Questões de Concurso Comentadas para professor - libras

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Q3978140 Português
Assinale a opção em que o vocábulo destacado foi CORRETAMENTE utilizado.
Alternativas
Q3978139 Português
O Novo Acordo Ortográfico eliminou o uso do hífen na maioria das locuções. Das palavras abaixo, qual a única que ainda permite o uso desse sinal gráfico?
Alternativas
Q3978138 Português
A opção que apresenta pontuação adequada à norma-padrão da língua é:
Alternativas
Q3978136 Português
 Marque a opção em que o uso da crase é obrigatório.
Alternativas
Q3978135 Português
A alternativa cuja regência não obedece à norma-padrão da língua é:
Alternativas
Q3978134 Português
Leia o texto para responder à questão.


O homem na lua: um marco na história das 'fake news'


Celebrações do 50º aniversário da missão do foguete Apollo 11 são cercadas de produção de informações de que o homem não pisou na Lua.


    Milhões de pessoas no mundo estão convencidas de que o homem não pisou na Lua em 1969 e de que as imagens da Nasa foram gravadas em um estúdio de Hollywood. Um boato que perdura e que antecede e é um marco na história das "fake news". Bastam alguns cliques para encontrar milhares de sites na internet que questionam a realidade da missão de Apolo 11. A missão completa 50 anos neste sábado (19).

    Se recorre a argumentos variados para justificar este postulado: a Nasa é incapaz dessa façanha tecnológica, a missão não tinha seres humanos, nenhum homem teria sobrevivido às radiações durante a viagem, e mesmo ideias mais extravagantes como a de que as autoridades deveriam dissimular a descoberta de uma civilização lunar. Todas essas ideias se baseiam no mesmo: supostas anomalias detectadas nas fotos e nos vídeos da Nasa.

    A luz e as sombras das imagens? Suspeitas. A ausência de estrelas? Prova de manipulação. Assim como a bandeira fincada por Neil Armstrong que parece ondular, apesar de somente haver atmosfera na Lua. Embora a comunidade científica tenha refutado com provas todas essas teorias, inclusive com imagens do local de pouso tomadas em 2009, o mito de uma grande mentira continua vivo, e 'in crescendo'.

     [...] 

    Anestesiando a reflexão

    Por que essa façanha atrai tantos céticos? Devido à sua importância, explica à AFP Didier Desormeaux, coautor de um livro sobre teorias do complô ("Le complotisme, décrypter et agir"). "Este episódio da conquista espacial é um dos maiores marcos da humanidade, questioná-lo faz tremer os fundamentos da ciência e do domínio do homem sobre a natureza", argumenta.

    Diferente de outros eventos históricos que também são objeto de teorias da conspiração, como o assassinato do presidente John Fitzgerald Kennedy em 1963 - cujo fato ninguém discute, mas, sim, suas circunstâncias-, a chegada à Lua se questiona em sua totalidade. Com Apolo 11, "se trata da primeira teoria complotista que se constrói completamente mediante uma reinterpretação visual de um fato da atualidade: se denuncia uma encenação", segundo Desormeaux.

    Há outras: como as matanças em escolas americanas ou o atentado contra o semanário satírico Charlie Hebdo em Paris em 2015, taxadas de ficções com atores, acrescenta. "A imagem anestesia a capacidade de reflexão", defende este especialista para explicar este tipo de raciocínio.


Fonte: https://www.folhape.com.br/noticias/homem-na-lua-ummarco-na-historia-das-fake-news/2019/07/19/
Assinale a opção que contém informação INCORRETA. 
Alternativas
Q3978133 Português
Leia o texto para responder à questão.


O homem na lua: um marco na história das 'fake news'


Celebrações do 50º aniversário da missão do foguete Apollo 11 são cercadas de produção de informações de que o homem não pisou na Lua.


    Milhões de pessoas no mundo estão convencidas de que o homem não pisou na Lua em 1969 e de que as imagens da Nasa foram gravadas em um estúdio de Hollywood. Um boato que perdura e que antecede e é um marco na história das "fake news". Bastam alguns cliques para encontrar milhares de sites na internet que questionam a realidade da missão de Apolo 11. A missão completa 50 anos neste sábado (19).

    Se recorre a argumentos variados para justificar este postulado: a Nasa é incapaz dessa façanha tecnológica, a missão não tinha seres humanos, nenhum homem teria sobrevivido às radiações durante a viagem, e mesmo ideias mais extravagantes como a de que as autoridades deveriam dissimular a descoberta de uma civilização lunar. Todas essas ideias se baseiam no mesmo: supostas anomalias detectadas nas fotos e nos vídeos da Nasa.

    A luz e as sombras das imagens? Suspeitas. A ausência de estrelas? Prova de manipulação. Assim como a bandeira fincada por Neil Armstrong que parece ondular, apesar de somente haver atmosfera na Lua. Embora a comunidade científica tenha refutado com provas todas essas teorias, inclusive com imagens do local de pouso tomadas em 2009, o mito de uma grande mentira continua vivo, e 'in crescendo'.

