Foram encontradas 799 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3327919 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Baseando−se na Lei nº 25/1993 − Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, é CORRETO afirmar que constituem indenizações ao servidor:
Alternativas
Q3327917 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
De acordo com a Lei nº 25/1993 − Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, o prazo de validade dos concursos públicos será de até: 
Alternativas
Q3327916 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Segundo a Lei Orgânica do Município, o processo legislativo compreende:
Alternativas
Q3327915 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Conforme a Lei Orgânica do Município, são poderes do Município:
Alternativas
Q3327914 Direito Constitucional
Com base na Constituição Federal, é vedada a cassação de direitos políticos, cuja perda ou suspensão só se dará nos casos de:

I. Cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado.
II. Incapacidade civil absoluta.
III. Condenação criminal transitada em julgado, enquanto durarem seus efeitos.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3327909 Direito Constitucional
O sistema de governo brasileiro que se caracteriza pela divisão de poderes entre o governo central e suas unidades federativas, com autonomia para cada um exercer suas competências, trata−se do modelo de governo:
Alternativas
Q3327908 Atualidades
A empresa japonesa Oji Holdings parou de fabricar fraldas para bebês e decidiu focar no mercado para adultos. Há mais de 10 anos que a demanda por fraldas geriátricas ultrapassa a de fraldas infantis no país. Assinalar a alternativa que NÃO representa um dos motivos que levaram a esse cenário, que afeta tanto o Japão quanto outros países do leste asiático.
Alternativas
Q3327893 Português
A Crônica


    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.

    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.

    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.

    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.


Sergius Gonzaga. Adaptado.


A palavra “irrisório”, no 3º parágrafo, dependendo do contexto, tem como possíveis sinônimos, EXCETO: 
Alternativas
Q3327892 Português
A Crônica


    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.

    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.

    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.

    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.


Sergius Gonzaga. Adaptado.


De acordo com o texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Na crônica, a preocupação com forma está acima da linguagem acessível e clara.
( ) A crônica está diretamente ligada ao cotidiano.
( ) Muitos críticos consideram a crônica um gênero menor.
Alternativas
Q3327891 Português
A Crônica


    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.

    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.

    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.

    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.


Sergius Gonzaga. Adaptado.


A partir das ideias apresentadas no texto, é CORRETO inferir que:
Alternativas
Q3327890 Português
A Crônica


    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.

    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.

    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.

    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.


Sergius Gonzaga. Adaptado.


Assinalar a alternativa que apresenta a classe das palavras sublinhadas, na ordem em que aparecem no texto.
Alternativas
Q3232705 Noções de Primeiros Socorros
O caso hipotético a seguir contextualiza à questão. Leia-o atentamente.

A rotina na educação infantil tem seus desafios na promoção da segurança e prevenção de acidentes de crianças. Para melhor atualizar a equipe, a gestora de creche municipal levou as demandas de formação para a secretaria de educação. Com isso, foi criada uma agenda de cursos e capacitações para proporcionar formação e reciclagem das equipes escolares. Dentre esses cursos, o “educar para prevenir” teve destaque entre os participantes. Nele, foram abordadas as principais formas de cuidados e prevenção de acidentes com crianças em idade de creche. D e T são auxiliares de desenvolvimento infantil de certa prefeitura e se interessaram em fazer o curso de formação para ter maior segurança no cuidado com os pequenos usuários da creche. Em 2022, a escola em que D e T trabalham foi alvo de uma investigação de acidente após um aluno ter se machucado durante as atividades de recreação. Com asma, a criança, após correr, teria pedido ajuda para conter uma crise respiratória e caiu, ferindo-se na cabeça e face. O curso está sendo direcionado para as temáticas de: quedas, cortes e arranhões, fraturas, queimaduras, alergias, intoxicação, sufocação ou engasgamento e convulsão, que são as maiores causas de problemas e acidentes na escola. 
Primeiros-socorros podem ser definidos como os cuidados de emergência dispensados a qualquer pessoa que tenha sofrido um acidente ou mal súbito (intercorrência clínica), até que possa receber o tratamento médico adequado e definitivo. Na avaliação inicial da vítima de trauma, uma das abordagens utilizadas é:
Alternativas
Q3232704 Pedagogia
O caso hipotético a seguir contextualiza à questão. Leia-o atentamente.

