa. Só que aí levará os pais junto. Pais travessos como os que ele tem precisam ser controlados.


(SCLIAR, Moacyr. Folha de São Paulo. São Paulo. Em: 04/04/2005. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: julho de 2025.)
O gênero “crônica” se vincula à prática social literário-jornalística, tendo como principal suporte a esfera da comunicação jornalística escrita. Não se limita ao mero relato de fatos cotidianos, mas traz uma reflexão pessoal sobre lances incomuns do dia a dia, podendo focalizar pontos de vista não observados. É possível inferir que a ideia principal da crônica narrativa, de Moacyr Scliar, publicada originalmente no jornal Folha de São Paulo, é:
Alternativas
Q3588606 Atualidades
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou, em 2025, para o aumento de casos de dengue em várias regiões tropicais do planeta. Esse aumento está relacionado, principalmente:
Alternativas
Q3588603 Português

Retrovisor
O Teatro Mágico
(...)
Retrovisor nos mostra o que ficou
O que partiu, o que agora só ficou no pensamento
Retrovisor é mesmice em trânsito lento
Retrovisor mostra meus olhos com lembranças mal resolvidas
Mostra as ruas que escolhi
Calçadas e avenidas
Deixa explícito que se for pra frente
Coisas ficarão pra trás
A gente só nunca sabe que coisas são essas.