     [...] 

    Anestesiando a reflexão

    Por que essa façanha atrai tantos céticos? Devido à sua importância, explica à AFP Didier Desormeaux, coautor de um livro sobre teorias do complô ("Le complotisme, décrypter et agir"). "Este episódio da conquista espacial é um dos maiores marcos da humanidade, questioná-lo faz tremer os fundamentos da ciência e do domínio do homem sobre a natureza", argumenta.

    Diferente de outros eventos históricos que também são objeto de teorias da conspiração, como o assassinato do presidente John Fitzgerald Kennedy em 1963 - cujo fato ninguém discute, mas, sim, suas circunstâncias-, a chegada à Lua se questiona em sua totalidade. Com Apolo 11, "se trata da primeira teoria complotista que se constrói completamente mediante uma reinterpretação visual de um fato da atualidade: se denuncia uma encenação", segundo Desormeaux.

    Há outras: como as matanças em escolas americanas ou o atentado contra o semanário satírico Charlie Hebdo em Paris em 2015, taxadas de ficções com atores, acrescenta. "A imagem anestesia a capacidade de reflexão", defende este especialista para explicar este tipo de raciocínio.


Fonte: https://www.folhape.com.br/noticias/homem-na-lua-ummarco-na-historia-das-fake-news/2019/07/19/
O texto pertence ao gênero textual:
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Q3548988 Libras
O trabalho do tradutor intérprete de Libras tem se inserido em um contexto tenso, marcado pela lógica logofonocentrista. Tendo em vista esse aspecto, é correto afirmar que os tradutores intérpretes de Libras 
Alternativas
Q3548987 Libras
Alguns autores, como Pagura (2003 apud Lacerda, 2009), fazem clara distinção entre os termos tradução e interpretação. Tomando esses termos como diferentes, qual alternativa apresenta a principal distinção entre eles? 
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Q3548986 Pedagogia
No livro “Intérprete de Libras em atuação na Educação Infantil e no Ensino Fundamental” (Lacerda, 2009), há o relato de um estudo sobre a presença de dois educadores em sala de aula em escola inclusiva bilíngue para surdos. Considerando o contexto em que uma criança surda se encontra em sala de escola inclusiva bilíngue para surdos, com a presença de um professor regente de classe e o intérprete de Libras, é correto afirmar que a presença desses dois profissionais em sala de aula
Alternativas
Q3548985 Libras
Em seu estudo pragmático sobre os pedidos em Libras, Ferreira-Brito (1995) observou especificidades na língua. Assinale a alternativa que apresenta uma das especificidades relatadas pela autora. 
Alternativas
Q3548984 Libras
De acordo com Quadros e Karnopp (2004), é correto afirmar sobre a ordem das frases na Libras: 
Alternativas
Q3548983 Libras
A incorporação de numeral é um processo morfológico produtivo na Libras. Ao realizar esse processo, o indivíduo que está sinalizando faz alterações em qual parâmetro fonológico? 
Alternativas
Q3548982 Libras
São mecanismos espaciais usados no estabelecimento nominal e na utilização do sistema pronominal da Libras: 
Alternativas
Q3548981 Libras
A Libras como primeira língua na educação de surdos possui representação que não se restringe às justificativas linguísticas e educacionais para seu uso. Giordani (2006) levanta aspectos das relações de poder entre as línguas envolvidas nos processos de ensinar e aprender de pessoas surdas. Nesse sentido, a presença da Libras na educação de pessoas surdas pode ser vista como uma 
Alternativas
Q3548980 Libras
São Expressões Não-Manuais (ENM) da Libras: 
Alternativas
Q3548979 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
O capítulo IV (DIREITO À EDUCAÇÃO), da Lei nº 13.146, de 2015, faz menção à Libras. Das alternativas a seguir, assinale aquela que contém duas das incumbências do poder público relatadas no referido capítulo dessa lei. 
Alternativas
Q3548978 Pedagogia
O Decreto nº 5.626, de 2005, mostra desdobramentos da legitimação da Libras como língua do surdo, além de mencionar como a língua portuguesa deve ser observada. Assinale a alternativa que contém uma asserção correta de acordo com o decreto referido. 
Alternativas
Q3548977 Libras
É/são desafio(s) relevante(s) no ensino de leitura e escrita da língua portuguesa para surdos:
Alternativas
Q3548976 Libras
Tendo como base o conceito de interlíngua e o ensino de língua portuguesa como segunda língua para surdos, é correto afirmar: 
Alternativas
Respostas
921: A
922: C
923: D
924: B
925: D
926: B
927: D
928: C
929: B
930: E
931: A
932: D
933: A
934: D
935: B
936: C
937: D
938: A
939: B
940: D