A rotina na educação infantil tem seus desafios na promoção da segurança e prevenção de acidentes de crianças. Para melhor atualizar a equipe, a gestora de creche municipal levou as demandas de formação para a secretaria de educação. Com isso, foi criada uma agenda de cursos e capacitações para proporcionar formação e reciclagem das equipes escolares. Dentre esses cursos, o “educar para prevenir” teve destaque entre os participantes. Nele, foram abordadas as principais formas de cuidados e prevenção de acidentes com crianças em idade de creche. D e T são auxiliares de desenvolvimento infantil de certa prefeitura e se interessaram em fazer o curso de formação para ter maior segurança no cuidado com os pequenos usuários da creche. Em 2022, a escola em que D e T trabalham foi alvo de uma investigação de acidente após um aluno ter se machucado durante as atividades de recreação. Com asma, a criança, após correr, teria pedido ajuda para conter uma crise respiratória e caiu, ferindo-se na cabeça e face. O curso está sendo direcionado para as temáticas de: quedas, cortes e arranhões, fraturas, queimaduras, alergias, intoxicação, sufocação ou engasgamento e convulsão, que são as maiores causas de problemas e acidentes na escola. 
O conhecimento sobre alguns fatores que envolvem a segurança das crianças nos diferentes ambientes educacionais torna-se relevante, a fim de que pais, educadores e crianças criem uma consciência crítica, podendo, desse modo, fazer escolhas pensando na segurança desses espaços. Assinale a alternativa que apresenta menor ocorrência de acidente no ambiente escolar.
Alternativas
Q3232703 Pedagogia
Comportamentos agressivos nas crianças podem indicar desconfortos gerais, situações familiares e até, em alguns casos, sinais de necessidade de investigação diagnóstica como no caso do Transtorno de Oposição Desafiante (TOD). Tais sinais podem ocorrer no convívio familiar e na escola, fazendo com que os profissionais da educação fiquem atentos e bem formados. São sinais que podem ser percebidos na escola, EXCETO:
Alternativas
Q3232702 Pedagogia
“A Resolução CD/FNDE/MEC nº 15/2020 dispõe sobre a destinação de recursos financeiros para equipar salas de recursos multifacetados e bilíngues de surdos, destinadas ao atendimento educacional especializado, visando à aquisição ou adequação de itens que compõem esses espaços nos moldes operacionais e regulamentares do Programa Dinheiro Direto na Escola – PDDE, a escolas públicas municipais, estaduais e do Distrito Federal da educação básica.” A afirmação anterior se refere ao seguinte programa:
Alternativas
Q3232701 Pedagogia
As Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica definem, tradicionalmente, que a educação especial tem sido concebida e destinada ao atendimento de alunos que, EXCETO:
Alternativas
Q3232700 Pedagogia
O caso hipotético a seguir contextualiza à questão. Leia-o atentamente.

A rotina na educação infantil tem como promoção o desenvolvimento do trabalho pedagógico nas instituições de educação infantil, a sua organização e o atendimento à criança, realizando, assim, a função de organizar o trabalho do educador; porém, essa rotina não pode se tornar vazia e sem significado para as crianças de 0 a 5 anos. AP é auxiliar de desenvolvimento infantil de uma prefeitura do interior de São Paulo e trabalha no berçário de uma creche. Sabe-se que, além da rotina da educação infantil, essa fase das crianças exige cuidados com higiene, alimentação, entre outros. Com dez anos de experiência, AP relata que os desafios dessa fase são: 1) adaptação da criança; 2) necessidade de cuidar e educar a criança pequena em ação conjunta com a família e com a comunidade em que ela está inserida.
O processo de adaptação é profundamente sensível e demanda atenção, paciência e cuidados específicos, pois é uma fase regada de transições com diversas situações que envolvem o desafio de enfrentamento e amadurecimento do novo, tanto para as crianças quanto para os familiares e educadores. Para uma boa adaptação, são pontos que precisam ser observados, EXCETO:
Alternativas
Q3232699 Pedagogia
O caso hipotético a seguir contextualiza à questão. Leia-o atentamente.

A rotina na educação infantil tem como promoção o desenvolvimento do trabalho pedagógico nas instituições de educação infantil, a sua organização e o atendimento à criança, realizando, assim, a função de organizar o trabalho do educador; porém, essa rotina não pode se tornar vazia e sem significado para as crianças de 0 a 5 anos. AP é auxiliar de desenvolvimento infantil de uma prefeitura do interior de São Paulo e trabalha no berçário de uma creche. Sabe-se que, além da rotina da educação infantil, essa fase das crianças exige cuidados com higiene, alimentação, entre outros. Com dez anos de experiência, AP relata que os desafios dessa fase são: 1) adaptação da criança; 2) necessidade de cuidar e educar a criança pequena em ação conjunta com a família e com a comunidade em que ela está inserida.
As creches, inicialmente, eram instituições que serviam para cuidar dos filhos de mulheres inseridas no mercado de trabalho. Hoje, as chamadas escolas de educação infantil ou centros de educação infantil, baseiam o seu trabalho sob uma perspectiva diferente em decorrência de mudanças quanto à concepção da criança e da educação. Sobre o cuidar e o educar na educação infantil, analise as afirmativas a seguir.

I. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para a educação infantil indica que o cuidar e o educar são indissociáveis.
II. A dimensão do “cuidar” na educação infantil não deve ser reduzida somente aos momentos de garantia da integridade da criança, ou em atividades como alimentação, higiene e proteção das crianças.
III. O termo “educar” tem origem no latim educatione e destaca-se no desenvolver das faculdades físicas, morais e intelectuais dos indivíduos indo em direção à preocupação com intelectual, cognitivo, moral e social do sujeito.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Respostas
421: C
422: A
423: D
424: D
425: C
426: D
427: B
428: C
429: D
430: B
431: D
432: A
433: D
434: A
435: C
436: D
437: C
438: B
439: D
440: B