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“Julho foi o mês mais quente da história recente e quebrou recordes de temperaturas.” PIVETTA, Marcos. Julho foi o mês mais quente da história recente e quebrou recordes de temperaturas. Pesquisa Fapesp, setembro de 2023. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/julho-foi-o-mes-mais-quente-da-historiarecente-e-quebrou-recordes-de-temperaturas/. Acesso em: 24 set. 2023.
“As irmandades e as Ordens religiosas exerciam papel fundamental em todos os rituais ligados à ‘morte decente’, desde os últimos momentos de vida, passando aos ritos do velório, aos enterramentos e ao luto.” NASCIMENTO, Mara Regina do. Irmandades e ordens. In: NASCIMENTO, Mara Regina do; DILLMANN, Mauro. Guia didático e histórico de verbetes sobre a morte e o morrer. Porto Alegre: Casa das Letras, 2022.
Caso a expressão “As irmandades e as Ordens religiosas” passe para “A irmandade e a Ordem religiosa”, o verbo “exercer”, nesse trecho:
Vacina comestível existe?
A maioria das vacinas é aplicada no nosso corpo através de uma injeção, ou pela boca, na forma das famosas “gotinhas”. Mas os cientistas sempre pensam em novas maneiras, como as vacinas intranasais, que são administradas por um spray no nariz. Outra ideia é administrar vacinas através da nossa alimentação.
Para isso, os cientistas juntam um pedacinho do DNA de um microrganismo causador de alguma doença com o DNA de um vegetal. O vegetal passa a carregar informação genética desse microrganismo e, quando o ingerimos, nosso sistema imune é estimulado a nos proteger da doença.
Já existem pesquisas para desenvolver vacinas desse tipo contra cólera, raiva e hepatite. Os vegetais utilizados são bem comuns, como batatas, tomates, arroz etc. Já imaginou que legal será, no futuro, ver crianças serem vacinadas comendo uma banana?
Leandro Lobo/Instituto de Microbiologia Paulo de Góes/ Universidade Federal do Rio de Janeiro VACINA comestível existe? Ciência Hoje das Crianças, edição 347, setembro de 2023. Mundo de Curiosidades. Disponível em: https://chc.org.br/artigo/mundo-de-curiosidades-347/. Acesso em: 25/09/2023.
Vacina comestível existe?
A maioria das vacinas é aplicada no nosso corpo através de uma injeção, ou pela boca, na forma das famosas “gotinhas”. Mas os cientistas sempre pensam em novas maneiras, como as vacinas intranasais, que são administradas por um spray no nariz. Outra ideia é administrar vacinas através da nossa alimentação.
Para isso, os cientistas juntam um pedacinho do DNA de um microrganismo causador de alguma doença com o DNA de um vegetal. O vegetal passa a carregar informação genética desse microrganismo e, quando o ingerimos, nosso sistema imune é estimulado a nos proteger da doença.
Já existem pesquisas para desenvolver vacinas desse tipo contra cólera, raiva e hepatite. Os vegetais utilizados são bem comuns, como batatas, tomates, arroz etc. Já imaginou que legal será, no futuro, ver crianças serem vacinadas comendo uma banana?
Leandro Lobo/Instituto de Microbiologia Paulo de Góes/ Universidade Federal do Rio de Janeiro VACINA comestível existe? Ciência Hoje das Crianças, edição 347, setembro de 2023. Mundo de Curiosidades. Disponível em: https://chc.org.br/artigo/mundo-de-curiosidades-347/. Acesso em: 25/09/2023.
Não é um exemplo desses programas:
I. Dentre os riscos relacionados aos fatores ergonômicos mais comuns no ambiente escolar, as questões musculoesqueléticas, que são decorrentes de esforços repetitivos e as Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho (DORT) estão relacionadas a problemas derivados da postura inadequada, especialmente perante a exigência da posição em pé por longos períodos.
II. Para prevenir os riscos relacionados a fatores ergonômicos tais como as questões musculoesqueléticas e as decorrentes de esforços repetitivos e das Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho (DORT) é preciso evitar permanecer em uma mesma posição por tempo prolongando. Pode-se renunciar à movimentação nestes casos, desde que se evite elevar os braços por longos períodos em posição acima dos ombros, isto é, que supere os 90°.
III. No rol dos riscos relacionados a fatores ergonômicos estão circunscritos os transtornos mentais. A pressão no trabalho; dificuldade no trato com estudantes, como situações de difícil equação referentes a casos como desrespeito, violência psicológica e/ou física; carga excessiva de trabalho, necessidade de levar trabalho para casa, ruído excessivo, falta de condições estruturais para realização de um trabalho educativo de qualidade, e salários indignos e defasados são fatores que levam os profissionais da educação a adoecer.
IV. Sendo o ambiente escolar de baixo risco de contaminação biológica é facultativa aos profissionais da limpeza e higienização a utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), a exemplo de luvas, botinas e máscaras quando em contato com agentes químicos ou biológicos.
V. Sobre os profissionais que trabalham na preparação de alimentos recomenda-se manter o local de trabalho organizado e ventilado; utilizar equipamentos de proteção coletivos e individuais adequados e confortáveis, especialmente luvas e calçados; procurar fazer alternância de posição; utilizar luvas adequadas contra cortes e umidade; lembrar-se que a preparação de alimentos deve seguir as normas da vigilância sanitária.
I. O Art 3°, da Lei n. 9.394/1996, a LDB, é um dos mais contundentes amparos legais para educadores e educandos no combate à homofobia, pois expõe como alguns dos seus princípios que devem basear o ensino, a igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas; e o respeito à liberdade e apreço à tolerância.
II. O Estatuto da Criança e do Adolescente determina tratamento desigual de gênero, sendo seu livre debate aberto apenas em escolas especiais ou centros de ressocialização.
III. As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil afirmam, dentre seus princípios, a necessidade de construir novas formas de sociabilidade e de subjetividade comprometidas com a democracia e com o rompimento de diferentes formas de dominação etária, socioeconômica, étnico-racial, de gênero, regional, linguística e religiosa. Deste modo tal marco legal possibilita o tratamento de questões, que podem reforçar o combate à discriminação de gênero deste a educação infantil.
IV. Está assegurado nas Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio assegura que a proposta pedagógica das unidades escolares que ofertam o ensino médio deve considerar a promoção dos direitos humanos mediante a discussão de temas relativos à raça e etnia, religião, gênero, identidade de gênero e orientação sexual, pessoas com deficiência, entre outros, bem como práticas que contribuam para a igualdade e para o enfrentamento de preconceitos, discriminação e violência sob todas as formas.