Composição: Fernando Anitelli. Texto Adaptado

https://www.letras.mus.br/o-teatro-magico/1681182/

No trecho "A gente só nunca sabe que coisas são essas.", o pronome demonstrativo "essas" desempenha um papel coesivo fundamental na estrutura do texto. Considerando os mecanismos de coesão textual, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3588601 Odontologia
Um paciente se apresenta ao consultório para uma consulta de rotina. Ao exame clínico, o dentista observa áreas de sangramento à sondagem em diversas regiões, mas sem perda de inserção clínica. Em um dente específico, há também uma lesão cavitada no esmalte e dentina. Este cenário clínico ilustra a coexistência de diferentes estágios de doenças bucais comuns, cujas progressões e características microbiológicas e histopatológicas são distintas. A correta identificação da patogênese de cada condição é crucial para definir o plano de tratamento adequado. Acerca do assunto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)A gengivite, embora seja uma inflamação dos tecidos gengivais causada pelo acúmulo de biofilme, invariavelmente progride para periodontite, pois a resposta inflamatória inicial desencadeia uma reabsorção óssea programada, mesmo que o controle de placa seja instituído. (__)A cárie dentária é uma doença infecciosa cujo principal agente etiológico, o Porphyromonas gingivalis, metaboliza sacarose para produzir ácidos que causam a desmineralização do esmalte, sendo que a presença de uma lesão de mancha branca ativa já indica a necessidade de tratamento restaurador invasivo. (__)A periodontite é caracterizada pela formação de bolsas periodontais e perda óssea, sendo um processo inflamatório reversível, no qual os tecidos de suporte, como o ligamento periodontal e o osso alveolar, podem se regenerar completamente com a remoção do cálculo supragengival e subgengival. (__)A distinção fundamental entre gengivite e periodontite reside no fato de que a periodontite é caracterizada pela perda de inserção clínica e óssea, um evento irreversível, que resulta da destruição das fibras do ligamento periodontal e do osso alveolar de suporte, enquanto a gengivite se restringe à inflamação dos tecidos moles sem perda de inserção.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3588600 Odontologia
A organização e o manejo das bandejas clínicas são tarefas centrais na rotina do consultório, exigindo tanto conhecimento técnico sobre os instrumentais quanto um rigoroso cumprimento das normas de biossegurança. Ao final de um procedimento, a bandeja utilizada representa um foco de contaminação e deve ser manuseada com cuidado. Em seguida, a montagem de uma nova bandeja estéril para o próximo paciente deve ser precisa para que o atendimento flua sem interrupções. Acerca do assunto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)A desmontagem de uma bandeja utilizada deve ocorrer na área de expurgo da CME, com o profissional utilizando EPIs de barreira, como luvas de borracha grossa e avental impermeável. Os materiais perfurocortantes devem ser os primeiros a serem removidos, com o auxílio de pinças, e descartados em coletor rígido apropriado. (__)Na montagem de uma bandeja para restauração com resina composta, são essenciais os seguintes itens: kit clínico, espátulas para resina, um calcador do tipo Hollemback para inserção do material e um conjunto de brocas carbide em baixa rotação para o acabamento e polimento da restauração. (__)Ao montar uma bandeja, os instrumentais devem ser organizados seguindo a sequência provável de uso no procedimento. Por exemplo, para um exame clínico, a sonda exploradora, o espelho e a pinça são posicionados primeiro, seguidos, se necessário, por uma sonda periodontal. (__)Uma bandeja estéril, devidamente embalada, só deve ser aberta no momento do atendimento, na presença do paciente. Antes de abrir, é imperativo verificar a integridade da embalagem, a data de validade da esterilização e a mudança de cor do indicador químico externo, que confirma a passagem do pacote pelo processo de esterilização.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3588599 Odontologia
A eficiência e a qualidade de um atendimento odontológico dependem diretamente da sinergia entre o cirurgião-dentista e o Auxiliar de Consultório Odontológico (ASB). No conceito de odontologia a quatro mãos, o ASB atua de forma ativa, antecipando as necessidades do profissional, realizando a transferência de instrumentais, o controle de umidade do campo operatório e a manipulação de materiais. Essa dinâmica otimiza o tempo, reduz a fadiga do profissional e aumenta o conforto do paciente. Acerca do assunto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)Durante um procedimento operatório com alta rotação, a ponta do sugador de alta potência deve ser posicionada pelo ASB próxima ao dente em questão, porém sem tocar os tecidos moles, para controlar eficientemente o spray de ar/água, o que melhora a visibilidade do campo para o dentista e reduz a contaminação por aerossóis..  (__)Na transferência de instrumentais articulados, como um fórceps, o ASB deve segurá-lo pelas pontas ativas e entregá-lo fechado ao profissional, garantindo que o dentista receba o cabo na posição correta de uso e evitando a queda do instrumento. (__)É permitido ao ASB, sob supervisão direta do cirurgião-dentista, realizar a remoção de suturas e a aplicação tópica de flúor em gel, pois são considerados procedimentos reversíveis e de baixa complexidade, agilizando o atendimento de múltiplos pacientes em programas de saúde coletiva. (__)Compete ao ASB a correta manipulação de materiais dentários, como o cimento de ionômero de vidro ou alginato, seguindo as proporções pó/líquido indicadas pelo fabricante para obter as propriedades ideais do material, e a sua transferência ao profissional no momento clínico adequado.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3588598 Odontologia
A Central de Material e Esterilização (CME) é um setor vital em qualquer serviço de saúde, e em um consultório odontológico não é diferente. O reprocessamento de instrumentais segue um fluxo rigoroso que começa com a limpeza e termina com o armazenamento do material estéril. A falha em qualquer uma das etapas pode comprometer a segurança do paciente, levando à transmissão de doenças. A validação do processo de esterilização é um dos pontos mais críticos dessa cadeia. Considerando os métodos e princípios que regem a esterilização e a desinfecção, assinale a alternativa que apresenta a conduta correta.
Alternativas
Q3588597 Odontologia
Durante o planejamento de um tratamento reabilitador, o cirurgião-dentista define uma sequência de procedimentos que podem incluir restaurações, profilaxia, extrações e o uso de anestesia local. A seleção adequada de técnicas e materiais para cada uma dessas etapas é fundamental para o sucesso clínico e o conforto do paciente. O conhecimento das indicações e dos princípios biológicos por trás de cada procedimento orienta as ações de toda a equipe odontológica. Assim, analise as afirmativas a seguir.
I.Na aplicação de anestesia local para procedimentos como extrações, a presença de um vasoconstritor no sal anestésico, como a epinefrina, tem a função de reduzir o fluxo sanguíneo local, o que diminui a velocidade de absorção do anestésico, prolongando sua duração e reduzindo o risco de toxicidade sistêmica. II.Em restaurações de dentes posteriores com grande destruição coronária, o material de eleição é sempre a resina composta micro-híbrida, aplicada em incremento único para otimizar o tempo clínico, pois sua contração de polimerização é compensada pela adesão ao remanescente dental, prevenindo a sensibilidade pós-operatória. III.A profilaxia dental clínica envolve a remoção de depósitos supra e subgengivais, como placa e cálculo, por meio de instrumentos manuais ou ultrassônicos, seguida pelo polimento das superfícies dentárias com pasta profilática e taças de borracha para dificultar a nova adesão de biofilme.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3588596 Odontologia
A agenda do dia em uma clínica odontológica prevê a realização de múltiplos procedimentos, como uma restauração em resina composta, seguida por uma cirurgia de extração simples. O Auxiliar de Consultório Odontológico é responsável por garantir que a sala esteja devidamente preparada para cada atendimento e que a bandeja clínica contenha todos os instrumentais estéreis e materiais de consumo necessários, organizados de forma lógica para otimizar o tempo e a segurança. Um erro na montagem da bandeja pode comprometer o andamento e o sucesso do procedimento. Considerando a necessidade de preparar uma bandeja para um procedimento específico, assinale a alternativa que descreve a composição correta dos itens essenciais.
Alternativas
Q3588595 Administração de Recursos Materiais
 O controle de estoque e o correto armazenamento dos insumos odontológicos são fundamentais para garantir a qualidade dos tratamentos, a segurança do paciente e a saúde financeira do consultório. Materiais armazenados de forma inadequada podem ter suas propriedades físicas e químicas alteradas, levando a falhas clínicas e desperdícios. O Auxiliar de Consultório Odontológico é frequentemente responsável por receber, organizar e monitorar esses insumos. Acerca do assunto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)Os materiais odontológicos devem ser armazenados em local limpo, seco, ao abrigo da luz solar direta e de fontes de calor, e os produtos devem ser organizados seguindo o sistema PVPS (Primeiro que Vence, Primeiro que Sai), garantindo que os itens com data de validade mais próxima sejam utilizados primeiro.  (__)Filmes radiográficos e soluções para processamento devem ser estocados em refrigerador comum, na mesma prateleira de outros materiais como resinas e adesivos, para otimizar espaço, pois a baixa temperatura preserva a estabilidade química de todos esses insumos de forma indiscriminada.  (__)O gesso odontológico, por ser um material de baixo custo e alta estabilidade, pode ser armazenado em sua embalagem original aberta dentro do laboratório de prótese, pois a umidade do ar não afeta suas propriedades de presa e resistência final, apenas o seu tempo de trabalho. (__)Materiais como resinas compostas e sistemas adesivos, que são sensíveis à luz e ao calor, devem ser mantidos em suas embalagens originais, bem fechados, e, se indicado pelo fabricante, sob refrigeração, sendo necessário retirá-los do refrigerador algum tempo antes do uso para que atinjam a temperatura ambiente e não sofram alteração em sua viscosidade.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3588594 Odontologia
O bom funcionamento de um consultório odontológico depende não apenas da habilidade da equipe, mas também da confiabilidade de seus equipamentos. Uma falha inesperada em um equipamento crítico, como a autoclave ou a bomba a vácuo, pode interromper os atendimentos, causar prejuízos e, principalmente, gerar riscos à segurança do paciente. A implementação de uma rotina de manutenção preventiva, realizada pelo pessoal auxiliar, é a forma mais eficaz de garantir a longevidade e o desempenho adequado desses aparelhos. Considerando os cuidados diários e periódicos com os equipamentos odontológicos, assinale a alternativa que descreve uma prática correta.
Alternativas
Respostas
701: A
702: A
703: A
704: A
705: B
706: D
707: A
708: C
709: C
710: C
711: B
712: A
713: D
714: B
715: D
716: D
717: A
718: A
719: D
720: B